Neurociência e vestibular: dicas para melhorar o seu desempenho

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O período pré-vestibular exige, como nunca, disciplina, foco e atenção nos estudos em busca de bons resultados nos exames. Mas como os estudantes podem fazer para aprender mais? Leia esse texto para entender como a neurociência pode contribuir de forma a melhorar o desempenho dos estudantes no vestibular. O que é neurociência? A neurociência pode ser definida como um estudo do sistema nervoso e do cérebro, da estrutura à função, do desenvolvimento à regeneração. No entanto, não se resume ao funcionamento de suas células nervosas e moléculas, mas também como estão associadas ao comportamento humano. O cérebro tem 86 bilhões de neurônios, que se conectam e também se relacionam a outras partes do sistema nervoso para definir quem somos e como agimos, portanto, tem relação estreita com o nosso aprendizado. No período pré-vestibular, talvez seja um dos primeiros momentos em que os adolescentes percebem a necessidade de potencializar as funções do próprio cérebro, porque estão mergulhados em uma quantidade imensa de conteúdos que devem ser entendidos e retidos, para fazer bom uso quando for necessário. Muitas vezes, há uma certa predisposição nos vestibulandos de ficarem trancados no quarto por horas seguidas, sem qualquer interação com amigos ou realização de outras atividades durante meses, para buscar um melhor desempenho nos vestibulares. É um ritmo frenético que pode até prejudicar o bem-estar físico e o ânimo dos estudantes. Mas, qual é a saída? Será que não existe jeito mais eficiente de estudar? Como o cérebro realmente aprende? É nessa hora que os estudos da neurociência demonstram que é possível passar por esse período com melhores chances de bons resultados, utilizando o cérebro de uma forma otimizada. Conheça algumas técnicas para melhorar o aprendizado: 1 - Exercite mais do que o cérebro Ter uma rotina de estudos e disciplina é muito importante, porém, neste momento no qual o cérebro é muito exigido, cuidar do corpo pode ser um recurso indispensável. Segundo a neurociência, descuidar do bem-estar físico prejudica o desempenho cognitivo. Por isso, praticar alguma atividade física é fundamental também no período pré-vestibular. É importante permitir que o cérebro trabalhe em segundo plano, neste sentido, os momentos de distração e descanso são fundamentais para que as informações do dia sejam processadas, garantindo que o resgate aos estudos aconteça de maneira mais objetiva e focada. Os exercícios físicos também ajudam o cérebro a funcionar melhor, inclusive, os aeróbicos vão potencializar as funções cerebrais, além de ser uma ótima válvula de escape de estresse. A relação dos exercícios aeróbicos com o aprendizado foi explicada por um estudo publicado no Jornal Americano de Fisiologia, onde foi constatado que essas atividades ajudam o corpo a liberar o fator neurotrófico derivado do cérebro, que é uma proteína que estimula o crescimento de novas células cerebrais. Assim, o exercício físico e momentos de pausa vão ajudar no foco, concentração, além de ajudar a desenvolver raciocínio lógico e memória. 2 - Associe o aprendizado com boas emoções Já perceberam que muitos professores gostam de manter um clima alegre ou até fazer associações divertidas durante as aulas? Eles estão baseando esse comportamento em descobertas da neurociência que explicam que quando uma informação é associada a um sentimento positivo, há mais chances de o cérebro retomá-la no futuro. Isso é conhecido como “valência emocional”, enquanto as sensações positivas estimulam o aprendizado, as negativas, como a raiva e a tristeza, promovem o contrário. Ansiedade e medo, por exemplo, auxiliam na liberação de cortisol (o hormônio do estresse), que prejudica o aprendizado e pode promover o famoso ”branco”, nos momentos de prova. Muitas vezes, estudar ouvindo músicas que gosta pode ser bastante produtivo. Só não deixe a música causar distração. Além disso, ao estudar sempre associe essa prática a um sentimento bom, por exemplo, pensando que essa rotina de estudos está aproximando o seu sonho de você. Procure ter um posicionamento sempre positivo frente aos estudos, parar, respirar e se acalmar, antes de iniciar sua rotina de estudos, será muito benéfico e promoverá a criatividade de suas ideias. 3 - Descubra o seu jeito próprio de estudar As pessoas são diferentes e únicas, portanto, as formas de aprender também devem ser diversificadas a cada perfil. Muitas vezes, tentar estudar de uma maneira que não se encaixa no seu perfil pode gerar muito cansaço e o rendimento pode ser bastante baixo, embora fique muitas horas dedicado aos estudos. Algumas pessoas são mais visuais, outras aprendem mais com leituras, ou seja, são muitas as variações de perfil. Procure entender qual é o seu perfil: gosta de vídeos, áudios, leituras ou mapas mentais? Decifrar esse seu código pessoal vai ajudar muito a produzir melhores resultados em seus estudos. 4 - Elimine as distrações Quando um estudante tem diversos estímulos ao seu redor na hora de estudar, o aprendizado fica mais lento. É preciso esclarecer o mito da “multitarefa” de que podemos realizar várias tarefas ao mesmo tempo, como estudar e ficar ao celular. Só conseguimos realizar duas tarefas ao mesmo tempo, quando uma delas é um uma tarefa considerada automática, como por exemplo, dirigir e ouvir o rádio ou andar de patins e cantar. Portanto, para conseguir manter o foco e a concentração elimine distrações como redes sociais, TV ligada, notificações do celular ou até mesmo conversas paralelas com a família. Por isso, tenha um local de estudo, de preferência, calmo e silencioso, onde possa se concentrar apenas nos estudos e peça para que pais, irmãos ou outras pessoas que frequentam a casa evitem causar distrações. Além disso, procure esquecer “os ladrões de tempo”, como celular e redes sociais, durante o seu período de foco no conteúdo. 5 - Dê recompensas ao cérebro Como já foi dito mais acima, a disciplina e o foco nos estudos são fundamentais para garantir bons resultados, mas a neurociência revela que as pausas também são necessárias para não sobrecarregar demais a mente. Segundo os pesquisadores da neurociência, o cérebro atua no modo focado e no modo difuso (quando está relaxado). Ao alternarmos esses modos, o aprendizado é facilitado. Por isso, estipule um certo tempo para se concentrar em um conteúdo, pode ser 25 minutos, conforme sugere a técnica Pomodoro. Passado esse tempo, ofereça uma recompensa ao cérebro, como assistir um pequeno vídeo divertido, ouvir uma música que gosta ou comer um chocolate, em uma pausa de 5 minutos. Segundo o livro “Aprendendo a aprender”, da pesquisadora Barbara Oakley, da Universidade de Oakland (EUA), essa recompensa será o momento de descanso que vai permitir ao cérebro voltar a um novo período de concentração com mais eficácia. 6 - Pratique para aprender Já percebeu que, muitas vezes, você até entende um conteúdo em sala de aula, mas quando vai estudar em casa, parece que se esquece de tudo? A dica da neurociência é que para reter esse conteúdo ele precisa ser “praticado”. Para isso, pode ser utilizada a técnica do “recordar ativamente”, que também está no livro “Aprendendo a aprender”. Mas, do que se trata esse conceito? É preciso trazer ideias-chaves sobre aquele tema de volta à sua mente. Procure anotar algumas palavras-chaves na margem da apostila ou em outro papel enquanto estiver recebendo o conteúdo, e depois de ler o texto mais uma vez, procure se recordar sem as anotações. Repita na mente ou em voz alta. E principalmente realize exercícios, refaça provas, tente associar seus aprendizados de modo prático (colocando em ação seu corpo e cérebro de modo a reter as informações necessárias). Depois disso, procure lembrar desses conteúdos em horários e lugares diferentes. Além disso, faça algumas anotações antes de dormir e procure se lembrar do que aprendeu no dia, porque esse hábito também vai ajudar no processo de aprendizagem. 7 - Cuide do bem-estar físico Outros aspectos importantes que não estão relacionados aos estudos em si, mas vão interferir diretamente nos resultados está relacionado aos hábitos saudáveis. Além da prática constante de exercícios físicos, manter uma alimentação equilibrada e nutritiva, e uma boa hidratação, também terá influência no resultado dos estudos. Além disso, dormir bem também é crucial para manter o bem-estar do corpo. Uma boa noite de sono, com 6 a 8 horas de descanso, possibilita a eliminação de toxinas e também é o tempo necessário para que a pessoa entre na fase REM (Rapid Eye Movement), que é um processo importantíssimo para a memória. 8 - Não deixe os estudos para última hora Deixar para estudar para uma prova de última hora prejudica o processo de aprendizado, porque não permite que o cérebro fortaleça as correntes cerebrais, que se formam cada vez que as pessoas aprendem algo novo. Quando nos dedicamos a aprender novos assuntos e conceitos, transformamos o nosso cérebro de três maneiras: química, estrutural e funcional. As alterações químicas contribuem para o aprendizado de curto prazo, as alterações estruturais contribuem para a formação da memória e o aprendizado de longo prazo e habilidades motoras. Já as alterações funcionais, conduzem a facilidade no momento de acessar novamente essas informações, deixando a ação mais rápida e empolgante. O tempo de estudo e a prática vão ajudar a consolidar as novas ideias no cérebro. Conclusão A época de vestibular requer esforço e muito foco dos estudantes. Neste período, contar com essas dicas da neurociência pode ajudar muito a promover resultados melhores. O Colégio Planck oferece todas as ferramentas para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional, oferecendo uma aprendizagem direcionada e focada em seus principais objetivos, o que potencializa os pontos fortes para terem sucesso na vida. Leia também: Dicas para exercitar a memória.

