Bilinguismo na Educação Brasileira

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Em um mundo cada vez mais globalizado, saber falar uma segunda língua -- em especial o inglês-- passou a ser uma verdadeira necessidade e não mais uma vantagem em um currículo. Nesse cenário de mercado no qual as grandes empresas são multinacionais e até mesmo as pequenas são influenciadas por práticas internacionais, o bilinguismo tem crescido cada vez mais. Veja nesse post como o Colégio Planck incentiva o bilinguismo em suas práticas pedagógicas. A importância do bilinguismo no contexto da Educação Segundo dados da Associação Brasileira de Ensino Bilíngue divulgados em 2019, nos últimos cinco anos, houve um aumento de 6% a 10% no segmento. Esse crescimento tem sido estimulado especialmente porque cada vez mais fica evidente a demanda por falar uma língua mundial. Atualmente, o principal idioma que une pessoas e profissionais de todo mundo é o inglês. Ser bilíngue pode ser definido como a capacidade de se comunicar claramente em duas línguas. Para a coordenadora do Núcleo Internacional do Planck, Luciana Arruda, esse conceito é bem amplo, mas pode ser definido como ter o domínio do idioma que vai além do estrutural. Ser bilíngue é saber ler, escrever, falar e compreender o segundo idioma com eficiência. “É se comunicar com fluidez em diversas situações do cotidiano, usando o segundo idioma (também chamado de L2) como ferramenta para solucionar problemas, expressar opiniões e sentimentos, etc”, diz. Para Luciana, é fato que tem sido crescente um movimento das escolas em direção ao bilinguismo. Inglês é fundamental agora O Brasil tem duas línguas que podem ser consideradas oficiais: o português e Libras (linguagem de sinais). No entanto, as estatísticas demonstram que essa segunda língua oficial do país passa longe do interesse das pessoas que não têm deficiências auditivas. Os idiomas mais requisitados para quem quer investir na aprendizagem de um segunda língua são mesmo o inglês e o espanhol. A coordenadora reforça que hoje dominar o inglês é uma questão indiscutível nesse mundo globalizado e já não é mais um diferencial. Pode ser definido como uma verdadeira necessidade. Nas escolas, deve ter a mesma exigência que a busca de um bom desempenho acadêmico em outras matérias. Para ela foram vários os motivos que incentivaram o crescimento do inglês pelo mundo, como o advento de novas tecnologias de comunicação e o acesso a viagens. “Houve um movimento mundial de encontrar a tal 'língua franca' que fosse facilitar o entendimento entre as diversas nacionalidades. Quando eu era criança, falava-se ainda no ''Esperanto", que havia sido criado com esta finalidade de internacionalização. Mas logo viu-se que o inglês seria o caminho, e talvez, naquela época, o mandarim. Hoje sabemos que mesmo os chineses estão investindo no ensino em massa do inglês, e esta é indiscutivelmente a língua global de comunicação.” Mas a coordenadora acredita que é preciso que as instituições escolares de boa qualidade ofereçam um currículo forte em todos aspectos, sem negligenciar idiomas ou focar apenas no vestibular. “Um não pode faltar em detrimento do outro!” Quando uma escola é bilíngue ou internacional? Para que uma escola seja considerada bilíngue precisa ter uma carga horária bem específica: 75% em língua estrangeira na Educação Infantil, 30% no Fundamental e 25% no Ensino Médio, precisando assim de uma carga horária ampliada na base diversificada para não comprometer muito conteúdo. “O comprometimento do conteúdo de matemática, geografia, história, etc. é uma preocupação neste cenário. Já enfrentamos uma grande dificuldade em encontrar professores de inglês proficientes, imagine professores de outras matérias que consigam, de fato, usar o inglês como idioma de ensino sem comprometer conteúdo ou entendimento?! Mas, caso tenhamos esse perfil de professor, o resultado é mesmo muito bom”, revela. Luciana lembra que as escolas bilíngues são diferentes das internacionais, porque as primeiras seguem o currículo nacional, estipulado pela BNCC (Base Nacional Comum Curricular), mas uma parte do aprendizado é realizado na outra língua, enquanto as segundas adicionam um currículo estrangeiro ao brasileiro-- normalmente é um programa desenvolvido pela Unesco, concebido pelo International Baccalaureate (IB) -- que têm o objetivo de não promover impacto negativo no desempenho escolar de estudantes que mudam-se pelo mundo com suas famílias. Embora seja a língua mais buscada, o país ainda fala pouco O inglês é a primeira língua mais falada no mundo. Segundo dados divulgados em abril desde ano pelo site World Tips, atualmente cerca de 1,132 bilhão de pessoas falam inglês em todo o mundo. O mandarim está em segundo lugar, com 1,117 bilhão de falantes. Já o espanhol ocupa o quarto lugar com 534 milhões de pessoas que falam a língua. Esse dado praticamente não chega a ser uma grande surpresa aqui no país, que integrou a seu vocabulário diversas expressões e palavras em inglês, que passaram a ser comuns até mesmo entre os brasileiros que sequer falam a língua. Essa disseminação do idioma ocorre especialmente por meio das relações internacionais e da indústria do entretenimento. Cenário nacional Segundo a coordenadora, o Brasil ainda está muito atrasado no