Música na formação socioemocional do estudante

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Disciplina da grade curricular de muitas escolas, a música não se trata apenas de um conhecimento com a finalidade de relaxamento ou diversão. Diversos estudos vêm apontando que crianças e jovens que estudam música têm mais facilidades cognitivas e desenvolvimento socioemocional. Entenda o que a música pode fazer pelos estudantes de todas as idades. Estudos demonstram efeitos benéficos da música ao cérebro Estudos de vêm demonstrando os benefícios da música no desenvolvimento das crianças e adolescentes. Vamos abordar dois deles, realizados por universidades internacionais norte-americanas renomadas e que corroboram a teoria do poder da música para o aperfeiçoamento cognitivo, socioemocional e motor dos estudantes. Neurocientistas do Instituto da Criatividade e do Cérebro da USC (University of Southern California) estudaram por cinco anos um grupo de crianças que estudavam música na Los Angeles Philharmonic Association e o Heart of Los Angeles (HOLA) por até 7 horas por semana. O desenvolvimento cerebral delas foi comparado ao de crianças de outros dois grupos que não faziam atividades musicais. Os resultados publicados na revista científica Developmental Cognitive Neuroscience mostraram que a música produziu efeitos positivos para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças que participavam da orquestra em relação aos das crianças que não praticavam. Além do sistema auditivo ter se desenvolvido muito mais rapidamente, essas crianças apresentaram desenvolvimento da linguagem e da leitura, além de outras habilidades socioemocionais. Já um outro estudo realizado pela University of Vermont College of Medicine, com 232 crianças e jovens, entre 6 e 18 anos, também apontou que o estudo da música tem efeito benéfico no desenvolvimento cerebral. O estudo mostrou que quanto mais uma criança ou adolescente treina em um instrumento, mais acelera a organização cortical, que terá reflexos no gerenciamento da ansiedade, controle emocional e na habilidade da atenção. Famílias devem apoiar o estudo da música É muito difícil quem diz não gostar de música, seja de qualquer estilo, algum tipo de som vai agradar às pessoas. Mas, aprender música é mais do que apenas curtir o momento e, como já dito acima, é um grande potencializador de funcionalidades cerebrais. Assim, da próxima vez que os pais ficarem um tanto incomodados com aqueles acordes que os filhos treinam sem parar e, no começo, podem até estar um pouco fora de tom, é hora de entender que essa atividade está produzindo um benefício incrível para o cérebro deles. Em qualquer fase da vida, o estudo da música vai produzir efeitos positivos ao cérebro, mas o quanto antes as crianças começarem será melhor, porque terão essa manifestação artística como um aliado do seu processo de aprendizagem. Uma idade interessante para estimular que os filhos estudem música pode ser por volta dos 6 a 7 anos. Antes disso, nas escolas infantis, os pequenos já podem participar de aulas de musicalização, que vão permitir que as crianças fiquem mais sensíveis aos sons e suas possibilidades. É uma época de descobertas, observações e reações. A música na adolescência é extremamente positiva Na adolescência, a música também traz muitas vantagens, porque os estudantes desta fase já se relacionam de forma natural com a música, até como uma forma de construção de identidade. Mesmo quando começam a estudar música apenas no Ensino Médio, estudos como o da Universidade de Northwestern, publicado na revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), já demonstraram que o cérebro do estudante fica sensível aos efeitos benéficos da música, com aperfeiçoamento de habilidades. Por exemplo, a música na adolescência, além de permitir a liberação de emoções e autoexpressão, tem um grande poder de melhorar a coordenação motora, memorização, raciocínio lógico, coordenação afetiva e social e as percepções de forma geral, que contribuem largamente com o processo de aprendizagem e retenção de conteúdos. Para se ter ideia, além do desenvolvimento das habilidades de leitura, a música também ajuda em matemática, porque ao conhecer teoria musical, ler notas, entender a contagem, ritmo e compasso, vai trabalhando também aspectos matemáticos em seu cérebro. Além disso, há diversas habilidades socioemocionais que a música pode desenvolver nos estudantes. Conheça algumas: 1 - Criatividade Trabalhar com notas, ritmos, tempos de música e diversas outras exigências da disciplina ajuda que os estudantes desenvolvam a sua criatividade, porque dá espaço para a criação. Muitas vezes, não basta apenas conhecer uma canção e reproduzi-la, os estudantes são convidados a pensar em novas possibilidades, como novos arranjos e formas de interpretá-los. É um exercício constante de reinvenção. 2 - Foco e concentração O estudo da música desenvolve uma grande capacidade de foco e concentração dos estudantes porque eles precisam estar com a atenção totalmente dedicada para aprender sobre o ritmo, duração de nota, melodia, letra, entre outros aspectos. Ao reproduzir uma canção ou mesmo trabalhar em algo novo, o estudante precisa se debruçar sobre o trabalho de forma bastante disciplinada para ter bons resultados. Assim, vai desenvolvendo essa habilidade socioemocional. 3 - Desenvolve trabalho em equipe Participar de uma atividade musical em grupo gera uma sensação de pertencimento. Além disso, também ajuda a desenvolver o senso de trabalho em equipe porque requer que o estudante atue conjuntamente com outras pessoas. Quando eles vão participar de uma apresentação musical, precisa entender qual é o papel de cada um e no que vai contribuir para o resultado coletivo. 4 - Melhora o autoconhecimento Quando um estudante pratica música, ele começa um processo de autoconhecimento sobre suas potencialidades e seus gostos. Passa a entender que precisa praticar, se quiser bons resultados; aprende a desenvolver perseverança e também refina sua disciplina. 5 - Aprimora a gestão do tempo Quando um estudante aprende música, ele melhora a sua gestão do tempo, porque a música exige esse conhecimento. Além disso, ao tocar um instrumento, o estudante também estabelece metas de aprendizado e o quanto deverá estudar para atingir o seu objetivo. Colégio Planck tem Núcleo que incentiva a música O desenvolvimento das habilidades socioemocionais é um pilar fundamental do projeto pedagógico do Planck. Dentro dessa linha, oferece atividades extracurriculares que também ajudam que os estudantes fortaleçam suas potencialidades, descubram suas fragilidades e aprendam a contorná-las. Dentro do Núcleo de Artes, a música faz parte do arsenal de ferramentas que o Colégio oferece para aprimorar cada estudante como ser humano. Vista como uma linguagem potencial que promove reflexão, cultura e sensibilidade, o Colégio Planck, por meio do Núcleo de Artes, proporciona aos estudantes a oportunidade de desenvolver e cultivar seus talentos mediante uma experiência inovadora e criativa. As modalidades do Núcleo de Artes concentram-se no auto-aperfeiçoamento, desenvolvendo habilidades sociais, cooperação, trabalho em equipe e liderança. No Planck, os estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais contam com aulas regulares semanais de música, além de terem aulas extracurriculares de piano, teclado, bateria, guitarra, contrabaixo e violão no contraturno.

