Neurociência: como funciona o cérebro de um adolescente?

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Quem tem filhos adolescentes pode perceber que, às vezes, eles têm comportamentos maduros e admiráveis do ponto de vista adulto, e em outros momentos condutas bastante imaturas, impulsivas e até ilógicas. Por que acontece essa alternância de comportamento? Para saber a resposta é preciso entender como funciona o cérebro de um adolescente. Leia mais neste texto. Cérebro adolescente ainda está em desenvolvimento O cérebro de uma criança tem um desenvolvimento muito grande na primeira infância. Esse crescimento começa na gestação, é bastante rápido entre os 3 e 5 anos, e até os 6 anos, já tem cerca de 95% do tamanho do cérebro de um adulto. Até os 9 anos, todos os blocos de construção cerebral estão presentes. Porém, esse desenvolvimento e remodelação continuam no período da adolescência e a maturidade cerebral só vai ocorrer por volta dos 25 anos. Todas as mudanças vão depender das mudanças hormonais, experiências e idade. Na fase da adolescência, o que impera ainda são os conteúdos presentes no sistema límbico, que fica na parte de trás do cérebro, que é importante para a memória (hipocampo) e está próxima da amígdala, que ajuda a produzir as emoções, impulsos, comportamento instintivo e até agressividade. Associada a um típico quadro de baixa dosagem de serotonina e dopamina no organismo, que são neurotransmissores responsáveis por gerar a sensação de bem-estar, os jovens podem apresentar um verdadeiro carrossel de emoções. E quais são essas ações que os estudantes podem ter nessa fase? Eles podem, por exemplo, tomar atitudes impulsivas, escolher atividades de alto risco e expressar suas emoções de forma bastante intensa. Durante a adolescência, isso ocorre porque o córtex pré-frontal ainda está sendo modelado. Essa é a área responsável pelas tomadas de decisão, autocontrole, pensamento crítico, atenção, planejamento, controle de emoções, avaliação das consequências dos impulsos e dos riscos, desenvolvimento da empatia e capacidade de resolução de problemas. Por isso, os adolescentes manifestam comportamentos alternados, porque enquanto contam com o material já presente no sistema límbico, vão adquirindo também bagagem para agir de acordo com o conteúdo que vão acrescentado ao seu córtex pré-frontal, que está em pleno desenvolvimento. Como ajudar o seu filho a construir um cérebro mais saudável? Não adianta apenas entender como funciona o cérebro de um adolescente, é preciso ajudá-lo. A evolução cerebral também será afetada pelo ambiente onde ele está, por isso, é importante que a família e colégio saibam apresentar vivências saudáveis para que eles tenham um desenvolvimento positivo. Oferecer atividades e ajudar no desenvolvimento de suas habilidades vão influenciar fortemente no que eles sentem, pensam e na forma como agem no momento presente e como vão se comportar no futuro. Essa é uma oportunidade de "programar'' o cérebro de forma saudável. Por esse motivo, é importante pensar nas experiências e atividades que serão úteis ao processo, como estudar idiomas, praticar esportes, investir no aprendizado musical e até mesmo jogar videogames. Além disso, os exemplos de condutas de pais, professores e toda a equipe pedagógica também podem deixar heranças no desenvolvimento cerebral de um estudante. Busca por estímulos constantes Ajudar os adolescentes a desenvolver a organização é muito importante, porque, nesta fase, essa não é uma prioridade para eles. Na adolescência, eles buscam novidades e aventuras, porque os cérebros deles ainda buscam constantemente por estímulos e novidades. Essa explicação também ajuda a entender por que eles não desgrudam dos smartphones. Essas ferramentas tecnológicas oferecem uma grande estimulação cerebral, com as redes sociais, jogos e bate-papos. Mas, como o córtex pré-frontal ainda está em desenvolvimento, eles não sabem -- e nem querem saber-- a hora de parar de desgrudar os olhos das telas. São os adultos que vão dar essas medidas e acrescentar essas informações ao córtex pré-frontal dos adolescentes que, de acordo com o tempo, vão absorver esses ensinamentos sobre ser mais sensato e produtivo em cada atividade praticada. Além disso, outro ponto importante do desenvolvimento cerebral dos adolescentes é que essa é uma fase de cortar alguns laços, por isso, muitas vezes, os adolescentes se mostram mais distantes com os pais. No entanto, neste momento, pais e também educadores precisam ter muito cuidado e atenção, porque um adolescente que está distante, isolado e apresentando baixo rendimento escolar pode estar manifestando quadros depressivos. Por isso, a observação, carinho e diálogo é sempre a medida mais eficaz. Atividades que ajudam no desenvolvimento cerebral É preciso entender esse desenvolvimento do córtex pré-frontal e estimular conexões cerebrais positivas, por exemplo: No Colégio Fazer os estudantes entenderem as consequências e os cursos que uma determinada ação poderá tomar; Estimular os riscos calculados, que os auxiliem a ter mais autonomia e independência sem medo das tentativas; Promover as habilidades de pensamento; Encorajar o comportamento positivo; Ajudar os adolescentes na prática de habilidades socioemocionais, como encontrar formas de controlar as emoções e expressá-las de forma criativa, sem agressividade. Em casa É preciso estimular rotinas que os ajudem a ter estrutura e organização, como estipular horários para estudar, se alimentar, se divertir e dormir; Pais devem impor limites, mas também saber flexibilizar quando a situação permitir; Elogiar as conquistas dos filhos; Estimular que os filhos pratiquem atividades físicas, que podem, inclusive, produzir um aumento nos níveis de dopamina serotonina e até evitar quadros depressivos; Ser um exemplo positivo de conduta, que demonstre a importância da maturidade cerebral para os processos da vida. Método pedagógico do Colégio Planck O Colégio Planck estimula conexões cerebrais positivas em seus estudantes com uma metodologia baseada em projetos e no desenvolvimento das habilidades socioemocionais. No Colégio, toda equipe pedagógica entende que essas mudanças neurais são necessárias e muito importantes no desenvolvimento de cada estudante. Por isso, todos estão dispostos a ajudá-los a atravessar esse período de forma mais tranquila e saudável. No Planck, os estudantes são desenvolvidos para ser protagonistas e encontrar suas características especiais, que os fazem únicos e importantes para toda a sociedade. Para isso, além da grade curricular, proporciona experiências que ampliam a bagagem cognitiva, pessoal e cultural dos seus estudantes, com aulas eletivas e diversas atividades extracurriculares que os estimulem ao alto desempenho, mas também a se tornar pessoas diferenciadas no mundo em que vivem, que sejam éticas, relevantes, competentes, autônomas e globais.

