O jeito Planck de ser Feliz

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Ao longo dos tempos, a forma que dirigiu a mente das pessoas revela que deve-se primeiro conquistar algo e ter sucesso, para só depois atingir a dita felicidade. Essa é uma lógica contestada por Shawn Achor no seu livro ‘O Jeito Harvard de Ser Feliz”, que aponta que o segredo é agir de forma contrária. A metodologia de Harvard tem total consonância com o jeito Planck de ser feliz. Neste post, vamos entender o por quê. Qual é o jeito Harvard de ser feliz? O tema felicidade acompanha a Universidade de Harvard há tempos. Foi a primeira instituição de ensino superior que ofereceu uma disciplina para “ensinar” os estudantes a serem felizes em 2006. Essa foi a “Psicologia Positiva”, do professor israelense Tal Ben-Shahar, que fez tanto sucesso, que inspirou diversas universidades do mundo a oferecem disciplinas ao estilo, entre elas, a Universidade de Yale, e até por aqui no Brasil, na Universidade de Brasília, que foi a pioneira a oferecer o curso “Felicidade”, em 2018. Felicidade também é o tema do livro “O Jeito Harvard de Ser Feliz”, que coloca por terra a lógica que as habilidades, inteligência e o sucesso é que conduzem à felicidade. Na verdade, o autor aponta que é a felicidade e o otimismo, associado com a forma de lidar com o estresse, é que vão levar ao sucesso. Todo esse novo conceito do livro foi revelado a partir de estudos com 1.600 estudantes de Harvard e dezenas de empresas da Fortune 500 em diversos países. De acordo com o autor, cérebros positivos têm vantagens biológicas sobre os negativos ou neutros, porque as emoções positivas irrigam o cérebro de dopamina e serotonina, que são substâncias que levam ao bem-estar. Essas substâncias ajudam que as pessoas fiquem mais motivadas, resilientes, eficientes, produtivas e criativas. Com tudo isso, como não dizer, que também levam à felicidade? O livro revela que os estudantes que consideravam chegar à Harvard um grande privilégio, sem ficarem focados no estresse ou pressão pela alta carga de estudos, brilharam muito mais em suas carreiras. No livro, revela-se que de acordo com uma experiência chamada de Efeito Tetris, o processo cerebral pode ser moldado com adoção de novos hábitos e práticas que tornarão a pessoa mais positiva. Jogo Tetris No experimento apontado no livro, várias pessoas estimuladas a jogar Tetris por muitas horas, passaram a enxergar o mundo como um grande jogo de peças, no qual tudo estava encaixado em blocos, ou seja, mudaram os padrões cerebrais. Padrões que levam ao sucesso De acordo com o livro, há sete padrões funcionais e comprovados de sucesso e realização, que aparecem em pessoas que são felizes e positivas: Benefício da felicidade: cérebro positivo tem vantagem biológica sobre cérebro negativo ou neutro, porque quando as pessoas são felizes são mais motivadas e exercitam a própria inteligência, com isso o sucesso vem junto; Atitude mental dá poder de alavancar o sucesso: o desempenho pode ser melhorado quando a pessoa muda a atitude e adota uma forma de enxergar tudo acima das próprias circunstâncias; Cérebro pode ser moldado (efeito Tetris): se a pessoa se focar por muito tempo em algo, poderá reconfigurar o cérebro. Se alguém concentra-se em estresse e negatividade só verá o fracasso, mas se tiver disciplina para moldar o cérebro com os padrões positivos poderá identificar as possibilidades e as chaves do sucesso; Encontrar oportunidade nas adversidades: diante de um problema ou de uma crise, o cérebro pode mapear caminhos para sobreviver, quem tem resiliência pode ser melhor sucedido em outras tentativas; Expandir as metas gradativamente: diante de um problema, o cérebro pode focar nas emoções negativas, mas se forem traçadas metas menores e factíveis, mesmo diante de