Disciplina da grade curricular de muitas escolas, a música não se trata apenas de um conhecimento com a finalidade de relaxamento ou diversão. Diversos estudos vêm apontando que crianças e jovens que estudam música têm mais facilidades cognitivas e desenvolvimento socioemocional.

Entenda o que a música pode fazer pelos estudantes de todas as idades.

Estudos demonstram efeitos benéficos da música ao cérebro

Estudos de vêm demonstrando os benefícios da música no desenvolvimento das crianças e adolescentes. Vamos abordar dois deles, realizados por universidades internacionais norte-americanas renomadas e que corroboram a teoria do poder da música para o aperfeiçoamento cognitivo, socioemocional e motor dos estudantes.

Neurocientistas do Instituto da Criatividade e do Cérebro da USC (University of Southern California) estudaram por cinco anos um grupo de crianças que estudavam música na Los Angeles Philharmonic Association e o Heart of Los Angeles (HOLA) por até 7 horas por semana. O desenvolvimento cerebral delas foi comparado ao de crianças de outros dois grupos que não faziam atividades musicais.

Os resultados publicados na revista científica  Developmental Cognitive Neuroscience mostraram que a música produziu efeitos positivos para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças que participavam da orquestra em relação aos das crianças que não praticavam.

Além do sistema auditivo ter se desenvolvido muito mais rapidamente, essas crianças apresentaram desenvolvimento da linguagem e da leitura, além de outras habilidades socioemocionais.

Já um outro estudo realizado pela University of Vermont College of Medicine, com 232 crianças e jovens, entre 6 e 18 anos, também apontou que o estudo da música tem efeito benéfico no desenvolvimento cerebral.

O estudo mostrou que quanto mais uma criança ou adolescente treina em um instrumento, mais acelera a organização cortical, que terá reflexos no gerenciamento da ansiedade, controle emocional e na habilidade da atenção.