Quem tem filhos adolescentes pode perceber que, às vezes,  eles têm comportamentos maduros e admiráveis do ponto de vista adulto, e em outros momentos condutas bastante imaturas, impulsivas e até ilógicas. Por que acontece essa alternância de comportamento?

Para saber a resposta é preciso entender como funciona o cérebro de um adolescente. Leia mais neste texto.

Cérebro adolescente ainda está em desenvolvimento

O cérebro de uma criança tem um desenvolvimento muito grande na primeira infância. Esse crescimento começa na gestação, é bastante rápido entre os 3 e 5 anos, e até os 6 anos, já tem cerca de 95% do tamanho do cérebro de um adulto. Até os 9 anos, todos os blocos de construção cerebral estão presentes. 

Porém, esse desenvolvimento e remodelação continuam no período da adolescência e a maturidade cerebral só vai ocorrer por volta dos 25 anos. Todas as mudanças vão depender das mudanças hormonais, experiências e idade. 

Na fase da adolescência, o que impera ainda são os conteúdos presentes no sistema límbico, que fica  na parte de trás do cérebro, que é importante para a memória (hipocampo) e está próxima da amígdala, que ajuda a produzir as emoções, impulsos, comportamento instintivo e até agressividade.

Associada a um típico quadro de baixa dosagem de serotonina e dopamina no organismo, que são neurotransmissores responsáveis por gerar a sensação de bem-estar, os jovens podem apresentar um verdadeiro carrossel de emoções.

