10 Anos do Colégio Planck: uma trajetória de alto desempenho em São José dos Campos

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Três homens sorrindo e unindo as mãos em comemoração aos 10 Anos do Colégio Planck.

Os fundadores relembram os bastidores dos 10 anos do Colégio Planck e os valores que sustentam uma referência em educação básica em São José dos Campos.

Comemorar os 10 anos do Colégio Planck significa revisitar uma decisão que três professores tomaram juntos: repensar o que um colégio de educação básica poderia oferecer. 

Em um episódio especial do Planck Talks, os fundadores, diretores e professores André Guadalupe, Umberto Malanga e Marcelo Pelisson conversaram com Lucas Miranda, professor do Clube de Debates, sobre como o projeto nasceu.

Mais do que uma linha do tempo, a conversa reconstrói o raciocínio por trás de cada decisão.

Como nasceu o Colégio Planck?

Os três fundadores abriram o Colégio Planck em 18 de agosto de 2016, data que a equipe ainda comemora internamente como aniversário da instituição. Antes de qualquer matrícula, eles esperaram 42 dias até a primeira família aparecer para buscar informações.

Nesse período, o colégio ainda aguardava a publicação no diário oficial para poder matricular os primeiros estudantes

André Guadalupe relata que hipotecou o próprio imóvel para viabilizar o projeto, apostando o patrimônio da família no momento de total incerteza sobre o retorno. 

“Eu lembro de ter levado pra minha esposa […] e falei: ‘Andréia, assina aqui uma hipoteca, que se a gente não conseguir pagar o nosso empréstimo, a gente perde a nossa casa’. […] Você olha pro documento que assinou e fala: ‘Jesus, como é que a gente paga isso?’”, relatou.

Assim, a trajetória começou em um prédio menor, chamado carinhosamente de “Planckinho”, antes do colégio mudar para a estrutura atual. O professor André já havia visitado mais de 600 escolas pelo Brasil como consultor educacional antes de decidir fundar a própria instituição.

Quatro homens sorrindo e unindo as mãos em comemoração aos 10 Anos do Colégio Planck.

Enquanto cursava engenharia no ITA, Umberto Malanga, que dava aulas de matemática num cursinho pré-vestibular como atividade extra, sentiu na pele o peso do julgamento de quem via a docência como um passo atrás na carreira.

“Quando eu pensava em ser professor e por estar cursando o ITA, as pessoas achavam que: ‘Poxa, você fez o ITA e agora vai dar aula?’. […] Isso magoou, mas eu não era bem assim que eu pensava. Eu acredito que, na educação, a gente tem que ter as melhores pessoas”, afirmou.

Uma proposta pedagógica construída com propósito

Desde o primeiro slide de apresentação usado com a primeira família matriculada, em 2016, o Colégio Planck já trazia como referência competências como criatividade, trabalho em equipe e resolução de problemas complexos, ao lado do desempenho acadêmico.

Os diretores resumem essa visão em um princípio que repetem com frequência: a educação básica não deve se reduzir a um vestibular. O conhecimento técnico caminha lado a lado com a formação humana.

Essa filosofia também aparece na forma como as decisões são tomadas até hoje. Mesmo com opiniões diferentes, cada um deles busca alinhamento em torno do mesmo ponto de partida: o que é melhor para o colégio e o que é melhor para o estudante.

“São três pessoas diferentes, cada um com a sua opinião, mas a gente sempre chegava a um consenso baseado em duas premissas importantíssimas: os três querem o melhor para o colégio e a gente sempre pensa em melhorar o estudante”, declarou Marcelo Pelisson.

Como essa filosofia se aplica na rotina dos estudantes?

No dia a dia, essa combinação entre rigor acadêmico e formação humana aparece em disciplinas como o Planck ONU, em que os estudantes aprendem a defender argumentos com repertório. 

As aulas de debate, oferecidas desde o 6º ano, ensinam que, para debater bem, é preciso estudar.

Projetos como apresentações no estilo TED, laboratórios de ciências e iniciativas de arte dão aos estudantes a chance de descobrir habilidades diferentes das puramente acadêmicas. 

A equipe de orientação educacional também cumpre um papel decisivo nesse equilíbrio, acolhendo cada estudante com firmeza de propósito e suavidade na forma.

Esse conjunto de experiências práticas conecta-se diretamente ao impacto das extracurriculares na formação de repertório e autonomia dos filhos.

Os resultados que comprovam uma década de trabalho

Uma década de trabalho consistente se traduz em números que os fundadores tratam com orgulho, mas sem promessas vazias. Entre 2017 e 2024, o Colégio Planck somou 865 aprovações em vestibulares.