Disciplina da grade curricular de muitas escolas, a música não se trata apenas de um conhecimento com a finalidade de relaxamento ou diversão. Diversos estudos vêm apontando que crianças e jovens que estudam música têm mais facilidades cognitivas e desenvolvimento socioemocional. Entenda o que a música pode fazer pelos estudantes de todas as idades. Estudos demonstram efeitos benéficos da música ao cérebro Estudos de vêm demonstrando os benefícios da música no desenvolvimento das crianças e adolescentes. Vamos abordar dois deles, realizados por universidades internacionais norte-americanas renomadas e que corroboram a teoria do poder da música para o aperfeiçoamento cognitivo, socioemocional e motor dos estudantes. Neurocientistas do Instituto da Criatividade e do Cérebro da USC (University of Southern California) estudaram por cinco anos um grupo de crianças que estudavam música na Los Angeles Philharmonic Association e o Heart of Los Angeles (HOLA) por até 7 horas por semana. O desenvolvimento cerebral delas foi comparado ao de crianças de outros dois grupos que não faziam atividades musicais. Os resultados publicados na revista científica Developmental Cognitive Neuroscience mostraram que a música produziu efeitos positivos para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças que participavam da orquestra em relação aos das crianças que não praticavam. Além do sistema auditivo ter se desenvolvido muito mais rapidamente, essas crianças apresentaram desenvolvimento da linguagem e da leitura, além de outras habilidades socioemocionais. Já um outro estudo realizado pela University of Vermont College of Medicine, com 232 crianças e jovens, entre 6 e 18 anos, também apontou que o estudo da música tem efeito benéfico no desenvolvimento cerebral. O estudo mostrou que quanto mais uma criança ou adolescente treina em um instrumento, mais acelera a organização cortical, que terá reflexos no gerenciamento da ansiedade, controle emocional e na habilidade da atenção. Famílias devem apoiar o estudo da música É muito difícil quem diz não gostar de música, seja de qualquer estilo, algum tipo de som vai agradar às pessoas. Mas, aprender música é mais do que apenas curtir o momento e, como já dito acima, é um grande potencializador de funcionalidades cerebrais. Assim, da próxima vez que os pais ficarem um tanto incomodados com aqueles acordes que os filhos treinam sem parar e, no começo, podem até estar um pouco fora de tom, é hora de entender que essa atividade está produzindo um benefício incrível para o cérebro deles. Em qualquer fase da vida, o estudo da música vai produzir efeitos positivos ao cérebro, mas o quanto antes as crianças começarem será melhor, porque terão essa manifestação artística como um aliado do seu processo de aprendizagem. Uma idade interessante para estimular que os filhos estudem música pode ser por volta dos 6 a 7 anos. Antes disso, nas escolas infantis, os pequenos já podem participar de aulas de musicalização, que vão permitir que as crianças fiquem mais sensíveis aos sons e suas possibilidades. É uma época de descobertas, observações e reações. A música na adolescência é extremamente positiva Na adolescência, a música também traz muitas vantagens, porque os estudantes desta fase já se relacionam de forma natural com a música, até como uma forma de construção de identidade. Mesmo quando começam a estudar música apenas no Ensino Médio, estudos como o da Universidade de Northwestern, publicado na revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), já demonstraram que o cérebro do estudante fica sensível aos efeitos benéficos da música, com aperfeiçoamento de habilidades. Por exemplo, a música na adolescência, além de permitir a liberação de emoções e autoexpressão, tem um grande poder de melhorar a coordenação motora, memorização, raciocínio lógico, coordenação afetiva e social e as percepções de forma geral, que contribuem largamente com o processo de aprendizagem e retenção de conteúdos. Para se ter ideia, além do desenvolvimento das habilidades de leitura, a música também ajuda em matemática, porque ao conhecer teoria musical, ler notas, entender a contagem, ritmo e compasso, vai trabalhando também aspectos matemáticos em seu cérebro. Além disso, há diversas habilidades socioemocionais que a música pode desenvolver nos estudantes. Conheça algumas: 1 - Criatividade Trabalhar com notas, ritmos, tempos de música e diversas outras exigências da disciplina ajuda que os estudantes desenvolvam a sua criatividade, porque dá espaço para a criação. Muitas vezes, não basta apenas conhecer uma canção e reproduzi-la, os estudantes são convidados a pensar em novas possibilidades, como novos arranjos e formas de interpretá-los. É um exercício constante de reinvenção. 2 - Foco e concentração O estudo da música desenvolve uma grande capacidade de foco e concentração dos estudantes porque eles precisam estar com a atenção totalmente dedicada para aprender sobre o ritmo, duração de nota, melodia, letra, entre outros aspectos. Ao reproduzir uma canção ou mesmo trabalhar em algo novo, o estudante precisa se debruçar sobre o trabalho de forma bastante disciplinada para ter bons resultados. Assim, vai desenvolvendo essa habilidade socioemocional. 3 - Desenvolve trabalho em equipe Participar de uma atividade musical em grupo gera uma sensação de pertencimento. Além disso, também ajuda a desenvolver o senso de trabalho em equipe porque requer que o estudante atue conjuntamente com outras pessoas. Quando eles vão participar de uma apresentação musical, precisa entender qual é o papel de cada um e no que vai contribuir para o resultado coletivo. 4 - Melhora o autoconhecimento Quando um estudante pratica música, ele começa um processo de autoconhecimento sobre suas potencialidades e seus gostos. Passa a entender que precisa praticar, se quiser bons resultados; aprende a desenvolver perseverança e também refina sua disciplina. 5 - Aprimora a gestão do tempo Quando um estudante aprende música, ele melhora a sua gestão do tempo, porque a música exige esse conhecimento. Além disso, ao tocar um instrumento, o estudante também estabelece metas de aprendizado e o quanto deverá estudar para atingir o seu objetivo. Colégio Planck tem Núcleo que incentiva a música O desenvolvimento das habilidades socioemocionais é um pilar fundamental do projeto pedagógico do Planck. Dentro dessa linha, oferece atividades extracurriculares que também ajudam que os estudantes fortaleçam suas potencialidades, descubram suas fragilidades e aprendam a contorná-las. Dentro do Núcleo de Artes, a música faz parte do arsenal de ferramentas que o Colégio oferece para aprimorar cada estudante como ser humano. Vista como uma linguagem potencial que promove reflexão, cultura e sensibilidade, o Colégio Planck, por meio do Núcleo de Artes, proporciona aos estudantes a oportunidade de desenvolver e cultivar seus talentos mediante uma experiência inovadora e criativa. As modalidades do Núcleo de Artes concentram-se no auto-aperfeiçoamento, desenvolvendo habilidades sociais, cooperação, trabalho em equipe e liderança. No Planck, os estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais contam com aulas regulares semanais de música, além de terem aulas extracurriculares de piano, teclado, bateria, guitarra, contrabaixo e violão no contraturno.