O período pré-vestibular exige, como nunca, disciplina, foco e atenção nos estudos em busca de bons resultados nos exames. Mas como os estudantes podem fazer para aprender mais?

Leia esse texto para entender como associar  neurociência e vestibular, para ajudar a melhorar o desempenho dos estudantes para as provas.

O que é neurociência?

A neurociência pode ser definida como um estudo do sistema nervoso e do cérebro, da estrutura à função, do desenvolvimento à regeneração. No entanto, não se resume ao funcionamento de suas células nervosas e moléculas, mas também como estão associadas ao comportamento humano.

O cérebro tem 86 bilhões de neurônios, que se conectam e também se relacionam a outras partes do sistema nervoso para definir quem somos e como agimos, portanto, tem relação estreita com o nosso aprendizado.

No período pré-vestibular, talvez seja um dos primeiros momentos em que os adolescentes percebem a necessidade de potencializar as funções do próprio cérebro, porque estão mergulhados em uma quantidade imensa de conteúdos que devem ser entendidos e retidos, para fazer bom uso quando for necessário. 

Muitas vezes, há uma certa predisposição nos vestibulandos de ficarem trancados no quarto por horas seguidas, sem qualquer interação com amigos ou realização de outras atividades durante meses, para buscar um melhor desempenho nos vestibulares. É um ritmo frenético que pode até prejudicar o bem-estar físico e o ânimo dos estudantes.

Mas, qual é a saída? Será  que não existe jeito mais eficiente de estudar? Como o cérebro realmente aprende? Será que dá para unir neurociência e vestibular?

É nessa hora que os estudos da neurociência demonstram que é possível passar por esse período com melhores chances de bons resultados, utilizando o cérebro de uma forma otimizada. Conheça algumas técnicas para melhorar o aprendizado:

1 – Exercite mais do que o cérebro

Ter uma rotina de estudos e disciplina é muito importante, porém, neste momento no qual o cérebro é muito exigido, cuidar do corpo pode ser um recurso indispensável.

Essa é a primeira dica para unir neurociência e vestibular. Segundo a neurociência, descuidar do bem-estar físico prejudica o desempenho cognitivo. Por isso, praticar alguma atividade física é fundamental também no período pré-vestibular.

É importante permitir que o cérebro trabalhe em segundo plano, neste sentido, os momentos de distração e descanso são fundamentais para que as informações do dia sejam processadas, garantindo que o resgate aos estudos aconteça de maneira mais objetiva e focada.

Os exercícios físicos também ajudam o cérebro a funcionar melhor, inclusive, os aeróbicos vão potencializar as funções cerebrais, além de ser uma ótima válvula de escape de estresse.

A relação dos exercícios aeróbicos com o aprendizado foi explicada por um estudo publicado no Jornal Americano de Fisiologia, onde foi constatado que essas atividades  ajudam o corpo a liberar o fator neurotrófico derivado do cérebro, que é uma proteína que estimula o crescimento de novas células cerebrais.

Assim, o exercício físico e momentos de pausa vão ajudar no foco, concentração, além de ajudar a desenvolver raciocínio lógico e memória.