Quem tem filhos adolescentes pode perceber que, às vezes, eles têm comportamentos maduros e admiráveis do ponto de vista adulto, e em outros momentos condutas bastante imaturas, impulsivas e até ilógicas. Por que acontece essa alternância de comportamento? Para saber a resposta é preciso entender como funciona o cérebro de um adolescente. Leia mais neste texto. Cérebro adolescente ainda está em desenvolvimento O cérebro de uma criança tem um desenvolvimento muito grande na primeira infância. Esse crescimento começa na gestação, é bastante rápido entre os 3 e 5 anos, e até os 6 anos, já tem cerca de 95% do tamanho do cérebro de um adulto. Até os 9 anos, todos os blocos de construção cerebral estão presentes. Porém, esse desenvolvimento e remodelação continuam no período da adolescência e a maturidade cerebral só vai ocorrer por volta dos 25 anos. Todas as mudanças vão depender das mudanças hormonais, experiências e idade. Na fase da adolescência, o que impera ainda são os conteúdos presentes no sistema límbico, que fica na parte de trás do cérebro, que é importante para a memória (hipocampo) e está próxima da amígdala, que ajuda a produzir as emoções, impulsos, comportamento instintivo e até agressividade. Associada a um típico quadro de baixa dosagem de serotonina e dopamina no organismo, que são neurotransmissores responsáveis por gerar a sensação de bem-estar, os jovens podem apresentar um verdadeiro carrossel de emoções. E quais são essas ações que os estudantes podem ter nessa fase? Eles podem, por exemplo, tomar atitudes impulsivas, escolher atividades de alto risco e expressar suas emoções de forma bastante intensa. Durante a adolescência, isso ocorre porque o córtex pré-frontal ainda está sendo modelado. Essa é a área responsável pelas tomadas de decisão, autocontrole, pensamento crítico, atenção, planejamento, controle de emoções, avaliação das consequências dos impulsos e dos riscos, desenvolvimento da empatia e capacidade de resolução de problemas. Por isso, os adolescentes manifestam comportamentos alternados, porque enquanto contam com o material já presente no sistema límbico, vão adquirindo também bagagem para agir de acordo com o conteúdo que vão acrescentado ao seu córtex pré-frontal, que está em pleno desenvolvimento. Como ajudar o seu filho a construir um cérebro mais saudável? Não adianta apenas entender como funciona o cérebro de um adolescente, é preciso ajudá-lo. A evolução cerebral também será afetada pelo ambiente onde ele está, por isso, é importante que a família e colégio saibam apresentar vivências saudáveis para que eles tenham um desenvolvimento positivo. Oferecer atividades e ajudar no desenvolvimento de suas habilidades vão influenciar fortemente no que eles sentem, pensam e na forma como agem no momento presente e como vão se comportar no futuro. Essa é uma oportunidade de "programar'' o cérebro de forma saudável. Por esse motivo, é importante pensar nas experiências e atividades que serão úteis ao processo, como estudar idiomas, praticar esportes, investir no aprendizado musical e até mesmo jogar videogames. Além disso, os exemplos de condutas de pais, professores e toda a equipe pedagógica também podem deixar heranças no desenvolvimento cerebral de um estudante. Busca por estímulos constantes Ajudar os adolescentes a desenvolver a organização é muito importante, porque, nesta fase, essa não é uma prioridade para eles. Na adolescência, eles buscam novidades e aventuras, porque os cérebros deles ainda buscam constantemente por estímulos e novidades. Essa explicação também ajuda a entender por que eles não desgrudam dos smartphones. Essas ferramentas tecnológicas oferecem uma grande estimulação cerebral, com as redes sociais, jogos e bate-papos. Mas, como o córtex pré-frontal ainda está em desenvolvimento, eles não sabem -- e nem querem saber-- a hora de parar de desgrudar os olhos das telas. São os adultos que vão dar essas medidas e acrescentar essas informações ao córtex pré-frontal dos adolescentes que, de acordo com o tempo, vão absorver esses ensinamentos sobre ser mais sensato e produtivo em cada atividade praticada. Além disso, outro ponto importante do desenvolvimento cerebral dos adolescentes é que essa é uma fase de cortar alguns laços, por isso, muitas vezes, os adolescentes se mostram mais distantes com os pais. No entanto, neste momento, pais e também educadores precisam ter muito cuidado e atenção, porque um adolescente que está distante, isolado e apresentando baixo rendimento escolar pode estar manifestando quadros depressivos. Por isso, a observação, carinho e diálogo é sempre a medida mais eficaz. Atividades que ajudam no desenvolvimento cerebral É preciso entender esse desenvolvimento do córtex pré-frontal e estimular conexões cerebrais positivas, por exemplo: No Colégio Fazer os estudantes entenderem as consequências e os cursos que uma determinada ação poderá tomar; Estimular os riscos calculados, que os auxiliem a ter mais autonomia e independência sem medo das tentativas; Promover as habilidades de pensamento; Encorajar o comportamento positivo; Ajudar os adolescentes na prática de habilidades socioemocionais, como encontrar formas de controlar as emoções e expressá-las de forma criativa, sem agressividade. Em casa É preciso estimular rotinas que os ajudem a ter estrutura e organização, como estipular horários para estudar, se alimentar, se divertir e dormir; Pais devem impor limites, mas também saber flexibilizar quando a situação permitir; Elogiar as conquistas dos filhos; Estimular que os filhos pratiquem atividades físicas, que podem, inclusive, produzir um aumento nos níveis de dopamina serotonina e até evitar quadros depressivos; Ser um exemplo positivo de conduta, que demonstre a importância da maturidade cerebral para os processos da vida. Método pedagógico do Colégio Planck O Colégio Planck estimula conexões cerebrais positivas em seus estudantes com uma metodologia baseada em projetos e no desenvolvimento das habilidades socioemocionais. No Colégio, toda equipe pedagógica entende que essas mudanças neurais são necessárias e muito importantes no desenvolvimento de cada estudante. Por isso, todos estão dispostos a ajudá-los a atravessar esse período de forma mais tranquila e saudável. No Planck, os estudantes são desenvolvidos para ser protagonistas e encontrar suas características especiais, que os fazem únicos e importantes para toda a sociedade. Para isso, além da grade curricular, proporciona experiências que ampliam a bagagem cognitiva, pessoal e cultural dos seus estudantes, com aulas eletivas e diversas atividades extracurriculares que os estimulem ao alto desempenho, mas também a se tornar pessoas diferenciadas no mundo em que vivem, que sejam éticas, relevantes, competentes, autônomas e globais.

E quais são essas ações que os estudantes podem ter nessa fase? Eles podem, por exemplo, tomar atitudes impulsivas, escolher atividades de alto risco e expressar suas emoções de forma bastante intensa.