Famílias devem apoiar o estudo da música

É muito difícil quem diz não gostar de música, seja de qualquer estilo, algum tipo de som vai agradar às pessoas. Mas, aprender música é mais do que apenas curtir o momento e, como já dito acima, é um grande potencializador de funcionalidades cerebrais.

Assim, da próxima vez que os pais ficarem um tanto incomodados com aqueles acordes que os filhos treinam sem parar e, no começo, podem até estar um pouco fora de tom, é hora de entender que essa atividade está produzindo um benefício incrível para o cérebro deles.

Em qualquer fase da vida, o estudo da música vai produzir efeitos positivos ao cérebro, mas o quanto antes as crianças começarem será melhor, porque terão essa manifestação artística como um aliado do seu processo de aprendizagem.

Uma idade interessante para estimular que os filhos estudem música pode ser por volta dos 6 a 7 anos. Antes disso, nas escolas infantis, os pequenos já podem participar de aulas de musicalização, que vão permitir que as crianças fiquem mais sensíveis aos sons e suas possibilidades. É uma época de descobertas, observações e reações.

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A música na adolescência é extremamente positiva

Na adolescência, a música também traz muitas vantagens, porque os estudantes desta fase já se relacionam de forma natural com a música, até como uma forma de construção de identidade. 

Mesmo quando começam a estudar música apenas no Ensino Médio, estudos como o da Universidade de Northwestern, publicado na revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), já demonstraram que o cérebro do estudante fica sensível aos efeitos benéficos da música, com aperfeiçoamento de habilidades.