O período pré-vestibular exige, como nunca, disciplina, foco e atenção nos estudos em busca de bons resultados nos exames. Mas como os estudantes podem fazer para aprender mais? Leia esse texto para entender como a neurociência pode contribuir de forma a melhorar o desempenho dos estudantes no vestibular. O que é neurociência? A neurociência pode ser definida como um estudo do sistema nervoso e do cérebro, da estrutura à função, do desenvolvimento à regeneração. No entanto, não se resume ao funcionamento de suas células nervosas e moléculas, mas também como estão associadas ao comportamento humano. O cérebro tem 86 bilhões de neurônios, que se conectam e também se relacionam a outras partes do sistema nervoso para definir quem somos e como agimos, portanto, tem relação estreita com o nosso aprendizado. No período pré-vestibular, talvez seja um dos primeiros momentos em que os adolescentes percebem a necessidade de potencializar as funções do próprio cérebro, porque estão mergulhados em uma quantidade imensa de conteúdos que devem ser entendidos e retidos, para fazer bom uso quando for necessário. Muitas vezes, há uma certa predisposição nos vestibulandos de ficarem trancados no quarto por horas seguidas, sem qualquer interação com amigos ou realização de outras atividades durante meses, para buscar um melhor desempenho nos vestibulares. É um ritmo frenético que pode até prejudicar o bem-estar físico e o ânimo dos estudantes. Mas, qual é a saída? Será que não existe jeito mais eficiente de estudar? Como o cérebro realmente aprende? É nessa hora que os estudos da neurociência demonstram que é possível passar por esse período com melhores chances de bons resultados, utilizando o cérebro de uma forma otimizada. Conheça algumas técnicas para melhorar o aprendizado: 1 - Exercite mais do que o cérebro Ter uma rotina de estudos e disciplina é muito importante, porém, neste momento no qual o cérebro é muito exigido, cuidar do corpo pode ser um recurso indispensável. Segundo a neurociência, descuidar do bem-estar físico prejudica o desempenho cognitivo. Por isso, praticar alguma atividade física é fundamental também no período pré-vestibular. É importante permitir que o cérebro trabalhe em segundo plano, neste sentido, os momentos de distração e descanso são fundamentais para que as informações do dia sejam processadas, garantindo que o resgate aos estudos aconteça de maneira mais objetiva e focada. Os exercícios físicos também ajudam o cérebro a funcionar melhor, inclusive, os aeróbicos vão potencializar as funções cerebrais, além de ser uma ótima válvula de escape de estresse. A relação dos exercícios aeróbicos com o aprendizado foi explicada por um estudo publicado no Jornal Americano de Fisiologia, onde foi constatado que essas atividades ajudam o corpo a liberar o fator neurotrófico derivado do cérebro, que é uma proteína que estimula o crescimento de novas células cerebrais. Assim, o exercício físico e momentos de pausa vão ajudar no foco, concentração, além de ajudar a desenvolver raciocínio lógico e memória. 2 - Associe o aprendizado com boas emoções Já perceberam que muitos professores gostam de manter um clima alegre ou até fazer associações divertidas durante as aulas? Eles estão baseando esse comportamento em descobertas da neurociência que explicam que quando uma informação é associada a um sentimento positivo, há mais chances de o cérebro retomá-la no futuro. Isso é conhecido como “valência emocional”, enquanto as sensações positivas estimulam o aprendizado, as negativas, como a raiva e a tristeza, promovem o contrário. Ansiedade e medo, por exemplo, auxiliam na liberação de cortisol (o hormônio do estresse), que prejudica o aprendizado e pode promover o famoso ”branco”, nos momentos de prova. Muitas vezes, estudar ouvindo músicas que gosta pode ser bastante produtivo. Só não deixe a música causar distração. Além disso, ao estudar sempre associe essa prática a um sentimento bom, por exemplo, pensando que essa rotina de estudos está aproximando o seu sonho de você. Procure ter um posicionamento sempre positivo frente aos estudos, parar, respirar e se acalmar, antes de iniciar sua rotina de estudos, será muito benéfico e promoverá a criatividade de suas ideias. 3 - Descubra o seu jeito próprio de estudar As pessoas são diferentes e únicas, portanto, as formas de aprender também devem ser diversificadas a cada perfil. Muitas vezes, tentar estudar de uma maneira que não se encaixa no seu perfil pode gerar muito cansaço e o rendimento pode ser bastante baixo, embora fique muitas horas dedicado aos estudos. Algumas pessoas são mais visuais, outras aprendem mais com leituras, ou seja, são muitas as variações de perfil. Procure entender qual é o seu perfil: gosta de vídeos, áudios, leituras ou mapas mentais? Decifrar esse seu código pessoal vai ajudar muito a produzir melhores resultados em seus estudos. 4 - Elimine as distrações Quando um estudante tem diversos estímulos ao seu redor na hora de estudar, o aprendizado fica mais lento. É preciso esclarecer o mito da “multitarefa” de que podemos realizar várias tarefas ao mesmo tempo, como estudar e ficar ao celular. Só conseguimos realizar duas tarefas ao mesmo tempo, quando uma delas é um uma tarefa considerada automática, como por exemplo, dirigir e ouvir o rádio ou andar de patins e cantar. Portanto, para conseguir manter o foco e a concentração elimine distrações como redes sociais, TV ligada, notificações do celular ou até mesmo conversas paralelas com a família. Por isso, tenha um local de estudo, de preferência, calmo e silencioso, onde possa se concentrar apenas nos estudos e peça para que pais, irmãos ou outras pessoas que frequentam a casa evitem causar distrações. Além disso, procure esquecer “os ladrões de tempo”, como celular e redes sociais, durante o seu período de foco no conteúdo. 5 - Dê recompensas ao cérebro Como já foi dito mais acima, a disciplina e o foco nos estudos são fundamentais para garantir bons resultados, mas a neurociência revela que as pausas também são necessárias para não sobrecarregar demais a mente. Segundo os pesquisadores da neurociência, o cérebro atua no modo focado e no modo difuso (quando está relaxado). Ao alternarmos esses modos, o aprendizado é facilitado. Por isso, estipule um certo tempo para se concentrar em um conteúdo, pode ser 25 minutos, conforme sugere a técnica Pomodoro. Passado esse tempo, ofereça uma recompensa ao cérebro, como assistir um pequeno vídeo divertido, ouvir uma música que gosta ou comer um chocolate, em uma pausa de 5 minutos. Segundo o livro “Aprendendo a aprender”, da pesquisadora Barbara Oakley, da Universidade de Oakland (EUA), essa recompensa será o momento de descanso que vai permitir ao cérebro voltar a um novo período de concentração com mais eficácia. 6 - Pratique para aprender Já percebeu que, muitas vezes, você até entende um conteúdo em sala de aula, mas quando vai estudar em casa, parece que se esquece de tudo? A dica da neurociência é que para reter esse conteúdo ele precisa ser “praticado”. Para isso, pode ser utilizada a técnica do “recordar ativamente”, que também está no livro “Aprendendo a aprender”. Mas, do que se trata esse conceito? É preciso trazer ideias-chaves sobre aquele tema de volta à sua mente. Procure anotar algumas palavras-chaves na margem da apostila ou em outro papel enquanto estiver recebendo o conteúdo, e depois de ler o texto mais uma vez, procure se recordar sem as anotações. Repita na mente ou em voz alta. E principalmente realize exercícios, refaça provas, tente associar seus aprendizados de modo prático (colocando em ação seu corpo e cérebro de modo a reter as informações necessárias). Depois disso, procure lembrar desses conteúdos em horários e lugares diferentes. Além disso, faça algumas anotações antes de dormir e procure se lembrar do que aprendeu no dia, porque esse hábito também vai ajudar no processo de aprendizagem. 7 - Cuide do bem-estar físico Outros aspectos importantes que não estão relacionados aos estudos em si, mas vão interferir diretamente nos resultados está relacionado aos hábitos saudáveis. Além da prática constante de exercícios físicos, manter uma alimentação equilibrada e nutritiva, e uma boa hidratação, também terá influência no resultado dos estudos. Além disso, dormir bem também é crucial para manter o bem-estar do corpo. Uma boa noite de sono, com 6 a 8 horas de descanso, possibilita a eliminação de toxinas e também é o tempo necessário para que a pessoa entre na fase REM (Rapid Eye Movement), que é um processo importantíssimo para a memória. 8 - Não deixe os estudos para última hora Deixar para estudar para uma prova de última hora prejudica o processo de aprendizado, porque não permite que o cérebro fortaleça as correntes cerebrais, que se formam cada vez que as pessoas aprendem algo novo. Quando nos dedicamos a aprender novos assuntos e conceitos, transformamos o nosso cérebro de três maneiras: química, estrutural e funcional. As alterações químicas contribuem para o aprendizado de curto prazo, as alterações estruturais contribuem para a formação da memória e o aprendizado de longo prazo e habilidades motoras. Já as alterações funcionais, conduzem a facilidade no momento de acessar novamente essas informações, deixando a ação mais rápida e empolgante. O tempo de estudo e a prática vão ajudar a consolidar as novas ideias no cérebro. Conclusão A época de vestibular requer esforço e muito foco dos estudantes. Neste período, contar com essas dicas da neurociência pode ajudar muito a promover resultados melhores. O Colégio Planck oferece todas as ferramentas para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional, oferecendo uma aprendizagem direcionada e focada em seus principais objetivos, o que potencializa os pontos fortes para terem sucesso na vida. Leia também: Dicas para exercitar a memória.