Durante a adolescência, isso ocorre porque o córtex pré-frontal ainda está sendo modelado. Essa é a área responsável pelas tomadas de decisão, autocontrole, pensamento crítico, atenção, planejamento, controle de emoções, avaliação das consequências dos impulsos e dos riscos, desenvolvimento da empatia e capacidade de resolução de problemas.

Por isso, os adolescentes manifestam comportamentos alternados, porque enquanto contam com o material já presente no sistema límbico, vão adquirindo também bagagem para agir de acordo com o conteúdo que vão acrescentado ao seu córtex pré-frontal, que está em pleno desenvolvimento.

Como ajudar o seu filho a construir um cérebro mais saudável?

Não adianta apenas entender como funciona o cérebro de um adolescente, é preciso ajudá-lo. A evolução cerebral também será afetada pelo ambiente onde ele está, por isso, é importante que a família e colégio saibam apresentar vivências saudáveis para que eles tenham um desenvolvimento positivo.

Oferecer atividades e ajudar no desenvolvimento de suas habilidades vão influenciar fortemente no que eles sentem, pensam e na forma como agem no momento presente e como vão se comportar no futuro. Essa é uma oportunidade de “programar” o cérebro de forma saudável.

Por esse motivo, é importante pensar nas experiências e atividades que serão úteis ao processo, como estudar idiomas, praticar esportes, investir no aprendizado musical e até mesmo jogar videogames.

Além disso, os exemplos de condutas de pais, professores e toda a equipe pedagógica também podem deixar heranças no desenvolvimento cerebral de um estudante.

Quem tem filhos adolescentes pode perceber que, às vezes, eles têm comportamentos maduros e admiráveis do ponto de vista adulto, e em outros momentos condutas bastante imaturas, impulsivas e até ilógicas. Por que acontece essa alternância de comportamento? Para saber a resposta é preciso entender como funciona o cérebro de um adolescente. Leia mais neste texto. Cérebro adolescente ainda está em desenvolvimento O cérebro de uma criança tem um desenvolvimento muito grande na primeira infância. Esse crescimento começa na gestação, é bastante rápido entre os 3 e 5 anos, e até os 6 anos, já tem cerca de 95% do tamanho do cérebro de um adulto. Até os 9 anos, todos os blocos de construção cerebral estão presentes. Porém, esse desenvolvimento e remodelação continuam no período da adolescência e a maturidade cerebral só vai ocorrer por volta dos 25 anos. Todas as mudanças vão depender das mudanças hormonais, experiências e idade. Na fase da adolescência, o que impera ainda são os conteúdos presentes no sistema límbico, que fica na parte de trás do cérebro, que é importante para a memória (hipocampo) e está próxima da amígdala, que ajuda a produzir as emoções, impulsos, comportamento instintivo e até agressividade. Associada a um típico quadro de baixa dosagem de serotonina e dopamina no organismo, que são neurotransmissores responsáveis por gerar a sensação de bem-estar, os jovens podem apresentar um verdadeiro carrossel de emoções. E quais são essas ações que os estudantes podem ter nessa fase? Eles podem, por exemplo, tomar atitudes impulsivas, escolher atividades de alto risco e expressar suas emoções de forma bastante intensa. Durante a adolescência, isso ocorre porque o córtex pré-frontal ainda está sendo modelado. Essa é a área responsável pelas tomadas de decisão, autocontrole, pensamento crítico, atenção, planejamento, controle de emoções, avaliação das consequências dos impulsos e dos riscos, desenvolvimento da empatia e capacidade de resolução de problemas. Por isso, os adolescentes manifestam comportamentos alternados, porque enquanto contam com o material já presente no sistema límbico, vão adquirindo também bagagem para agir de acordo com o conteúdo que vão acrescentado ao seu córtex pré-frontal, que está em pleno desenvolvimento. Como ajudar o seu filho a construir um cérebro mais saudável? Não adianta apenas entender como funciona o cérebro de um adolescente, é preciso ajudá-lo. A evolução cerebral também será afetada pelo ambiente onde ele está, por isso, é importante que a família e colégio saibam apresentar vivências saudáveis para que eles tenham um desenvolvimento positivo. Oferecer atividades e ajudar no desenvolvimento de suas habilidades vão influenciar fortemente no que eles sentem, pensam e na forma como agem no momento presente e como vão se comportar no futuro. Essa é uma oportunidade de "programar'' o cérebro de forma saudável. Por esse motivo, é importante pensar nas experiências e atividades que serão úteis ao processo, como estudar idiomas, praticar esportes, investir no aprendizado musical e até mesmo jogar videogames. Além disso, os exemplos de condutas de pais, professores e toda a equipe pedagógica também podem deixar heranças no desenvolvimento cerebral de um estudante. Busca por estímulos constantes Ajudar os adolescentes a desenvolver a organização é muito importante, porque, nesta fase, essa não é uma prioridade para eles. Na adolescência, eles buscam novidades e aventuras, porque os cérebros deles ainda buscam constantemente por estímulos e novidades. Essa explicação também ajuda a entender por que eles não desgrudam dos smartphones. Essas ferramentas tecnológicas oferecem uma grande estimulação cerebral, com as redes sociais, jogos e bate-papos. Mas, como o córtex pré-frontal ainda está em desenvolvimento, eles não sabem -- e nem querem saber-- a hora de parar de desgrudar os olhos das telas. São os adultos que vão dar essas medidas e acrescentar essas informações ao córtex pré-frontal dos adolescentes que, de acordo com o tempo, vão absorver esses ensinamentos sobre ser mais sensato e produtivo em cada atividade praticada. Além disso, outro ponto importante do desenvolvimento cerebral dos adolescentes é que essa é uma fase de cortar alguns laços, por isso, muitas vezes, os adolescentes se mostram mais distantes com os pais. No entanto, neste momento, pais e também educadores precisam ter muito cuidado e atenção, porque um adolescente que está distante, isolado e apresentando baixo rendimento escolar pode estar manifestando quadros depressivos. Por isso, a observação, carinho e diálogo é sempre a medida mais eficaz. Atividades que ajudam no desenvolvimento cerebral É preciso entender esse desenvolvimento do córtex pré-frontal e estimular conexões cerebrais positivas, por exemplo: No Colégio Fazer os estudantes entenderem as consequências e os cursos que uma determinada ação poderá tomar; Estimular os riscos calculados, que os auxiliem a ter mais autonomia e independência sem medo das tentativas; Promover as habilidades de pensamento; Encorajar o comportamento positivo; Ajudar os adolescentes na prática de habilidades socioemocionais, como encontrar formas de controlar as emoções e expressá-las de forma criativa, sem agressividade. Em casa É preciso estimular rotinas que os ajudem a ter estrutura e organização, como estipular horários para estudar, se alimentar, se divertir e dormir; Pais devem impor limites, mas também saber flexibilizar quando a situação permitir; Elogiar as conquistas dos filhos; Estimular que os filhos pratiquem atividades físicas, que podem, inclusive, produzir um aumento nos níveis de dopamina serotonina e até evitar quadros depressivos; Ser um exemplo positivo de conduta, que demonstre a importância da maturidade cerebral para os processos da vida. Método pedagógico do Colégio Planck O Colégio Planck estimula conexões cerebrais positivas em seus estudantes com uma metodologia baseada em projetos e no desenvolvimento das habilidades socioemocionais. No Colégio, toda equipe pedagógica entende que essas mudanças neurais são necessárias e muito importantes no desenvolvimento de cada estudante. Por isso, todos estão dispostos a ajudá-los a atravessar esse período de forma mais tranquila e saudável. No Planck, os estudantes são desenvolvidos para ser protagonistas e encontrar suas características especiais, que os fazem únicos e importantes para toda a sociedade. Para isso, além da grade curricular, proporciona experiências que ampliam a bagagem cognitiva, pessoal e cultural dos seus estudantes, com aulas eletivas e diversas atividades extracurriculares que os estimulem ao alto desempenho, mas também a se tornar pessoas diferenciadas no mundo em que vivem, que sejam éticas, relevantes, competentes, autônomas e globais.