ensino de idiomas. Segundo pesquisa do British Council apenas 5% da população brasileira sabe se comunicar em inglês, e destes, apenas 1% apresenta um bom grau de fluência e acuracidade. “Fomos classificados na 41° posição num ranking de fluência em inglês que avaliou 70 países. Portanto, é fato que devemos investir fortemente na qualificação de profissionais da área, para depois partirmos para um ensino mais significativo do idioma. Não dá mais para ficar só no inglês instrumental das escolas (que por sinal precisam repensar sua abordagem, mais daí entramos no 'loop' da falta de qualificação, e por aí vai)”, diz. Para Luciana, o estudante que quer ter chance de uma boa empregabilidade, precisa investir na sua qualificação em inglês. “Entrevistas de emprego são feitas em inglês, não basta mais colocar no currículo que seu nível é intermediário (muitas vezes não sendo verdade) e torcer para dar certo!”, alerta. A coordenadora vê que a competitividade já é grande no mercado de trabalho, e vai ser cada vez maior. “Todos estão em busca do 'well-rounded individual', aquele candidato que tem as famosas hard skills, assim como as soft skills, e que fale inglês e, se possível, mais um idioma”. É preciso desenvolver habilidades dos estudantes no segundo idioma Para Luciana, é preciso sim desenvolver outras habilidades dos estudantes no segundo ou terceiro idioma. “A exposição do aluno a situações diversas no idioma alvo é o que vai expandir seu repertório léxico e sua capacidade de raciocinar em outra língua, desmantelando barreiras de comunicação”, diz. Essa exposição pode ser realizadas por meio de diversas atividades, como: assistindo filmes, desenhos e séries; ouvindo música; jogando; brincando; lendo e discutindo sobre diversos assuntos, etc. “Quanto mais exposição à língua em si e às situações culturais próprias daquele idioma, melhor!”, reforça. A primeira vantagem de se desenvolver já nos primeiros anos escolares em uma segunda língua é que, ao sair do colégio com um bom domínio do idioma, o estudante já vai encontrar muitas portas abertas. Ela cita alguns benefícios: “Estágios durante a faculdade, graduação sanduíche, mestrados e até mesmo aplicar para graduação no exterior”. A coordenadora reforça que o domínio do inglês tem se mostrado tão importante que várias faculdades, como a FGV, ESPM e Insper, já estão aceitando a prova de SAT para ingresso em alguns de seus cursos. Saiba como funciona no Planck O Colégio Planck não é uma instituição bilíngue, mas trata a questão do bilinguismo com muita seriedade e peso em suas práticas pedagógicas. Por ser uma instituição de alto desempenho, sabe que o direcionamento global pede que seus estudantes estejam bem preparados, seja já no Ensino Fundamental Anos Finais ou no Ensino Médio, quando abre para os estudantes o Planck Global Guidance, que é um programa para processos seletivos de universidades internacionais no mundo inteiro. É uma escolha do colégio investir em uma educação de alto desempenho, tendo um currículo muito forte nas áreas de ciências, matemática e linguagens, já para o desenvolvimento do segundo idioma oferece: No Ensino Fundamental Anos Finais: 4 aulas de inglês por semana, além da oferta de francês e espanhol no contraturno; Ensino Médio: 1 aula semanal de inglês voltada para o vestibular, e 3 aulas complementares semanais, no contraturno; O Colégio também adota material didático de qualidade, como os de Cambridge, que está alinhado com o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas (CEFR). Além disso também há materiais paradidáticos adotados no ensino fundamental, como clássicos da literatura, que ajudam a desenvolver o raciocínio e repertório léxico no idioma alvo. O curso de inglês complementar do Ensino Médio é todo baseado no estudo de obras literárias adaptadas, com suporte gramatical. “Essa iniciativa é algo mesmo muito inovador no cenário nacional”, diz a coordenadora. “Também somos agora centro preparatório de Cambridge, ou seja, aplicamos aqui mesmo no colégio esse exame tão importante na verificação do desenvolvimento de nossos alunos; mais uma confirmação de nosso empenho por um ensino de qualidade”, afirma. PGG O Planck Global Guidance (PGG) é um programa que visa ajudar os estudantes do Ensino Médio do Colégio a aplicarem para universidades em todo o mundo. “Nossa 'college counselor', Nicole Ribeiro, orienta nossos alunos para que desenvolvam autonomia, disciplina e responsabilidades sobre suas escolhas, e também os prepara para o SAT, essays, application, enfim, todo o processo até sua conclusão.” Segundo Luciana, o PGG abre portas para diversas universidades no Exterior, sem deixar de lado as grandes opções nacionais. Ela revela que é imenso o potencial desse programa para os estudantes, até mesmo visando as universidades nacionais . “Agora grandes faculdades brasileiras estão aceitando o SAT como exame de entrada para algum de seus cursos. Por isso, também passamos a oferecer um pacote SAT dentro do programa, para aqueles que buscam apenas esse preparatório.” Luciana faz um convite aos estudantes: “Que tal conhecer o PGG?”, e reforça, “Nosso compromisso é formar cidadãos do mundo, capazes de transpor fronteiras literais e metafóricas, e protagonistas na luta pela realização de seus sonhos em qualquer idioma”.

