Inteligência emocional nas escolas? Sim, por favor!

Conteúdo

A inteligência emocional está listada como umas das habilidades mais valorizadas do momento em diversos setores da vida. Segundo um levantamento denominado Habilidades 360º, pela Pagegroup, uma empresa de consultoria em recrutamento executivo especializado, essa habilidade é a primeira mais buscada de uma lista onde constam também trabalho em equipe e comunicação assertiva. Vamos ver como é importante desenvolver essa habilidade para o desempenho escolar e para a vida. Do que se trata a inteligência emocional? Esse conceito de inteligência emocional ganhou popularidade nos anos de 1990, quando o jornalista Daniel Goleman lançou o livro “Inteligência emocional: por que pode ser mais importante do que o QI”. Ele define que a Inteligência Emocional é o resultado entre o equilíbrio da razão e da emoção. Ainda há um debate de especialistas sobre os resultados que uma pessoa pode ter no desempenho acadêmico ou profissional independentemente do QI, mas fica evidente que ter um domínio emocional de si mesmo é de grande utilidade, especialmente, nos momentos desafiadores. De acordo com os estudos de Goleman, a inteligência emocional abrange cinco áreas principais: empatia, automotivação, autoconhecimento, controle emocional e habilidades de relacionamento. Quando essa habilidade é trazida para o mercado de trabalho, de acordo com o levantamento da Group, se revela a mais difícil de ser encontrada entre os profissionais, por isso, tão valorizada. No entanto, estudiosos de tendências futuras apontam que será essencial desenvolver pessoas com essa habilidade pois será de grande valor depois da crise sanitária. Pelo estudo do Page, divulgado no fim de 2020, no Brasil, o que mais se busca nos profissionais na atualidade é: Inteligência emocional (42,9%); Saber trabalhar em equipe (38,4%); Ter comunicação assertiva (31,1%). O levantamento do PageGroup reforça também os resultados do The Future of Jobs Report, divulgado no Fórum Econômico Mundial no ano passado, que listou a inteligência emocional entre as 10 soft skills mais importantes para as carreiras até 2022. O que são as emoções? Uma emoção é uma reação a um estímulo ambiental e cognitivo que produz alterações neurológicas significativas e experiências subjetivas e pode ser tratada também como um programa cerebral que envia ordens ao organismo. Já foi comprovado cientificamente que os circuitos cerebrais dos seres humanos continuam os mesmos desde o passado remoto, quando tinham que enfrentar emoções ligadas aos perigos relacionados à sobrevivência. Hoje os desafios das pessoas são diversos, como medo de ser contaminado pelo vírus da Covid-19, de ficar sem emprego, estresse no trânsito e no trabalho, frustrações em relacionamentos, ansiedade pelos resultados acadêmicos e no campo profissional, além de diversas outras emoções ligadas à vida moderna. No entanto, as emoções acionadas pelos processos da atualidade vão ligar os mesmos mecanismos cerebrais de alerta de perigos gerados nos homens das cavernas. Em todos os segmentos da vida, as emoções estão envolvidas, seja em casa, na sala de aula ou no trabalho. Ter inteligência emocional significa entender como as emoções se processam dentro de si e no relacionamento com os outros. Serve especialmente para lidar com questões sobre as quais não se tem o mínimo controle e podem surgir repentinamente. Qual o papel da inteligência emocional na vida do estudante? Nem sempre trabalhar com as emoções humanas foi uma tônica da grade escolar curricular, outros aspectos determinavam o que seria importante para o desempenho acadêmico e futuro dos estudantes. Porém, a partir da BNCC, o desenvolvimento dessas habilidades socioemocionais também passaram a ser contempladas ao longo dos anos de estudo. Para Goleman, a parte do cérebro que abriga a inteligência emocional está entre as últimas que amadurecem, mas essa região cerebral pode ser desenvolvida com repetição de experiências. Trabalhar a inteligência emocional na escola é uma maneira de exercitar o controle dos aspectos emocionais envolvidos em todas as situações. As instituições escolares podem investir em práticas regulares que vão estimular as cinco áreas principais da inteligência emocional apontadas por Goleman. Quando os estudantes começam a compreender o próprio perfil emocional irão conseguir gerenciar melhor suas emoções e também compreender as das outras pessoas que estão envolvidas em seus relacionamentos. Fica muito claro que identificar e lidar com as próprias emoções e compreender as dos outros desde a infância vai ajudar nos processos mais complexos do futuro e auxiliar as pessoas a viverem melhor. Como desenvolver a inteligência emocional na escola? No Colégio Planck, o desenvolvimento de habilidades socioemocionais faz parte dos pilares do projeto pedagógico e contribui com o desenvolvimento da inteligência emocional. Dentro deste aspecto, são trabalhados nos estudantes a autogestão, a resiliência emocional, a amabilidade e engajamento e a abertura ao novo. Mas como o Colégio pode trabalhar o desenvolvimento da inteligência emocional em todos os processos pedagógicos dos estudantes? Conheça alguns procedimentos: Olhar individualizado Um dos primeiros pontos destacados no projeto do Colégio Planck é o olhar atento e individualizado para os estudantes. Dessa forma, professores e coordenadores estão firmemente empenhados em observar as emoções desses estudantes para trabalhá-las em situações específicas. Escuta ativa Ouvir atentamente os estudantes em suas colocações é fundamental para criar uma comunicação bidirecional genuína. Se torna mais fácil entender as emoções que eles manifestam por meio de suas falas e gestos, e também demonstrar a compreensão do ponto de vista desse estudante para dar o feedback necessário. Empatia Quando a instituição escolar se coloca em um processo honesto de ter empatia, também ajuda que seus estudantes desenvolvam essa habilidade socioemocional tão amplamente ligada à inteligência emocional. Ser empático significa refletir sobre a ótica da outra pessoa e isso vai ajudá-la a se sentir compreendida. Quando os estudantes observam a empatia desde a fase da infância na escola, inclusive entre professores, equipe pedagógica e seus amigos, também vão desenvolver a empatia em sua vida. Desenvolver o autoconhecimento O autoconhecimento é amplamente estimulado nos processos pedagógicos do Planck. Quando o estudante não sabe nada sobre suas emoções, seus impulsos e fraquezas, corre o risco de não ver como pode ser semelhante aos outros, ter uma autoimagem distorcida e prejudicar suas interações sociais. Ter consciência sobre si mesmo ajuda os estudantes a melhorarem aspectos que ainda não estão bem resolvidos e a trabalhar melhor com os seus pontos positivos. Entre as perguntas que eles devem ser estimulados a fazer a si mesmos está: “O que eu poderia fazer diferente?” Gerenciamento das emoções Ajudar os estudantes a gerenciar suas emoções é uma das formas mais efetivas de prepará-los para a vida. Desde a primeira infância esse processo é essencial, porém, quando os estudantes chegam na adolescência, sofrendo diversas transformações em seu corpo devido a uma avalanche hormonal, é ainda mais importante que aprendam a lidar com seus impulsos e emoções. Conclusão Se a experiência da vida é emocional, o melhor a ser feito é aprender a trabalhar com essas emoções desde muito cedo para superar os desafios que serão lançados a cada fase da vida. Dessa forma, o equilíbrio com a razão fica mais fácil. O Colégio tem um importante papel no desenvolvimento dessa inteligência emocional, que fará total diferença nos papéis que o estudante deverá exercer em seu futuro.