 2 – Associe o aprendizado com boas emoções

Já perceberam que muitos professores gostam de manter um clima alegre ou até fazer associações divertidas durante as aulas? Eles estão baseando esse comportamento em descobertas da neurociência que explicam que quando uma informação é associada a um sentimento positivo, há mais chances de o cérebro retomá-la no futuro.

Isso é conhecido como “valência emocional”, enquanto as sensações positivas estimulam o aprendizado,  as negativas, como a raiva e a tristeza, promovem o contrário. Ansiedade e medo, por exemplo, auxiliam na liberação de cortisol (o hormônio do estresse), que prejudica o aprendizado e pode promover o famoso ”branco”, nos momentos de prova.

Muitas vezes, estudar ouvindo músicas que gosta pode ser bastante produtivo. Só não deixe a música causar distração.

Além disso, ao estudar sempre associe essa prática a um sentimento bom, por exemplo, pensando que essa rotina de estudos está aproximando o seu sonho de você. 

Procure ter um posicionamento sempre positivo frente aos estudos, parar, respirar e se acalmar, antes de iniciar sua rotina de estudos, será muito benéfico e promoverá a criatividade de suas ideias.

Leia mais:

➡️  O que é um estudante de alto desempenho?

➡️  Educação 5.0

3 – Descubra o seu jeito próprio de estudar

As pessoas são diferentes e únicas, portanto, as formas de aprender também devem ser diversificadas a cada perfil. 

Muitas vezes, tentar estudar de uma maneira que não se encaixa no seu perfil pode gerar muito cansaço e o rendimento pode ser bastante baixo, embora fique muitas horas dedicado aos estudos. 

Algumas pessoas são mais visuais, outras aprendem mais com leituras, ou seja, são muitas as variações de perfil. Procure entender qual é o seu perfil: gosta de vídeos, áudios, leituras ou mapas mentais? Decifrar esse seu código pessoal vai ajudar muito a produzir melhores resultados em seus estudos.

4 – Elimine as distrações

Quando um estudante tem diversos estímulos ao seu redor na hora de estudar, o aprendizado fica mais lento. 

É preciso esclarecer o mito da “multitarefa” de que podemos realizar várias tarefas ao mesmo tempo, como estudar e ficar ao celular.

Só conseguimos realizar duas tarefas ao mesmo tempo, quando uma delas é um uma tarefa considerada automática, como por exemplo, dirigir e ouvir o rádio ou andar de patins e cantar.  Portanto, para conseguir manter o foco e a concentração elimine distrações como redes sociais, TV ligada, notificações do celular ou até mesmo conversas paralelas com a família.

Por isso, tenha um local de estudo, de preferência, calmo e silencioso, onde possa se concentrar apenas nos estudos e peça para que pais, irmãos ou outras pessoas que frequentam a casa evitem causar distrações.

Além disso, procure esquecer “os ladrões de tempo”, como celular e redes sociais, durante o seu período de foco no conteúdo. 