Em um mundo cada vez mais globalizado, saber falar uma segunda língua — em especial o inglês– passou a ser uma verdadeira necessidade e não mais uma vantagem em um currículo. Nesse cenário de mercado no qual as grandes empresas são multinacionais e até mesmo as pequenas são influenciadas por práticas internacionais, o bilinguismo tem crescido cada vez mais.

Veja nesse post como o Colégio Planck incentiva o bilinguismo em suas práticas pedagógicas.

A importância do bilinguismo no contexto da Educação

Segundo dados da Associação Brasileira de Ensino Bilíngue divulgados em 2019, nos últimos cinco anos, houve um aumento de 6% a 10% no segmento. Esse crescimento tem sido estimulado especialmente porque cada vez mais fica evidente a demanda por falar uma língua mundial. Atualmente, o principal idioma que une pessoas e profissionais de todo  mundo é o inglês.  

Ser bilíngue pode ser definido como a capacidade de se comunicar claramente em duas línguas. Para a coordenadora do Núcleo Internacional do Planck, Luciana Arruda, esse conceito é bem amplo, mas pode ser definido como ter o domínio do idioma que vai além do estrutural.

Ser bilíngue é saber ler, escrever, falar e compreender o segundo idioma com eficiência. “É se comunicar com fluidez em diversas situações do cotidiano, usando o segundo idioma (também chamado de L2) como ferramenta para solucionar problemas, expressar opiniões e sentimentos, etc”, diz.

Para Luciana, é fato que tem sido crescente um movimento das escolas em direção ao bilinguismo. 

