Como desenvolver a criatividade em crianças e adolescentes

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 Desenvolver a criatividade em crianças e adolescentes tem sido fundamental nestes tempos nos quais a ordem é ter pensamento fora da caixa, flexibilidade mental para resolução de problemas e muita adaptabilidade. Veja neste post quais mecanismos podem ser utilizados para que os estudantes continuem a desenvolver continuamente esse pilar socioemocional. Toda criança nasce com criatividade? Uma das definições de criatividade aponta para as características de quem tem “inventividade, inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar, inovar, quer no campo artístico, quer no científico, esportivo, etc”. Outra explicação mais antiga (Torrance, 1965) aponta que "criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento, desarmonia; identificar a dificuldade, buscar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados". Segundo um relatório do governo do Reino Unido sobre alfabetização, 98% das crianças entre 3 e 4 anos têm uma imensa capacidade de pensar de maneira não linear e de forma divergente dos outros, ou seja, criativa. Porém, à medida que o tempo passa, essa capacidade pode se perder, quando as crianças e adolescentes tentam se encaixar em padrões coletivos. No entanto, quando são estimulados continuamente à criatividade, conduzem suas próprias descobertas e se permitem identificar inúmeras possibilidades nas mais variadas questões acadêmicas e da vida. Neste cenário de mudanças rápidas e uso intenso da tecnologia, esse processo de fomento da criatividade passa a ser imprescindível para que os estudantes desenvolvam as mais diversas habilidades socioemocionais que serão importantes em seu futuro. Além disso, segundo um estudo de 2016 realizado com jovens adultos, exercitar a criatividade diariamente é uma iniciativa que está intimamente ligada à sensação de bem-estar. Criatividade começa a ser desenvolvida em casa Como se percebe pelo relatório do Reino Unido, praticamente toda criança nasce com criatividade, porém, são os processos da vida que podem promover uma perda dessa habilidade. Portanto, o primeiro ambiente que vai estimular a criatividade nas crianças é o próprio lar. As brincadeiras e jogos terão papel de destaque nesse processo de desenvolvimento da criatividade na infância, como os quebra-cabeças, desenhar e pintar, blocos de montar e massinhas, jogos de memória, cubo mágico, cartas e bolas, caça-tesouros, entre outros. Todas essas atividades estimulam o exercício do raciocínio, desenvolvem foco e concentração, dão noções espaciais e muitas dessas brincadeiras também estimulam a coordenação motora e equilíbrio. Ler para os filhos(as) também incentiva o interesse por esse hábito e os incentiva a serem criativos, porque vai aprimorar a imaginação e o desenvolvimento da interpretação, mas também será essencial no processo de alfabetização. Durante o isolamento social, inclusive, a leitura foi a principal atividade entre jovens e crianças que não incluiu o uso de telas. Segundo um outro relatório do Reino Unido sobre alfabetização, esteve entre as atividades consideradas uma das mais prazerosas por esse público. Foi nas páginas das aventuras, ficção e fantasia que encontraram alegria, prazer e refúgio para passar pelo período de confinamento, preservando a saúde mental e o bem-estar. Como os pais podem ajudar a desenvolver a criatividade? Para estimular a criatividade nos filhos(as), a família pode apresentar a eles formas de desenvolver a imaginação que é própria das crianças, oferecendo materiais que os incentive a criar e abraçar a cultura maker, como ferramentas e peças, além de ajudá-los a compartilhar suas ideias e promover a colaboração já em família. O ambiente em casa também deve ser estimulante, as crianças e adolescentes devem ser apresentados a lugares interessantes e novas culturas, que despertem a curiosidade pelo saber, e sejam impelidos a fazer perguntas sempre. Todo esse processo que começa em casa é parte fundamental do desenvolvimento cognitivo da criança, porém, também é um estímulo às diversas habilidades socioemocionais ao longo da vida. Como deve ser o estímulo da criatividade no Colégio? É certo que o potencial criativo começa na infância, mas também é exigido nos processos seletivos para o vestibular, no início de uma carreira e todo o desenvolvimento dela. Portanto, ser criativo atualmente não é uma característica apenas de artistas e inventores, essa habilidade é essencial para qualquer atividade profissional e nos aspectos da vida, por isso, vem sendo amplamente desenvolvida nas escolas que utilizam as práticas pedagógicas mais modernas, já adotadas em locais como o Reino Unido, Finlândia, Estados Unidos e Japão. Atualmente, cada vez mais, as profissões pedem que a criatividade seja uma dos componentes dos pré-requisitos do profissional, um dos exemplos, é a profissão programador, que utiliza um ambiente computacional para criar os mais variados programas, aplicativos e funcionalidades que vão ajudar a resolver problemas na vida de todas pessoas. Desenvolvimento do processo criativo Uma das formas de desenvolvimento do processo criativo nas escolas vai exigir alguns estágios, como: Ter a percepção do problema ou desafio a ser vencido; Observar e entender o desafio para criar um modelo mental; Passar a considerar ou enxergar a solução; Produzir essa solução em equipe por meio do que se conhece como tempestade de ideias. Com esses estágios, a escola vai estimular a criatividade porque torna o aprendizado desafiador, incentiva os estudantes à experimentação e promove o pensamento divergente. Além disso, outro aspecto importante é mostrar que os erros podem ser parte sim do processo criativo, além de incentivarem o desenvolvimento da resiliência. Aprender com esses erros é um processo positivo no desenvolvimento de uma mente criativa. Para tanto, os colégios podem oferecer materiais diversos e que abranjam diversas temáticas, como as ferramentas para escrita, experimentação científica (gincanas de conhecimento ou laboratório maker) ou de artes, como aulas de músicas, teatro ou artes plásticas. Recursos tecnológicos também são muito bem-vindos no processo de desenvolvimento criativo, como podcasts, criação de fluxogramas para visualização de pensamentos, fazer notas de voz, etc. Como o Planck trabalha a criatividade dos estudantes? A criatividade está dentro da Matriz Socioemocional do Colégio Planck, é uma das habilidades desenvolvidas não só nas aulas de aprendizagem socioemocional, mas também em vários processos e aspectos dentro do Colégio, como as aulas eletivas e o ambiente estimulante, que eleva a energia dos estudantes. No entanto, um ponto importante dentro do processo pedagógico do Colégio é que a criatividade esteja associada à capacidade de autonomia, execução e características únicas de cada estudante, que concede a ele pensamento divergente e importante dentro do processo coletivo. Outro aspecto que merece destaque é que a criatividade dos estudantes é estimulada no Colégio também ligada à persistência, que vai ajudá-los no desenvolvimento da resiliência, ampliando a sua capacidade de tolerar frustrações e estresses, exatamente como eles vão se deparar com os desafios ao longo da vida.