Disciplina da grade curricular de muitas escolas, a música não se trata apenas de um conhecimento com a finalidade de relaxamento ou diversão. Diversos estudos vêm apontando que crianças e jovens que estudam música têm mais facilidades cognitivas e desenvolvimento socioemocional. Entenda o que a música pode fazer pelos estudantes de todas as idades. Estudos demonstram efeitos benéficos da música ao cérebro Estudos de vêm demonstrando os benefícios da música no desenvolvimento das crianças e adolescentes. Vamos abordar dois deles, realizados por universidades internacionais norte-americanas renomadas e que corroboram a teoria do poder da música para o aperfeiçoamento cognitivo, socioemocional e motor dos estudantes. Neurocientistas do Instituto da Criatividade e do Cérebro da USC (University of Southern California) estudaram por cinco anos um grupo de crianças que estudavam música na Los Angeles Philharmonic Association e o Heart of Los Angeles (HOLA) por até 7 horas por semana. O desenvolvimento cerebral delas foi comparado ao de crianças de outros dois grupos que não faziam atividades musicais. Os resultados publicados na revista científica Developmental Cognitive Neuroscience mostraram que a música produziu efeitos positivos para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças que participavam da orquestra em relação aos das crianças que não praticavam. Além do sistema auditivo ter se desenvolvido muito mais rapidamente, essas crianças apresentaram desenvolvimento da linguagem e da leitura, além de outras habilidades socioemocionais. Já um outro estudo realizado pela University of Vermont College of Medicine, com 232 crianças e jovens, entre 6 e 18 anos, também apontou que o estudo da música tem efeito benéfico no desenvolvimento cerebral. O estudo mostrou que quanto mais uma criança ou adolescente treina em um instrumento, mais acelera a organização cortical, que terá reflexos no gerenciamento da ansiedade, controle emocional e na habilidade da atenção. Famílias devem apoiar o estudo da música É muito difícil quem diz não gostar de música, seja de qualquer estilo, algum tipo de som vai agradar às pessoas. Mas, aprender música é mais do que apenas curtir o momento e, como já dito acima, é um grande potencializador de funcionalidades cerebrais. Assim, da próxima vez que os pais ficarem um tanto incomodados com aqueles acordes que os filhos treinam sem parar e, no começo, podem até estar um pouco fora de tom, é hora de entender que essa atividade está produzindo um benefício incrível para o cérebro deles. Em qualquer fase da vida, o estudo da música vai produzir efeitos positivos ao cérebro, mas o quanto antes as crianças começarem será melhor, porque terão essa manifestação artística como um aliado do seu processo de aprendizagem. Uma idade interessante para estimular que os filhos estudem música pode ser por volta dos 6 a 7 anos. Antes disso, nas escolas infantis, os pequenos já podem participar de aulas de musicalização, que vão permitir que as crianças fiquem mais sensíveis aos sons e suas possibilidades. É uma época de descobertas, observações e reações. A música na adolescência é extremamente positiva Na adolescência, a música também traz muitas vantagens, porque os estudantes desta fase já se relacionam de forma natural com a música, até como uma forma de construção de identidade. Mesmo quando começam a estudar música apenas no Ensino Médio, estudos como o da Universidade de Northwestern, publicado na revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), já demonstraram que o cérebro do estudante fica sensível aos efeitos benéficos da música, com aperfeiçoamento de habilidades. Por exemplo, a música na adolescência, além de permitir a liberação de emoções e autoexpressão, tem um grande poder de melhorar a coordenação motora, memorização, raciocínio lógico, coordenação afetiva e social e as percepções de forma geral, que contribuem largamente com o processo de aprendizagem e retenção de conteúdos. Para se ter ideia, além do desenvolvimento das habilidades de leitura, a música também ajuda em matemática, porque ao conhecer teoria musical, ler notas, entender a contagem, ritmo e compasso, vai trabalhando também aspectos matemáticos em seu cérebro. Além disso, há diversas habilidades socioemocionais que a música pode desenvolver nos estudantes. Conheça algumas: 1 - Criatividade Trabalhar com notas, ritmos, tempos de música e diversas outras exigências da disciplina ajuda que os estudantes desenvolvam a sua criatividade, porque dá espaço para a criação. Muitas vezes, não basta apenas conhecer uma canção e reproduzi-la, os estudantes são convidados a pensar em novas possibilidades, como novos arranjos e formas de interpretá-los. É um exercício constante de reinvenção. 2 - Foco e concentração O estudo da música desenvolve uma grande capacidade de foco e concentração dos estudantes porque eles precisam estar com a atenção totalmente dedicada para aprender sobre o ritmo, duração de nota, melodia, letra, entre outros aspectos. Ao reproduzir uma canção ou mesmo trabalhar em algo novo, o estudante precisa se debruçar sobre o trabalho de forma bastante disciplinada para ter bons resultados. Assim, vai desenvolvendo essa habilidade socioemocional. 3 - Desenvolve trabalho em equipe Participar de uma atividade musical em grupo gera uma sensação de pertencimento. Além disso, também ajuda a desenvolver o senso de trabalho em equipe porque requer que o estudante atue conjuntamente com outras pessoas. Quando eles vão participar de uma apresentação musical, precisa entender qual é o papel de cada um e no que vai contribuir para o resultado coletivo. 4 - Melhora o autoconhecimento Quando um estudante pratica música, ele começa um processo de autoconhecimento sobre suas potencialidades e seus gostos. Passa a entender que precisa praticar, se quiser bons resultados; aprende a desenvolver perseverança e também refina sua disciplina. 5 - Aprimora a gestão do tempo Quando um estudante aprende música, ele melhora a sua gestão do tempo, porque a música exige esse conhecimento. Além disso, ao tocar um instrumento, o estudante também estabelece metas de aprendizado e o quanto deverá estudar para atingir o seu objetivo. Colégio Planck tem Núcleo que incentiva a música O desenvolvimento das habilidades socioemocionais é um pilar fundamental do projeto pedagógico do Planck. Dentro dessa linha, oferece atividades extracurriculares que também ajudam que os estudantes fortaleçam suas potencialidades, descubram suas fragilidades e aprendam a contorná-las. Dentro do Núcleo de Artes, a música faz parte do arsenal de ferramentas que o Colégio oferece para aprimorar cada estudante como ser humano. Vista como uma linguagem potencial que promove reflexão, cultura e sensibilidade, o Colégio Planck, por meio do Núcleo de Artes, proporciona aos estudantes a oportunidade de desenvolver e cultivar seus talentos mediante uma experiência inovadora e criativa. As modalidades do Núcleo de Artes concentram-se no auto-aperfeiçoamento, desenvolvendo habilidades sociais, cooperação, trabalho em equipe e liderança. No Planck, os estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais contam com aulas regulares semanais de música, além de terem aulas extracurriculares de piano, teclado, bateria, guitarra, contrabaixo e violão no contraturno.

Por exemplo, a música na adolescência, além de permitir a liberação de emoções e autoexpressão, tem um grande poder de melhorar a coordenação motora, memorização, raciocínio lógico, coordenação afetiva e social e as percepções de forma geral, que contribuem largamente com o processo de aprendizagem e retenção de conteúdos.

Para se ter ideia, além do desenvolvimento das habilidades de leitura, a música também ajuda em matemática, porque ao conhecer teoria musical, ler notas, entender a contagem, ritmo e compasso, vai trabalhando também aspectos matemáticos em seu cérebro.

Além disso, há diversas habilidades socioemocionais que a música pode desenvolver nos estudantes. Conheça algumas:

1 – Criatividade

Trabalhar com notas, ritmos, tempos de música e diversas outras exigências da disciplina ajuda que os estudantes desenvolvam a sua criatividade, porque dá espaço para a criação.

Muitas vezes, não basta apenas conhecer uma canção e reproduzi-la, os estudantes são convidados a pensar em novas possibilidades, como novos arranjos e formas de interpretá-los. É um exercício constante de reinvenção.

2 – Foco e concentração

O estudo da música desenvolve uma grande capacidade de foco e concentração dos estudantes porque eles precisam estar com a atenção totalmente dedicada para aprender sobre o ritmo, duração de nota, melodia, letra, entre outros aspectos.

Ao reproduzir uma canção ou mesmo trabalhar em algo novo, o estudante precisa se debruçar sobre o trabalho de forma bastante disciplinada para ter bons resultados. Assim, vai desenvolvendo essa habilidade socioemocional.