Inglês é fundamental agora

O Brasil tem duas línguas que podem ser consideradas oficiais: o português e Libras (linguagem de sinais). No entanto, as estatísticas demonstram que  essa segunda língua oficial do país passa longe do interesse das pessoas que não têm deficiências auditivas. Os idiomas mais requisitados para quem quer investir na aprendizagem de um segunda língua são mesmo o inglês e o espanhol.

A coordenadora reforça que hoje dominar o inglês é uma questão indiscutível nesse mundo globalizado e já não é mais um diferencial. Pode ser definido como uma verdadeira necessidade. Nas escolas, deve ter a mesma exigência que a busca de um bom desempenho acadêmico em outras matérias.

Para ela foram vários os motivos que incentivaram o crescimento do inglês pelo mundo, como o advento de novas tecnologias de comunicação e o acesso a viagens.

“Houve um movimento mundial de encontrar a tal ‘língua franca’ que fosse facilitar o entendimento entre as diversas nacionalidades. Quando eu era criança, falava-se ainda no ”Esperanto”, que havia sido criado com esta finalidade de internacionalização. Mas logo viu-se que o inglês seria o caminho, e talvez, naquela época, o mandarim. Hoje sabemos que mesmo os chineses estão investindo no ensino em massa do inglês, e esta é indiscutivelmente a língua global de comunicação.”

Mas a coordenadora acredita que é preciso que as instituições escolares de boa qualidade ofereçam um currículo forte em todos aspectos, sem negligenciar idiomas ou focar apenas no vestibular. “Um não pode faltar em detrimento do outro!” 

Leia também:

➡️ Summit Planck 2020

➡️ Rotina de Estudos para Vestibulares

Quando uma escola é bilíngue ou internacional?

Para que uma escola seja considerada bilíngue precisa ter uma carga horária bem específica: 75% em língua estrangeira na Educação Infantil, 30% no Fundamental e 25% no Ensino Médio, precisando assim de uma carga horária ampliada na base diversificada para não comprometer muito conteúdo.

“O comprometimento do conteúdo de matemática, geografia, história, etc. é uma preocupação neste cenário. Já enfrentamos uma grande dificuldade em encontrar professores de inglês proficientes, imagine professores de outras matérias que consigam, de fato, usar o inglês como idioma de ensino sem comprometer conteúdo ou entendimento?! Mas, caso tenhamos esse perfil de professor, o resultado é mesmo muito bom”, revela.

Luciana lembra que as escolas bilíngues são diferentes das internacionais, porque as primeiras seguem o currículo nacional, estipulado pela BNCC (Base Nacional Comum Curricular), mas uma parte do aprendizado é realizado na outra língua, enquanto as segundas adicionam um currículo estrangeiro ao brasileiro— normalmente é um programa desenvolvido pela Unesco, concebido pelo International Baccalaureate (IB) —  que têm o objetivo de não promover  impacto negativo no desempenho escolar de estudantes que mudam-se pelo mundo com suas famílias.

Embora seja a língua mais buscada, o país ainda fala pouco

O inglês é a primeira língua mais falada no mundo. Segundo dados divulgados em abril desde ano pelo site World Tips, atualmente cerca de 1,132 bilhão de pessoas falam inglês em todo o mundo. O mandarim está em segundo lugar, com 1,117 bilhão de falantes. Já o espanhol ocupa o quarto lugar com 534 milhões de pessoas que falam a língua. 

Esse dado praticamente não chega a ser uma grande surpresa aqui no país, que integrou a seu vocabulário diversas expressões e palavras em inglês, que passaram a ser comuns até mesmo entre os brasileiros que sequer falam a língua. Essa disseminação do idioma ocorre especialmente por meio das relações internacionais e da indústria do entretenimento.

Cenário nacional

Segundo a coordenadora, o Brasil ainda está muito atrasado no ensino de idiomas. Segundo pesquisa do British Council apenas 5% da população brasileira sabe se comunicar em inglês, e destes, apenas 1% apresenta um bom grau de fluência e acuracidade. 