A inteligência emocional está listada como umas das habilidades mais valorizadas do momento em diversos setores da vida.

Segundo um levantamento denominado Habilidades 360º, pela Pagegroup, uma empresa de consultoria em recrutamento executivo especializado, essa habilidade é a primeira mais buscada de uma lista onde constam também trabalho em equipe e comunicação assertiva.

Vamos ver como é importante desenvolver essa habilidade para o desempenho escolar e para a vida.

Do que se trata a inteligência emocional? 

Esse conceito de inteligência emocional ganhou popularidade nos anos de 1990, quando o jornalista Daniel Goleman lançou o livro “Inteligência emocional: por que pode ser mais importante do que o QI”. 

Ele define que a Inteligência Emocional é o resultado entre o equilíbrio da razão e da emoção. 

Ainda há um debate de especialistas sobre os resultados que uma pessoa pode ter no desempenho acadêmico ou profissional independentemente do QI, mas fica evidente que ter um domínio emocional de si mesmo é de grande utilidade, especialmente, nos momentos desafiadores.

De acordo com os estudos de Goleman, a inteligência emocional abrange cinco áreas principais: empatia, automotivação, autoconhecimento, controle emocional e habilidades de relacionamento.

Quando essa habilidade é trazida para o mercado de trabalho, de acordo com o  levantamento da Group, se revela a mais difícil de ser encontrada entre os profissionais, por isso, tão valorizada. No entanto, estudiosos de tendências futuras apontam que será essencial desenvolver pessoas com essa habilidade pois será de grande valor depois da crise sanitária.

Pelo estudo do Page, divulgado no fim de 2020, no Brasil, o que mais se busca nos profissionais na atualidade é:

Pelo estudo do Page, divulgado no fim de 2020, no Brasil, o que mais se busca nos profissionais na atualidade é: Inteligência emocional (42,9%); Saber trabalhar em equipe (38,4%); Ter comunicação assertiva (31,1%).

O levantamento do PageGroup reforça também os resultados do The Future of Jobs Report, divulgado no Fórum Econômico Mundial no ano passado, que listou a inteligência emocional entre as 10 soft skills mais importantes para as carreiras até 2022.

O que são as emoções? 

Uma emoção é uma reação a um estímulo ambiental e cognitivo que produz alterações neurológicas significativas e experiências subjetivas e pode ser tratada também como um programa cerebral que envia ordens ao organismo.

