Aprendizagem baseada em projetos para formar estudantes protagonistas

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Aprendizagem baseada em projetos para formar estudantes protagonistas

Os estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais do Colégio Planck desenvolvem a autonomia com a aprendizagem baseada em projetos.

Veja neste texto como a equipe da coordenação pedagógica, professores e orientação educacional trabalham a eficiência na absorção de conteúdos de aprendizagem por meio dessa metodologia.

O que é a aprendizagem baseada em projetos?

A aprendizagem baseada em projetos, que faz parte de uma estratégia de ensino e aprendizagem do século XXI, é um dos eixos pedagógicos desenvolvidos no Colégio Planck. Os outros três são: aprendizagem colaborativa, currículo pautado no desenvolvimento da aprendizagem socioemocional e equidade.

A aprendizagem baseada em projetos vai envolver os estudantes com tarefas e desafios para a resolução de um problema que esteja ligado ao mundo real. Esse é um processo sempre muito dinâmico e com experiências muito inovadoras que vão atraí-los para os temas propostos pela equipe pedagógica.

Para isso, eles vão explorar diversos tópicos para planejar e selecionar dados para os seus projetos, por meio de pesquisas, elaboração de hipóteses, busca por recursos e realizar a aplicação prática sobre cada temática.

Nesta busca por soluções, os estudantes vão usar seus sentidos, raciocinar e tirar conclusões para descobrir novas ideias e conceitos para entender o problema de forma cada vez mais profunda.

Colégio Planck - Aprendizagem baseada em projetos para formar estudantes protagonistas Os estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais do Colégio Planck desenvolvem a autonomia com a aprendizagem baseada em projetos. Veja neste texto como a equipe da coordenação pedagógica, professores e orientação educacional trabalham a eficiência na absorção de conteúdos de aprendizagem por meio dessa metodologia. O que é a aprendizagem baseada em projetos? A aprendizagem baseada em projetos, que faz parte de uma estratégia de ensino e aprendizagem do século XXI, é um dos eixos pedagógicos desenvolvidos no Colégio Planck. Os outros três são: aprendizagem colaborativa, currículo pautado no desenvolvimento da aprendizagem socioemocional e equidade. A aprendizagem baseada em projetos vai envolver os estudantes com tarefas e desafios para a resolução de um problema que esteja ligado ao mundo real. Esse é um processo sempre muito dinâmico e com experiências muito inovadoras que vão atraí-los para os temas propostos pela equipe pedagógica. Para isso, eles vão explorar diversos tópicos para planejar e selecionar dados para os seus projetos, por meio de pesquisas, elaboração de hipóteses, busca por recursos e realizar a aplicação prática sobre cada temática. Nesta busca por soluções, os estudantes vão usar seus sentidos, raciocinar e tirar conclusões para descobrir novas ideias e conceitos para entender o problema de forma cada vez mais profunda. Para a realização destes projetos, entram conhecimentos dos múltiplos componentes curriculares, que envolvem as disciplinas de geografia, história, matemática e ciências. Como a autonomia é um dos aspectos desenvolvidos dentro da aprendizagem baseada em projetos, os estudantes assumem responsabilidades, se arriscam e até cometem erros para entender qual será a melhor solução para cada caso. Cometer erros é um aprendizado muito positivo para o processo porque vai ampliar as diferentes maneiras de encontrar a solução de um problema, e desenvolver nos estudantes habilidades socioemocionais, como resiliência e persistência por meio de tentativa e erro. Dentro do quesito protagonismo e autonomia, cada integrante desempenha papéis específicos (líder, relator e organizador), mas também são responsáveis igualmente pelas discussões, criação e desenvolvimento de produtos pertinentes ao projeto. Porém, o desenvolvimento dessa autonomia será em etapas, vai depender da faixa etária e também das experiências do próprio estudante. Será uma verdadeira construção de significados