“Fomos classificados na 41° posição num ranking de fluência em inglês que avaliou 70 países. Portanto, é fato que devemos investir fortemente na qualificação de profissionais da área, para depois partirmos para um ensino mais significativo do idioma. Não dá mais para ficar só no inglês instrumental das escolas (que por sinal precisam repensar sua abordagem, mais daí entramos no ‘loop’ da falta de qualificação, e por aí vai)”, diz.

Para Luciana, o estudante que quer ter chance de uma boa empregabilidade, precisa investir na sua qualificação em inglês. “Entrevistas de emprego são feitas em inglês, não basta mais colocar no currículo que seu nível é intermediário (muitas vezes não sendo verdade) e torcer para dar certo!”, alerta. 

A coordenadora vê que a competitividade já é grande no mercado de trabalho, e vai ser cada vez maior. “Todos estão em busca do ‘well-rounded individual’, aquele candidato que tem as famosas hard skills, assim como as soft skills, e que fale inglês e, se possível, mais um idioma”.

É preciso desenvolver habilidades dos estudantes no segundo idioma

Para Luciana, é preciso sim desenvolver outras habilidades dos estudantes no segundo ou terceiro idioma. “A exposição do aluno a situações diversas no idioma alvo é o que vai expandir seu repertório léxico e sua capacidade de raciocinar em outra língua, desmantelando barreiras de comunicação”, diz.

Essa exposição pode ser realizadas por meio de diversas atividades, como: assistindo filmes, desenhos e séries; ouvindo música; jogando; brincando; lendo e discutindo sobre diversos assuntos, etc. 

“Quanto mais exposição à língua em si e às situações culturais próprias daquele idioma, melhor!”, reforça.

A primeira vantagem de se desenvolver já nos primeiros anos escolares em uma segunda língua é que, ao sair do colégio com um bom domínio do idioma, o estudante já vai encontrar muitas portas abertas. Ela cita alguns benefícios: “Estágios durante a faculdade, graduação sanduíche, mestrados e até mesmo aplicar para graduação no exterior”.

A coordenadora reforça que o domínio do inglês tem se mostrado tão importante que várias faculdades, como a FGV, ESPM e Insper,  já estão aceitando a prova de SAT para ingresso em alguns de seus cursos.

Saiba como funciona no Planck

O Colégio Planck não é uma instituição bilíngue, mas trata a questão do bilinguismo com muita seriedade e peso em suas práticas pedagógicas.

Por ser uma instituição de alto desempenho, sabe que o direcionamento global pede que seus estudantes estejam bem preparados, seja já no Ensino Fundamental Anos Finais ou no Ensino Médio, quando abre para os estudantes o Planck Global Guidance, que é um programa para processos seletivos de universidades internacionais no mundo inteiro. 

É uma escolha do colégio investir em uma educação de alto desempenho, tendo um currículo muito forte nas áreas de ciências, matemática e linguagens, já para o desenvolvimento do segundo idioma oferece:

  • No Ensino Fundamental Anos Finais:  4 aulas de inglês por semana, além da oferta de francês e espanhol no contraturno;
  • Ensino Médio: 1 aula semanal de inglês voltada para o vestibular, e 3 aulas complementares semanais, no contraturno.

O Colégio também adota material didático de qualidade, como os de Cambridge, que está alinhado com o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas (CEFR). Além disso também há materiais paradidáticos adotados no ensino fundamental, como clássicos da literatura, que ajudam a desenvolver o raciocínio e repertório léxico no idioma alvo.

O curso de inglês complementar do Ensino Médio é todo baseado no estudo de obras literárias adaptadas, com suporte gramatical. “Essa iniciativa é algo mesmo muito inovador no cenário nacional”, diz a coordenadora.

“Também somos agora centro preparatório de Cambridge, ou seja, aplicamos aqui mesmo no colégio esse exame tão importante na verificação do desenvolvimento de nossos alunos; mais uma confirmação de nosso empenho por um ensino de qualidade”, afirma.

