Os reflexos da pandemia na educação: o que cada um pode fazer agora

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De  acordo com dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), a pandemia provocou impacto nos estudos de mais de 1,5 bilhão de estudantes em 188 países. Com a suspensão de aulas no mundo todo, foi inevitável que gestores de Educação como um todo pensassem em prejuízos na aprendizagem, pois cada escola conduziu o seu processo de ensino de uma maneira e cada família e estudante vivenciou este período de forma diferente. Veja neste post, como o Colégio Planck vê e lida com essa questão. A pandemia pode ter trazido prejuízos na aprendizagem? A Covid-19 trouxe prejuízos para diferentes âmbitos da sociedade. Os impactos foram sentidos nas áreas da saúde, social, emocional, cultural, política, entre outras.  Na Educação, as ameaças foram significativas porque crianças e adolescentes complementam o processo de socialização na escola. O aprendizado ocorre por meio de sentidos, sensações, proximidade e o estudante precisa significar com essas vivências.  A pandemia não permitiu que esse processo ocorresse em sua plenitude.  A quarta etapa  da pesquisa "Sentimento e Percepção dos professores brasileiros nos diferentes  estágios de Coronavirus”, desenvolvida pelo Instituto Península desde o início da suspensão das aulas com 7 mil  professores de toda a rede de ensino, aponta que 60%  dos profissionais que responderam às pesquisas manifestaram preocupações com deficiências de aprendizagem no período.  Mas, os impactos do isolamento social não foram só negativos para o setor da Educação, houve também aspectos positivos como o avanço da tecnologia, aceleração do ensino híbrido e ganhos no desenvolvimento das habilidades socioemocionais dos estudantes como a maturidade e a organização para lidar com a autonomia imposta no ensino a distância.  Com o início do ano letivo 2021, é hora de as instituições escolares pensarem em estratégias porque os prejuízos podem existir, mas são temporários e amenizados pelo trabalho da escola e do professor em sala de aula, partindo da utilização das ferramentas tecnológicas para a mediação da aprendizagem, da seleção das prioridades curriculares e da adequação das habilidades e competências a serem desenvolvidas.  Além disso,  para minimizar estes prejuízos de forma que essas dificuldades não persistam,  o Colégio  Planck acredita  que o atendimento individualizado e o contato próximo com cada estudante,  para entender a sua trajetória, possibilita oferecer suporte para as suas possíveis dificuldades ou para o avanço de performance. Esse é um diferencial importante no acompanhamento estudantil para o alto desempenho. No  entanto, ainda é difícil mensurar por quanto tempo as dificuldades trazidas pela pandemia serão sentidas pelos estudantes, tendo em vista o universo de disparidades existente nos diversos níveis de ensino na educação brasileira. Questões psicológicas e dificuldades manifestadas no período pelos estudantes Uma pesquisa nacional feita pelo Datafolha em julho do ano passado, apresentou que a pandemia, além de possíveis prejuízos na aprendizagem, também provocou outros efeitos nos estudantes. Ficou  constatado que 64% deles ficaram ansiosos durante o isolamento, 45% ficaram mais irritados e 37% mais tristes. Essa pesquisa ouviu estudantes de 6 a 18 anos. Realmente,  a constatação do Colégio Planck é que o confinamento doeu na alma e todos sentiram. Foi um período no qual os diretores, coordenadores e professores viram extrapolar o número de crianças e adolescentes com depressão e com crises de ansiedade. De uma hora para outra, as crianças e adolescentes tiveram o convívio social restrito apenas ao nível familiar. Pais e filhos passaram a dividir o espaço em tempo integral, o trabalho e a escola adentraram os lares, as dificuldades de convivência na família ficaram mais evidentes, a tensão pelo contágio e o medo pelas perdas com coronavírus também se fizeram presentes.  As principais dificuldades apresentadas pelos estudantes no que se refere à questão escolar foram a mudança de ambiente e rotina, a adaptação às ferramentas tecnológicas, sobretudo para os menores, a organização e a gestão do tempo. Além disso, prestar atenção às aulas já era um desafio para boa parte deles, e com as aulas online, esta questão se intensificou ainda mais.  