e aprendizagem duradoura. Quais habilidades socioemocionais são estimuladas com os projetos? O desenvolvimento das habilidades socioemocionais caminha junto com qualquer iniciativa do Colégio Planck. Com a aprendizagem baseada em projetos, os estudantes têm inúmeras oportunidades de desenvolver uma série de habilidades e competências cognitivas. Além das já citadas, como resiliência e persistência, entre essas habilidades desenvolvidas neste processo, algumas ganham destaque como: Colaboração e o trabalho em grupo; Comunicação; Raciocínio lógico; Criatividade; Pensamento crítico; Tolerância a frustrações. Ao tentar seguidamente as novas soluções depois de um erro, os estudantes também são treinados a desenvolver esse controle do estresse e das emoções. No Colégio Planck, o erro é parte da jornada, porque o que importa mesmo é o processo, e não apenas o produto final. Projetos desenvolvidos no Ensino Fundamental Anos Finais A aprendizagem baseada em projetos vai trazer aos estudantes as questões reais e desafios que abrangem a sociedade moderna, e os estudantes serão apresentados de forma bastante profunda a cada assunto. São temáticas que envolvem os objetivos do desenvolvimento sustentável, demanda de produção de alimentos que seja suficiente para a população do planeta, novas práticas de agricultura, riscos ambientais e econômicos, alterações climáticas, agências, programas e fundos globais que envolvem cada tema, dados municipais, etc. Em 2021, para cada ano do Ensino Fundamental, foi definido um tema de projeto, todos eles baseados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU : 6º ano: Cidades e Comunidades Sustentáveis 7º ano: Fome Zero e Agricultura Sustentável 8º ano: Indústria, Inovação e Infraestrutura 9º ano: Ação contra a Mudança Global do Clima Cidades e Comunidades Sustentáveis Para o 6º ano, o objetivo do projeto é encontrar meios para tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. A questão central do projeto é: “É possível o governo municipal construir habitações populares que ofereçam soluções para o consumo de água e energia e ainda manter o preço acessível às famílias participantes do Programa Casa Joseense?” Fome Zero e Agricultura Sustentável O objetivo do projeto do 7º ano é encontrar soluções para acabar com a fome, a segurança alimentar e a melhoria da nutrição, além de promover uma agricultura sustentável. A questão central deste projeto é: “É possível desenvolver uma alimentação saudável e sustentável?” Indústria, inovação e Infraestrutura Para o 8º ano, o desafio é encontrar soluções para construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável, além de fomentar a inovação. A questão central do projeto é: “É possível manter uma produção aliada a atitudes sustentáveis?” Ação contra a mudança global do clima Já os estudantes do 9º ano devem encontrar soluções para adotar medidas urgentes para combater as alterações climáticas e os seus impactos. A questão central do projeto é: “Como criar uma cidade resiliente em relação aos diferentes cenários de mudança climática?” Produtos e prazos dos projetos Em todos esses projetos, os estudantes terão tempo ao longo do ano para estudar, pesquisar, avaliar e desenvolver um ou mais produtos que atendam aos objetivos e respondam à questão central de cada um deles. Para cada ano, a entrega de produto será diferente, por exemplo, no 6º ano, os estudantes devem fazer a construção de uma planta baixa; enquanto no 7º ano, o produto será um alimento que atenda à questão central do projeto, com todos os dados pertinentes à sua composição; já no 8º ano e 9º anos será a construção de uma maquete digital. É importante lembrar que o papel da família também é muito importante na aprendizagem baseada em projetos porque envolve apoiar e dar suporte aos estudantes nesta jornada. Ao final dela, eles terão muito mais conhecimento sobre o temas, opiniões bem formadas e até a oportunidade de desenvolver uma postura mais madura, que demonstra a importância e a responsabilidade que cada um deles pode ter dentro de uma sociedade na solução dos seus problemas sociais e econômicos.