Já foi comprovado cientificamente que os circuitos cerebrais dos seres humanos continuam os mesmos desde o passado remoto, quando tinham que enfrentar emoções ligadas aos perigos relacionados à sobrevivência.

Hoje os desafios das pessoas são diversos, como medo de ser contaminado pelo vírus da Covid-19, de ficar sem emprego, estresse no trânsito e no trabalho, frustrações em relacionamentos, ansiedade pelos resultados acadêmicos e no campo profissional, além de diversas outras emoções ligadas à vida moderna.

No entanto, as emoções acionadas pelos processos da atualidade vão ligar os mesmos mecanismos cerebrais de alerta de perigos gerados nos homens das cavernas.

Em todos os segmentos da vida, as emoções estão envolvidas, seja em casa, na sala de aula ou no trabalho. Ter inteligência emocional significa entender como as emoções se processam dentro de si e no relacionamento com os outros. Serve especialmente para lidar com questões sobre as quais não se tem o mínimo controle e podem surgir repentinamente.

A inteligência emocional está listada como umas das habilidades mais valorizadas do momento em diversos setores da vida. Segundo um levantamento denominado Habilidades 360º, pela Pagegroup, uma empresa de consultoria em recrutamento executivo especializado, essa habilidade é a primeira mais buscada de uma lista onde constam também trabalho em equipe e comunicação assertiva. Vamos ver como é importante desenvolver essa habilidade para o desempenho escolar e para a vida. Do que se trata a inteligência emocional? Esse conceito de inteligência emocional ganhou popularidade nos anos de 1990, quando o jornalista Daniel Goleman lançou o livro “Inteligência emocional: por que pode ser mais importante do que o QI”. Ele define que a Inteligência Emocional é o resultado entre o equilíbrio da razão e da emoção. Ainda há um debate de especialistas sobre os resultados que uma pessoa pode ter no desempenho acadêmico ou profissional independentemente do QI, mas fica evidente que ter um domínio emocional de si mesmo é de grande utilidade, especialmente, nos momentos desafiadores. De acordo com os estudos de Goleman, a inteligência emocional abrange cinco áreas principais: empatia, automotivação, autoconhecimento, controle emocional e habilidades de relacionamento. Quando essa habilidade é trazida para o mercado de trabalho, de acordo com o levantamento da Group, se revela a mais difícil de ser encontrada entre os profissionais, por isso, tão valorizada. No entanto, estudiosos de tendências futuras apontam que será essencial desenvolver pessoas com essa habilidade pois será de grande valor depois da crise sanitária. Pelo estudo do Page, divulgado no fim de 2020, no Brasil, o que mais se busca nos profissionais na atualidade é: Inteligência emocional (42,9%); Saber trabalhar em equipe (38,4%); Ter comunicação assertiva (31,1%). O levantamento do PageGroup reforça também os resultados do The Future of Jobs Report, divulgado no Fórum Econômico Mundial no ano passado, que listou a inteligência emocional entre as 10 soft skills mais importantes para as carreiras até 2022. O que são as emoções? Uma emoção é uma reação a um estímulo ambiental e cognitivo que produz alterações neurológicas significativas e experiências subjetivas e pode ser tratada também como um programa cerebral que envia ordens ao organismo. Já foi comprovado cientificamente que os circuitos cerebrais dos seres humanos continuam os mesmos desde o passado remoto, quando tinham que enfrentar emoções ligadas aos perigos relacionados à sobrevivência. Hoje os desafios das pessoas são diversos, como medo de ser contaminado pelo vírus da Covid-19, de ficar sem emprego, estresse no trânsito e no trabalho, frustrações em relacionamentos, ansiedade pelos resultados acadêmicos e no campo profissional, além de diversas outras emoções ligadas à vida moderna. No entanto, as emoções acionadas pelos processos da atualidade vão ligar os mesmos mecanismos cerebrais de alerta de perigos gerados nos homens das cavernas. Em todos os segmentos da vida, as emoções estão envolvidas, seja em casa, na sala de aula ou no trabalho. Ter inteligência emocional significa entender como as emoções se processam dentro de si e no relacionamento com os outros. Serve especialmente para lidar com questões sobre as quais não se tem o mínimo controle e podem surgir repentinamente. Qual o papel da inteligência emocional na vida do estudante? Nem sempre trabalhar com as emoções humanas foi uma tônica da grade escolar curricular, outros aspectos determinavam o que seria importante para o desempenho acadêmico e futuro dos estudantes. Porém, a partir da BNCC, o desenvolvimento dessas habilidades socioemocionais também passaram a ser contempladas ao longo dos anos de estudo. Para Goleman, a parte do cérebro que abriga a inteligência emocional está entre as últimas que amadurecem, mas essa região cerebral pode ser desenvolvida com repetição de experiências. Trabalhar a inteligência emocional na escola é uma maneira de exercitar o controle dos aspectos emocionais envolvidos em todas as situações. As instituições escolares podem investir em práticas regulares que vão estimular as cinco áreas principais da inteligência emocional apontadas por Goleman. Quando os estudantes começam a compreender o próprio perfil emocional irão conseguir gerenciar melhor suas emoções e também compreender as das outras pessoas que estão envolvidas em seus relacionamentos. Fica muito claro que identificar e lidar com as próprias emoções e compreender as dos outros desde a infância vai ajudar nos processos mais complexos do futuro e auxiliar as pessoas a viverem melhor. Como desenvolver a inteligência emocional na escola? No Colégio Planck, o desenvolvimento de habilidades socioemocionais faz parte dos pilares do projeto pedagógico e contribui com o desenvolvimento da inteligência emocional. Dentro deste aspecto, são trabalhados nos estudantes a autogestão, a resiliência emocional, a amabilidade e engajamento e a abertura ao novo. Mas como o Colégio pode trabalhar o desenvolvimento da inteligência emocional em todos os processos pedagógicos dos estudantes? Conheça alguns procedimentos: Olhar individualizado Um dos primeiros pontos destacados no projeto do Colégio Planck é o olhar atento e individualizado para os estudantes. Dessa forma, professores e coordenadores estão firmemente empenhados em observar as emoções desses estudantes para trabalhá-las em situações específicas. Escuta ativa Ouvir atentamente os estudantes em suas colocações é fundamental para criar uma comunicação bidirecional genuína. Se torna mais fácil entender as emoções que eles manifestam por meio de suas falas e gestos, e também demonstrar a compreensão do ponto de vista desse estudante para dar o feedback necessário. Empatia Quando a instituição escolar se coloca em um processo honesto de ter empatia, também ajuda que seus estudantes desenvolvam essa habilidade socioemocional tão amplamente ligada à inteligência emocional. Ser empático significa refletir sobre a ótica da outra pessoa e isso vai ajudá-la a se sentir compreendida. Quando os estudantes observam a empatia desde a fase da infância na escola, inclusive entre professores, equipe pedagógica e seus amigos, também vão desenvolver a empatia em sua vida. Desenvolver o autoconhecimento O autoconhecimento é amplamente estimulado nos processos pedagógicos do Planck. Quando o estudante não sabe nada sobre suas emoções, seus impulsos e fraquezas, corre o risco de não ver como pode ser semelhante aos outros, ter uma autoimagem distorcida e prejudicar suas interações sociais. Ter consciência sobre si mesmo ajuda os estudantes a melhorarem aspectos que ainda não estão bem resolvidos e a trabalhar melhor com os seus pontos positivos. Entre as perguntas que eles devem ser estimulados a fazer a si mesmos está: “O que eu poderia fazer diferente?” Gerenciamento das emoções Ajudar os estudantes a gerenciar suas emoções é uma das formas mais efetivas de prepará-los para a vida. Desde a primeira infância esse processo é essencial, porém, quando os estudantes chegam na adolescência, sofrendo diversas transformações em seu corpo devido a uma avalanche hormonal, é ainda mais importante que aprendam a lidar com seus impulsos e emoções. Conclusão Se a experiência da vida é emocional, o melhor a ser feito é aprender a trabalhar com essas emoções desde muito cedo para superar os desafios que serão lançados a cada fase da vida. Dessa forma, o equilíbrio com a razão fica mais fácil. O Colégio tem um importante papel no desenvolvimento dessa inteligência emocional, que fará total diferença nos papéis que o estudante deverá exercer em seu futuro.