No Enem 2025, a instituição alcançou o 101º lugar no ranking nacional e o 16º lugar em São Paulo, um salto de 171 posições em relação ao ano anterior, quando ocupava o 272º lugar no Brasil. 

O colégio também registrou a maior média de redação do Vale do Paraíba, com 854,32 pontos, um marco que consolidou o colégio entre as instituições que chegaram ao Top 100 do Brasil.

Esses resultados acadêmicos caminham ao lado de conquistas individuais e de uma consistência que os estudantes sustentam ano após ano no Ensino Médio

No entanto, o resultado do qual o Planck mais se orgulha não aparece em nenhum ranking: ouvir, de pessoas de fora do colégio, que o estudante do colégio tem um jeito gentil e tranquilo de ser, percepção que dez anos de coerência entre discurso e prática construíram.

Os desafios enfrentados ao longo dessa década

Nem toda a trajetória foi linear. Os diretores descrevem com franqueza o medo dos primeiros meses: a incerteza sobre se a proposta teria espaço no mercado, sem sinal entre aulas e com um currículo diferente do modelo tradicional de cursinho.

Manter a coerência da proposta pedagógica mesmo sob pressão foi outro desafio recorrente. Em vários momentos, optaram por decisões mais difíceis no curto prazo, para não comprometer o modelo educacional que haviam construído. 

Essa firmeza construída ainda nos anos com poucas dezenas de estudantes matriculados permitiu ao colégio chegar aos 10 anos sem abrir mão da própria identidade.

Um posicionamento claro em meio a diferentes propostas educacionais

O Planck reconhece que o mercado de educação básica em São José dos Campos e região tem uma diversidade positiva, visto que existem colégios mais voltados ao esporte, outros focados em idiomas, outros com forte apelo religioso ou de sustentabilidade.

O Colégio é claro sobre a própria identidade: uma proposta que une desempenho acadêmico consistente à formação socioemocional. Cada família pode avaliar se esse caminho faz sentido para seu filho.

Os próximos 10 anos do Colégio Planck

Ao final do episódio especial, o professor Lucas pediu que os diretores olhassem para os próximos dez anos. A resposta dos três convergiu para um mesmo ponto: seguir cercando o colégio das melhores pessoas possíveis e fortalecer, todos os dias, a cultura que sustenta o Planck.

“No final do dia, o que sobra são as pessoas e no infinito, sobrevive a melhor cultura”, reforçou o professor André Guadalupe.

Esse é justamente o raciocínio por trás do trabalho de preparação do estudante para o futuro que o Colégio Planck desenvolve.

Se você quer entender de perto como essa proposta pedagógica pode fazer sentido para a trajetória do seu filho, agende uma visita e converse com a equipe de orientação educacional do Colégio Planck.

Banner do Colégio Planck com fachada da escola e botão roxo convidando o público a clicar e agendar uma visita.

FAQ – Perguntas frequentes sobre os 10 anos do Colégio Planck

Quando o Colégio Planck foi fundado?

Três professores, André Guadalupe, Umberto Malanga e Marcelo Pelisson, fundaram o Colégio Planck em 2016. A instituição abriu oficialmente suas portas em 18 de agosto daquele ano, em São José dos Campos.

Quais são os pilares pedagógicos do Colégio Planck?

Desde a fundação, o colégio se apoia em dois pilares principais: alto desempenho acadêmico e formação socioemocional. Isso aparece em disciplinas como debate e argumentação, em projetos de protagonismo estudantil e no acompanhamento próximo da equipe de orientação educacional.

Quais resultados acadêmicos o Colégio Planck já alcançou?

Entre 2017 e 2024, o colégio somou 865 aprovações em vestibulares. No Enem 2025, alcançou o 101º lugar no ranking nacional, o 16º lugar em São Paulo e a maior média de redação do Vale do Paraíba, com 854,32 pontos.

Como o Colégio Planck equilibra exigência acadêmica e acolhimento?

Os fundadores nunca trataram esse equilíbrio como uma escolha entre dois caminhos opostos. Eles construíram os dois pilares em conjunto: o conhecimento técnico caminha junto com atitudes como respeito, escuta e responsabilidade, que a equipe trabalha diariamente em sala de aula e nas atividades extracurriculares.

Como agendar uma visita ao Colégio Planck?

Famílias interessadas em conhecer a proposta pedagógica do colégio podem entrar em contato pelos canais oficiais do Colégio Planck para agendar uma visita presencial e conversar com a equipe de orientação educacional sobre a etapa de ensino do estudante.

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