Para a realização destes projetos, entram conhecimentos dos múltiplos componentes curriculares, que envolvem as disciplinas de geografia, história, matemática e ciências.

Como a autonomia é um dos aspectos desenvolvidos dentro da aprendizagem baseada em projetos, os estudantes assumem responsabilidades, se arriscam e até cometem erros para entender qual será a melhor solução para cada caso.

Cometer erros é um aprendizado muito positivo para o processo porque vai ampliar as diferentes maneiras de encontrar a solução de um problema, e desenvolver nos estudantes habilidades socioemocionais, como resiliência e persistência por meio de tentativa e erro.

Dentro do quesito protagonismo e autonomia, cada integrante desempenha papéis específicos (líder, relator e organizador), mas também são responsáveis igualmente pelas discussões, criação e desenvolvimento de produtos pertinentes ao projeto. 

Porém, o desenvolvimento dessa autonomia será em etapas, vai depender da faixa etária e também das experiências do próprio estudante. Será uma verdadeira construção de significados e aprendizagem duradoura.

Os estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais do Colégio Planck desenvolvem a autonomia com a aprendizagem baseada em projetos. Veja neste texto como a equipe da coordenação pedagógica, professores e orientação educacional trabalham a eficiência na absorção de conteúdos de aprendizagem por meio dessa metodologia. O que é a aprendizagem baseada em projetos? A aprendizagem baseada em projetos, que faz parte de uma estratégia de ensino e aprendizagem do século XXI, é um dos eixos pedagógicos desenvolvidos no Colégio Planck. Os outros três são: aprendizagem colaborativa, currículo pautado no desenvolvimento da aprendizagem socioemocional e equidade. A aprendizagem baseada em projetos vai envolver os estudantes com tarefas e desafios para a resolução de um problema que esteja ligado ao mundo real. Esse é um processo sempre muito dinâmico e com experiências muito inovadoras que vão atraí-los para os temas propostos pela equipe pedagógica. Para isso, eles vão explorar diversos tópicos para planejar e selecionar dados para os seus projetos, por meio de pesquisas, elaboração de hipóteses, busca por recursos e realizar a aplicação prática sobre cada temática. Nesta busca por soluções, os estudantes vão usar seus sentidos, raciocinar e tirar conclusões para descobrir novas ideias e conceitos para entender o problema de forma cada vez mais profunda. Para a realização destes projetos, entram conhecimentos dos múltiplos componentes curriculares, que envolvem as disciplinas de geografia, história, matemática e ciências. Como a autonomia é um dos aspectos desenvolvidos dentro da aprendizagem baseada em projetos, os estudantes assumem responsabilidades, se arriscam e até cometem erros para entender qual será a melhor solução para cada caso. Cometer erros é um aprendizado muito positivo para o processo porque vai ampliar as diferentes maneiras de encontrar a solução de um problema, e desenvolver nos estudantes habilidades socioemocionais, como resiliência e persistência por meio de tentativa e erro. Dentro do quesito protagonismo e autonomia, cada integrante desempenha papéis específicos (líder, relator e organizador), mas também são responsáveis igualmente pelas discussões, criação e desenvolvimento de produtos pertinentes ao projeto. Porém, o desenvolvimento dessa autonomia será em etapas, vai depender da faixa etária e também das experiências do próprio estudante. Será uma verdadeira construção de significados e aprendizagem duradoura. Quais habilidades socioemocionais são estimuladas com os projetos? O desenvolvimento das habilidades socioemocionais caminha junto com qualquer iniciativa do Colégio Planck. Com a aprendizagem baseada em projetos, os estudantes têm inúmeras oportunidades de desenvolver uma série de habilidades e competências cognitivas. Além das já citadas, como resiliência e persistência, entre essas habilidades desenvolvidas neste processo, algumas ganham destaque como: Colaboração e o trabalho em grupo; Comunicação; Raciocínio lógico; Criatividade; Pensamento crítico; Tolerância a frustrações. Ao tentar seguidamente as novas soluções depois de um erro, os estudantes também são treinados a desenvolver esse controle do estresse e das emoções. No Colégio Planck, o erro é parte da jornada, porque o que importa mesmo é o processo, e não apenas o produto final. Projetos desenvolvidos no Ensino Fundamental Anos Finais A aprendizagem baseada em projetos vai trazer aos estudantes as questões reais e desafios que abrangem a sociedade moderna, e os estudantes serão apresentados de forma bastante profunda a cada assunto. São temáticas que envolvem os objetivos do desenvolvimento sustentável, demanda de produção de alimentos que seja suficiente para a população do planeta, novas práticas de agricultura, riscos ambientais e econômicos, alterações climáticas, agências, programas e fundos globais que envolvem cada tema, dados municipais, etc. Em 2021, para cada ano do Ensino Fundamental, foi definido um tema de projeto, todos eles baseados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU : 6º ano: Cidades e Comunidades Sustentáveis 7º ano: Fome Zero e Agricultura Sustentável 8º ano: Indústria, Inovação e Infraestrutura 9º ano: Ação contra a Mudança Global do Clima Cidades e Comunidades Sustentáveis Para o 6º ano, o objetivo do projeto é encontrar meios para tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. A questão central do projeto é: “É possível o governo municipal construir habitações populares que ofereçam soluções para o consumo de água e energia e ainda manter o preço acessível às famílias participantes do Programa Casa Joseense?” Fome Zero e Agricultura Sustentável O objetivo do projeto do 7º ano é encontrar soluções para acabar com a fome, a segurança alimentar e a melhoria da nutrição, além de promover uma agricultura sustentável. A questão central deste projeto é: “É possível desenvolver uma alimentação saudável e sustentável?” Indústria, inovação e Infraestrutura Para o 8º ano, o desafio é encontrar soluções para construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável, além de fomentar a inovação. A questão central do projeto é: “É possível manter uma produção aliada a atitudes sustentáveis?” Ação contra a mudança global do clima Já os estudantes do 9º ano devem encontrar soluções para adotar medidas urgentes para combater as alterações climáticas e os seus impactos. A questão central do projeto é: “Como criar uma cidade resiliente em relação aos diferentes cenários de mudança climática?” Produtos e prazos dos projetos Em todos esses projetos, os estudantes terão tempo ao longo do ano para estudar, pesquisar, avaliar e desenvolver um ou mais produtos que atendam aos objetivos e respondam à questão central de cada um deles. Para cada ano, a entrega de produto será diferente, por exemplo, no 6º ano, os estudantes devem fazer a construção de uma planta baixa; enquanto no 7º ano, o produto será um alimento que atenda à questão central do projeto, com todos os dados pertinentes à sua composição; já no 8º ano e 9º anos será a construção de uma maquete digital. É importante lembrar que o papel da família também é muito importante na aprendizagem baseada em projetos porque envolve apoiar e dar suporte aos estudantes nesta jornada. Ao final dela, eles terão muito mais conhecimento sobre o temas, opiniões bem formadas e até a oportunidade de desenvolver uma postura mais madura, que demonstra a importância e a responsabilidade que cada um deles pode ter dentro de uma sociedade na solução dos seus problemas sociais e econômicos.

Quais habilidades socioemocionais são estimuladas com os projetos?

O desenvolvimento das habilidades socioemocionais caminha junto com qualquer iniciativa do Colégio Planck. Com a aprendizagem baseada em projetos, os estudantes têm inúmeras oportunidades de desenvolver uma série de habilidades e competências cognitivas.