O período pré-vestibular exige, como nunca, disciplina, foco e atenção nos estudos em busca de bons resultados nos exames. Mas como os estudantes podem fazer para aprender mais? Leia esse texto para entender como a neurociência pode contribuir de forma a melhorar o desempenho dos estudantes no vestibular. O que é neurociência? A neurociência pode ser definida como um estudo do sistema nervoso e do cérebro, da estrutura à função, do desenvolvimento à regeneração. No entanto, não se resume ao funcionamento de suas células nervosas e moléculas, mas também como estão associadas ao comportamento humano. O cérebro tem 86 bilhões de neurônios, que se conectam e também se relacionam a outras partes do sistema nervoso para definir quem somos e como agimos, portanto, tem relação estreita com o nosso aprendizado. No período pré-vestibular, talvez seja um dos primeiros momentos em que os adolescentes percebem a necessidade de potencializar as funções do próprio cérebro, porque estão mergulhados em uma quantidade imensa de conteúdos que devem ser entendidos e retidos, para fazer bom uso quando for necessário. Muitas vezes, há uma certa predisposição nos vestibulandos de ficarem trancados no quarto por horas seguidas, sem qualquer interação com amigos ou realização de outras atividades durante meses, para buscar um melhor desempenho nos vestibulares. É um ritmo frenético que pode até prejudicar o bem-estar físico e o ânimo dos estudantes. Mas, qual é a saída? Será que não existe jeito mais eficiente de estudar? Como o cérebro realmente aprende? É nessa hora que os estudos da neurociência demonstram que é possível passar por esse período com melhores chances de bons resultados, utilizando o cérebro de uma forma otimizada. Conheça algumas técnicas para melhorar o aprendizado: 1 - Exercite mais do que o cérebro Ter uma rotina de estudos e disciplina é muito importante, porém, neste momento no qual o cérebro é muito exigido, cuidar do corpo pode ser um recurso indispensável. Segundo a neurociência, descuidar do bem-estar físico prejudica o desempenho cognitivo. Por isso, praticar alguma atividade física é fundamental também no período pré-vestibular. É importante permitir que o cérebro trabalhe em segundo plano, neste sentido, os momentos de distração e descanso são fundamentais para que as informações do dia sejam processadas, garantindo que o resgate aos estudos aconteça de maneira mais objetiva e focada. Os exercícios físicos também ajudam o cérebro a funcionar melhor, inclusive, os aeróbicos vão potencializar as funções cerebrais, além de ser uma ótima válvula de escape de estresse. A relação dos exercícios aeróbicos com o aprendizado foi explicada por um estudo publicado no Jornal Americano de Fisiologia, onde foi constatado que essas atividades ajudam o corpo a liberar o fator neurotrófico derivado do cérebro, que é uma proteína que estimula o crescimento de novas células cerebrais. Assim, o exercício físico e momentos de pausa vão ajudar no foco, concentração, além de ajudar a desenvolver raciocínio lógico e memória. 2 - Associe o aprendizado com boas emoções Já perceberam que muitos professores gostam de manter um clima alegre ou até fazer associações divertidas durante as aulas? Eles estão baseando esse comportamento em descobertas da neurociência que explicam que quando uma informação é associada a um sentimento positivo, há mais chances de o cérebro retomá-la no futuro. Isso é conhecido como “valência emocional”, enquanto as sensações positivas estimulam o aprendizado, as negativas, como a raiva e a tristeza, promovem o contrário. Ansiedade e medo, por exemplo, auxiliam na liberação de cortisol (o hormônio do estresse), que prejudica o aprendizado e pode promover o famoso ”branco”, nos momentos de prova. Muitas vezes, estudar ouvindo músicas que gosta pode ser bastante produtivo. Só não deixe a música causar distração. Além disso, ao estudar sempre associe essa prática a um sentimento bom, por exemplo, pensando que essa rotina de estudos está aproximando o seu sonho de você. Procure ter um posicionamento sempre positivo frente aos estudos, parar, respirar e se acalmar, antes de iniciar sua rotina de estudos, será muito benéfico e promoverá a criatividade de suas ideias. 3 - Descubra o seu jeito próprio de estudar As pessoas são diferentes e únicas, portanto, as formas de aprender também devem ser diversificadas a cada perfil. Muitas vezes, tentar estudar de uma maneira que não se encaixa no seu perfil pode gerar muito cansaço e o rendimento pode ser bastante baixo, embora fique muitas horas dedicado aos estudos. Algumas pessoas são mais visuais, outras aprendem mais com leituras, ou seja, são muitas as variações de perfil. Procure entender qual é o seu perfil: gosta de vídeos, áudios, leituras ou mapas mentais? Decifrar esse seu código pessoal vai ajudar muito a produzir melhores resultados em seus estudos. 4 - Elimine as distrações Quando um estudante tem diversos estímulos ao seu redor na hora de estudar, o aprendizado fica mais lento. É preciso esclarecer o mito da “multitarefa” de que podemos realizar várias tarefas ao mesmo tempo, como estudar e ficar ao celular. Só conseguimos realizar duas tarefas ao mesmo tempo, quando uma delas é um uma tarefa considerada automática, como por exemplo, dirigir e ouvir o rádio ou andar de patins e cantar. Portanto, para conseguir manter o foco e a concentração elimine distrações como redes sociais, TV ligada, notificações do celular ou até mesmo conversas paralelas com a família. Por isso, tenha um local de estudo, de preferência, calmo e silencioso, onde possa se concentrar apenas nos estudos e peça para que pais, irmãos ou outras pessoas que frequentam a casa evitem causar distrações. Além disso, procure esquecer “os ladrões de tempo”, como celular e redes sociais, durante o seu período de foco no conteúdo. 5 - Dê recompensas ao cérebro Como já foi dito mais acima, a disciplina e o foco nos estudos são fundamentais para garantir bons resultados, mas a neurociência revela que as pausas também são necessárias para não sobrecarregar demais a mente. Segundo os pesquisadores da neurociência, o cérebro atua no modo focado e no modo difuso (quando está relaxado). Ao alternarmos esses modos, o aprendizado é facilitado. Por isso, estipule um certo tempo para se concentrar em um conteúdo, pode ser 25 minutos, conforme sugere a técnica Pomodoro. Passado esse tempo, ofereça uma recompensa ao cérebro, como assistir um pequeno vídeo divertido, ouvir uma música que gosta ou comer um chocolate, em uma pausa de 5 minutos. Segundo o livro “Aprendendo a aprender”, da pesquisadora Barbara Oakley, da Universidade de Oakland (EUA), essa recompensa será o momento de descanso que vai permitir ao cérebro voltar a um novo período de concentração com mais eficácia. 6 - Pratique para aprender Já percebeu que, muitas vezes, você até entende um conteúdo em sala de aula, mas quando vai estudar em casa, parece que se esquece de tudo? A dica da neurociência é que para reter esse conteúdo ele precisa ser “praticado”. Para isso, pode ser utilizada a técnica do “recordar ativamente”, que também está no livro “Aprendendo a aprender”. Mas, do que se trata esse conceito? É preciso trazer ideias-chaves sobre aquele tema de volta à sua mente. Procure anotar algumas palavras-chaves na margem da apostila ou em outro papel enquanto estiver recebendo o conteúdo, e depois de ler o texto mais uma vez, procure se recordar sem as anotações. Repita na mente ou em voz alta. E principalmente realize exercícios, refaça provas, tente associar seus aprendizados de modo prático (colocando em ação seu corpo e cérebro de modo a reter as informações necessárias). Depois disso, procure lembrar desses conteúdos em horários e lugares diferentes. Além disso, faça algumas anotações antes de dormir e procure se lembrar do que aprendeu no dia, porque esse hábito também vai ajudar no processo de aprendizagem. 7 - Cuide do bem-estar físico Outros aspectos importantes que não estão relacionados aos estudos em si, mas vão interferir diretamente nos resultados está relacionado aos hábitos saudáveis. Além da prática constante de exercícios físicos, manter uma alimentação equilibrada e nutritiva, e uma boa hidratação, também terá influência no resultado dos estudos. Além disso, dormir bem também é crucial para manter o bem-estar do corpo. Uma boa noite de sono, com 6 a 8 horas de descanso, possibilita a eliminação de toxinas e também é o tempo necessário para que a pessoa entre na fase REM (Rapid Eye Movement), que é um processo importantíssimo para a memória. 8 - Não deixe os estudos para última hora Deixar para estudar para uma prova de última hora prejudica o processo de aprendizado, porque não permite que o cérebro fortaleça as correntes cerebrais, que se formam cada vez que as pessoas aprendem algo novo. Quando nos dedicamos a aprender novos assuntos e conceitos, transformamos o nosso cérebro de três maneiras: química, estrutural e funcional. As alterações químicas contribuem para o aprendizado de curto prazo, as alterações estruturais contribuem para a formação da memória e o aprendizado de longo prazo e habilidades motoras. Já as alterações funcionais, conduzem a facilidade no momento de acessar novamente essas informações, deixando a ação mais rápida e empolgante. O tempo de estudo e a prática vão ajudar a consolidar as novas ideias no cérebro. Conclusão A época de vestibular requer esforço e muito foco dos estudantes. Neste período, contar com essas dicas da neurociência pode ajudar muito a promover resultados melhores. O Colégio Planck oferece todas as ferramentas para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional, oferecendo uma aprendizagem direcionada e focada em seus principais objetivos, o que potencializa os pontos fortes para terem sucesso na vida. Leia também: Dicas para exercitar a memória.

5 – Dê recompensas ao cérebro

Como já foi dito mais acima, a disciplina e o foco nos estudos são fundamentais para garantir bons resultados, mas a neurociência revela que as pausas também são necessárias para não sobrecarregar demais a mente. 

Segundo os pesquisadores da neurociência, o cérebro atua no modo focado e no modo difuso (quando está relaxado). Ao alternarmos esses modos, o aprendizado é facilitado.

Por isso, estipule um certo tempo para se concentrar em um conteúdo, pode ser 25 minutos, conforme sugere a técnica Pomodoro. Passado esse tempo, ofereça uma recompensa ao cérebro, como assistir um pequeno vídeo divertido, ouvir uma música que gosta ou comer um chocolate, em uma pausa de 5 minutos.

Segundo o livro Aprendendo a aprender”, da pesquisadora Barbara Oakley, da Universidade de Oakland (EUA), essa recompensa será o momento de descanso que vai permitir ao cérebro voltar a um novo período de concentração com mais eficácia.

Ebook Rotina de Estudos para o vestibular

6 – Pratique para aprender

Já percebeu que, muitas vezes, você até entende um conteúdo em sala de aula, mas quando vai estudar em casa, parece que se esquece de tudo?

A dica da neurociência é que para reter esse conteúdo ele precisa ser “praticado”. Para isso, pode ser utilizada a técnica do “recordar ativamente”, que também está no livro “Aprendendo a aprender”

Mas, do que se trata esse conceito? É preciso trazer ideias-chaves sobre aquele tema de volta à sua mente. 

Procure anotar algumas palavras-chaves na margem da apostila ou em outro papel enquanto estiver recebendo o conteúdo, e depois de ler o texto mais uma vez, procure se recordar sem as anotações. Repita na mente ou em voz alta. 