Desenvolver a criatividade em crianças e adolescentes tem sido fundamental nestes tempos nos quais a ordem é ter pensamento fora da caixa, flexibilidade mental para resolução de problemas e muita adaptabilidade.

Veja neste post quais mecanismos podem ser utilizados para que os estudantes continuem a desenvolver continuamente esse pilar socioemocional.

Toda criança nasce com criatividade?

Uma das definições de criatividade aponta para as características de quem tem “inventividade, inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar, inovar, quer no campo artístico, quer no científico, esportivo, etc”.

Outra explicação mais antiga (Torrance, 1965)  aponta que “criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento, desarmonia; identificar a dificuldade, buscar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados”.

Segundo um relatório do governo do Reino Unido sobre alfabetização, 98% das crianças entre 3 e 4 anos têm uma imensa capacidade de pensar de maneira não linear e de forma divergente dos outros, ou seja, criativa. Porém, à medida que o tempo passa, essa capacidade pode se perder, quando as crianças e adolescentes tentam se encaixar em padrões coletivos.

Desenvolver a criatividade em crianças e adolescentes tem sido fundamental nestes tempos nos quais a ordem é ter pensamento fora da caixa, flexibilidade mental para resolução de problemas e muita adaptabilidade. Veja neste post quais mecanismos podem ser utilizados para que os estudantes continuem a desenvolver continuamente esse pilar socioemocional. Toda criança nasce com criatividade? Uma das definições de criatividade aponta para as características de quem tem “inventividade, inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar, inovar, quer no campo artístico, quer no científico, esportivo, etc”. Outra explicação mais antiga (Torrance, 1965) aponta que "criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento, desarmonia; identificar a dificuldade, buscar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados". Segundo um relatório do governo do Reino Unido sobre alfabetização, 98% das crianças entre 3 e 4 anos têm uma imensa capacidade de pensar de maneira não linear e de forma divergente dos outros, ou seja, criativa. Porém, à medida que o tempo passa, essa capacidade pode se perder, quando as crianças e adolescentes tentam se encaixar em padrões coletivos. No entanto, quando são estimulados continuamente à criatividade, conduzem suas próprias descobertas e se permitem identificar inúmeras possibilidades nas mais variadas questões acadêmicas e da vida. Neste cenário de mudanças rápidas e uso intenso da tecnologia, esse processo de fomento da criatividade passa a ser imprescindível para que os estudantes desenvolvam as mais diversas habilidades socioemocionais que serão importantes em seu futuro. Além disso, segundo um estudo de 2016 realizado com jovens adultos, exercitar a criatividade diariamente é uma iniciativa que está intimamente ligada à sensação de bem-estar. Criatividade começa a ser desenvolvida em casa Como se percebe pelo relatório do Reino Unido, praticamente toda criança nasce com criatividade, porém, são os processos da vida que podem promover uma perda dessa habilidade. Portanto, o primeiro ambiente que vai estimular a criatividade nas crianças é o próprio lar. As brincadeiras e jogos terão papel de destaque nesse processo de desenvolvimento da criatividade na infância, como os quebra-cabeças, desenhar e pintar, blocos de montar e massinhas, jogos de memória, cubo mágico, cartas e bolas, caça-tesouros, entre outros. Todas essas atividades estimulam o exercício do raciocínio, desenvolvem foco e concentração, dão noções espaciais e muitas dessas brincadeiras também estimulam a coordenação motora e equilíbrio. Ler para os filhos(as) também incentiva o interesse por esse hábito e os incentiva a serem criativos, porque vai aprimorar a imaginação e o desenvolvimento da interpretação, mas também será essencial no processo de alfabetização. Durante o isolamento social, inclusive, a leitura foi a principal atividade entre jovens e crianças que não incluiu o uso de telas. Segundo um outro relatório do Reino Unido sobre alfabetização, esteve entre as atividades consideradas uma das mais prazerosas por esse público. Foi nas páginas das aventuras, ficção e fantasia que encontraram alegria, prazer e refúgio para passar pelo período de confinamento, preservando a saúde mental e o bem-estar. Como os pais podem ajudar a desenvolver a criatividade? Para estimular a criatividade nos filhos(as), a família pode apresentar a eles formas de desenvolver a imaginação que é própria das crianças, oferecendo materiais que os incentive a criar e abraçar a cultura maker, como ferramentas e peças, além de ajudá-los a compartilhar suas ideias e promover a colaboração já em família. O ambiente em casa também deve ser estimulante, as crianças e adolescentes devem ser apresentados a lugares interessantes e novas culturas, que despertem a curiosidade pelo saber, e sejam impelidos a fazer perguntas sempre. Todo esse processo que começa em casa é parte fundamental do desenvolvimento cognitivo da criança, porém, também é um estímulo às diversas habilidades socioemocionais ao longo da vida. Como deve ser o estímulo da criatividade no Colégio? É certo que o potencial criativo começa na infância, mas também é exigido nos processos seletivos para o vestibular, no início de uma carreira e todo o desenvolvimento dela. Portanto, ser criativo atualmente não é uma característica apenas de artistas e inventores, essa habilidade é essencial para qualquer atividade profissional e nos aspectos da vida, por isso, vem sendo amplamente desenvolvida nas escolas que utilizam as práticas pedagógicas mais modernas, já adotadas em locais como o Reino Unido, Finlândia, Estados Unidos e Japão. Atualmente, cada vez mais, as profissões pedem que a criatividade seja uma dos componentes dos pré-requisitos do profissional, um dos exemplos, é a profissão programador, que utiliza um ambiente computacional para criar os mais variados programas, aplicativos e funcionalidades que vão ajudar a resolver problemas na vida de todas pessoas. Desenvolvimento do processo criativo Uma das formas de desenvolvimento do processo criativo nas escolas vai exigir alguns estágios, como: Ter a percepção do problema ou desafio a ser vencido; Observar e entender o desafio para criar um modelo mental; Passar a considerar ou enxergar a solução; Produzir essa solução em equipe por meio do que se conhece como tempestade de ideias. Com esses estágios, a escola vai estimular a criatividade porque torna o aprendizado desafiador, incentiva os estudantes à experimentação e promove o pensamento divergente. Além disso, outro aspecto importante é mostrar que os erros podem ser parte sim do processo criativo, além de incentivarem o desenvolvimento da resiliência. Aprender com esses erros é um processo positivo no desenvolvimento de uma mente criativa. Para tanto, os colégios podem oferecer materiais diversos e que abranjam diversas temáticas, como as ferramentas para escrita, experimentação científica (gincanas de conhecimento ou laboratório maker) ou de artes, como aulas de músicas, teatro ou artes plásticas. Recursos tecnológicos também são muito bem-vindos no processo de desenvolvimento criativo, como podcasts, criação de fluxogramas para visualização de pensamentos, fazer notas de voz, etc. Como o Planck trabalha a criatividade dos estudantes? A criatividade está dentro da Matriz Socioemocional do Colégio Planck, é uma das habilidades desenvolvidas não só nas aulas de aprendizagem socioemocional, mas também em vários processos e aspectos dentro do Colégio, como as aulas eletivas e o ambiente estimulante, que eleva a energia dos estudantes. No entanto, um ponto importante dentro do processo pedagógico do Colégio é que a criatividade esteja associada à capacidade de autonomia, execução e características únicas de cada estudante, que concede a ele pensamento divergente e importante dentro do processo coletivo. Outro aspecto que merece destaque é que a criatividade dos estudantes é estimulada no Colégio também ligada à persistência, que vai ajudá-los no desenvolvimento da resiliência, ampliando a sua capacidade de tolerar frustrações e estresses, exatamente como eles vão se deparar com os desafios ao longo da vida.