Além das já citadas, como resiliência e persistência, entre essas habilidades desenvolvidas neste processo, algumas ganham destaque como: 

  • Colaboração e o trabalho em grupo;
  • Comunicação;
  • Raciocínio lógico;
  • Criatividade;
  • Pensamento crítico;
  • Tolerância a frustrações.
Ao tentar seguidamente as novas soluções depois de um erro, os estudantes também são treinados a desenvolver esse controle do estresse e das emoções. No Colégio Planck, o erro é parte da jornada, porque o que importa mesmo é o processo, e não apenas o produto final.

Leia também:

➡️ Como desenvolver a criatividade em crianças e adolescentes

➡️ As etapas do Ensino Fundamental

Projetos desenvolvidos no Ensino Fundamental Anos Finais

A aprendizagem baseada em projetos vai trazer aos estudantes as questões reais e desafios que abrangem a sociedade moderna, e os estudantes serão apresentados de forma bastante profunda a cada assunto.

São temáticas que envolvem os objetivos do desenvolvimento sustentável, demanda de produção de alimentos que seja suficiente para a população do planeta, novas práticas de agricultura,  riscos ambientais e econômicos, alterações climáticas, agências, programas e fundos globais que envolvem cada tema, dados municipais, etc.

Em 2021, para cada ano do Ensino Fundamental, foi definido um tema de projeto, todos eles baseados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU:

  • 6º ano: Cidades e Comunidades Sustentáveis
  • 7º ano: Fome Zero e Agricultura Sustentável
  • 8º ano: Indústria, Inovação e Infraestrutura
  • 9º ano:  Ação contra a Mudança Global do Clima

Cidades e comunidades sustentáveis

Para o 6º ano, o objetivo do projeto é encontrar meios para tornar as cidades e os assentamentos  humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. 

A questão central do projeto é: “É possível o governo municipal construir habitações populares que ofereçam soluções para o consumo de água e energia e ainda manter o preço acessível às famílias participantes do Programa Casa Joseense?”

Os estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais do Colégio Planck desenvolvem a autonomia com a aprendizagem baseada em projetos. Veja neste texto como a equipe da coordenação pedagógica, professores e orientação educacional trabalham a eficiência na absorção de conteúdos de aprendizagem por meio dessa metodologia. O que é a aprendizagem baseada em projetos? A aprendizagem baseada em projetos, que faz parte de uma estratégia de ensino e aprendizagem do século XXI, é um dos eixos pedagógicos desenvolvidos no Colégio Planck. Os outros três são: aprendizagem colaborativa, currículo pautado no desenvolvimento da aprendizagem socioemocional e equidade. A aprendizagem baseada em projetos vai envolver os estudantes com tarefas e desafios para a resolução de um problema que esteja ligado ao mundo real. Esse é um processo sempre muito dinâmico e com experiências muito inovadoras que vão atraí-los para os temas propostos pela equipe pedagógica. Para isso, eles vão explorar diversos tópicos para planejar e selecionar dados para os seus projetos, por meio de pesquisas, elaboração de hipóteses, busca por recursos e realizar a aplicação prática sobre cada temática. Nesta busca por soluções, os estudantes vão usar seus sentidos, raciocinar e tirar conclusões para descobrir novas ideias e conceitos para entender o problema de forma cada vez mais profunda. Para a realização destes projetos, entram conhecimentos dos múltiplos componentes curriculares, que envolvem as disciplinas de geografia, história, matemática e ciências. Como a autonomia é um dos aspectos desenvolvidos dentro da aprendizagem baseada em projetos, os estudantes assumem responsabilidades, se arriscam e até cometem erros para entender qual será a melhor solução para cada caso. Cometer erros é um aprendizado muito positivo para o processo porque vai ampliar as diferentes maneiras de encontrar a solução de um problema, e desenvolver nos estudantes habilidades socioemocionais, como resiliência e persistência por meio de tentativa e erro. Dentro do quesito protagonismo e autonomia, cada integrante desempenha papéis específicos (líder, relator e organizador), mas também são responsáveis igualmente pelas discussões, criação e desenvolvimento de produtos pertinentes ao