Qual o papel da inteligência emocional na vida do estudante?

Nem sempre trabalhar com as emoções humanas foi uma tônica da grade escolar curricular, outros aspectos determinavam o que seria importante para o desempenho acadêmico e futuro dos estudantes. Porém, a partir da BNCC, o desenvolvimento dessas habilidades socioemocionais também passaram a ser contempladas ao longo dos anos de estudo.

Para Goleman, a parte do cérebro que abriga a inteligência emocional está entre as últimas que amadurecem, mas essa região cerebral pode ser desenvolvida com repetição de experiências.

Trabalhar a inteligência emocional na escola é uma maneira de exercitar o controle dos aspectos emocionais envolvidos em todas as situações. As instituições escolares podem investir em práticas regulares que vão estimular as cinco áreas principais da inteligência emocional apontadas por Goleman.

Quando os estudantes começam a compreender o próprio perfil emocional irão conseguir gerenciar melhor suas emoções e também compreender as das outras pessoas que estão envolvidas em seus relacionamentos.

Fica muito claro que identificar e lidar com as próprias emoções e compreender as dos outros desde a infância vai ajudar nos processos mais complexos do futuro e  auxiliar as pessoas a viverem melhor.

➡️ Profissões do futuro

Como desenvolver a inteligência emocional na escola?

No Colégio Planck, o desenvolvimento de habilidades socioemocionais faz parte dos pilares do projeto pedagógico e contribui com o desenvolvimento da inteligência emocional. Dentro deste aspecto, são trabalhados nos estudantes a autogestão, a resiliência emocional, a amabilidade e engajamento e a abertura ao novo.