No entanto, quando são estimulados continuamente à criatividade, conduzem suas próprias descobertas e se permitem identificar inúmeras possibilidades nas mais variadas questões acadêmicas e da vida.

Neste cenário de mudanças rápidas e uso intenso da tecnologia, esse processo de fomento da criatividade passa a ser imprescindível para que os estudantes desenvolvam as mais diversas habilidades socioemocionais que serão  importantes em seu futuro.

Além disso, segundo um estudo de 2016 realizado com jovens adultos, exercitar a criatividade diariamente é uma iniciativa que está intimamente ligada à sensação de bem-estar.

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Criatividade começa a ser desenvolvida em casa

Como se percebe pelo relatório do Reino Unido, praticamente toda criança nasce com criatividade, porém, são os processos da vida que podem promover uma perda dessa habilidade. Portanto, o primeiro ambiente que vai estimular a criatividade nas crianças é o próprio lar.

As brincadeiras e jogos terão papel de destaque nesse processo de desenvolvimento da criatividade na infância, como os quebra-cabeças, desenhar e pintar, blocos de montar e massinhas, jogos de memória, cubo mágico, cartas e bolas, caça-tesouros, entre outros. 

Todas essas atividades estimulam o exercício do raciocínio, desenvolvem foco e concentração, dão noções espaciais e muitas dessas brincadeiras também estimulam a coordenação motora e equilíbrio.