projeto. Porém, o desenvolvimento dessa autonomia será em etapas, vai depender da faixa etária e também das experiências do próprio estudante. Será uma verdadeira construção de significados e aprendizagem duradoura. Quais habilidades socioemocionais são estimuladas com os projetos? O desenvolvimento das habilidades socioemocionais caminha junto com qualquer iniciativa do Colégio Planck. Com a aprendizagem baseada em projetos, os estudantes têm inúmeras oportunidades de desenvolver uma série de habilidades e competências cognitivas. Além das já citadas, como resiliência e persistência, entre essas habilidades desenvolvidas neste processo, algumas ganham destaque como: Colaboração e o trabalho em grupo; Comunicação; Raciocínio lógico; Criatividade; Pensamento crítico; Tolerância a frustrações. Ao tentar seguidamente as novas soluções depois de um erro, os estudantes também são treinados a desenvolver esse controle do estresse e das emoções. No Colégio Planck, o erro é parte da jornada, porque o que importa mesmo é o processo, e não apenas o produto final. Projetos desenvolvidos no Ensino Fundamental Anos Finais A aprendizagem baseada em projetos vai trazer aos estudantes as questões reais e desafios que abrangem a sociedade moderna, e os estudantes serão apresentados de forma bastante profunda a cada assunto. São temáticas que envolvem os objetivos do desenvolvimento sustentável, demanda de produção de alimentos que seja suficiente para a população do planeta, novas práticas de agricultura, riscos ambientais e econômicos, alterações climáticas, agências, programas e fundos globais que envolvem cada tema, dados municipais, etc. Em 2021, para cada ano do Ensino Fundamental, foi definido um tema de projeto, todos eles baseados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU : 6º ano: Cidades e Comunidades Sustentáveis 7º ano: Fome Zero e Agricultura Sustentável 8º ano: Indústria, Inovação e Infraestrutura 9º ano: Ação contra a Mudança Global do Clima Cidades e Comunidades Sustentáveis Para o 6º ano, o objetivo do projeto é encontrar meios para tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. A questão central do projeto é: “É possível o governo municipal construir habitações populares que ofereçam soluções para o consumo de água e energia e ainda manter o preço acessível às famílias participantes do Programa Casa Joseense?” Fome Zero e Agricultura Sustentável O objetivo do projeto do 7º ano é encontrar soluções para acabar com a fome, a segurança alimentar e a melhoria da nutrição, além de promover uma agricultura sustentável. A questão central deste projeto é: “É possível desenvolver uma alimentação saudável e sustentável?” Indústria, inovação e Infraestrutura Para o 8º ano, o desafio é encontrar soluções para construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável, além de fomentar a inovação. A questão central do projeto é: “É possível manter uma produção aliada a atitudes sustentáveis?” Ação contra a mudança global do clima Já os estudantes do 9º ano devem encontrar soluções para adotar medidas urgentes para combater as alterações climáticas e os seus impactos. A questão central do projeto é: “Como criar uma cidade resiliente em relação aos diferentes cenários de mudança climática?” Produtos e prazos dos projetos Em todos esses projetos, os estudantes terão tempo ao longo do ano para estudar, pesquisar, avaliar e desenvolver um ou mais produtos que atendam aos objetivos e respondam à questão central de cada um deles. Para cada ano, a entrega de produto será diferente, por exemplo, no 6º ano, os estudantes devem fazer a construção de uma planta baixa; enquanto no 7º ano, o produto será um alimento que atenda à questão central do projeto, com todos os dados pertinentes à sua composição; já no 8º ano e 9º anos será a construção de uma maquete digital. É importante lembrar que o papel da família também é muito importante na aprendizagem baseada em projetos porque envolve apoiar e dar suporte aos estudantes nesta jornada. Ao final dela, eles terão muito mais conhecimento sobre o temas, opiniões bem formadas e até a oportunidade de desenvolver uma postura mais madura, que demonstra a importância e a responsabilidade que cada um deles pode ter dentro de uma sociedade na solução dos seus problemas sociais e econômicos.