Busca por estímulos constantes

Ajudar os adolescentes a desenvolver a organização é muito importante, porque, nesta fase, essa não é uma prioridade para eles. Na adolescência, eles buscam novidades e aventuras, porque os cérebros deles ainda buscam constantemente por estímulos e novidades.

Essa explicação também ajuda a entender por que eles não desgrudam dos smartphones. Essas ferramentas tecnológicas oferecem uma grande estimulação cerebral,  com as redes sociais,  jogos e bate-papos. Mas, como o córtex pré-frontal ainda está em desenvolvimento, eles não sabem — e nem querem saber– a hora de parar de desgrudar os olhos das telas.

São os adultos que vão dar essas medidas e acrescentar essas informações ao córtex pré-frontal dos adolescentes que, de acordo com o tempo, vão absorver esses ensinamentos sobre ser mais sensato e produtivo em cada atividade praticada.

Além disso, outro ponto importante do desenvolvimento cerebral dos adolescentes é que essa é uma fase de cortar alguns laços, por isso, muitas vezes, os adolescentes se mostram mais distantes com os pais. 

No entanto, neste momento, pais e também educadores precisam ter muito cuidado e atenção, porque um adolescente que está distante, isolado e apresentando baixo rendimento escolar pode estar manifestando quadros depressivos. Por isso, a observação, carinho e diálogo é sempre a medida mais eficaz.

Leia mais:

➡️ Como desenvolver a criatividade em crianças a adolescentes

Atividades que ajudam no desenvolvimento cerebral

É preciso entender esse desenvolvimento do córtex pré-frontal e estimular conexões cerebrais positivas, por exemplo:

No Colégio

  • Fazer os estudantes entenderem as consequências e os cursos que uma determinada ação poderá tomar;
  • Estimular os riscos calculados, que os auxiliem a ter mais autonomia e independência sem medo das tentativas;
  • Promover as habilidades de pensamento;
  • Encorajar o comportamento positivo;
  • Ajudar os adolescentes na prática de habilidades socioemocionais, como  encontrar formas de controlar as emoções e expressá-las de forma criativa, sem agressividade.