uma derrota, elas poderão ser ampliadas com o tempo; Regra dos 20 segundos: tomar ações em até 20 segundos para tornar mais fácil um novo hábito positivo, ou seja, para moldar o cérebro aos padrões positivos, tente facilitar o começo das novas práticas com pequenas atitudes, como, por exemplo, deixar a roupa do novo treino ao lado da cama. Faça investimento social: pessoas bem-sucedidas investem no contato com amigos ou familiares bem sucedidos como forma de inspiração. A dica é não se isolar. Algumas atitudes para ajudar a ser mais positivo e feliz No livro, o autor aponta algumas atitudes que ajudam as pessoas a serem mais felizes e positivas: Ao se levantar pela manhã, lembre-se de ser grato por pelo menos 3 coisas; Meditar; Aprimore talentos e habilidades, ou seja, se foque nos seus pontos fortes; Adotar gestos de bondade; Injetar positividade no ambiente; Encontrar algo para aguardar com expectativa; Exercitar-se fisicamente, porque melhora o humor e o desempenho; Gastar mais dinheiro em algo que trará emoções positivas junto à sua rede de apoio social e menos em objetos que trarão alegrias passageiras. Planck desenvolve habilidades socioemocionais Essa nova fórmula proposta no livro aponta que o desenvolvimento das habilidades socioemocionais tem papel determinante para ter felicidade e alcançar o sucesso. Esse é um dos pilares pedagógicos do Colégio Planck. Na matriz socioemocional do Colégio, os estudantes são estimulados a desenvolver tolerância ao estresse e à frustração, autonomia, curiosidade, pensamento criativo e científico, entusiasmo, assertividade, confiança e autoconfiança, organização, foco, interesse artístico, determinação e persistência, iniciativa social, tomada de decisão responsável, empatia e respeito. No desenvolvimento dessas habilidades socioemocionais estão os vários padrões determinados pelo livro “O Jeito Harvard de Ser Feliz” como oportunidades de atingir o sucesso por meio de atitudes positivas. Essas habilidades vão conceder mais aptidão para que os estudantes lidem com desafios, saibam dialogar, entender a emoção das outras pessoas e gerenciar os próprios sentimentos e metas da vida. Portanto, também estão muito ligadas ao desenvolvimento da inteligência emocional, que tem sido um dos requisitos mais buscados no mercado de trabalho na atualidade. Olha individualizado e atenção Para manifestar esse cuidado com o desenvolvimento emocional de cada estudante, todo o time do Colégio Planck pratica o olhar individualizado a todos eles, para que saibam que são únicos e, portanto, ilimitados em suas potencialidades que já começam a ser desenvolvidas por um método pedagógico baseado em projetos. Esse tipo de aprendizagem incentiva que os estudantes desenvolvam projetos ligados ao mundo real ou tenham a finalidade de resolver problemas. Nesta abordagem, surge também o princípio da colaboração, que é outra competência socioemocional que tem sido de grande importância em diversos processos da vida. Segundo André Guadalupe, professor e diretor do Colégio Planck, para que o aprendizado seja significativo, o aluno tem que estar feliz, se sentir bem e buscar se sentir bem no ambiente escolar. Os professores, a Orientação Educacional, a Coordenação Pedagógica, os amigos e colegas, o ambiente, a estrutura física, e, em especial, o projeto pedagógico e a Cultura do Colégio são fundamentais para que o aluno seja feliz e consequentemente tenha mais aprendizado e se torne uma versão melhor de si mesmo. “Aqui no Planck, trabalhamos diariamente para que todas as experiências sejam positivas, que todos os desafios sejam superados e que a jornada seja proveitosa. Não é uma missão simples, mas é nosso propósito, e é isso que nos move. Somos apaixonados por educação, alto desempenho e acima de tudo por pessoas!”, finaliza. 