Fome zero e agricultura sustentável

O objetivo do projeto do 7º ano é encontrar soluções para acabar com a fome, a segurança alimentar e a melhoria da nutrição, além de promover uma agricultura sustentável.

A questão central deste projeto é: “É possível desenvolver uma alimentação saudável e sustentável?”

Indústria, inovação e infraestrutura

Para o 8º ano, o desafio é encontrar soluções para construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável, além de fomentar a inovação.

A questão central do projeto é: “É possível manter uma produção aliada a atitudes sustentáveis?”

Ação contra a mudança global do clima

Já os estudantes do 9º ano devem encontrar soluções para adotar medidas urgentes para combater as alterações climáticas e os seus impactos.

A questão central do projeto é: “Como criar uma cidade resiliente em relação aos diferentes cenários de mudança climática?”

A Orientação Educacional tem o papel fundamental de proporcionar aconselhamento e acompanhamento do desenvolvimento pessoal e acadêmico dos estudantes no Ensino Fundamental e no Ensino Médio. É um papel no qual cria-se uma relação de confiança e apoio para que os estudantes desenvolvam o seu melhor. Entenda como funciona a atuação desses profissionais no Colégio Planck. Quais são os objetivos da Orientação Educacional? Compreendemos que para acompanhar o desenvolvimento de nossos estudantes, é importante mapear e direcionar as necessidades individuais, potencialidades e fragilidades de cada um e até os fatores socioambientais estão atribuídos a esta função. No Planck, a atuação da Orientação Educacional tem como foco o acolhimento de cada estudante no ambiente escolar. Segundos as orientadoras educacionais do Ensino Médio, Sandra Rapaci e Márcia Alvarenga, o primeiro objetivo da Orientação Educacional é fazer com que eles se integrem, participem, desenvolvam o sentimento de pertencer ao grupo e à instituição e consigam se reconhecer na cultura do Colégio, além do apoio pedagógico e emocional para que se desenvolvam. Um outro grande objetivo da Orientação Educacional é o acompanhamento individualizado para a promoção do desenvolvimento acadêmico, humano e emocional. Segundo a orientadora dos 6º e 7º anos, Daniela Rocha: “A orientação pode ajudá-los a significar este caminho, de maneira saudável e assertiva”. O acompanhamento socioemocional parte das vivências que dependem das habilidades que os estudantes trazem do próprio ciclo de convivência. Potencializar o que ele tem de melhor e ressignificar aquelas fragilidades apresentadas é um caminho de crescimento. Desafios da Orientação Educacional Um dos grandes desafios é conhecer cada estudante em seu projeto de vida, pois eles trazem suas expectativas individuais e familiares que precisam concordar com a realidade de desenvolvimento em que estão inseridos. Ser responsável pelo acompanhamento do estudante é oportunizar instrumentos que se entrelaçam, se casam e que vão ao encontro do objetivo de se tornar uma pessoa melhor, para ele mesmo, para a família, para os seus estudos e a sociedade. O primeiro passo é estabelecer uma relação de confiança, onde esteja aberto a fazer um caminho junto, não é um caminho de cobrança, mas um caminho de acompanhamento, que o estudante confie no projeto da escola e na orientação educacional, e se disponha a dar passos. Que ele tenha paciência, clareza, vontade e faça uso dos instrumentos que são preparados para ele. Olhar individualizado para o estudante No Colégio Planck cada estudante é único e possui um acompanhamento personalizado para as várias fases de seu aprendizado. Assim, a Orientação Educacional, atuando junto com os outros papéis do colégio e a própria família do estudante, tem condições de conhecê-los de perto e respeitando a sua trajetória, possibilita caminhos que os levem a resolução de problemas, para que se mantenham firmes em seus objetivos e tenham melhor desempenho. No Planck, o orientador educacional olha aquilo que o estudante tem de melhor e tenta ajudá-lo a reconhecer essas forças, acadêmica e socioemocional: “Nós ajudamos a praticar isso na organização dos estudos, na convivência e na mediação de conflitos. O orientador também ajuda o estudante a se olhar como ser único nesse universo coletivo, dando respostas que o ajudem a crescer”, diz a orientadora Jucielli Silva. Orientação Educacional no Ensino Fundamental No Ensino Fundamental, a maneira de acompanhar o estudante acontece mediante a um diálogo ético, franco e cuidadoso. Um dos instrumentos facilitadores são as aulas de socioemocional. O olhar individualizado é potencializado com elos de confiança entre o Colégio e o estudante. Neste processo, a Orientação Educacional trilha caminhos de crescimento junto a cada um deles, para que não crie máscaras ou barreiras. É, de fato, uma parceria genuína para o crescimento. Orientação Educacional no Ensino Médio A aproximação da orientação educacional com o estudante promove esse olhar individualizado também no Ensino Médio: “O primeiro passo é estreitar essa relação, criar vínculos, conhecer um pouco mais sobre a sua realidade, as suas expectativas, as