Outra situação relatada com frequência pelos estudantes foi a sensação de não estarem aprendendo. Essa insegurança gerou mais ansiedade, que somadas às muitas incertezas já presentes nesse momento de pandemia, tiveram impactos consideráveis na saúde emocional e psicológica do estudante.  Cada faixa etária sentiu o isolamento de forma diferente No Ensino Fundamental, existe a necessidade vital do contato, do afeto e do movimento, muitas vezes, inclusive, para significar a aprendizagem. Já no Ensino Médio, existe a urgência de fundamentar os sonhos e de colocar em prática seu projeto de vida.  Para os estudantes mais novos a situação de isolamento tem um peso ainda maior, eles tendem a ser um pouco mais imediatistas e estão lidando com desejos, situações e sonhos que foram adiados e incubidos de uma dura tarefa de estudar sozinhos, em casa, sem os amigos, diante de uma tela. Neste  aspecto, é natural que nem todas as aulas sejam 100% aproveitadas e que por esse motivo a ansiedade e o estresse apareçam. Então, além do olhar para as dificuldades pedagógicas, vale o olhar para o cuidado socioemocional dos estudantes, fortalecer as habilidades já existentes e desenvolver outras. O ano de 2020 mostrou a todos o quanto as pessoas podem ser fortes. No Colégio Planck, todos foram! Como os pais podem ajudar os estudantes que manifestaram essas dificuldades? O apoio dos pais na organização de um ambiente que favoreça o aprendizado e na estruturação da rotina escolar dos filhos é fundamental para a continuidade do processo de escolarização.  Porém, vai muito além disso, cabe aos pais nesse momento reagir com acolhimento, paciência e empatia, reconhecer que o seu filho está sentindo falta do ambiente escolar, que estão produzindo, que estão cansados e sem ter muitos recursos para gastar a energia acumulada. É preciso reconhecer todo o sentimento, tentar ressignificar, valorizar as pequenas conquistas e proporcionar um ambiente tranquilo e favorável para que os filhos continuem ativos, produzindo e, acima de tudo, felizes. Então, oferecer o colo, o abraço e o ouvir atento, são ações extremamente valiosas no desenvolvimento dos filhos. Já a escola tem o papel importantíssimo de seguir com a rotina, manter o cronograma e o compromisso de levar educação, conteúdos significativos, instigando a curiosidade e investigação, oportunizando novas possibilidades de aprendizagem e, acima de tudo, valorizando todo e qualquer esforço praticado pelos estudantes.  Além disso, o Colégio  Planck acredita que o diálogo é sempre o melhor caminho para pais e  filhos. A partir da escuta atenta, é preciso buscar recursos para as dificuldades identificadas, seja na busca de um bom profissional para acompanhamento multidisciplinar, ou na busca de uma instituição de ensino com forte e estruturado projeto pedagógico que compartilhe dos objetivos e valores de cada família. É muito importante também que a escola e a família estejam alinhadas para a superação destas dificuldades, é uma parceria que precisa  ser sólida. Ou seja, a família precisa confiar no trabalho desenvolvido pelo Colégio de seu filho(a) e a instituição precisa ser ética e franca em seus processos, possibilitando sempre espaços de diálogo. Quais recursos o Colégio tem para lidar com problemas  de  aprendizagem? O papel da escola vai muito além das tradicionais lições do currículo escolar, é preciso dar oportunidade ao estudante de aprender a superar as dificuldades, a gerir o seu tempo, a desenvolver a autonomia, a responsabilidade, a determinação e a autoconfiança. Mesmo mediante ao empenho e dedicação ao longo das atividades propostas, é natural o estudante apresentar dificuldades em alguns componentes curriculares, pois estão no processo de desenvolvimento de habilidades e competências.  Neste sentido, o Colégio Planck  dispõe de uma estrutura pedagógica que oferece plantões de dúvidas semanais e um Projeto de Acompanhamento Individual de Desempenho Acadêmico (PAIDA), que é um processo de resgate de aprendizagem, que visa proporcionar ao estudante a oportunidade de aprofundar conceitos, preencher lacunas e apropriar-se de conhecimentos necessários para o seu desenvolvimento. O PAIDA  traz instrumentos diagnósticos prévios de modo que toda a equipe escolar possa se preparar para receber seus estudantes buscando atendê-los da forma mais eficiente e adequada, potencializando a aprendizagem. Resultados observados na recuperação da aprendizagem dos conteúdos No Colégio Planck, os resultados observados nas atividades de recuperação de conteúdos foram positivos.  