Ao longo dos tempos, a forma que dirigiu a mente das pessoas revela que deve-se primeiro conquistar algo e ter sucesso, para só depois atingir a dita felicidade.

Essa é uma lógica contestada por Shawn Achor no seu livro ‘O Jeito Harvard de Ser Feliz”, que aponta que o segredo é agir de forma contrária.

A metodologia de Harvard tem total consonância com o jeito Planck de ser feliz. Neste post, vamos entender o por quê.

Qual é o jeito Harvard de ser feliz?

O tema felicidade acompanha a Universidade de Harvard há tempos. Foi a primeira instituição de ensino superior que ofereceu uma disciplina para “ensinar” os estudantes a serem felizes em 2006. 

Essa foi a “Psicologia Positiva”, do professor israelense Tal Ben-Shahar, que fez tanto sucesso, que inspirou diversas universidades do mundo a oferecem disciplinas ao estilo, entre elas, a Universidade de Yale, e até por aqui no Brasil, na Universidade de Brasília, que foi a pioneira a oferecer o curso “Felicidade”, em 2018.

Felicidade também é o tema do livro “O Jeito Harvard de Ser Feliz”, que coloca por terra a lógica que as habilidades, inteligência e o sucesso é que conduzem à felicidade. Na verdade, o autor aponta que é a felicidade e o otimismo, associado com a forma de lidar com o estresse, é que vão levar ao sucesso.

Todo esse novo conceito do livro foi revelado a partir de estudos com 1.600 estudantes de Harvard e dezenas de empresas da Fortune 500 em diversos países.

ebook a evolução dos processos avaliativos

De acordo com o autor, cérebros positivos têm vantagens biológicas sobre os negativos ou neutros, porque as emoções positivas irrigam o cérebro de dopamina e serotonina, que são substâncias que levam ao bem-estar.

Essas substâncias ajudam que as pessoas fiquem mais motivadas, resilientes, eficientes, produtivas e criativas. Com tudo isso, como não dizer, que também levam à felicidade?

O livro revela que os estudantes que consideravam chegar à Harvard um grande privilégio, sem ficarem focados no estresse ou pressão pela alta carga de estudos, brilharam muito mais em suas carreiras.

No livro, revela-se que de acordo com uma experiência chamada de Efeito Tetris, o processo cerebral pode ser moldado com adoção de novos hábitos e práticas que tornarão a pessoa mais positiva.

Jogo Tetris

No experimento apontado no livro, várias pessoas estimuladas a jogar Tetris por muitas horas, passaram a enxergar o mundo como um grande jogo de peças, no qual tudo estava encaixado em blocos, ou seja, mudaram os padrões cerebrais. 