suas potencialidades para, então, ajudar na promoção do seu amadurecimento como estudante e como pessoa. É nessa fase da vida escolar que o estudante começa a aprofundar seus conhecimentos em cada uma das disciplinas, passa a dedicar mais tempo ao estudo, amplia seu repertório cultural, começa a pensar na escolha profissional. São esses três anos na vida do estudante que, se bem direcionados, podem resultar em grandes oportunidades. É neste ponto que o trabalho do orientador se destaca.”, diz a orientadora Sandra. Oferecer um espaço que dialogue com a realidade atual, que se adapte às necessidades dos estudantes e os prepare para a transição para a vida adulta, viver em sociedade e enfrentar os desafios de um mercado do trabalho e, ainda assim, ser um ambiente prazeroso de convívio e aprendizado é o nosso grande desejo enquanto Escola. Na terceira série do Ensino Médio, o foco do orientador é no sentido de desenvolver mais autonomia para os estudantes, que estão a um passo de estarem sozinhos em suas novas jornadas. “No ano seguinte muitos deles vão estar em faculdades, muitos vão estar morando em outras cidades, então precisamos que esse estudante comece a desenvolver o seu caminhar, ele precisa começar a tomar as próprias decisões, ele precisa nos procurar para resolver os seus problemas e buscar as informações”, diz a orientadora Márcia. Por meio do diálogo franco e honesto levamos também o estudante a refletir sobre sua conduta e suas escolhas, orientando a fazer a gestão consciente da consequência. Aulas de Habilidades Socioemocionais As aulas de Habilidades Socioemocionais contribuem para o acompanhamento semanal dos estudantes. No formato de ensino híbrido, os momentos de encontro com eles em aula, tanto presencial quanto remoto, é uma oportunidade de acompanhar três importantes pilares do Colégio: emoção, energia e intelecto. Esses eixos são elaborados e desenvolvidos no Projeto Planck de Mentorias. Pilar Emoção: Projeto de vida Capacidade de acessar sonhos, talentos, carreiras e assim construir perspectivas que significam as aprendizagens no espaço escolar. Pilar Energia: Protagonismo e Liderança Avaliar quais são as vontades, o entusiasmo e o protagonismo que o estudante reconhece em si. Transformando a convivência como um líder positivo, seja na escola, na família ou sociedade. Pilar Intelecto: Desenvolvimento Acadêmico Elaborar planos de estudos que facilitem uma rotina organizada e significativa, considerando a maneira de ser de cada estudante. Tornando o momento de estudo mais qualitativo e traçando metas de aprendizagens a serem alcançadas, validando características e elementos de outras áreas que podem evoluir. Nestes três pilares estão permeados as competências desenvolvidas em nossa Matriz Socioemocional que foca em autogestão, resiliência emocional, abertura ao novo e amabilidade e engajamento. As Habilidades Socioemocionais são vivenciadas no cotidiano dos projetos e aulas, trazendo para o estudante sempre a oportunidade de aprimorar seus talentos e dons e evoluir em suas fragilidades. Metas de Desempenho: plano de estudo junto com o estudante A Orientação Educacional do Colégio Planck proporciona aos estudantes de maneira coletiva e individual a elaboração de um plano de estudos que tenha foco constante em metas de desempenho, ou seja, potencialize áreas de maior engajamento e busque equilibrar com as áreas de maior dificuldade. É necessário neste processo visualizar onde está o potencial do estudante e trabalhar a partir disso. “Uma escola que avalia o estudante pelas suas fragilidades não o impulsiona para evoluir. Mas se pegar as potencialidades e tentar equilibrar com as dificuldades, o resultado é melhor”, diz Jucielli. Assim, junto ao estudante, se obtém uma rotina organizada, promovendo o entusiasmo para a execução com os instrumentos que o Colégio dispõe para ele, com acompanhamento e suporte da família, especialmente no Ensino Fundamental Anos Finais. No Ensino Médio, orientamos o estudante a montar uma rotina de estudos eficiente que promova o desenvolvimento da concentração, autonomia, autogestão, autoconfiança e significado para o seu aprendizado, buscando o equilíbrio entre o dever e o lazer, reservando um tempo específico para o envolvimento em atividades que promovam o descanso. Especialmente, na terceira série do Ensino Médio, o estudante deve conciliar o seu plano de estudos com as atividades do ano letivo com as horas de estudos para os exames vestibulares. Nosso jeito de acompanhar! A Orientação Educacional no Colégio Planck tem um jeito todo especial de acontecer. Mediante a escuta atenta, respeitosa, franca e acolhedora busca no acompanhamento diário direcionar cada estudante em direção da melhor versão de si, sempre protegendo os sonhos de cada um deles. Ajudando cada um a extrair o que melhor têm no acadêmico, social e emocional. Juntos estudantes, família e escola, vivem este percurso de crescimento tornando a jornada desafiadora, mas sobretudo, prazerosa. Onde cada conquista, cada brilho no olhar, cada evolução tem o gosto de pequenos passos que se tornam grandes transformações.