Quem tem filhos adolescentes pode perceber que, às vezes, eles têm comportamentos maduros e admiráveis do ponto de vista adulto, e em outros momentos condutas bastante imaturas, impulsivas e até ilógicas. Por que acontece essa alternância de comportamento? Para saber a resposta é preciso entender como funciona o cérebro de um adolescente. Leia mais neste texto. Cérebro adolescente ainda está em desenvolvimento O cérebro de uma criança tem um desenvolvimento muito grande na primeira infância. Esse crescimento começa na gestação, é bastante rápido entre os 3 e 5 anos, e até os 6 anos, já tem cerca de 95% do tamanho do cérebro de um adulto. Até os 9 anos, todos os blocos de construção cerebral estão presentes. Porém, esse desenvolvimento e remodelação continuam no período da adolescência e a maturidade cerebral só vai ocorrer por volta dos 25 anos. Todas as mudanças vão depender das mudanças hormonais, experiências e idade. Na fase da adolescência, o que impera ainda são os conteúdos presentes no sistema límbico, que fica na parte de trás do cérebro, que é importante para a memória (hipocampo) e está próxima da amígdala, que ajuda a produzir as emoções, impulsos, comportamento instintivo e até agressividade. Associada a um típico quadro de baixa dosagem de serotonina e dopamina no organismo, que são neurotransmissores responsáveis por gerar a sensação de bem-estar, os jovens podem apresentar um verdadeiro carrossel de emoções. E quais são essas ações que os estudantes podem ter nessa fase? Eles podem, por exemplo, tomar atitudes impulsivas, escolher atividades de alto risco e expressar suas emoções de forma bastante intensa. Durante a adolescência, isso ocorre porque o córtex pré-frontal ainda está sendo modelado. Essa é a área responsável pelas tomadas de decisão, autocontrole, pensamento crítico, atenção, planejamento, controle de emoções, avaliação das consequências dos impulsos e dos riscos, desenvolvimento da empatia e capacidade de resolução de problemas. Por isso, os adolescentes manifestam comportamentos alternados, porque enquanto contam com o material já presente no sistema límbico, vão adquirindo também bagagem para agir de acordo com o conteúdo que vão acrescentado ao seu córtex pré-frontal, que está em pleno desenvolvimento. Como ajudar o seu filho a construir um cérebro mais saudável? Não adianta apenas entender como funciona o cérebro de um adolescente, é preciso ajudá-lo. A evolução cerebral também será afetada pelo ambiente onde ele está, por isso, é importante que a família e colégio saibam apresentar vivências saudáveis para que eles tenham um desenvolvimento positivo. Oferecer atividades e ajudar no desenvolvimento de suas habilidades vão influenciar fortemente no que eles sentem, pensam e na forma como agem no momento presente e como vão se comportar no futuro. Essa é uma oportunidade de "programar'' o cérebro de forma saudável. Por esse motivo, é importante pensar nas experiências e atividades que serão úteis ao processo, como estudar idiomas, praticar esportes, investir no aprendizado musical e até mesmo jogar videogames. Além disso, os exemplos de condutas de pais, professores e toda a equipe pedagógica também podem deixar heranças no desenvolvimento cerebral de um estudante. Busca por estímulos constantes Ajudar os adolescentes a desenvolver a organização é muito importante, porque, nesta fase, essa não é uma prioridade para eles. Na adolescência, eles buscam novidades e aventuras, porque os cérebros deles ainda buscam constantemente por estímulos e novidades. Essa explicação também ajuda a entender por que eles não desgrudam dos smartphones. Essas ferramentas tecnológicas oferecem uma grande estimulação cerebral, com as redes sociais, jogos e bate-papos. Mas, como o córtex pré-frontal ainda está em desenvolvimento, eles não sabem -- e nem querem saber-- a hora de parar de desgrudar os olhos das telas. São os adultos que vão dar essas medidas e acrescentar essas informações ao córtex pré-frontal dos adolescentes que, de acordo com o tempo, vão absorver esses ensinamentos sobre ser mais sensato e produtivo em cada atividade praticada. Além disso, outro ponto importante do desenvolvimento cerebral dos adolescentes é que essa é uma fase de cortar alguns laços, por isso, muitas vezes, os adolescentes se mostram mais distantes com os pais. No entanto, neste momento, pais e também educadores precisam ter muito cuidado e atenção, porque um adolescente que está distante, isolado e apresentando baixo rendimento escolar pode estar manifestando quadros depressivos. Por isso, a observação, carinho e diálogo é sempre a medida mais eficaz. Atividades que ajudam no desenvolvimento cerebral É preciso entender esse desenvolvimento do córtex pré-frontal e estimular conexões cerebrais positivas, por exemplo: No Colégio Fazer os estudantes entenderem as consequências e os cursos que uma determinada ação poderá tomar; Estimular os riscos calculados, que os auxiliem a ter mais autonomia e independência sem medo das tentativas; Promover as habilidades de pensamento; Encorajar o comportamento positivo; Ajudar os adolescentes na prática de habilidades socioemocionais, como encontrar formas de controlar as emoções e expressá-las de forma criativa, sem agressividade. Em casa É preciso estimular rotinas que os ajudem a ter estrutura e organização, como estipular horários para estudar, se alimentar, se divertir e dormir; Pais devem impor limites, mas também saber flexibilizar quando a situação permitir; Elogiar as conquistas dos filhos; Estimular que os filhos pratiquem atividades físicas, que podem, inclusive, produzir um aumento nos níveis de dopamina serotonina e até evitar quadros depressivos; Ser um exemplo positivo de conduta, que demonstre a importância da maturidade cerebral para os processos da vida. Método pedagógico do Colégio Planck O Colégio Planck estimula conexões cerebrais positivas em seus estudantes com uma metodologia baseada em projetos e no desenvolvimento das habilidades socioemocionais. No Colégio, toda equipe pedagógica entende que essas mudanças neurais são necessárias e muito importantes no desenvolvimento de cada estudante. Por isso, todos estão dispostos a ajudá-los a atravessar esse período de forma mais tranquila e saudável. No Planck, os estudantes são desenvolvidos para ser protagonistas e encontrar suas características especiais, que os fazem únicos e importantes para toda a sociedade. Para isso, além da grade curricular, proporciona experiências que ampliam a bagagem cognitiva, pessoal e cultural dos seus estudantes, com aulas eletivas e diversas atividades extracurriculares que os estimulem ao alto desempenho, mas também a se tornar pessoas diferenciadas no mundo em que vivem, que sejam éticas, relevantes, competentes, autônomas e globais.