Mas como o Colégio pode trabalhar o desenvolvimento da inteligência emocional em todos os processos pedagógicos dos estudantes? Conheça alguns procedimentos:

Como desenvolver a inteligência emocional na escola? No Colégio Planck, o desenvolvimento de habilidades socioemocionais faz parte dos pilares do projeto pedagógico e contribui com o desenvolvimento da inteligência emocional. Dentro deste aspecto, são trabalhados nos estudantes a autogestão, a resiliência emocional, a amabilidade e engajamento e a abertura ao novo. Mas como o Colégio pode trabalhar o desenvolvimento da inteligência emocional em todos os processos pedagógicos dos estudantes? Conheça alguns procedimentos: Olhar individualizado Um dos primeiros pontos destacados no projeto do Colégio Planck é o olhar atento e individualizado para os estudantes. Dessa forma, professores e coordenadores estão firmemente empenhados em observar as emoções desses estudantes para trabalhá-las em situações específicas. Escuta ativa Ouvir atentamente os estudantes em suas colocações é fundamental para criar uma comunicação bidirecional genuína. Se torna mais fácil entender as emoções que eles manifestam por meio de suas falas e gestos, e também demonstrar a compreensão do ponto de vista desse estudante para dar o feedback necessário. Empatia Quando a instituição escolar se coloca em um processo honesto de ter empatia, também ajuda que seus estudantes desenvolvam essa habilidade socioemocional tão amplamente ligada à inteligência emocional. Ser empático significa refletir sobre a ótica da outra pessoa e isso vai ajudá-la a se sentir compreendida. Quando os estudantes observam a empatia desde a fase da infância na escola, inclusive entre professores, equipe pedagógica e seus amigos, também vão desenvolver a empatia em sua vida. Desenvolver o autoconhecimento O autoconhecimento é amplamente estimulado nos processos pedagógicos do Planck. Quando o estudante não sabe nada sobre suas emoções, seus impulsos e fraquezas, corre o risco de não ver como pode ser semelhante aos outros, ter uma autoimagem distorcida e prejudicar suas interações sociais. Ter consciência sobre si mesmo ajuda os estudantes a melhorarem aspectos que ainda não estão bem resolvidos e a trabalhar melhor com os seus pontos positivos. Entre as perguntas que eles devem ser estimulados a fazer a si mesmos está: “O que eu poderia fazer diferente?” Gerenciamento das emoções Ajudar os estudantes a gerenciar suas emoções é uma das formas mais efetivas de prepará-los para a vida. Desde a primeira infância esse processo é essencial, porém, quando os estudantes chegam na adolescência, sofrendo diversas transformações em seu corpo devido a uma avalanche hormonal, é ainda mais importante que aprendam a lidar com seus impulsos e emoções.

Olhar individualizado

Um dos primeiros pontos destacados no projeto do Colégio Planck é o olhar atento e individualizado para os estudantes.

Dessa forma, professores e coordenadores estão firmemente empenhados em observar as emoções desses estudantes para trabalhá-las em situações específicas.

Escuta ativa

Ouvir atentamente os estudantes em suas colocações é fundamental para criar uma comunicação bidirecional genuína. Se torna mais fácil entender as emoções que eles manifestam por meio de suas falas e gestos, e também demonstrar a compreensão do ponto de vista desse estudante para dar o feedback necessário.