 Desenvolver a criatividade em crianças e adolescentes tem sido fundamental nestes tempos nos quais a ordem é ter pensamento fora da caixa, flexibilidade mental para resolução de problemas e muita adaptabilidade. Veja neste post quais mecanismos podem ser utilizados para que os estudantes continuem a desenvolver continuamente esse pilar socioemocional. Toda criança nasce com criatividade? Uma das definições de criatividade aponta para as características de quem tem “inventividade, inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar, inovar, quer no campo artístico, quer no científico, esportivo, etc”. Outra explicação mais antiga (Torrance, 1965) aponta que "criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento, desarmonia; identificar a dificuldade, buscar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados". Segundo um relatório do governo do Reino Unido sobre alfabetização, 98% das crianças entre 3 e 4 anos têm uma imensa capacidade de pensar de maneira não linear e de forma divergente dos outros, ou seja, criativa. Porém, à medida que o tempo passa, essa capacidade pode se perder, quando as crianças e adolescentes tentam se encaixar em padrões coletivos. No entanto, quando são estimulados continuamente à criatividade, conduzem suas próprias descobertas e se permitem identificar inúmeras possibilidades nas mais variadas questões acadêmicas e da vida. Neste cenário de mudanças rápidas e uso intenso da tecnologia, esse processo de fomento da criatividade passa a ser imprescindível para que os estudantes desenvolvam as mais diversas habilidades socioemocionais que serão importantes em seu futuro. Além disso, segundo um estudo de 2016 realizado com jovens adultos, exercitar a criatividade diariamente é uma iniciativa que está intimamente ligada à sensação de bem-estar. Criatividade começa a ser desenvolvida em casa Como se percebe pelo relatório do Reino Unido, praticamente toda criança nasce com criatividade, porém, são os processos da vida que podem promover uma perda dessa habilidade. Portanto, o primeiro ambiente que vai estimular a criatividade nas crianças é o próprio lar. As brincadeiras e jogos terão papel de destaque nesse processo de desenvolvimento da criatividade na infância, como os quebra-cabeças, desenhar e pintar, blocos de montar e massinhas, jogos de memória, cubo mágico, cartas e bolas, caça-tesouros, entre outros. Todas essas atividades estimulam o exercício do raciocínio, desenvolvem foco e concentração, dão noções espaciais e muitas dessas brincadeiras também estimulam a coordenação motora e equilíbrio. Ler para os filhos(as) também incentiva o interesse por esse hábito e os incentiva a serem criativos, porque vai aprimorar a imaginação e o desenvolvimento da interpretação, mas também será essencial no processo de alfabetização. Durante o isolamento social, inclusive, a leitura foi a principal atividade entre jovens e crianças que não incluiu o uso de telas. Segundo um outro relatório do Reino Unido sobre alfabetização, esteve entre as atividades consideradas uma das mais prazerosas por esse público. Foi nas páginas das aventuras, ficção e fantasia que encontraram alegria, prazer e refúgio para passar pelo período de confinamento, preservando a saúde mental e o bem-estar. Como os pais podem ajudar a desenvolver a criatividade? Para estimular a criatividade nos filhos(as), a família pode apresentar a eles formas de desenvolver a imaginação que é própria das crianças, oferecendo materiais que os incentive a criar e abraçar a cultura maker, como ferramentas e peças, além de ajudá-los a compartilhar suas ideias e promover a colaboração já em família. O ambiente em casa também deve ser estimulante, as crianças e adolescentes devem ser apresentados a lugares interessantes e novas culturas, que despertem a curiosidade pelo saber, e sejam impelidos a fazer perguntas sempre. Todo esse processo que começa em casa é parte fundamental do desenvolvimento cognitivo da criança, porém, também é um estímulo às diversas habilidades socioemocionais ao longo da vida. Como deve ser o estímulo da criatividade no Colégio? É certo que o potencial criativo começa na infância, mas também é exigido nos processos seletivos para o vestibular, no início de uma carreira e todo o desenvolvimento dela. Portanto, ser criativo atualmente não é uma característica apenas de artistas e inventores, essa habilidade é essencial para qualquer atividade profissional e nos aspectos da vida, por isso, vem sendo amplamente desenvolvida nas escolas que utilizam as práticas pedagógicas mais modernas, já adotadas em locais como o Reino Unido, Finlândia, Estados Unidos e Japão. Atualmente, cada vez mais, as profissões pedem que a criatividade seja uma dos componentes dos pré-requisitos do profissional, um dos exemplos, é a profissão programador, que utiliza um ambiente computacional para criar os mais variados programas, aplicativos e funcionalidades que vão ajudar a resolver problemas na vida de todas pessoas. Desenvolvimento do processo criativo Uma das formas de desenvolvimento do processo criativo nas escolas vai exigir alguns estágios, como: Ter a percepção do problema ou desafio a ser vencido; Observar e entender o desafio para criar um modelo mental; Passar a considerar ou enxergar a solução; Produzir essa solução em equipe por meio do que se conhece como tempestade de ideias. Com esses estágios, a escola vai estimular a criatividade porque torna o aprendizado desafiador, incentiva os estudantes à experimentação e promove o pensamento divergente. Além disso, outro aspecto importante é mostrar que os erros podem ser parte sim do processo criativo, além de incentivarem o desenvolvimento da resiliência. Aprender com esses erros é um processo positivo no desenvolvimento de uma mente criativa. Para tanto, os colégios podem oferecer materiais diversos e que abranjam diversas temáticas, como as ferramentas para escrita, experimentação científica (gincanas de conhecimento ou laboratório maker) ou de artes, como aulas de músicas, teatro ou artes plásticas. Recursos tecnológicos também são muito bem-vindos no processo de desenvolvimento criativo, como podcasts, criação de fluxogramas para visualização de pensamentos, fazer notas de voz, etc. Como o Planck trabalha a criatividade dos estudantes? A criatividade está dentro da Matriz Socioemocional do Colégio Planck, é uma das habilidades desenvolvidas não só nas aulas de aprendizagem socioemocional, mas também em vários processos e aspectos dentro do Colégio, como as aulas eletivas e o ambiente estimulante, que eleva a energia dos estudantes. No entanto, um ponto importante dentro do processo pedagógico do Colégio é que a criatividade esteja associada à capacidade de autonomia, execução e características únicas de cada estudante, que concede a ele pensamento divergente e importante dentro do processo coletivo. Outro aspecto que merece destaque é que a criatividade dos estudantes é estimulada no Colégio também ligada à persistência, que vai ajudá-los no desenvolvimento da resiliência, ampliando a sua capacidade de tolerar frustrações e estresses, exatamente como eles vão se deparar com os desafios ao longo da vida.

Ler para os filhos(as) também incentiva o interesse por esse hábito e os incentiva a serem criativos, porque vai aprimorar a imaginação e o desenvolvimento da interpretação, mas também será essencial no processo de alfabetização.

Durante o isolamento social, inclusive, a leitura foi a principal atividade entre jovens e crianças que não incluiu o uso de telas. Segundo um outro relatório do Reino Unido sobre alfabetização, esteve entre as atividades consideradas uma das mais prazerosas por esse público. Foi nas páginas das aventuras, ficção e fantasia que  encontraram alegria, prazer e refúgio para passar pelo período de confinamento, preservando a saúde mental e o bem-estar.

Leia mais:

➡️ Educação socioemocional para formar adultos mais preparados

➡️ Projetos Pedagógicos Planck

Como os pais podem ajudar a desenvolver a criatividade?

Para estimular a criatividade nos filhos(as), a família pode apresentar a eles formas de desenvolver a imaginação que é própria das crianças, oferecendo materiais que os incentive a criar e abraçar a cultura maker, como ferramentas e peças, além de ajudá-los a compartilhar suas ideias e promover a colaboração já em família.

O ambiente em casa também deve ser estimulante, as crianças e adolescentes devem ser apresentados a lugares interessantes e novas culturas, que despertem a curiosidade pelo saber, e sejam impelidos a fazer perguntas sempre.

Todo esse processo que começa em casa é parte fundamental do desenvolvimento cognitivo da criança, porém, também é um estímulo às diversas habilidades socioemocionais ao longo da vida.