3 – Desenvolve trabalho em equipe

Participar de uma atividade musical em grupo gera uma sensação de pertencimento. Além disso, também ajuda a desenvolver o senso de trabalho em equipe porque requer que o estudante atue conjuntamente com outras pessoas.

Quando eles vão participar de uma apresentação musical, precisa entender qual é o papel de cada um e no que vai contribuir para o resultado coletivo.

4 – Melhora o autoconhecimento

Quando um estudante pratica música, ele começa um processo de autoconhecimento sobre suas potencialidades e seus gostos. Passa a entender que precisa praticar, se quiser bons resultados; aprende a desenvolver perseverança e também refina sua disciplina.

Disciplina da grade curricular de muitas escolas, a música não se trata apenas de um conhecimento com a finalidade de relaxamento ou diversão. Diversos estudos vêm apontando que crianças e jovens que estudam música têm mais facilidades cognitivas e desenvolvimento socioemocional. Entenda o que a música pode fazer pelos estudantes de todas as idades. Estudos demonstram efeitos benéficos da música ao cérebro Estudos de vêm demonstrando os benefícios da música no desenvolvimento das crianças e adolescentes. Vamos abordar dois deles, realizados por universidades internacionais norte-americanas renomadas e que corroboram a teoria do poder da música para o aperfeiçoamento cognitivo, socioemocional e motor dos estudantes. Neurocientistas do Instituto da Criatividade e do Cérebro da USC (University of Southern California) estudaram por cinco anos um grupo de crianças que estudavam música na Los Angeles Philharmonic Association e o Heart of Los Angeles (HOLA) por até 7 horas por semana. O desenvolvimento cerebral delas foi comparado ao de crianças de outros dois grupos que não faziam atividades musicais. Os resultados publicados na revista científica Developmental Cognitive Neuroscience mostraram que a música produziu efeitos positivos para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças que participavam da orquestra em relação aos das crianças que não praticavam. Além do sistema auditivo ter se desenvolvido muito mais rapidamente, essas crianças apresentaram desenvolvimento da linguagem e da leitura, além de outras habilidades socioemocionais. Já um outro estudo realizado pela University of Vermont College of Medicine, com 232 crianças e jovens, entre 6 e 18 anos, também apontou que o estudo da música tem efeito benéfico no desenvolvimento cerebral. O estudo mostrou que quanto mais uma criança ou adolescente treina em um instrumento, mais acelera a organização cortical, que terá reflexos no gerenciamento da ansiedade, controle emocional e na habilidade da atenção. Famílias devem apoiar o estudo da música É muito difícil quem diz não gostar de música, seja de qualquer estilo, algum tipo de som vai agradar às pessoas. Mas, aprender música é mais do que apenas curtir o momento e, como já dito acima, é um grande potencializador de funcionalidades cerebrais. Assim, da próxima vez que os pais ficarem um tanto incomodados com aqueles acordes que os filhos treinam sem parar e, no começo, podem até estar um pouco fora de tom, é hora de entender que essa atividade está produzindo um benefício incrível para o cérebro deles. Em qualquer fase da vida, o estudo da música vai produzir efeitos positivos ao cérebro, mas o quanto antes as crianças começarem será melhor, porque terão essa manifestação artística como um aliado do seu processo de aprendizagem. Uma idade interessante para estimular que os filhos estudem música pode ser por volta dos 6 a 7 anos. Antes disso, nas escolas infantis, os pequenos já podem participar de aulas de musicalização, que vão permitir que as crianças fiquem mais sensíveis aos sons e suas possibilidades. É uma época de descobertas, observações e reações. A música na adolescência é extremamente positiva Na adolescência, a música também traz muitas vantagens, porque os estudantes desta fase já se relacionam de forma natural com a música, até como uma forma de construção de identidade. Mesmo quando começam a estudar música apenas no Ensino Médio, estudos como o da Universidade de Northwestern, publicado na revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), já demonstraram que o cérebro do estudante fica sensível aos efeitos benéficos da música, com aperfeiçoamento de habilidades. Por exemplo, a música na adolescência, além de permitir a liberação de emoções e autoexpressão, tem um grande poder de melhorar a coordenação motora, memorização, raciocínio lógico, coordenação afetiva e social e as percepções de forma geral, que contribuem largamente com o processo de aprendizagem e retenção de conteúdos. Para se ter ideia, além do desenvolvimento das habilidades de leitura, a música também ajuda em matemática, porque ao conhecer teoria musical, ler notas, entender a contagem, ritmo e compasso, vai trabalhando também aspectos matemáticos em seu cérebro. Além disso, há diversas habilidades socioemocionais que a música pode desenvolver nos estudantes. Conheça algumas: 1 - Criatividade Trabalhar com notas, ritmos, tempos de música e diversas outras exigências da disciplina ajuda que os estudantes desenvolvam a sua criatividade, porque dá espaço para a criação. Muitas vezes, não basta apenas conhecer uma canção e reproduzi-la, os estudantes são convidados a pensar em novas possibilidades, como novos arranjos e formas de interpretá-los. É um exercício constante de reinvenção. 2 - Foco e concentração O estudo da música desenvolve uma grande capacidade de foco e concentração dos estudantes porque eles precisam estar com a atenção totalmente dedicada para aprender sobre o ritmo, duração de nota, melodia, letra, entre outros aspectos. Ao reproduzir uma canção ou mesmo trabalhar em algo novo, o estudante precisa se debruçar sobre o trabalho de forma bastante disciplinada para ter bons resultados. Assim, vai desenvolvendo essa habilidade socioemocional. 3 - Desenvolve trabalho em equipe Participar de uma atividade musical em grupo gera uma sensação de pertencimento. Além disso, também ajuda a desenvolver o senso de trabalho em equipe porque requer que o estudante atue conjuntamente com outras pessoas. Quando eles vão participar de uma apresentação musical, precisa entender qual é o papel de cada um e no que vai contribuir para o resultado coletivo. 4 - Melhora o autoconhecimento Quando um estudante pratica música, ele começa um processo de autoconhecimento sobre suas potencialidades e seus gostos. Passa a entender que precisa praticar, se quiser bons resultados; aprende a desenvolver perseverança e também refina sua disciplina. 5 - Aprimora a gestão do tempo Quando um estudante aprende música, ele melhora a sua gestão do tempo, porque a música exige esse conhecimento. Além disso, ao tocar um instrumento, o estudante também estabelece metas de aprendizado e o quanto deverá estudar para atingir o seu objetivo. Colégio Planck tem Núcleo que incentiva a música O desenvolvimento das habilidades socioemocionais é um pilar fundamental do projeto pedagógico do Planck. Dentro dessa linha, oferece atividades extracurriculares que também ajudam que os estudantes fortaleçam suas potencialidades, descubram suas fragilidades e aprendam a contorná-las. Dentro do Núcleo de Artes, a música faz parte do arsenal de ferramentas que o Colégio oferece para aprimorar cada estudante como ser humano. Vista como uma linguagem potencial que promove reflexão, cultura e sensibilidade, o Colégio Planck, por meio do Núcleo de Artes, proporciona aos estudantes a oportunidade de desenvolver e cultivar seus talentos mediante uma experiência inovadora e criativa. As modalidades do Núcleo de Artes concentram-se no auto-aperfeiçoamento, desenvolvendo habilidades sociais, cooperação, trabalho em equipe e liderança. No Planck, os estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais contam com aulas regulares semanais de música, além de terem aulas extracurriculares de piano, teclado, bateria, guitarra, contrabaixo e violão no contraturno.