E, principalmente, realize exercícios, refaça provas, tente associar seus aprendizados de modo prático (colocando em ação seu corpo e cérebro de modo a reter as informações necessárias).

Depois disso, procure lembrar desses conteúdos em horários e lugares diferentes.

Além disso, faça algumas anotações antes de dormir e procure se lembrar do que aprendeu no dia, porque esse hábito também vai ajudar no processo de aprendizagem.

O período pré-vestibular exige, como nunca, disciplina, foco e atenção nos estudos em busca de bons resultados nos exames. Mas como os estudantes podem fazer para aprender mais? Leia esse texto para entender como a neurociência pode contribuir de forma a melhorar o desempenho dos estudantes no vestibular. O que é neurociência? A neurociência pode ser definida como um estudo do sistema nervoso e do cérebro, da estrutura à função, do desenvolvimento à regeneração. No entanto, não se resume ao funcionamento de suas células nervosas e moléculas, mas também como estão associadas ao comportamento humano. O cérebro tem 86 bilhões de neurônios, que se conectam e também se relacionam a outras partes do sistema nervoso para definir quem somos e como agimos, portanto, tem relação estreita com o nosso aprendizado. No período pré-vestibular, talvez seja um dos primeiros momentos em que os adolescentes percebem a necessidade de potencializar as funções do próprio cérebro, porque estão mergulhados em uma quantidade imensa de conteúdos que devem ser entendidos e retidos, para fazer bom uso quando for necessário. Muitas vezes, há uma certa predisposição nos vestibulandos de ficarem trancados no quarto por horas seguidas, sem qualquer interação com amigos ou realização de outras atividades durante meses, para buscar um melhor desempenho nos vestibulares. É um ritmo frenético que pode até prejudicar o bem-estar físico e o ânimo dos estudantes. Mas, qual é a saída? Será que não existe jeito mais eficiente de estudar? Como o cérebro realmente aprende? É nessa hora que os estudos da neurociência demonstram que é possível passar por esse período com melhores chances de bons resultados, utilizando o cérebro de uma forma otimizada. Conheça algumas técnicas para melhorar o aprendizado: 1 - Exercite mais do que o cérebro Ter uma rotina de estudos e disciplina é muito importante, porém, neste momento no qual o cérebro é muito exigido, cuidar do corpo pode ser um recurso indispensável. Segundo a neurociência, descuidar do bem-estar físico prejudica o desempenho cognitivo. Por isso, praticar alguma atividade física é fundamental também no período pré-vestibular. É importante permitir que o cérebro trabalhe em segundo plano, neste sentido, os momentos de distração e descanso são fundamentais para que as informações do dia sejam processadas, garantindo que o resgate aos estudos aconteça de maneira mais objetiva e focada. Os exercícios físicos também ajudam o cérebro a funcionar melhor, inclusive, os aeróbicos vão potencializar as funções cerebrais, além de ser uma ótima válvula de escape de estresse. A relação dos exercícios aeróbicos com o aprendizado foi explicada por um estudo publicado no Jornal Americano de Fisiologia, onde foi constatado que essas atividades ajudam o corpo a liberar o fator neurotrófico derivado do cérebro, que é uma proteína que estimula o crescimento de novas células cerebrais. Assim, o exercício físico e momentos de pausa vão ajudar no foco, concentração, além de ajudar a desenvolver raciocínio lógico e memória. 2 - Associe o aprendizado com boas emoções Já perceberam que muitos professores gostam de manter um clima alegre ou até fazer associações divertidas durante as aulas? Eles estão baseando esse comportamento em descobertas da neurociência que explicam que quando uma informação é associada a um sentimento positivo, há mais chances de o cérebro retomá-la no futuro. Isso é conhecido como “valência emocional”, enquanto as sensações positivas estimulam o aprendizado, as negativas, como a raiva e a tristeza, promovem o contrário. Ansiedade e medo, por exemplo, auxiliam na liberação de cortisol (o hormônio do estresse), que prejudica o aprendizado e pode promover o famoso ”branco”, nos momentos de prova. Muitas vezes, estudar ouvindo músicas que gosta pode ser bastante produtivo. Só não deixe a música causar distração. Além disso, ao estudar sempre associe essa prática a um sentimento bom, por exemplo, pensando que essa rotina de estudos está aproximando o seu sonho de você. Procure ter um posicionamento sempre positivo frente aos estudos, parar, respirar e se acalmar, antes de iniciar sua rotina de estudos, será muito benéfico e promoverá a criatividade de suas ideias. 3 - Descubra o seu jeito próprio de estudar As pessoas são diferentes e únicas, portanto, as formas de aprender também devem ser diversificadas a cada perfil. Muitas vezes, tentar estudar de uma maneira que não se encaixa no seu perfil pode gerar muito cansaço e o rendimento pode ser bastante baixo, embora fique muitas horas dedicado aos estudos. Algumas pessoas são mais visuais, outras aprendem mais com leituras, ou seja, são muitas as variações de perfil. Procure entender qual é o seu perfil: gosta de vídeos, áudios, leituras ou mapas mentais? Decifrar esse seu código pessoal vai ajudar muito a produzir melhores resultados em seus estudos. 4 - Elimine as distrações Quando um estudante tem diversos estímulos ao seu redor na hora de estudar, o aprendizado fica mais lento. É preciso esclarecer o mito da “multitarefa” de que podemos realizar várias tarefas ao mesmo tempo, como estudar e ficar ao celular. Só conseguimos realizar duas tarefas ao mesmo tempo, quando uma delas é um uma tarefa considerada automática, como por exemplo, dirigir e ouvir o rádio ou andar de patins e cantar. Portanto, para conseguir manter o foco e a concentração elimine distrações como redes sociais, TV ligada, notificações do celular ou até mesmo conversas paralelas com a família. Por isso, tenha um local de estudo, de preferência, calmo e silencioso, onde possa se concentrar apenas nos estudos e peça para que pais, irmãos ou outras pessoas que frequentam a casa evitem causar distrações. Além disso, procure esquecer “os ladrões de tempo”, como celular e redes sociais, durante o seu período de foco no conteúdo. 5 - Dê recompensas ao cérebro Como já foi dito mais acima, a disciplina e o foco nos estudos são fundamentais para garantir bons resultados, mas a neurociência revela que as pausas também são necessárias para não sobrecarregar demais a mente. Segundo os pesquisadores da neurociência, o cérebro atua no modo focado e no modo difuso (quando está relaxado). Ao alternarmos esses modos, o aprendizado é facilitado. Por isso, estipule um certo tempo para se concentrar em um conteúdo, pode ser 25 minutos, conforme sugere a técnica Pomodoro. Passado esse tempo, ofereça uma recompensa ao cérebro, como assistir um pequeno vídeo divertido, ouvir uma música que gosta ou comer um chocolate, em uma pausa de 5 minutos. Segundo o livro “Aprendendo a aprender”, da pesquisadora Barbara Oakley, da Universidade de Oakland (EUA), essa recompensa será o momento de descanso que vai permitir ao cérebro voltar a um novo período de concentração com mais eficácia. 6 - Pratique para aprender Já percebeu que, muitas vezes, você até entende um conteúdo em sala de aula, mas quando vai estudar em casa, parece que se esquece de tudo? A dica da neurociência é que para reter esse conteúdo ele precisa ser “praticado”. Para isso, pode ser utilizada a técnica do “recordar ativamente”, que também está no livro “Aprendendo a aprender”. Mas, do que se trata esse conceito? É preciso trazer ideias-chaves sobre aquele tema de volta à sua mente. Procure anotar algumas palavras-chaves na margem da apostila ou em outro papel enquanto estiver recebendo o conteúdo, e depois de ler o texto mais uma vez, procure se recordar sem as anotações. Repita na mente ou em voz alta. E principalmente realize exercícios, refaça provas, tente associar seus aprendizados de modo prático (colocando em ação seu corpo e cérebro de modo a reter as informações necessárias). Depois disso, procure lembrar desses conteúdos em horários e lugares diferentes. Além disso, faça algumas anotações antes de dormir e procure se lembrar do que aprendeu no dia, porque esse hábito também vai ajudar no processo de aprendizagem. 7 - Cuide do bem-estar físico Outros aspectos importantes que não estão relacionados aos estudos em si, mas vão interferir diretamente nos resultados está relacionado aos hábitos saudáveis. Além da prática constante de exercícios físicos, manter uma alimentação equilibrada e nutritiva, e uma boa hidratação, também terá influência no resultado dos estudos. Além disso, dormir bem também é crucial para manter o bem-estar do corpo. Uma boa noite de sono, com 6 a 8 horas de descanso, possibilita a eliminação de toxinas e também é o tempo necessário para que a pessoa entre na fase REM (Rapid Eye Movement), que é um processo importantíssimo para a memória. 8 - Não deixe os estudos para última hora Deixar para estudar para uma prova de última hora prejudica o processo de aprendizado, porque não permite que o cérebro fortaleça as correntes cerebrais, que se formam cada vez que as pessoas aprendem algo novo. Quando nos dedicamos a aprender novos assuntos e conceitos, transformamos o nosso cérebro de três maneiras: química, estrutural e funcional. As alterações químicas contribuem para o aprendizado de curto prazo, as alterações estruturais contribuem para a formação da memória e o aprendizado de longo prazo e habilidades motoras. Já as alterações funcionais, conduzem a facilidade no momento de acessar novamente essas informações, deixando a ação mais rápida e empolgante. O tempo de estudo e a prática vão ajudar a consolidar as novas ideias no cérebro. Conclusão A época de vestibular requer esforço e muito foco dos estudantes. Neste período, contar com essas dicas da neurociência pode ajudar muito a promover resultados melhores. O Colégio Planck oferece todas as ferramentas para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional, oferecendo uma aprendizagem direcionada e focada em seus principais objetivos, o que potencializa os pontos fortes para terem sucesso na vida. Leia também: Dicas para exercitar a memória.