Ao longo dos tempos, a forma que dirigiu a mente das pessoas revela que deve-se primeiro conquistar algo e ter sucesso, para só depois atingir a dita felicidade. Essa é uma lógica contestada por Shawn Achor no seu livro ‘O Jeito Harvard de Ser Feliz”, que aponta que o segredo é agir de forma contrária. A metodologia de Harvard tem total consonância com o jeito Planck de ser feliz. Neste post, vamos entender o por quê. Qual é o jeito Harvard de ser feliz? O tema felicidade acompanha a Universidade de Harvard há tempos. Foi a primeira instituição de ensino superior que ofereceu uma disciplina para “ensinar” os estudantes a serem felizes em 2006. Essa foi a “Psicologia Positiva”, do professor israelense Tal Ben-Shahar, que fez tanto sucesso, que inspirou diversas universidades do mundo a oferecem disciplinas ao estilo, entre elas, a Universidade de Yale, e até por aqui no Brasil, na Universidade de Brasília, que foi a pioneira a oferecer o curso “Felicidade”, em 2018. Felicidade também é o tema do livro “O Jeito Harvard de Ser Feliz”, que coloca por terra a lógica que as habilidades, inteligência e o sucesso é que conduzem à felicidade. Na verdade, o autor aponta que é a felicidade e o otimismo, associado com a forma de lidar com o estresse, é que vão levar ao sucesso. Todo esse novo conceito do livro foi revelado a partir de estudos com 1.600 estudantes de Harvard e dezenas de empresas da Fortune 500 em diversos países. De acordo com o autor, cérebros positivos têm vantagens biológicas sobre os negativos ou neutros, porque as emoções positivas irrigam o cérebro de dopamina e serotonina, que são substâncias que levam ao bem-estar. Essas substâncias ajudam que as pessoas fiquem mais motivadas, resilientes, eficientes, produtivas e criativas. Com tudo isso, como não dizer, que também levam à felicidade? O livro revela que os estudantes que consideravam chegar à Harvard um grande privilégio, sem ficarem focados no estresse ou pressão pela alta carga de estudos, brilharam muito mais em suas carreiras. No livro, revela-se que de acordo com uma experiência chamada de Efeito Tetris, o processo cerebral pode ser moldado com adoção de novos hábitos e práticas que tornarão a pessoa mais positiva. Jogo Tetris No experimento apontado no livro, várias pessoas estimuladas a jogar Tetris por muitas horas, passaram a enxergar o mundo como um grande jogo de peças, no qual tudo estava encaixado em blocos, ou seja, mudaram os padrões cerebrais. Padrões que levam ao sucesso De acordo com o livro, há sete padrões funcionais e comprovados de sucesso e realização, que aparecem em pessoas que são felizes e positivas: Benefício da felicidade: cérebro positivo tem vantagem biológica sobre cérebro negativo ou neutro, porque quando as pessoas são felizes são mais motivadas e exercitam a própria inteligência, com isso o sucesso vem junto; Atitude mental dá poder de alavancar o sucesso: o desempenho pode ser melhorado quando a pessoa muda a atitude e adota uma forma de enxergar tudo acima das próprias circunstâncias; Cérebro pode ser moldado (efeito Tetris): se a pessoa se focar por muito tempo em algo, poderá reconfigurar o cérebro. Se alguém concentra-se em estresse e negatividade só verá o fracasso, mas se tiver disciplina para moldar o cérebro com os padrões positivos poderá identificar as possibilidades e as chaves do sucesso; Encontrar oportunidade nas adversidades: diante de um problema ou de uma crise, o cérebro pode mapear caminhos para sobreviver, quem tem resiliência pode ser melhor sucedido em outras tentativas; Expandir as metas gradativamente: diante de um problema, o cérebro pode focar nas emoções negativas, mas se forem traçadas metas menores e factíveis, mesmo diante de uma derrota, elas poderão ser ampliadas com o tempo; Regra dos 20 segundos: tomar ações em até 20 segundos para tornar mais fácil um novo hábito positivo, ou seja, para moldar o cérebro aos padrões positivos, tente facilitar o começo das novas práticas com pequenas atitudes, como, por exemplo, deixar a roupa do novo treino ao lado da cama. Faça investimento social: pessoas bem-sucedidas investem no contato com amigos ou familiares bem sucedidos como forma de inspiração. A dica é não se isolar. Algumas atitudes para ajudar a ser mais positivo e feliz No livro, o autor aponta algumas atitudes que ajudam as pessoas a serem mais felizes e positivas: Ao se levantar pela manhã, lembre-se de ser grato por pelo menos 3 coisas; Meditar; Aprimore talentos e habilidades, ou seja, se foque nos seus pontos fortes; Adotar gestos de bondade; Injetar positividade no ambiente; Encontrar algo para aguardar com expectativa; Exercitar-se fisicamente, porque melhora o humor e o desempenho; Gastar mais dinheiro em algo que trará emoções positivas junto à sua rede de apoio social e menos em objetos que trarão alegrias passageiras. Planck desenvolve habilidades socioemocionais Essa nova fórmula proposta no livro aponta que o desenvolvimento das habilidades socioemocionais tem papel determinante para ter felicidade e alcançar o sucesso. Esse é um dos pilares pedagógicos do Colégio Planck. Na matriz socioemocional do Colégio, os estudantes são estimulados a desenvolver tolerância ao estresse e à frustração, autonomia, curiosidade, pensamento criativo e científico, entusiasmo, assertividade, confiança e autoconfiança, organização, foco, interesse artístico, determinação e persistência, iniciativa social, tomada de decisão responsável, empatia e respeito. No desenvolvimento dessas habilidades socioemocionais estão os vários padrões determinados pelo livro “O Jeito Harvard de Ser Feliz” como oportunidades de atingir o sucesso por meio de atitudes positivas. Essas habilidades vão conceder mais aptidão para que os estudantes lidem com desafios, saibam dialogar, entender a emoção das outras pessoas e gerenciar os próprios sentimentos e metas da vida. Portanto, também estão muito ligadas ao desenvolvimento da inteligência emocional, que tem sido um dos requisitos mais buscados no mercado de trabalho na atualidade. Olha individualizado e atenção Para manifestar esse cuidado com o desenvolvimento emocional de cada estudante, todo o time do Colégio Planck pratica o olhar individualizado a todos eles, para que saibam que são únicos e, portanto, ilimitados em suas potencialidades que já começam a ser desenvolvidas por um método pedagógico baseado em projetos. Esse tipo de aprendizagem incentiva que os estudantes desenvolvam projetos ligados ao mundo real ou tenham a finalidade de resolver problemas. Nesta abordagem, surge também o princípio da colaboração, que é outra competência socioemocional que tem sido de grande importância em diversos processos da vida. Segundo André Guadalupe, professor e diretor do Colégio Planck, para que o aprendizado seja significativo, o aluno tem que estar feliz, se sentir bem e buscar se sentir bem no ambiente escolar. Os professores, a Orientação Educacional, a Coordenação Pedagógica, os amigos e colegas, o ambiente, a estrutura física, e, em especial, o projeto pedagógico e a Cultura do Colégio são fundamentais para que o aluno seja feliz e consequentemente tenha mais aprendizado e se torne uma versão melhor de si mesmo. “Aqui no Planck, trabalhamos diariamente para que todas as experiências sejam positivas, que todos os desafios sejam superados e que a jornada seja proveitosa. Não é uma missão simples, mas é nosso propósito, e é isso que nos move. Somos apaixonados por educação, alto desempenho e acima de tudo por pessoas!”, finaliza.