5 – Aprimora a gestão do tempo

Quando um estudante aprende música, ele melhora a sua gestão do tempo, porque a música exige esse conhecimento. Além disso, ao tocar um instrumento, o estudante também estabelece metas de aprendizado e o quanto deverá estudar para atingir o seu objetivo.

Colégio Planck tem Núcleo que incentiva a música

O desenvolvimento das habilidades socioemocionais é um pilar fundamental do projeto pedagógico do Planck. 

Dentro dessa linha, oferece atividades extracurriculares que também ajudam que os estudantes fortaleçam suas potencialidades, descubram suas fragilidades e aprendam a contorná-las.

Dentro do Núcleo de Artes, a música faz parte do arsenal de ferramentas que o Colégio oferece para aprimorar cada estudante como ser humano.

Vista como uma linguagem potencial que promove reflexão, cultura e sensibilidade,  o Colégio Planck, por meio do Núcleo de Artes, proporciona aos estudantes a oportunidade de desenvolver e cultivar seus talentos mediante uma experiência inovadora e criativa. 

As modalidades do Núcleo de Artes concentram-se no auto-aperfeiçoamento, desenvolvendo habilidades sociais, cooperação, trabalho em equipe e liderança.

No Planck, os estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais contam com aulas regulares semanais de música, além de terem aulas extracurriculares de piano, teclado, bateria, guitarra, contrabaixo e violão no contraturno. 