Produtos e prazos dos projetos

Em todos esses projetos, os estudantes terão tempo ao longo do ano para estudar, pesquisar, avaliar e desenvolver um ou mais produtos que atendam aos objetivos e respondam à questão central de cada um deles. 

Para cada ano, a entrega de produto será diferente, por exemplo, no 6º ano, os estudantes devem fazer a construção de uma planta baixa; enquanto no 7º ano, o produto será um alimento que atenda à questão central do projeto, com todos os dados pertinentes à sua composição; já no 8º ano e 9º anos será a construção de uma maquete digital.

É importante lembrar que o papel da família também é muito importante na aprendizagem baseada em projetos porque envolve apoiar e dar suporte aos estudantes nesta jornada. Ao final dela, eles terão muito mais conhecimento sobre o temas, opiniões bem formadas e até a oportunidade de desenvolver uma postura mais madura, que demonstra a importância e a responsabilidade que cada um deles pode ter dentro de uma sociedade na solução dos seus problemas sociais e econômicos.

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➡️ Ensino fundamental: o que ensinar para a geração alpha?

 

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Nem todos os adolescentes têm facilidade de socialização. Especialmente quando há uma mudança de escola, os pais sempre se perguntam como ajudar os próprios filhos a interagir no novo ambiente. Se os seus filhos também são tímidos e manifestam um pouco mais de dificuldades em fazer novas amizades, continue lendo esse texto e veja aqui algumas dicas do Colégio Planck. Por que alguns adolescentes não conseguem interagir? Quando os estudantes passam por uma mudança de escola ou apenas são tímidos, eles podem demonstrar uma certa dificuldade de interação com os colegas. Esse comportamento pode ter muitas causas que podem ser desde um traço de personalidade, até o surgimento de complexos físicos, que são tradicionais na adolescência. Quando todas essas questões são somadas à passagem para o 6० ano, outras situações também podem angustiá-los e dificultar a interação, como a perda da professora única, alteração nos horários e no número de disciplinas, maior complexidade dos conteúdos, etc. Com isso, muitos pais se veem às voltas com uma nova questão: “Como ajudar meu filho a interagir?” Vale ressaltar aos pais que essa dificuldade de interagir é bastante normal na adolescência porque esse é um tempo de muitos novos desafios e descobertas, que podem gerar uma mudança de comportamento. Prova disso, é que essa é uma época em que muitos jovens começam a querer ficar mais reclusos, especialmente em casa, quando preferem ficar em seus quartos do que desfrutando da companhia dos pais ou de irmãos. Como ajudar os filhos a interagir? Se essa dificuldade de socialização dentro e fora de casa está gerando sofrimentos, é preciso buscar soluções para ajudá-los. Em primeiro lugar, os pais precisam ter um pouco mais de paciência, compreensão com o momento e até marcar uma reunião com a equipe pedagógica para buscar soluções, se for necessário. Seguem algumas dicas para ajudá-los neste processo: Converse muito com os filhos e dê suporte emocional Nesta fase, os estudantes estão precisando de muito carinho e atenção, portanto, manter um diálogo aberto vai ajudá-los a entender que não estão sozinhos nesta jornada. Muitas vezes, os estudantes passam por certas situações na escola que podem mexer com a autoestima, como a postagem de um foto em grupo que não saiu bem ou até mesmo um comentário sobre sua forma física. Situações assim podem levá-los a se isolar, portanto, seja proativo e pergunte sobre a rotina, se tem algo que os aflige, como eles acreditam que os pais podem ajudá-los e, se necessário, agende uma conversa no Colégio também. Além disso, crie espaços seguros para essas conversas, de modo que não pareçam cobranças. Os pais podem aproveitar para conversar com eles durante uma pequena caminhada, no carro na ida ou volta da escola, etc. Não perca a oportunidade de buscar a opinião deles sobre assuntos diversos, por exemplo, comentando sobre uma notícia, uma determinada moda ou gíria nova. O importante é não perder os vínculos que possam ajudar a iniciar e manter os diálogos. Evite ser muito protecionista Muitas vezes, um adolescente pode ter dificuldade em interagir devido à forma que foi criado. Muitos pais, por um excesso de protecionismo, podem impedir que os filhos frequentem outros ambientes, como festas de amigos, e isso pode estimulá-los a um comportamento antissocial. Uma dica para os pais é analisar se o próprio estilo de criação não está favorecendo que o filho busque o isolamento na adolescência. Procure proteger sempre, conhecendo as companhias e os espaços que o filho frequenta, mas abra um pouco mais a guarda, dando a eles a oportunidade de ter mais responsabilidade sobre si mesmos. Limite o tempo das atividades de lazer solitárias e estimule a interação Quando um adolescente é tímido ou não quer interagir no Colégio, pode querer fugir para passatempos solitários como os games ou outros eletrônicos. Os pais devem estipular um limite para essas atividades para não estimulá-los à solidão. Não é necessário proibi-las, mas sempre apresente boas razões para que o adolescente queira realizar também atividades em conjunto com outras pessoas e de forma presencial, com os colegas de sala de aula, para adquirir experiências na vida real. Abrir espaço para que ele convide amigos para estudar em casa e matriculá-lo em atividades coletivas também pode ajudá-lo na socialização. Analise de qual grupo ele pode fazer parte A falta de interação pode ser motivada porque os estudantes não se sentem à vontade em fazer parte de um certo grupo. Por exemplo, não adianta matriculá-los em eletivas de esportes coletivos, se eles gostam mesmo é de música ou artes. Procure entender o mundo e os gostos dos seus filhos, assim fica mais fácil incentivá-los na socialização. Procure ajudá-lo a se comunicar melhor Alguns adolescentes não interagem porque não conseguem se comunicar bem. Por isso, é preciso que os pais fiquem atentos às características dos filhos para ajudá-los a superar suas fragilidades desde cedo. Ainda criança, é possível ensiná-los como iniciar uma conversa, um pequeno diálogo que ajude a quebrar o gelo com os futuros amigos. Mas lembre-se que orientar é sempre melhor que ordenar. Tenha tranquilidade ao passar essas dicas. Quando entram na adolescência, uma alternativa é matriculá-los em cursos que favoreçam a comunicação, como teatro, por exemplo. Colégio Planck e a socialização Um dos pilares do Colégio Planck é o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Para isso, a instituição investe em várias atividades pedagógicas e extracurriculares que estimulam o convívio. Um desses projetos pedagógicos especiais que incentivam a interação é o Clube de Debates, que ajuda o estudante a falar fluentemente e com confiança. Nessas atividades, eles vão interagir uns com os outros e aprender a comunicar-se, ter empatia, ouvir e reconhecer outros pontos de vista, lidar com situações desconfortáveis, etc. Além de alcançar uma melhor comunicação, no exercício constante dessas habilidades socioemocionais no Colégio, os adolescentes vão aprender a desenvolver também inteligência emocional. Caso os pais percebam que os filhos estão tendo dificuldades de interagir com os colegas, o Colégio Planck está de braços abertos para acolher suas dificuldades por meio da Orientação Educacional. Com o time da Orientação Educacional, as famílias podem estabelecer um diálogo aberto e de confiança para proporcionar o melhor ambiente para o estudante. O objetivo é que todos descubram suas potencialidades e superem suas fragilidades, para ficarem aptos ao convívio social na vida pessoal e nos ambientes acadêmicos e profissionais.

Como ajudar meu filho a interagir?

Você já se perguntou: “Como ajudar meu filho a interagir?” Nem todos os adolescentes têm facilidade de socialização. Especialmente quando há uma mudança de escola,

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