PGG

O Planck Global Guidance (PGG) é um programa que visa ajudar os estudantes do Ensino Médio  do Colégio a aplicarem para universidades em todo o mundo. “Nossa ‘college counselor’, Nicole Ribeiro, orienta nossos alunos para que desenvolvam autonomia, disciplina e responsabilidades sobre suas escolhas, e também os prepara para o SAT, essays, application, enfim, todo o processo até sua conclusão.”

Segundo Luciana, o PGG  abre portas para diversas universidades no Exterior, sem deixar de lado as grandes opções nacionais. 

Ela revela que é imenso o  potencial desse programa para os estudantes, até mesmo visando as universidades nacionais . “Agora grandes faculdades brasileiras estão aceitando o SAT como exame de entrada para algum de seus cursos. Por isso, também passamos a oferecer um pacote SAT dentro do programa, para aqueles que buscam apenas esse preparatório.”  

Luciana faz um convite aos estudantes: “Que tal conhecer o PGG?”, e reforça, “Nosso compromisso é formar cidadãos do mundo, capazes de transpor fronteiras literais e metafóricas, e protagonistas na luta pela realização de seus sonhos em qualquer idioma”.

Leia mais:

➡️  Estudante do Planck vence Olimpíada Internacional de Economia

Infográfico Planck Global Guidance

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Dicas para exercitar a memória são muito importantes para ajudar os estudantes a guardar uma imensa quantidade de informações que são parte da grade curricular de cada fase. Veja nesse texto alguns truques que vão auxiliar a reter melhor os conteúdos recebidos. Como o cérebro e a memória funcionam? A Ciência já demonstrou que o desenvolvimento cerebral das crianças e adolescentes é realizado em etapas. Na primeira infância, está mais desenvolvido o sistema límbico, que é responsável pelas emoções e impulsos, e o hipocampo, que atua na memória, que é formada pelas conexões entre as células nervosas e os neurônios, e permite armazenar informações e recuperá-las sempre que necessário para todos os processos da vida. Só com o passar da idade é que o córtex pré-frontal vai se desenvolvendo e apresentando melhores condições para possibilitar o controle das emoções, organização, planejamento, pensamento crítico, atenção, etc. Esse desenvolvimento vai ocorrer até os 25 anos. Com aproximadamente 86 bilhões de estruturas que vão captar, repassar, guardar e resgatar, o cérebro funciona como um arquivo gigantesco de informações. No entanto, o cérebro também tem um importante recurso de economia de energia e potencialização do seu uso: ele desliga áreas que não estão sendo devidamente usadas. Por isso, quanto mais estímulo a pessoa dá a uma determinada área cerebral, mais ativa ela fica, isso inclui a memória. Portanto, conhecer algumas dicas para exercitar a memória é muito importante em todas as fases da vida, inclusive, na escolar, quando os estudantes estão mergulhados em conhecimentos das diversas disciplinas, e precisam entendê-los, retê-los e recuperá-los para as provas, simulados ou exames de vestibular. Tipos de memórias Além das informações retidas relativas à temporalidade (curto e longo prazo) e a memória sensorial, que está relacionada com associação aos estímulos recebidos pelos nossos 5 sentidos, que é citada na obra “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, a memória também está dividida em tipos que vão captar determinadas nuances das informações, de forma a classificar e processar as informações: Memória episódica: de longa duração, é a lembrança de acontecimentos específicos, como a refeição do dia anterior ou a recordação de outros momentos vividos no passado. Memória semântica: é o armazenamento de informações relativas ao mundo, como o significado das palavras ou datas de acontecimentos. Memória processual: também é de longa duração da memória, são aqueles conteúdos que aprendemos e nunca esquecemos, como andar de bicicleta. As fases da memória A memória de uma pessoa começa a atuar já no despertar de seu relógio biológico, quando o cérebro envia substâncias, como a adrenalina, para que ela tenha mais foco e concentração em suas tarefas na fase beta (enquanto está acordada). Esse relógio biológico vai indicar que é hora de estudar, trabalhar, se alimentar ou praticar atividades físicas. Essa memória aciona todo um ciclo de funções corporais que