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Nem todos os adolescentes têm facilidade de socialização. Especialmente quando há uma mudança de escola, os pais sempre se perguntam como ajudar os próprios filhos a interagir no novo ambiente. Se os seus filhos também são tímidos e manifestam um pouco mais de dificuldades em fazer novas amizades, continue lendo esse texto e veja aqui algumas dicas do Colégio Planck. Por que alguns adolescentes não conseguem interagir? Quando os estudantes passam por uma mudança de escola ou apenas são tímidos, eles podem demonstrar uma certa dificuldade de interação com os colegas. Esse comportamento pode ter muitas causas que podem ser desde um traço de personalidade, até o surgimento de complexos físicos, que são tradicionais na adolescência. Quando todas essas questões são somadas à passagem para o 6० ano, outras situações também podem angustiá-los e dificultar a interação, como a perda da professora única, alteração nos horários e no número de disciplinas, maior complexidade dos conteúdos, etc. Com isso, muitos pais se veem às voltas com uma nova questão: “Como ajudar meu filho a interagir?” Vale ressaltar aos pais que essa dificuldade de interagir é bastante normal na adolescência porque esse é um tempo de muitos novos desafios e descobertas, que podem gerar uma mudança de comportamento. Prova disso, é que essa é uma época em que muitos jovens começam a querer ficar mais reclusos, especialmente em casa, quando preferem ficar em seus quartos do que desfrutando da companhia dos pais ou de irmãos. Como ajudar os filhos a interagir? Se essa dificuldade de socialização dentro e fora de casa está gerando sofrimentos, é preciso buscar soluções para ajudá-los. Em primeiro lugar, os pais precisam ter um pouco mais de paciência, compreensão com o momento e até marcar uma reunião com a equipe pedagógica para buscar soluções, se for necessário. Seguem algumas dicas para ajudá-los neste processo: Converse muito com os filhos e dê suporte emocional Nesta fase, os estudantes estão precisando de muito carinho e atenção, portanto, manter um diálogo aberto vai ajudá-los a entender que não estão sozinhos nesta jornada. Muitas vezes, os estudantes passam por certas situações na escola que podem mexer com a autoestima, como a postagem de um foto em grupo que não saiu bem ou até mesmo um comentário sobre sua forma física. Situações assim podem levá-los a se isolar, portanto, seja proativo e pergunte sobre a rotina, se tem algo que os aflige, como eles acreditam que os pais podem ajudá-los e, se necessário, agende uma conversa no Colégio também. Além disso, crie espaços seguros para essas conversas, de modo que não pareçam cobranças. Os pais podem aproveitar para conversar com eles durante uma pequena caminhada, no carro na ida ou volta da escola, etc. Não perca a oportunidade de buscar a opinião deles sobre assuntos diversos, por exemplo, comentando sobre uma notícia, uma determinada moda ou gíria nova. O importante é não perder os vínculos que possam ajudar a iniciar e manter os diálogos. Evite ser muito protecionista Muitas vezes, um adolescente pode ter dificuldade em interagir devido à forma que foi criado. Muitos pais, por um excesso de protecionismo, podem impedir que os filhos frequentem outros ambientes, como festas de amigos, e isso pode estimulá-los a um comportamento antissocial. Uma dica para os pais é analisar se o próprio estilo de criação não está favorecendo que o filho busque o isolamento na adolescência. Procure proteger sempre, conhecendo as companhias e os espaços que o filho frequenta, mas abra um pouco mais a guarda, dando a eles a oportunidade de ter mais responsabilidade sobre si mesmos. Limite o tempo das atividades de lazer solitárias e estimule a interação Quando um adolescente é tímido ou não quer interagir no Colégio, pode querer fugir para passatempos solitários como os games ou outros eletrônicos. Os pais devem estipular um limite para essas atividades para não estimulá-los à solidão. Não é necessário proibi-las, mas sempre apresente boas razões para que o adolescente queira realizar também atividades em conjunto com outras pessoas e de forma presencial, com os colegas de sala de aula, para adquirir experiências na vida real. Abrir espaço para que ele convide amigos para estudar em casa e matriculá-lo em atividades coletivas também pode ajudá-lo na socialização. Analise de qual grupo ele pode fazer parte A falta de interação pode ser motivada porque os estudantes não se sentem à vontade em fazer parte de um certo grupo. Por exemplo, não adianta matriculá-los em eletivas de esportes coletivos, se eles gostam mesmo é de música ou artes. Procure entender o mundo e os gostos dos seus filhos, assim fica mais fácil incentivá-los na socialização. Procure ajudá-lo a se comunicar melhor Alguns adolescentes não interagem porque não conseguem se comunicar bem. Por isso, é preciso que os pais fiquem atentos às características dos filhos para ajudá-los a superar suas fragilidades desde cedo. Ainda criança, é possível ensiná-los como iniciar uma conversa, um pequeno diálogo que ajude a quebrar o gelo com os futuros amigos. Mas lembre-se que orientar é sempre melhor que ordenar. Tenha tranquilidade ao passar essas dicas. Quando entram na adolescência, uma alternativa é matriculá-los em cursos que favoreçam a comunicação, como teatro, por exemplo. Colégio Planck e a socialização Um dos pilares do Colégio Planck é o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Para isso, a instituição investe em várias atividades pedagógicas e extracurriculares que estimulam o convívio. Um desses projetos pedagógicos especiais que incentivam a interação é o Clube de Debates, que ajuda o estudante a falar fluentemente e com confiança. Nessas atividades, eles vão interagir uns com os outros e aprender a comunicar-se, ter empatia, ouvir e reconhecer outros pontos de vista, lidar com situações desconfortáveis, etc. Além de alcançar uma melhor comunicação, no exercício constante dessas habilidades socioemocionais no Colégio, os adolescentes vão aprender a desenvolver também inteligência emocional. Caso os pais percebam que os filhos estão tendo dificuldades de interagir com os colegas, o Colégio Planck está de braços abertos para acolher suas dificuldades por meio da Orientação Educacional. Com o time da Orientação Educacional, as famílias podem estabelecer um diálogo aberto e de confiança para proporcionar o melhor ambiente para o estudante. O objetivo é que todos descubram suas potencialidades e superem suas fragilidades, para ficarem aptos ao convívio social na vida pessoal e nos ambientes acadêmicos e profissionais.

Como ajudar meu filho a interagir?

Você já se perguntou: “Como ajudar meu filho a interagir?” Nem todos os adolescentes têm facilidade de socialização. Especialmente quando há uma mudança de escola,

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