A inteligência emocional está listada como umas das habilidades mais valorizadas do momento em diversos setores da vida. Segundo um levantamento denominado Habilidades 360º, pela Pagegroup, uma empresa de consultoria em recrutamento executivo especializado, essa habilidade é a primeira mais buscada de uma lista onde constam também trabalho em equipe e comunicação assertiva. Vamos ver como é importante desenvolver essa habilidade para o desempenho escolar e para a vida. Do que se trata a inteligência emocional? Esse conceito de inteligência emocional ganhou popularidade nos anos de 1990, quando o jornalista Daniel Goleman lançou o livro “Inteligência emocional: por que pode ser mais importante do que o QI”. Ele define que a Inteligência Emocional é o resultado entre o equilíbrio da razão e da emoção. Ainda há um debate de especialistas sobre os resultados que uma pessoa pode ter no desempenho acadêmico ou profissional independentemente do QI, mas fica evidente que ter um domínio emocional de si mesmo é de grande utilidade, especialmente, nos momentos desafiadores. De acordo com os estudos de Goleman, a inteligência emocional abrange cinco áreas principais: empatia, automotivação, autoconhecimento, controle emocional e habilidades de relacionamento. Quando essa habilidade é trazida para o mercado de trabalho, de acordo com o levantamento da Group, se revela a mais difícil de ser encontrada entre os profissionais, por isso, tão valorizada. No entanto, estudiosos de tendências futuras apontam que será essencial desenvolver pessoas com essa habilidade pois será de grande valor depois da crise sanitária. Pelo estudo do Page, divulgado no fim de 2020, no Brasil, o que mais se busca nos profissionais na atualidade é: Inteligência emocional (42,9%); Saber trabalhar em equipe (38,4%); Ter comunicação assertiva (31,1%). O levantamento do PageGroup reforça também os resultados do The Future of Jobs Report, divulgado no Fórum Econômico Mundial no ano passado, que listou a inteligência emocional entre as 10 soft skills mais importantes para as carreiras até 2022. O que são as emoções? Uma emoção é uma reação a um estímulo ambiental e cognitivo que produz alterações neurológicas significativas e experiências subjetivas e pode ser tratada também como um programa cerebral que envia ordens ao organismo. Já foi comprovado cientificamente que os circuitos cerebrais dos seres humanos continuam os mesmos desde o passado remoto, quando tinham que enfrentar emoções ligadas aos perigos relacionados à sobrevivência. Hoje os desafios das pessoas são diversos, como medo de ser contaminado pelo vírus da Covid-19, de ficar sem emprego, estresse no trânsito e no trabalho, frustrações em relacionamentos, ansiedade pelos resultados acadêmicos e no campo profissional, além de diversas outras emoções ligadas à vida moderna. No entanto, as emoções acionadas pelos processos da atualidade vão ligar os mesmos mecanismos cerebrais de alerta de perigos gerados nos homens das cavernas. Em todos os segmentos da vida, as emoções estão envolvidas, seja em casa, na sala de aula ou no trabalho. Ter inteligência emocional significa entender como as emoções se processam dentro de si e no relacionamento com os outros. Serve especialmente para lidar com questões sobre as quais não se tem o mínimo controle e podem surgir repentinamente. Qual o papel da inteligência emocional na vida do estudante? Nem sempre trabalhar com as emoções humanas foi uma tônica da grade escolar curricular, outros aspectos determinavam o que seria importante para o desempenho acadêmico e futuro dos estudantes. Porém, a partir da BNCC, o desenvolvimento dessas habilidades socioemocionais também passaram a ser contempladas ao longo dos anos de estudo. Para Goleman, a parte do cérebro que abriga a inteligência emocional está entre as últimas que amadurecem, mas essa região cerebral pode ser desenvolvida com repetição de experiências. Trabalhar a inteligência emocional na escola é uma maneira de exercitar o controle dos aspectos emocionais envolvidos em todas as situações. As instituições escolares podem investir em práticas regulares que vão estimular as cinco áreas principais da inteligência emocional apontadas por Goleman. Quando os estudantes começam a compreender o próprio perfil emocional irão conseguir gerenciar melhor suas emoções e também compreender as das outras pessoas que estão envolvidas em seus relacionamentos. Fica muito claro que identificar e lidar com as próprias emoções e compreender as dos outros desde a infância vai ajudar nos processos mais complexos do futuro e auxiliar as pessoas a viverem melhor. Como desenvolver a inteligência emocional na escola? No Colégio Planck, o desenvolvimento de habilidades socioemocionais faz parte dos pilares do projeto pedagógico e contribui com o desenvolvimento da inteligência emocional. Dentro deste aspecto, são trabalhados nos estudantes a autogestão, a resiliência emocional, a amabilidade e engajamento e a abertura ao novo. Mas como o Colégio pode trabalhar o desenvolvimento da inteligência emocional em todos os processos pedagógicos dos estudantes? Conheça alguns procedimentos: Olhar individualizado Um dos primeiros pontos destacados no projeto do Colégio Planck é o olhar atento e individualizado para os estudantes. Dessa forma, professores e coordenadores estão firmemente empenhados em observar as emoções desses estudantes para trabalhá-las em situações específicas. Escuta ativa Ouvir atentamente os estudantes em suas colocações é fundamental para criar uma comunicação bidirecional genuína. Se torna mais fácil entender as emoções que eles manifestam por meio de suas falas e gestos, e também demonstrar a compreensão do ponto de vista desse estudante para dar o feedback necessário. Empatia Quando a instituição escolar se coloca em um processo honesto de ter empatia, também ajuda que seus estudantes desenvolvam essa habilidade socioemocional tão amplamente ligada à inteligência emocional. Ser empático significa refletir sobre a ótica da outra pessoa e isso vai ajudá-la a se sentir compreendida. Quando os estudantes observam a empatia desde a fase da infância na escola, inclusive entre professores, equipe pedagógica e seus amigos, também vão desenvolver a empatia em sua vida. Desenvolver o autoconhecimento O autoconhecimento é amplamente estimulado nos processos pedagógicos do Planck. Quando o estudante não sabe nada sobre suas emoções, seus impulsos e fraquezas, corre o risco de não ver como pode ser semelhante aos outros, ter uma autoimagem distorcida e prejudicar suas interações sociais. Ter consciência sobre si mesmo ajuda os estudantes a melhorarem aspectos que ainda não estão bem resolvidos e a trabalhar melhor com os seus pontos positivos. Entre as perguntas que eles devem ser estimulados a fazer a si mesmos está: “O que eu poderia fazer diferente?” Gerenciamento das emoções Ajudar os estudantes a gerenciar suas emoções é uma das formas mais efetivas de prepará-los para a vida. Desde a primeira infância esse processo é essencial, porém, quando os estudantes chegam na adolescência, sofrendo diversas transformações em seu corpo devido a uma avalanche hormonal, é ainda mais importante que aprendam a lidar com seus impulsos e emoções. Conclusão Se a experiência da vida é emocional, o melhor a ser feito é aprender a trabalhar com essas emoções desde muito cedo para superar os desafios que serão lançados a cada fase da vida. Dessa forma, o equilíbrio com a razão fica mais fácil. O Colégio tem um importante papel no desenvolvimento dessa inteligência emocional, que fará total diferença nos papéis que o estudante deverá exercer em seu futuro.