vão ocorrer ao longo do dia até que chegue o período noturno. Neste momento, começa a diminuir a adrenalina e o cortisol no organismo, acionando outras substâncias, como a melatonina, que indicam que é a hora do corpo repousar. Dentro desse processo corporal, a memória também terá as suas fases: Memorização Nesta fase, é necessária atenção, um estado de alerta total, para que a pessoa consiga memorizar as informações. Compreensão O estado de atenção também vai favorecer que a pessoa faça conexões para proporcionar um melhor entendimento da informação recebida. Assim, será mais fácil memorizar. Armazenamento Quando a pessoa entende o significado daquela informação, o conteúdo será retido no cérebro. Recuperação O cérebro organiza as informações de acordo com sua hierarquização. São as lembranças, que podem vir à tona a partir de estímulos diversos, como um som, um cheiro ou outras dicas que podem dar pistas daquela informação. Conheça dicas para exercitar a memória É certo que o cérebro funciona como um poderoso computador que faz milhões de conexões e ajuda no funcionamento corporal. Porém, às vezes, parece que a memória dele falha, e nem todos os conteúdos são rememorados com facilidade. Onde foi parar todas aquelas informações das aulas de matemática e biologia do dia anterior? E quem eram mesmo aqueles personagens do livro que você leu e foi indicado para o vestibular? Essa “perda” das informações também é comum para o cérebro, por isso, as dicas para exercitar a memória são importantes para fazer uma “atualização” do nosso sistema interno. Para consolidar a memória é sempre necessário um treino do que foi aprendido, para que o conteúdo não caia na memória de curto prazo. Treinar o cérebro constantemente vai ajudar a evitar essas falhas em sua memória, é como se fosse uma espécie de ginástica cerebral. Conheça alguns truques para treinar a sua memória, alguns desses são dicas que estão no livro “Técnicas de Estudo para Adolescentes”, de Antonio Gonzáles (Editora Vozes): Ative sua memória Abra mão de certos facilitadores, como agendas de celular ou blocos de notas, e tente sempre memorizar números de telefone, senhas, listas, datas ou lembretes de eventos. Associe informações com imagens Muitos estudantes são mais visuais e precisam associar os conteúdos a imagens ou símbolos para facilitar a memorização. Faça cálculos mentais Ao longo do dia faça operações aritméticas simples, somando as placas dos veículos, números de telefones em placas ou os números dos prédios e casas onde passar. Dê atenção aos detalhes Quando damos atenção a um assunto atribuímos importância a ele. Então, foque no tema, capture os detalhes e assim a memorização será facilitada. Invista em jogos de memorização Fazer quebra-cabeças ou jogos de memória vão ajudar muito nessa ginástica cerebral. As pessoas também podem investir em palavras cruzadas, Sudoku, dominó ou até jogos de cartas. Além disso, jogar xadrez é um importante recurso para trabalhar o cérebro. Leia e repita as citações Outra dica para exercitar a memória é a leitura porque essa é uma atividade que vai ajudar a trabalhar diversas áreas cerebrais. Além disso, repetir as frases e citações de personagens históricos também é uma excelente forma de trabalhar a memória. Anote esses enunciados e trechos de obras e repita o quanto puder. Aliás, falar em voz alta para si mesmo vale para lembrar de qualquer coisa, até mesmo para lembrar onde colocou a chave de casa. Procure lembrar os detalhes do dia Quando for deitar, antes de dormir, faça uma revisão de tudo o que aconteceu no dia, tentando lembrar alguns detalhes desde o momento que acordou, como suas roupas, o que comeu, onde foi, quem encontrou ou algum outro aspecto interessante. Conclusão É importante lembrar que a emoção está ligada à formação de novas memórias, portanto, investir em processos lúdicos e divertidos, que acionam produção e interação de hormônios do bem-estar, que paralelamente intensificam a comunicação entre neurônios, também vai dar o devido estímulo cerebral aos adolescentes para consolidação da memória.

Dicas para exercitar a memória

Dicas para exercitar a memória são muito importantes para ajudar os estudantes a guardar uma imensa quantidade de informações que são parte da grade curricular

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