Em casa

  • É  preciso estimular rotinas que os ajudem a ter estrutura e organização, como estipular horários para estudar, se alimentar, se divertir e dormir;
  • Pais devem impor limites, mas também saber flexibilizar quando a situação permitir;
  • Elogiar as conquistas dos filhos;
  • Estimular que os filhos pratiquem atividades físicas, que podem, inclusive, produzir um aumento nos níveis de dopamina serotonina e até evitar quadros depressivos;
  • Ser um exemplo positivo de conduta, que demonstre a importância da maturidade cerebral para os processos da vida.

Quem tem filhos adolescentes pode perceber que, às vezes, eles têm comportamentos maduros e admiráveis do ponto de vista adulto, e em outros momentos condutas bastante imaturas, impulsivas e até ilógicas. Por que acontece essa alternância de comportamento? Para saber a resposta é preciso entender como funciona o cérebro de um adolescente. Leia mais neste texto. Cérebro adolescente ainda está em desenvolvimento O cérebro de uma criança tem um desenvolvimento muito grande na primeira infância. Esse crescimento começa na gestação, é bastante rápido entre os 3 e 5 anos, e até os 6 anos, já tem cerca de 95% do tamanho do cérebro de um adulto. Até os 9 anos, todos os blocos de construção cerebral estão presentes. Porém, esse desenvolvimento e remodelação continuam no período da adolescência e a maturidade cerebral só vai ocorrer por volta dos 25 anos. Todas as mudanças vão depender das mudanças hormonais, experiências e idade. Na fase da adolescência, o que impera ainda são os conteúdos presentes no sistema límbico, que fica na parte de trás do cérebro, que é importante para a memória (hipocampo) e está próxima da amígdala, que ajuda a produzir as emoções, impulsos, comportamento instintivo e até agressividade. Associada a um típico quadro de baixa dosagem de serotonina e dopamina no organismo, que são neurotransmissores responsáveis por gerar a sensação de bem-estar, os jovens podem apresentar um verdadeiro carrossel de emoções. E quais são essas ações que os estudantes podem ter nessa fase? Eles podem, por exemplo, tomar atitudes impulsivas, escolher atividades de alto risco e expressar suas emoções de forma bastante intensa. Durante a adolescência, isso ocorre porque o córtex pré-frontal ainda está sendo modelado. Essa é a área responsável pelas tomadas de decisão, autocontrole, pensamento crítico, atenção, planejamento, controle de emoções, avaliação das consequências dos impulsos e dos riscos, desenvolvimento da empatia e capacidade de resolução de problemas. Por isso, os adolescentes manifestam comportamentos alternados, porque enquanto contam com o material já presente no sistema límbico, vão adquirindo também bagagem para agir de acordo com o conteúdo que vão acrescentado ao seu córtex pré-frontal, que está em pleno desenvolvimento. Como ajudar o seu filho a construir um cérebro mais saudável? Não adianta apenas entender como funciona o cérebro de um adolescente, é preciso ajudá-lo. A evolução cerebral também será afetada pelo ambiente onde ele está, por isso, é importante que a família e colégio saibam apresentar vivências saudáveis para que eles tenham um desenvolvimento positivo. Oferecer atividades e ajudar no desenvolvimento de suas habilidades vão influenciar fortemente no que eles sentem, pensam e na forma como agem no momento presente e como vão se comportar no futuro. Essa é uma oportunidade de "programar'' o cérebro de forma saudável. Por esse motivo, é importante pensar nas experiências e atividades que serão úteis ao processo, como estudar idiomas, praticar esportes, investir no aprendizado musical e até mesmo jogar videogames. Além disso, os exemplos de condutas de pais, professores e toda a equipe pedagógica também podem deixar heranças no desenvolvimento cerebral de um estudante. Busca por estímulos constantes Ajudar os adolescentes a desenvolver a organização é muito importante, porque, nesta fase, essa não é uma prioridade para eles. Na adolescência, eles buscam novidades e aventuras, porque os cérebros deles ainda buscam constantemente por estímulos e novidades. Essa explicação também ajuda a entender por que eles não desgrudam dos smartphones. Essas ferramentas tecnológicas