Empatia

Quando a instituição escolar se coloca em um processo honesto de ter empatia, também ajuda que seus estudantes desenvolvam essa habilidade socioemocional tão amplamente ligada à inteligência emocional.

Ser empático significa refletir sobre a ótica da outra pessoa e isso vai ajudá-la a se sentir compreendida. Quando os estudantes observam a empatia desde a fase da infância na escola, inclusive entre professores, equipe pedagógica e seus amigos, também vão desenvolver a empatia em sua vida.

Desenvolver o autoconhecimento

O autoconhecimento é amplamente estimulado nos processos pedagógicos do Planck.

Quando o estudante não sabe nada sobre suas emoções, seus impulsos e fraquezas, corre o risco de não ver como pode ser semelhante aos outros, ter uma autoimagem distorcida e prejudicar suas interações sociais.

Ter consciência sobre si mesmo ajuda os estudantes a melhorarem aspectos que ainda não estão bem resolvidos e a trabalhar melhor com os seus pontos positivos. Entre as perguntas que eles devem ser estimulados a fazer a si mesmos está: “O que eu poderia fazer diferente?”

Gerenciamento das emoções

Ajudar os estudantes a gerenciar suas emoções é uma das formas mais efetivas de prepará-los para a vida.

Desde a primeira infância esse processo é essencial, porém, quando os estudantes chegam na adolescência, sofrendo diversas transformações em seu corpo devido a uma avalanche hormonal, é ainda mais importante que aprendam a lidar com seus impulsos e emoções. 

Conclusão

Se a experiência da vida é emocional, o melhor a ser feito é aprender a trabalhar com essas emoções desde muito cedo para superar os desafios que serão lançados a cada fase da vida. Dessa forma, o equilíbrio com a razão fica mais fácil.

O Colégio tem um importante papel no desenvolvimento dessa inteligência emocional, que fará total diferença nos papéis que o estudante deverá exercer em seu futuro.

Leia mais:

➡️ Saúde mental na pandemia

➡️ Definição de carreira para estudantes com múltiplos interesses

 

Compartilhe:

Leia também:

Dicas para exercitar a memória são muito importantes para ajudar os estudantes a guardar uma imensa quantidade de informações que são parte da grade curricular de cada fase. Veja nesse texto alguns truques que vão auxiliar a reter melhor os conteúdos recebidos. Como o cérebro e a memória funcionam? A Ciência já demonstrou que o desenvolvimento cerebral das crianças e adolescentes é realizado em etapas. Na primeira infância, está mais desenvolvido o sistema límbico, que é responsável pelas emoções e impulsos, e o hipocampo, que atua na memória, que é formada pelas conexões entre as células nervosas e os neurônios, e permite armazenar informações e recuperá-las sempre que necessário para todos os processos da vida. Só com o passar da idade é que o córtex pré-frontal vai se desenvolvendo e apresentando melhores condições para possibilitar o controle das emoções, organização, planejamento, pensamento crítico, atenção, etc. Esse desenvolvimento vai ocorrer até os 25 anos. Com aproximadamente 86 bilhões de estruturas que vão captar, repassar, guardar e resgatar, o cérebro funciona como um arquivo gigantesco de informações. No entanto, o cérebro também tem um importante recurso de economia de energia e potencialização do seu uso: ele desliga áreas que não estão sendo devidamente usadas. Por isso, quanto mais estímulo a pessoa dá a uma determinada área cerebral, mais ativa ela fica, isso inclui a memória. Portanto, conhecer algumas dicas para exercitar a memória é muito importante em todas as fases da vida, inclusive, na escolar, quando os estudantes estão mergulhados em conhecimentos das diversas disciplinas, e precisam entendê-los, retê-los e recuperá-los para as provas, simulados ou exames de vestibular. Tipos de memórias Além das informações retidas relativas à temporalidade (curto e longo prazo) e a memória sensorial, que está relacionada com associação aos estímulos recebidos pelos nossos 5 sentidos, que é citada na obra “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, a memória também está dividida em tipos que vão captar determinadas nuances das informações, de forma a classificar e processar as informações: Memória episódica: de longa duração, é a lembrança de acontecimentos específicos, como a refeição do dia anterior ou a recordação de outros momentos vividos no passado. Memória semântica: é o armazenamento de informações relativas ao mundo, como o significado das palavras ou datas de acontecimentos. Memória processual: também é de longa duração da memória, são aqueles conteúdos que aprendemos e nunca esquecemos, como andar de bicicleta. As fases da memória A memória de uma pessoa começa a atuar já no despertar de seu relógio biológico, quando o cérebro envia substâncias, como a adrenalina, para que ela tenha mais foco e concentração em suas tarefas na fase beta (enquanto está acordada). Esse relógio biológico vai indicar que é hora de estudar, trabalhar, se alimentar ou praticar atividades físicas. Essa memória aciona todo um ciclo de funções corporais que vão ocorrer ao longo do dia até que chegue o período noturno. Neste momento, começa a diminuir a adrenalina e o cortisol no organismo, acionando outras substâncias, como a melatonina, que indicam que é a hora do corpo repousar. Dentro desse processo corporal, a memória também terá as suas fases: Memorização Nesta fase, é necessária atenção, um estado de alerta total, para que a pessoa consiga memorizar as informações. Compreensão O estado de atenção também vai favorecer que a pessoa faça conexões para proporcionar um melhor entendimento da informação recebida. Assim, será mais fácil memorizar. Armazenamento Quando a pessoa entende o significado daquela informação, o conteúdo será retido no cérebro. Recuperação O cérebro organiza as informações de acordo com sua hierarquização. São as lembranças, que podem vir à tona a partir de estímulos diversos, como um som, um cheiro ou outras dicas que podem dar pistas daquela informação. Conheça dicas para exercitar a memória É certo que o cérebro funciona como um poderoso computador que faz milhões de conexões e ajuda no funcionamento corporal. Porém, às vezes, parece que a memória dele falha, e nem todos os conteúdos são rememorados com facilidade. Onde foi parar todas aquelas informações das aulas de matemática e biologia do dia anterior? E quem eram mesmo aqueles personagens do livro que você leu e foi indicado para o vestibular? Essa “perda” das informações também é comum para o cérebro, por isso, as dicas para exercitar a memória são importantes para fazer uma “atualização” do nosso sistema interno. Para consolidar a memória é sempre necessário um treino do que foi aprendido, para que o conteúdo não caia na memória de curto prazo. Treinar o cérebro constantemente vai ajudar a evitar essas falhas em sua memória, é como se fosse uma espécie de ginástica cerebral. Conheça alguns truques para treinar a sua memória, alguns desses são dicas que estão no livro “Técnicas de Estudo para Adolescentes”, de Antonio Gonzáles (Editora Vozes): Ative sua memória Abra mão de certos facilitadores, como agendas de celular ou blocos de notas, e tente sempre memorizar números de telefone, senhas, listas, datas ou lembretes de eventos. Associe informações com imagens Muitos estudantes são mais visuais e precisam associar os conteúdos a imagens ou símbolos para facilitar a memorização. Faça cálculos mentais Ao longo do dia faça operações aritméticas simples, somando as placas dos veículos, números de telefones em placas ou os números dos prédios e casas onde passar. Dê atenção aos detalhes Quando damos atenção a um assunto atribuímos importância a ele. Então, foque no tema, capture os detalhes e assim a memorização será facilitada. Invista em jogos de memorização Fazer quebra-cabeças ou jogos de memória vão ajudar muito nessa ginástica cerebral. As pessoas também podem investir em palavras cruzadas, Sudoku, dominó ou até jogos de cartas. Além disso, jogar xadrez é um importante recurso para trabalhar o cérebro. Leia e repita as citações Outra dica para exercitar a memória é a leitura porque essa é uma atividade que vai ajudar a trabalhar diversas áreas cerebrais. Além disso, repetir as frases e citações de personagens históricos também é uma excelente forma de trabalhar a memória. Anote esses enunciados e trechos de obras e repita o quanto puder. Aliás, falar em voz alta para si mesmo vale para lembrar de qualquer coisa, até mesmo para lembrar onde colocou a chave de casa. Procure lembrar os detalhes do dia Quando for deitar, antes de dormir, faça uma revisão de tudo o que aconteceu no dia, tentando lembrar alguns detalhes desde o momento que acordou, como suas roupas, o que comeu, onde foi, quem encontrou ou algum outro aspecto interessante. Conclusão É importante lembrar que a emoção está ligada à formação de novas memórias, portanto, investir em processos lúdicos e divertidos, que acionam produção e interação de hormônios do bem-estar, que paralelamente intensificam a comunicação entre neurônios, também vai dar o devido estímulo cerebral aos adolescentes para consolidação da memória.

Dicas para exercitar a memória

Dicas para exercitar a memória são muito importantes para ajudar os estudantes a guardar uma imensa quantidade de informações que são parte da grade curricular

Translate »