Padrões que levam ao sucesso

De acordo com o livro, há sete padrões funcionais e comprovados de sucesso e realização, que aparecem em pessoas que são felizes e positivas:

  1. Benefício da felicidade: cérebro positivo tem vantagem biológica sobre cérebro negativo ou neutro, porque quando as pessoas são felizes são mais motivadas e exercitam a própria inteligência, com isso o sucesso vem junto;
  2. Atitude mental dá poder de alavancar o sucesso: o desempenho pode ser melhorado quando a pessoa muda a atitude e adota uma forma de enxergar tudo acima das próprias circunstâncias;
  3. Cérebro pode ser moldado (efeito Tetris): se a pessoa se focar por muito tempo em algo, poderá reconfigurar o cérebro. Se alguém concentra-se em estresse e negatividade só verá o fracasso, mas se tiver disciplina para moldar o cérebro com os padrões positivos poderá identificar as possibilidades e as chaves do sucesso;
  4. Encontrar oportunidade nas adversidades: diante de um problema ou de uma crise, o cérebro pode mapear caminhos para sobreviver, quem tem resiliência pode ser melhor sucedido em outras tentativas;
  5. Expandir as metas gradativamente: diante de um problema, o cérebro pode focar nas emoções negativas, mas se forem traçadas metas menores e factíveis, mesmo diante de uma derrota, elas poderão ser ampliadas com o tempo;
  6. Regra dos 20 segundos: tomar ações em até 20 segundos para tornar mais fácil um novo hábito positivo, ou seja,  para moldar o cérebro aos padrões positivos, tente facilitar o começo das novas práticas com pequenas atitudes, como, por exemplo, deixar a roupa do novo treino ao lado da cama.
  7. Faça investimento social: pessoas bem-sucedidas investem no contato com amigos ou familiares bem sucedidos como forma de inspiração. A dica é não se isolar