 Desenvolver a criatividade em crianças e adolescentes tem sido fundamental nestes tempos nos quais a ordem é ter pensamento fora da caixa, flexibilidade mental para resolução de problemas e muita adaptabilidade. Veja neste post quais mecanismos podem ser utilizados para que os estudantes continuem a desenvolver continuamente esse pilar socioemocional. Toda criança nasce com criatividade? Uma das definições de criatividade aponta para as características de quem tem “inventividade, inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar, inovar, quer no campo artístico, quer no científico, esportivo, etc”. Outra explicação mais antiga (Torrance, 1965) aponta que "criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento, desarmonia; identificar a dificuldade, buscar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados". Segundo um relatório do governo do Reino Unido sobre alfabetização, 98% das crianças entre 3 e 4 anos têm uma imensa capacidade de pensar de maneira não linear e de forma divergente dos outros, ou seja, criativa. Porém, à medida que o tempo passa, essa capacidade pode se perder, quando as crianças e adolescentes tentam se encaixar em padrões coletivos. No entanto, quando são estimulados continuamente à criatividade, conduzem suas próprias descobertas e se permitem identificar inúmeras possibilidades nas mais variadas questões acadêmicas e da vida. Neste cenário de mudanças rápidas e uso intenso da tecnologia, esse processo de fomento da criatividade passa a ser imprescindível para que os estudantes desenvolvam as mais diversas habilidades socioemocionais que serão importantes em seu futuro. Além disso, segundo um estudo de 2016 realizado com jovens adultos, exercitar a criatividade diariamente é uma iniciativa que está intimamente ligada à sensação de bem-estar. Criatividade começa a ser desenvolvida em casa Como se percebe pelo relatório do Reino Unido, praticamente toda criança nasce com criatividade, porém, são os processos da vida que podem promover uma perda dessa habilidade. Portanto, o primeiro ambiente que vai estimular a criatividade nas crianças é o próprio lar. As brincadeiras e jogos terão papel de destaque nesse processo de desenvolvimento da criatividade na infância, como os quebra-cabeças, desenhar e pintar, blocos de montar e massinhas, jogos de memória, cubo mágico, cartas e bolas, caça-tesouros, entre outros. Todas essas atividades estimulam o exercício do raciocínio, desenvolvem foco e concentração, dão noções espaciais e muitas dessas brincadeiras também estimulam a coordenação motora e equilíbrio. Ler para os filhos(as) também incentiva o interesse por esse hábito e os incentiva a serem criativos, porque vai aprimorar a imaginação e o desenvolvimento da interpretação, mas também será essencial no processo de alfabetização. Durante o isolamento social, inclusive, a leitura foi a principal atividade entre jovens e crianças que não incluiu o uso de telas. Segundo um outro relatório do Reino Unido sobre alfabetização, esteve entre as atividades consideradas uma das mais prazerosas por esse público. Foi nas páginas das aventuras, ficção e fantasia que encontraram alegria, prazer e refúgio para passar pelo período de confinamento, preservando a saúde mental e o bem-estar. Como os pais podem ajudar a desenvolver a criatividade? Para estimular a criatividade nos filhos(as), a família pode apresentar a eles formas de desenvolver a imaginação que é própria das crianças, oferecendo materiais que os incentive a criar e abraçar a cultura maker, como ferramentas e peças, além de ajudá-los a compartilhar suas ideias e promover a colaboração já em família. O ambiente em casa também deve ser estimulante, as crianças e adolescentes devem ser apresentados a lugares interessantes e novas culturas, que despertem a curiosidade pelo saber, e sejam impelidos a fazer perguntas sempre. Todo esse processo que começa em casa é parte fundamental do desenvolvimento cognitivo da criança, porém, também é um estímulo às diversas habilidades socioemocionais ao longo da vida. Como deve ser o estímulo da criatividade no Colégio? É certo que o potencial criativo começa na infância, mas também é exigido nos processos seletivos para o vestibular, no início de uma carreira e todo o desenvolvimento dela. Portanto, ser criativo atualmente não é uma característica apenas de artistas e inventores, essa habilidade é essencial para qualquer atividade profissional e nos aspectos da vida, por isso, vem sendo amplamente desenvolvida nas escolas que utilizam as práticas pedagógicas mais modernas, já adotadas em locais como o Reino Unido, Finlândia, Estados Unidos e Japão. Atualmente, cada vez mais, as profissões pedem que a criatividade seja uma dos componentes dos pré-requisitos do profissional, um dos exemplos, é a profissão programador, que utiliza um ambiente computacional para criar os mais variados programas, aplicativos e funcionalidades que vão ajudar a resolver problemas na vida de todas pessoas. Desenvolvimento do processo criativo Uma das formas de desenvolvimento do processo criativo nas escolas vai exigir alguns estágios, como: Ter a percepção do problema ou desafio a ser vencido; Observar e entender o desafio para criar um modelo mental; Passar a considerar ou enxergar a solução; Produzir essa solução em equipe por meio do que se conhece como tempestade de ideias. Com esses estágios, a escola vai estimular a criatividade porque torna o aprendizado desafiador, incentiva os estudantes à experimentação e promove o pensamento divergente. Além disso, outro aspecto importante é mostrar que os erros podem ser parte sim do processo criativo, além de incentivarem o desenvolvimento da resiliência. Aprender com esses erros é um processo positivo no desenvolvimento de uma mente criativa. Para tanto, os colégios podem oferecer materiais diversos e que abranjam diversas temáticas, como as ferramentas para escrita, experimentação científica (gincanas de conhecimento ou laboratório maker) ou de artes, como aulas de músicas, teatro ou artes plásticas. Recursos tecnológicos também são muito bem-vindos no processo de desenvolvimento criativo, como podcasts, criação de fluxogramas para visualização de pensamentos, fazer notas de voz, etc. Como o Planck trabalha a criatividade dos estudantes? A criatividade está dentro da Matriz Socioemocional do Colégio Planck, é uma das habilidades desenvolvidas não só nas aulas de aprendizagem socioemocional, mas também em vários processos e aspectos dentro do Colégio, como as aulas eletivas e o ambiente estimulante, que eleva a energia dos estudantes. No entanto, um ponto importante dentro do processo pedagógico do Colégio é que a criatividade esteja associada à capacidade de autonomia, execução e características únicas de cada estudante, que concede a ele pensamento divergente e importante dentro do processo coletivo. Outro aspecto que merece destaque é que a criatividade dos estudantes é estimulada no Colégio também ligada à persistência, que vai ajudá-los no desenvolvimento da resiliência, ampliando a sua capacidade de tolerar frustrações e estresses, exatamente como eles vão se deparar com os desafios ao longo da vida.

Como deve ser o estímulo da criatividade no Colégio?

É certo que o potencial criativo começa na infância, mas também é exigido nos processos seletivos para o vestibular,  no início de uma carreira e todo o desenvolvimento dela.

Portanto, ser criativo atualmente não é uma característica apenas de artistas e inventores, essa habilidade é essencial para qualquer atividade profissional e nos aspectos da vida, por isso, vem sendo amplamente desenvolvida nas escolas que utilizam as práticas pedagógicas mais modernas, já adotadas em locais como o Reino Unido, Finlândia, Estados Unidos e Japão.

Atualmente, cada vez mais, as profissões pedem que a criatividade seja uma dos componentes dos pré-requisitos do profissional, um dos exemplos, é a profissão programador, que utiliza um ambiente computacional para criar os mais variados programas, aplicativos e funcionalidades que vão ajudar a resolver problemas na vida de todas pessoas.