7 – Cuide do bem-estar físico

Outros aspectos importantes que não estão relacionados aos estudos em si, mas vão interferir diretamente nos resultados está relacionado aos hábitos saudáveis.

Além da prática constante de exercícios físicos,  manter uma alimentação equilibrada e nutritiva, e uma boa hidratação, também terá influência no resultado dos estudos. 

Além disso, dormir bem também é crucial para manter o bem-estar do corpo. Uma boa noite de sono, com 6 a 8 horas de descanso, possibilita a eliminação de toxinas e também é o tempo necessário para que a pessoa entre na fase REM (Rapid Eye Movement), que é um processo importantíssimo para a memória.

8 – Não deixe os estudos para última hora

Deixar para estudar para uma prova de última hora prejudica o processo de aprendizado, porque não permite que o cérebro fortaleça as correntes cerebrais, que se formam cada vez que as pessoas aprendem algo novo.

Quando nos dedicamos a aprender novos assuntos e conceitos, transformamos o nosso cérebro de três maneiras: química, estrutural e funcional. As alterações químicas contribuem para o aprendizado de curto prazo, as alterações estruturais contribuem para a formação da memória e o aprendizado de longo prazo e habilidades motoras. Já as alterações funcionais, conduzem a facilidade no momento de acessar novamente essas informações, deixando a ação mais rápida e empolgante.

O tempo de estudo e a prática vão ajudar a consolidar as novas ideias no cérebro.