O jeito Planck de ser Feliz

Algumas atitudes para ajudar a ser mais positivo e feliz

No livro, o autor aponta algumas atitudes que ajudam as pessoas a serem mais felizes e positivas:

  • Ao se levantar pela manhã, se lembrar de agradecer por pelo menos 3 coisas;
  • Meditar;
  • Aprimorar talentos e habilidades, ou seja, focar  nos próprios pontos fortes;
  • Adotar gestos de bondade;
  • Injetar positividade no ambiente;
  • Encontrar algo para aguardar com expectativa;
  • Exercitar-se fisicamente, porque melhora o humor e o desempenho;
  • Gastar mais dinheiro em algo que trará emoções positivas junto à sua rede de apoio social e menos em objetos que trarão alegrias passageiras.

Leia mais:

➡️ Inteligência Emocional nas escolas? Sim, por favor!

Planck desenvolve habilidades socioemocionais

Essa nova fórmula proposta no livro aponta que o desenvolvimento das habilidades socioemocionais tem papel determinante para ter felicidade e alcançar o sucesso. Esse é um dos pilares pedagógicos do Colégio Planck.

Na matriz socioemocional do Colégio, os estudantes são estimulados a desenvolver tolerância ao estresse e à frustração, autonomia, curiosidade, pensamento criativo e científico, entusiasmo, assertividade, confiança e autoconfiança, organização, foco, interesse artístico, determinação e persistência, iniciativa social, tomada de decisão responsável, empatia e respeito.

No desenvolvimento dessas habilidades socioemocionais estão os vários padrões determinados pelo livro “O Jeito Harvard de Ser Feliz” como oportunidades de atingir o sucesso por meio de atitudes positivas.

Essas habilidades vão conceder mais aptidão para que os estudantes lidem com desafios, saibam dialogar, entender a emoção das outras pessoas e gerenciar os próprios sentimentos e metas da vida. Portanto, também estão muito ligadas ao desenvolvimento da inteligência emocional, que tem sido um dos requisitos mais buscados no mercado de trabalho na atualidade.

Olhar individualizado e atenção

Para manifestar esse cuidado com o desenvolvimento emocional de cada estudante, todo o time do Colégio Planck pratica o olhar individualizado a todos eles, para que saibam que são únicos e, portanto, ilimitados em suas potencialidades que já começam a ser desenvolvidas por um método pedagógico baseado em projetos.

Esse tipo de aprendizagem incentiva que os estudantes desenvolvam projetos ligados ao mundo real ou tenham a finalidade de resolver problemas.

Nesta abordagem, surge também o princípio da colaboração, que é outra competência socioemocional que tem sido de grande importância em diversos processos da vida.

Segundo André Guadalupe, professor e diretor do Colégio Planck, para que o aprendizado seja significativo, o aluno tem que estar feliz, se sentir bem e buscar se sentir bem no ambiente escolar. 

Os professores, a Orientação Educacional, a Coordenação Pedagógica, os amigos e colegas, o ambiente, a estrutura física, e, em especial, o projeto pedagógico e a Cultura do Colégio são fundamentais para que o aluno seja feliz e consequentemente tenha mais aprendizado e se torne uma versão melhor de si mesmo. 

“Aqui no Planck, trabalhamos diariamente para que todas as experiências sejam positivas, que todos os desafios sejam superados e que a jornada seja proveitosa. Não é uma missão simples, mas é nosso propósito, e é isso que nos move. Somos apaixonados por educação, alto desempenho e acima de tudo por pessoas!”, finaliza.

O jeito Planck de ser Feliz

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