Desenvolvimento do processo criativo

Uma das formas de desenvolvimento do processo criativo nas escolas vai exigir alguns estágios, como:

  • Ter a percepção do problema ou desafio a ser vencido;
  • Observar e entender o desafio para criar um modelo mental;
  • Passar a considerar ou enxergar a solução;
  • Produzir essa solução em equipe por meio do que se conhece como tempestade de ideias.

Com esses estágios, a escola vai estimular a criatividade porque torna o aprendizado desafiador, incentiva os estudantes à experimentação e promove o pensamento divergente. 

Além disso, outro aspecto importante é mostrar que os erros podem ser parte sim do processo criativo, além de incentivarem o desenvolvimento da resiliência. Aprender com esses erros é um processo positivo no desenvolvimento de uma mente criativa.

 Desenvolver a criatividade em crianças e adolescentes tem sido fundamental nestes tempos nos quais a ordem é ter pensamento fora da caixa, flexibilidade mental para resolução de problemas e muita adaptabilidade. Veja neste post quais mecanismos podem ser utilizados para que os estudantes continuem a desenvolver continuamente esse pilar socioemocional. Toda criança nasce com criatividade? Uma das definições de criatividade aponta para as características de quem tem “inventividade, inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar, inovar, quer no campo artístico, quer no científico, esportivo, etc”. Outra explicação mais antiga (Torrance, 1965) aponta que "criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento, desarmonia; identificar a dificuldade, buscar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados". Segundo um relatório do governo do Reino Unido sobre alfabetização, 98% das crianças entre 3 e 4 anos têm uma imensa capacidade de pensar de maneira não linear e de forma divergente dos outros, ou seja, criativa. Porém, à medida que o tempo passa, essa capacidade pode se perder, quando as crianças e adolescentes tentam se encaixar em padrões coletivos. No entanto, quando são estimulados continuamente à criatividade, conduzem suas próprias descobertas e se permitem identificar inúmeras possibilidades nas mais variadas questões acadêmicas e da vida. Neste cenário de mudanças rápidas e uso intenso da tecnologia, esse processo de fomento da criatividade passa a ser imprescindível para que os estudantes desenvolvam as mais diversas habilidades socioemocionais que serão importantes em seu futuro. Além disso, segundo um estudo de 2016 realizado com jovens adultos, exercitar a criatividade diariamente é uma iniciativa que está intimamente ligada à sensação de bem-estar. Criatividade começa a ser desenvolvida em casa Como se percebe pelo relatório do Reino Unido, praticamente toda criança nasce com criatividade, porém, são os processos da vida que podem promover uma perda dessa habilidade. Portanto, o primeiro ambiente que vai estimular a criatividade nas crianças é o próprio lar. As brincadeiras e jogos terão papel de destaque nesse processo de desenvolvimento da criatividade na infância, como os quebra-cabeças, desenhar e pintar, blocos de montar e massinhas, jogos de memória, cubo mágico, cartas e bolas, caça-tesouros, entre outros. Todas essas atividades estimulam o exercício do raciocínio, desenvolvem foco e concentração, dão noções espaciais e muitas dessas brincadeiras também estimulam a coordenação motora e equilíbrio. Ler para os filhos(as) também incentiva o interesse por esse hábito e os incentiva a serem criativos, porque vai aprimorar a imaginação e o desenvolvimento da interpretação, mas também será essencial no processo de alfabetização. Durante o isolamento social, inclusive, a leitura foi a principal atividade entre jovens e crianças que não incluiu o uso de telas. Segundo um outro relatório do Reino Unido sobre alfabetização, esteve entre as atividades consideradas uma das mais prazerosas por esse público. Foi nas páginas das aventuras, ficção e fantasia que encontraram alegria, prazer e refúgio para passar pelo período de confinamento, preservando a saúde mental e o bem-estar. Como os pais podem ajudar a desenvolver a criatividade? Para estimular a criatividade nos filhos(as), a família pode apresentar a eles formas de desenvolver a imaginação que é própria das crianças, oferecendo materiais que os incentive a criar e abraçar a cultura maker, como ferramentas e peças, além de ajudá-los a compartilhar suas ideias e promover a colaboração já em família. O ambiente em casa também deve ser estimulante, as crianças e adolescentes devem ser apresentados a lugares interessantes e novas culturas, que despertem a curiosidade pelo saber, e sejam impelidos a fazer perguntas sempre. Todo esse processo que começa em casa é parte fundamental do desenvolvimento cognitivo da criança, porém, também é um estímulo às diversas habilidades socioemocionais ao longo da vida. Como deve ser o estímulo da criatividade no Colégio? É certo que o potencial criativo começa na infância, mas também é exigido nos processos seletivos para o vestibular, no início de uma carreira e todo o desenvolvimento dela. Portanto, ser criativo atualmente não é uma característica apenas de artistas e inventores, essa habilidade é essencial para qualquer atividade profissional e nos aspectos da vida, por isso, vem sendo amplamente desenvolvida nas escolas que utilizam as práticas pedagógicas mais modernas, já adotadas em locais como o Reino Unido, Finlândia, Estados Unidos e Japão. Atualmente, cada vez mais, as profissões pedem que a criatividade seja uma dos componentes dos pré-requisitos do profissional, um dos exemplos, é a profissão programador, que utiliza um ambiente computacional para criar os mais variados programas, aplicativos e funcionalidades que vão ajudar a resolver problemas na vida de todas pessoas. Desenvolvimento do processo criativo Uma das formas de desenvolvimento do processo criativo nas escolas vai exigir alguns estágios, como: Ter a percepção do problema ou desafio a ser vencido; Observar e entender o desafio para criar um modelo mental; Passar a considerar ou enxergar a solução; Produzir essa solução em equipe por meio do que se conhece como tempestade de ideias. Com esses estágios, a escola vai estimular a criatividade porque torna o aprendizado desafiador, incentiva os estudantes à experimentação e promove o pensamento divergente. Além disso, outro aspecto importante é mostrar que os erros podem ser parte sim do processo criativo, além de incentivarem o desenvolvimento da resiliência. Aprender com esses erros é um processo positivo no desenvolvimento de uma mente criativa. Para tanto, os colégios podem oferecer materiais diversos e que abranjam diversas temáticas, como as ferramentas para escrita, experimentação científica (gincanas de conhecimento ou laboratório maker) ou de artes, como aulas de músicas, teatro ou artes plásticas. Recursos tecnológicos também são muito bem-vindos no processo de desenvolvimento criativo, como podcasts, criação de fluxogramas para visualização de pensamentos, fazer notas de voz, etc. Como o Planck trabalha a criatividade dos estudantes? A criatividade está dentro da Matriz Socioemocional do Colégio Planck, é uma das habilidades desenvolvidas não só nas aulas de aprendizagem socioemocional, mas também em vários processos e aspectos dentro do Colégio, como as aulas eletivas e o ambiente estimulante, que eleva a energia dos estudantes. No entanto, um ponto importante dentro do processo pedagógico do Colégio é que a criatividade esteja associada à capacidade de autonomia, execução e características únicas de cada estudante, que concede a ele pensamento divergente e importante dentro do processo coletivo. Outro aspecto que merece destaque é que a criatividade dos estudantes é estimulada no Colégio também ligada à persistência, que vai ajudá-los no desenvolvimento da resiliência, ampliando a sua capacidade de tolerar frustrações e estresses, exatamente como eles vão se deparar com os desafios ao longo da vida.