Um tema que vem levantando muitas dúvidas em pais e estudantes sobre cronograma, estrutura e até conteúdos, é o Novo Ensino Médio, que entra em vigor a partir de 2022 . Veja nesse texto o que muda no Colégio Planck para quem está ingressando nesta etapa escolar. Novo Ensino Médio: quais são os principais tópicos? Foi a Lei nº 13.415/2017 que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, para estabelecer uma mudança na estrutura do Ensino Médio. Nesta alteração ficou definida uma ampliação do tempo mínimo dos estudantes na escola e uma nova organização curricular. A primeira grande alteração para 2022 é que a estrutura pedagógica no Ensino Médio será dividida em 2 partes: a formação geral básica (FGB) e os itinerários formativos e unidades eletivas. O primeiro tem foco nas áreas de conhecimento (Ciências Humanas, Matemática, Linguagens e Ciências da Natureza), que serão obrigatórias para todos os estudantes. Nos itinerários formativos e unidades eletivas estão previstas disciplinas que terão a ver com os seus interesses, acadêmicos e ou profissionais. Essa mudança também oferece um maior protagonismo ao estudante, ao escolher suas áreas eletivas, e também dá a ele uma oportunidade de desenvolver seu projeto de vida, que é uma competência já prevista pela BNCC. Contextualizando a mudança O Colégio Planck já nasceu com um viés contemporâneo, com um DNA tecnológico, e oferece a seus estudantes uma carga eletiva intensa, com mais de 38 disciplinas, divididas em 6 núcleos, que atraem os mais diferentes perfis. Desde o Ensino Fundamental Anos Finais, a bagagem diversificada oferecida pelo Colégio é diferenciada. São aulas como Laboratório Maker, Academia Sherlock, idiomas que apresentam uma carga horária maior, assim como outros projetos que visam a ampliação dos horizontes dos estudantes. A carga extracurricular do Ensino Médio no Colégio Planck conta com disciplinas eletivas como Startup & Empreendedorismo, Maker, Olimpíadas de Conhecimento, PGG, etc. Além disso, o terceiro ano é direcionado também às áreas de conhecimento focadas no vestibular e na definição de carreira, com um processo intenso de simulados e orientação educacional individualizada . Porém, o novo Ensino Médio vai permitir que uma ampliação dessa grade diversificada traga uma outra perspectiva para os estudantes das primeiras e segundas séries. Neste momento, entram novas palavras no vocabulário deles, como itinerários e trilhas. Atualmente, os estudantes da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio têm 6 aulas pela manhã (segunda a sexta); provas e atividades complementares e eletivas, que são realizadas no período da tarde. São 30 aulas semanais. A carga atual, então, é de 1.200 horas/aulas por ano, o que também acontece para o 9º ano do Ensino Fundamental. Já na 3ª série do Ensino Médio, a carga é de até 1.440 horas ao ano, porque os estudantes também têm aulas aos sábados. O que acontece a partir de 2022? A partir de 2022, essa carga horária será diferente: para a 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, serão 800 horas para a Formação Geral Básica (FGB) e mais 200 horas de itinerários, que serão as trilhas escolhidas pelos estudantes. O que vai ocorrer é que serão 24 horas aula/semanais dedicadas à FGB e seis horas dedicadas para os itinerários. Com essa nova carga, a partir de 2022, a mudança será na sexta-feira de todas as semanas, quando os estudantes irão participar das aulas diversificadas. No entanto, a 3ª série do Ensino Médio não vai sofrer alteração na carga horária, pelo menos até 2023. Como ficam as aulas regulares? Embora tenha havido uma redução de aulas nas áreas de conhecimento específicas, o certo é que no Colégio Planck não haverá prejuízo no conteúdo, que continuará consistente, estruturado e completo. Será uma nova carga com estudo de curadoria. A essência de alto desempenho do Colégio será mantida. Essa nova carga horária vai continuar proporcionando aos estudantes a compreensão dos conteúdos pedagógicos e científicos. Além disso, serão garantidos todos os conteúdos básicos para ENEM, vestibulares do Brasil e applications para universidades internacionais. O que ocorre é que, no formato atual, muitas vezes, os estudantes têm um conteúdo muito detalhado de cada área de conhecimento, mas, nem sempre, essas informações estão associadas aos interesses pessoais de cada um. A mudança do Ensino Médio dá essa liberdade de escolha ao estudante. Nesse novo formato, os estudantes terão uma aula de Projeto de Vida, que será direcionado por profissionais da Orientação Pedagógica e/ou outros profissionais convidados. A aula será desenvolvida em 3 dimensões: Pessoal (autoconhecimento, autoaceitação e autoestima); Social (relações interpessoais); Profissional (mundo profissional). Matriz socioemocional do Planck ganha mais destaque Além do eixo acadêmico e rigor pedagógico, o desenvolvimento socioemocional é um dos pilares do Colégio Planck. Com esse novo formato para o Ensino Médio, essas habilidades e competências, que estão dispostas em 4 eixos, ganham destaque: abertura ao novo, resiliência emocional, autogestão e amabilidade e engajamento. Esse desenvolvimento vai ganhar muita presença nos itinerários formativos e no Projeto de Vida. Para se ter uma ideia de como será esse processo, o Projeto de Vida, que entra na grade da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, será uma aula que tem 3 grandes objetivos, que são: trabalhar o autoconhecimento, desenvolvimento da autonomia e escolhas profissionais e escolhas de futuro. Ao se conhecer, acreditar no próprio potencial e ter um repertório amplo, ele terá um alicerce que vai ajudá-lo a desenvolver os seus sonhos. Essa aula vai ajudar o estudante a conhecer e esclarecer suas dúvidas sobre áreas, aprender a pesquisar sobre carreiras, mercado de trabalho e tendências, para entender mais sobre esses tópicos e para ir ao encontro dos seus sonhos. O trabalho individual da Orientação Educacional permanece, porém, a aula vai trazer soluções de forma coletiva. Como serão os itinerários informativos por áreas de conhecimento? Em relação às aulas que serão oferecidas às sextas, sobre os itinerários informativos, nas áreas de conhecimento, o estudante poderá escolher conteúdos de Matemática, Linguagens, Ciências da Natureza e Ciências Humanas, de acordo com a área que mais se identificar. Os eixos estruturantes dos itinerários formativos não visam ter mais aulas de uma determinada disciplina, não se tratam apenas de mais aulas teóricas, mas sim usar determinadas áreas de conhecimento como alicerce. São aulas que vão responder ao estudante onde ele vai empregar aquele determinado conhecimento em sua vida. Essas trilhas irão estimular o protagonismo dos estudantes e possibilitar o desenvolvimento de aspectos importantes, como: Investigação científica, que vai aprofundar os principais conceitos de cada área; Estimular os processos criativos; Realizar uma mediação e intervenção sociocultural; Empreendedorismo. Focando nestes 4 principais aspectos, esses conteúdos foram criados, em sua maioria, pela equipe pedagógica interna do Planck, e também com um material de apoio do SAS. Nestas aulas não haverá provas, recuperação ou repetência, mas sim a entrega semestral de um projeto, com 3 marcadores de entrega. Essas notas irão compor o histórico do estudante. A cada semestre, o estudante irá escolher uma das áreas de conhecimento, e fazer inscrições em cada um dos pacotes de aulas. Cada área é composta por 3 trilhas, cada uma com 2 horas-aulas. O Planck vai oferecer 24 opções de trilhas anuais e multisseriadas, que vão complementar as diferentes áreas de conhecimento. São: 1º Semestre Matemáticas e suas tecnologias Fechando a conta: desenvolvendo a consciência financeira; Design gráfico; A Matemática da Inteligência Artificial. Humanidades e suas tecnologias Mundo em movimento: explorando fatos e contextos; Cidadania e direitos fundamentais; História do pensamento humano. Ciências da Natureza e suas tecnologias Ambiente-se: escolhas de hoje para viver o amanhã; Sustentabilidade e desenvolvimento de materiais; Circuito elétricos na prática. Linguagens e suas tecnologias Muito além da influência: argumentação na linguagem; Design de interiores; Revelando mais que a escrita. 2º Semestre Matemáticas e suas tecnologias Problemas em cheque: táticas de resoluções; Processo de decisão e lógicas cotidianas; Funções no mundo: métricas e relações. Humanidades e suas tecnologias Empreendedores Under 20; Constituição e poderes; Políticas públicas (Unesco). Ciências da Natureza e suas tecnologias Investigação forense; Química dos alimentos; História da Ciência. Linguagens e suas tecnologias Strike a pose: nossa vida em rede; Escrita criativa; Sustentabilidade maker (design de móveis). Inscrições para as trilhas começam em novembro Para que os estudantes saibam mais sobre os conteúdos de cada trilha, o Colégio Planck fará uma campanha de divulgação. As inscrições para os itinerários formativos para o primeiro semestre do ano que vem começam já em novembro deste ano. Para o segundo semestre, as inscrições serão em junho de 2022. Cada estudante pode realizar duas áreas iguais ou distintas por ano. No entanto, a escolha precisa ser bem pensada, porque ele não poderá mudar de trilha ao longo do semestre. Vale lembrar que todos os projetos pedagógicos do Colégio Planck, inclusive as atividades eletivas, seguem com sua realização normal, no contraturno das aulas. Conclusão As mudanças que vão ocorrer para o Novo Ensino Médio prometem uma nova dinâmica, porém, com um clima mais leve e descontraído para as sextas-feiras do Colégio. Dentro dessa nova rotina, ocorrerá também maior interação entre as séries, porque durante as trilhas, os estudantes das turmas do 1o e 2o anos estarão em turmas mistas. Além disso, o Novo Ensino Médio do Planck trará mais oportunidades de gerar encantamento nos estudantes, mais colaboração e engajamento nas atividades que norteiam escolhas profissionais e o Colégio vai atuar também como um instrumento de integração com a realidade. Em qualquer mudança no Colégio, o objetivo da equipe Planck é sempre trazer a inovação que vai proporcionar o melhor desenvolvimento de seus estudantes.

Conclusão

A época de vestibular requer esforço e muito foco dos estudantes. Neste período, contar com essas dicas que associam neurociência e vestibular pode ajudar muito a promover resultados melhores.

O Colégio Planck oferece todas as ferramentas para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional, oferecendo uma aprendizagem direcionada e focada em seus principais objetivos, o  que potencializa os pontos fortes para terem sucesso na vida.

Leia também:

➡️ Dicas para exercitar a memória

 

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