oferecem uma grande estimulação cerebral, com as redes sociais, jogos e bate-papos. Mas, como o córtex pré-frontal ainda está em desenvolvimento, eles não sabem -- e nem querem saber-- a hora de parar de desgrudar os olhos das telas. São os adultos que vão dar essas medidas e acrescentar essas informações ao córtex pré-frontal dos adolescentes que, de acordo com o tempo, vão absorver esses ensinamentos sobre ser mais sensato e produtivo em cada atividade praticada. Além disso, outro ponto importante do desenvolvimento cerebral dos adolescentes é que essa é uma fase de cortar alguns laços, por isso, muitas vezes, os adolescentes se mostram mais distantes com os pais. No entanto, neste momento, pais e também educadores precisam ter muito cuidado e atenção, porque um adolescente que está distante, isolado e apresentando baixo rendimento escolar pode estar manifestando quadros depressivos. Por isso, a observação, carinho e diálogo é sempre a medida mais eficaz. Atividades que ajudam no desenvolvimento cerebral É preciso entender esse desenvolvimento do córtex pré-frontal e estimular conexões cerebrais positivas, por exemplo: No Colégio Fazer os estudantes entenderem as consequências e os cursos que uma determinada ação poderá tomar; Estimular os riscos calculados, que os auxiliem a ter mais autonomia e independência sem medo das tentativas; Promover as habilidades de pensamento; Encorajar o comportamento positivo; Ajudar os adolescentes na prática de habilidades socioemocionais, como encontrar formas de controlar as emoções e expressá-las de forma criativa, sem agressividade. Em casa É preciso estimular rotinas que os ajudem a ter estrutura e organização, como estipular horários para estudar, se alimentar, se divertir e dormir; Pais devem impor limites, mas também saber flexibilizar quando a situação permitir; Elogiar as conquistas dos filhos; Estimular que os filhos pratiquem atividades físicas, que podem, inclusive, produzir um aumento nos níveis de dopamina serotonina e até evitar quadros depressivos; Ser um exemplo positivo de conduta, que demonstre a importância da maturidade cerebral para os processos da vida. Método pedagógico do Colégio Planck O Colégio Planck estimula conexões cerebrais positivas em seus estudantes com uma metodologia baseada em projetos e no desenvolvimento das habilidades socioemocionais. No Colégio, toda equipe pedagógica entende que essas mudanças neurais são necessárias e muito importantes no desenvolvimento de cada estudante. Por isso, todos estão dispostos a ajudá-los a atravessar esse período de forma mais tranquila e saudável. No Planck, os estudantes são desenvolvidos para ser protagonistas e encontrar suas características especiais, que os fazem únicos e importantes para toda a sociedade. Para isso, além da grade curricular, proporciona experiências que ampliam a bagagem cognitiva, pessoal e cultural dos seus estudantes, com aulas eletivas e diversas atividades extracurriculares que os estimulem ao alto desempenho, mas também a se tornar pessoas diferenciadas no mundo em que vivem, que sejam éticas, relevantes, competentes, autônomas e globais.

Método pedagógico do Colégio Planck

Mais do que entender como funciona o cérebro de um adolescente, o Colégio Planck estimula conexões cerebrais positivas em seus estudantes com uma metodologia baseada em projetos e no desenvolvimento das habilidades socioemocionais.

No Colégio, toda equipe pedagógica entende que essas mudanças neurais são necessárias e muito importantes no desenvolvimento de cada estudante. Por isso, todos estão dispostos a ajudá-los a atravessar esse período de forma mais tranquila e saudável.

No Planck, os estudantes são desenvolvidos para ser protagonistas e encontrar suas características especiais, que os fazem únicos e importantes para toda a sociedade. 

Para isso, além da grade curricular, proporciona experiências que ampliam a bagagem cognitiva, pessoal e cultural dos seus estudantes, com aulas eletivas e diversas atividades extracurriculares que os estimulem ao alto desempenho, mas também a se tornar pessoas diferenciadas no mundo em que vivem, que sejam éticas, relevantes, competentes, autônomas e globais.

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