Para tanto, os colégios podem oferecer materiais diversos e que abranjam diversas temáticas, como as ferramentas para escrita, experimentação científica (gincanas de conhecimento ou laboratório maker) ou de artes, como aulas de músicas, teatro ou artes plásticas. 

Recursos tecnológicos também são muito bem-vindos no processo de desenvolvimento criativo, como podcasts, criação de fluxogramas para visualização de pensamentos, fazer notas de voz, etc.

Como o Planck trabalha a criatividade dos estudantes?

Colegio Planck matriz socioemocional

A criatividade está dentro da Matriz Socioemocional do Colégio Planck, é uma das habilidades desenvolvidas não só nas aulas de aprendizagem socioemocional, mas também em vários processos e aspectos dentro do Colégio, como as aulas eletivas e o ambiente estimulante, que eleva a energia dos estudantes. 

No entanto, um ponto importante dentro do processo pedagógico do Colégio é que a criatividade esteja associada à capacidade de autonomia, execução e características únicas de cada estudante, que concede a ele pensamento divergente e importante dentro do processo coletivo.

Outro aspecto que merece destaque é que a criatividade dos estudantes é estimulada no Colégio também ligada à persistência, que vai ajudá-los no desenvolvimento da resiliência, ampliando a sua capacidade de tolerar frustrações e estresses, exatamente como eles vão se deparar com os desafios ao longo da vida.

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Um tema que vem levantando muitas dúvidas em pais e estudantes sobre cronograma, estrutura e até conteúdos, é o Novo Ensino Médio, que entra em vigor a partir de 2022 . Veja nesse texto o que muda no Colégio Planck para quem está ingressando nesta etapa escolar. Novo Ensino Médio: quais são os principais tópicos? Foi a Lei nº 13.415/2017 que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, para estabelecer uma mudança na estrutura do Ensino Médio. Nesta alteração ficou definida uma ampliação do tempo mínimo dos estudantes na escola e uma nova organização curricular. A primeira grande alteração para 2022 é que a estrutura pedagógica no Ensino Médio será dividida em 2 partes: a formação geral básica (FGB) e os itinerários formativos e unidades eletivas. O primeiro tem foco nas áreas de conhecimento (Ciências Humanas, Matemática, Linguagens e Ciências da Natureza), que serão obrigatórias para todos os estudantes. Nos itinerários formativos e unidades eletivas estão previstas disciplinas que terão a ver com os seus interesses, acadêmicos e ou profissionais. Essa mudança também oferece um maior protagonismo ao estudante, ao escolher suas áreas eletivas, e também dá a ele uma oportunidade de desenvolver seu projeto de vida, que é uma competência já prevista pela BNCC. Contextualizando a mudança O Colégio Planck já nasceu com um viés contemporâneo, com um DNA tecnológico, e oferece a seus estudantes uma carga eletiva intensa, com mais de 38 disciplinas, divididas em 6 núcleos, que atraem os mais diferentes perfis. Desde o Ensino Fundamental Anos Finais, a bagagem diversificada oferecida pelo Colégio é diferenciada. São aulas como Laboratório Maker, Academia Sherlock, idiomas que apresentam uma carga horária maior, assim como outros projetos que visam a ampliação dos horizontes dos estudantes. A carga extracurricular do Ensino Médio no Colégio Planck conta com disciplinas eletivas como Startup & Empreendedorismo, Maker, Olimpíadas de Conhecimento, PGG, etc. Além disso, o terceiro ano é direcionado também às áreas de conhecimento focadas no vestibular e na definição de carreira, com um processo intenso de simulados e orientação educacional individualizada . Porém, o novo Ensino Médio vai permitir que uma ampliação dessa grade diversificada traga uma outra perspectiva para os estudantes das primeiras e segundas séries. Neste momento, entram novas palavras no vocabulário deles, como itinerários e trilhas. Atualmente, os estudantes da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio têm 6 aulas pela manhã (segunda a sexta); provas e atividades complementares e eletivas, que são realizadas no período da tarde. São 30 aulas semanais. A carga atual, então, é de 1.200 horas/aulas por ano, o que também acontece para o 9º ano do Ensino Fundamental. Já na 3ª série do Ensino Médio, a carga é de até 1.440 horas ao ano, porque os estudantes também têm aulas aos sábados. O que acontece a partir de 2022? A partir de 2022, essa carga horária será diferente: para a 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, serão 800 horas para a Formação Geral Básica (FGB) e mais 200 horas de itinerários, que serão as trilhas escolhidas pelos estudantes. O que vai ocorrer é que serão 24 horas aula/semanais dedicadas à FGB e seis horas dedicadas para os itinerários. Com essa nova carga, a partir de 2022, a mudança será na sexta-feira de todas as semanas, quando os estudantes irão participar das aulas diversificadas. No entanto, a 3ª série do Ensino Médio não vai sofrer alteração na carga horária, pelo menos até 2023. Como ficam as aulas regulares? Embora tenha havido uma redução de aulas nas áreas de conhecimento específicas, o certo é que no Colégio Planck não haverá prejuízo no conteúdo, que continuará consistente, estruturado e completo. Será uma nova carga com estudo de curadoria. A essência de alto desempenho do Colégio será mantida. Essa nova carga horária vai continuar proporcionando aos estudantes a compreensão dos conteúdos pedagógicos e científicos. Além disso, serão garantidos todos os conteúdos básicos para ENEM, vestibulares do Brasil e applications para universidades internacionais. O que ocorre é que, no formato atual, muitas vezes, os estudantes têm um conteúdo muito detalhado de cada área de conhecimento, mas, nem sempre, essas informações estão associadas aos interesses pessoais de cada um. A mudança do Ensino Médio dá essa liberdade de escolha ao estudante. Nesse novo formato, os estudantes terão uma aula de Projeto de Vida, que será direcionado por profissionais da Orientação Pedagógica e/ou outros profissionais convidados. A aula será desenvolvida em 3 dimensões: Pessoal (autoconhecimento, autoaceitação e autoestima); Social (relações interpessoais); Profissional (mundo profissional). Matriz socioemocional do Planck ganha mais destaque Além do eixo acadêmico e rigor pedagógico, o desenvolvimento socioemocional é um dos pilares do Colégio Planck. Com esse novo formato para o Ensino Médio, essas habilidades e competências, que estão dispostas em 4 eixos, ganham destaque: abertura ao novo, resiliência emocional, autogestão e amabilidade e engajamento. Esse desenvolvimento vai ganhar muita presença nos itinerários formativos e no Projeto de Vida. Para se ter uma ideia de como será esse processo, o Projeto de Vida, que entra na grade da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, será uma aula que tem 3 grandes objetivos, que são: trabalhar o autoconhecimento, desenvolvimento da autonomia e escolhas profissionais e escolhas de futuro. Ao se conhecer, acreditar no próprio potencial e ter um repertório amplo, ele terá um alicerce que vai ajudá-lo a desenvolver os seus sonhos. Essa aula vai ajudar o estudante a conhecer e esclarecer suas dúvidas sobre áreas, aprender a pesquisar sobre carreiras, mercado de trabalho e tendências, para entender mais sobre esses tópicos e para ir ao encontro dos seus sonhos. O trabalho individual da Orientação Educacional permanece, porém, a aula vai trazer soluções de forma coletiva. Como serão os itinerários informativos por áreas de conhecimento? Em relação às aulas que serão oferecidas às sextas, sobre os itinerários informativos, nas áreas de conhecimento, o estudante poderá escolher conteúdos de Matemática, Linguagens, Ciências da Natureza e Ciências Humanas, de acordo com a área que mais se identificar. Os eixos estruturantes dos itinerários formativos não visam ter mais aulas de uma determinada disciplina, não se tratam apenas de mais aulas teóricas, mas sim usar determinadas áreas de conhecimento como alicerce. São aulas que vão responder ao estudante onde ele vai empregar aquele determinado conhecimento em sua vida. Essas trilhas irão estimular o protagonismo dos estudantes e possibilitar o desenvolvimento de aspectos importantes, como: Investigação científica, que vai aprofundar os principais conceitos de cada área; Estimular os processos criativos; Realizar uma mediação e intervenção sociocultural; Empreendedorismo. Focando nestes 4 principais aspectos, esses conteúdos foram criados, em sua maioria, pela equipe pedagógica interna do Planck, e também com um material de apoio do SAS. Nestas aulas não haverá provas, recuperação ou repetência, mas sim a entrega semestral de um projeto, com 3 marcadores de entrega. Essas notas irão compor o histórico do estudante. A cada semestre, o estudante irá escolher uma das áreas de conhecimento, e fazer inscrições em cada um dos pacotes de aulas. Cada área é composta por 3 trilhas, cada uma com 2 horas-aulas. O Planck vai oferecer 24 opções de trilhas anuais e multisseriadas, que vão complementar as diferentes áreas de conhecimento. São: 1º Semestre Matemáticas e suas tecnologias Fechando a conta: desenvolvendo a consciência financeira; Design gráfico; A Matemática da Inteligência Artificial. Humanidades e suas tecnologias Mundo em movimento: explorando fatos e contextos; Cidadania e direitos fundamentais; História do pensamento humano. Ciências da Natureza e suas tecnologias Ambiente-se: escolhas de hoje para viver o amanhã; Sustentabilidade e desenvolvimento de materiais; Circuito elétricos na prática. Linguagens e suas tecnologias Muito além da influência: argumentação na linguagem; Design de interiores; Revelando mais que a escrita. 2º Semestre Matemáticas e suas tecnologias Problemas em cheque: táticas de resoluções; Processo de decisão e lógicas cotidianas; Funções no mundo: métricas e relações. Humanidades e suas tecnologias Empreendedores Under 20; Constituição e poderes; Políticas públicas (Unesco). Ciências da Natureza e suas tecnologias Investigação forense; Química dos alimentos; História da Ciência. Linguagens e suas tecnologias Strike a pose: nossa vida em rede; Escrita criativa; Sustentabilidade maker (design de móveis). Inscrições para as trilhas começam em novembro Para que os estudantes saibam mais sobre os conteúdos de cada trilha, o Colégio Planck fará uma campanha de divulgação. As inscrições para os itinerários formativos para o primeiro semestre do ano que vem começam já em novembro deste ano. Para o segundo semestre, as inscrições serão em junho de 2022. Cada estudante pode realizar duas áreas iguais ou distintas por ano. No entanto, a escolha precisa ser bem pensada, porque ele não poderá mudar de trilha ao longo do semestre. Vale lembrar que todos os projetos pedagógicos do Colégio Planck, inclusive as atividades eletivas, seguem com sua realização normal, no contraturno das aulas. Conclusão As mudanças que vão ocorrer para o Novo Ensino Médio prometem uma nova dinâmica, porém, com um clima mais leve e descontraído para as sextas-feiras do Colégio. Dentro dessa nova rotina, ocorrerá também maior interação entre as séries, porque durante as trilhas, os estudantes das turmas do 1o e 2o anos estarão em turmas mistas. Além disso, o Novo Ensino Médio do Planck trará mais oportunidades de gerar encantamento nos estudantes, mais colaboração e engajamento nas atividades que norteiam escolhas profissionais e o Colégio vai atuar também como um instrumento de integração com a realidade. Em qualquer mudança no Colégio, o objetivo da equipe Planck é sempre trazer a inovação que vai proporcionar o melhor desenvolvimento de seus estudantes.

Novo Ensino Médio: saiba mais

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