Mas é necessário entender que as dificuldades precisam ser sanadas de imediato para que não se acumulem, pois os conteúdos que são pré-requisitos para outros, se não foram bem assimilados, geram novas dificuldades.  Nesse sentido, o Colégio Planck oferece aos estudantes mais uma oportunidade para aprimorarem suas habilidades e superar eventuais fragilidades e lacunas.  Essas atividades empoderam o estudante e desenvolvem importantes habilidades, como o protagonismo, a autonomia, a autoconfiança e a autoestima. O que o Colégio, pais e estudantes podem fazer para a  recuperação da aprendizagem em 2021? A Colégio pode: Ajudar estudantes promovendo um ambiente acolhedor e motivador; Organizando avaliações diagnósticas periódicas para garantir que nenhum assunto importante seja negligenciado;  Fazendo uma cuidadosa seleção dos assuntos a serem abordados ao longo do ano letivo; Investir em uma gestão de acompanhamento personalizado para cada estudante. Enquanto  isso, os pais complementam estas ações da escola quando apoiam, valorizam e incentivam o engajamento dos filhos nas atividades escolares. Para os estudantes,  o grande desafio desse período de isolamento social foi, com certeza, manter o ritmo de estudos em casa.  Manter o foco torna-se mais difícil com o passar dos dias e a disciplina pode ser uma grande aliada no combate à desmotivação. Então as dicas são: Concentrar-se nas  possibilidades e não nas dificuldades; Aproveitar melhor o tempo; Confiar no trabalho dos professores; Seguir as orientações da escola; Realizar as tarefas e atividades propostas; Estudar todos os dias, como se estivesse na escola; Compartilhar com professores e orientadoras as possíveis dificuldades, pois todos estão prontos para ajudar neste processo. Como o Colégio Planck pretende minimizar esses efeitos se houver novo fechamento das escolas? No primeiro momento, a pandemia surpreendeu a todos com a suspensão das aulas presenciais e a escola precisou reagir num esforço emergencial para fazer com que as aulas chegassem até os lares dos estudantes.  Escola e professores se reinventaram usando a tecnologia, abraçaram uma nova maneira de ensinar, na tentativa de "qualificar o aprendizado". Hoje, esse cenário não é mais inédito, o Colégio está mais maduro e preparado para enfrentá-lo. Para minimizar os impactos, o Colégio estruturou algumas ações, como: Assegurar que todos os estudantes tenham acesso às atividades remotas propostas; Garantir o acompanhamento contínuo da participação e engajamento dos estudantes nas atividades remotas; Manter um canal de comunicação aberto e ágil com os estudantes e suas famílias para identificar possíveis pontos de melhoria; Aulas mais dinâmicas e envolventes, estruturadas de modo a atender e manter o foco do estudante no formato remoto; Oferecer atividades diárias que permitam verificar a aprendizagem dos assuntos trabalhados; Promover meios de avaliação que demandem a participação ativa do estudante num processo de construção do conhecimento; Identificar os estudantes com fragilidades para oferecer um apoio mais próximo.

De  acordo com dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), os reflexos da pandemia na Educação impactaram os estudos de mais de 1,5 bilhão de estudantes em 188 países.

Com a suspensão de aulas no mundo todo, foi inevitável que gestores do setor como um todo pensassem em prejuízos na aprendizagem, pois cada escola conduziu o seu processo de ensino de uma maneira e cada família e estudante vivenciou este período de forma diferente.

Veja neste post, como o Colégio Planck vê e lida com essa questão.

A pandemia pode ter trazido prejuízos na aprendizagem?

A Covid-19 trouxe prejuízos para diferentes âmbitos da sociedade. Os impactos foram sentidos nas áreas da saúde, social, emocional, cultural, política, entre outras. E os reflexos da pandemia na Educação?

Na Educação, as ameaças foram significativas porque crianças e adolescentes complementam o processo de socialização na escola. O aprendizado ocorre por meio de sentidos, sensações, proximidade e o estudante precisa significar com essas vivências.  A pandemia não permitiu que esse processo ocorresse em sua plenitude. 

A quarta etapa  da pesquisa “Sentimento e Percepção dos professores brasileiros nos diferentes  estágios de Coronavirus”, desenvolvida pelo Instituto Península desde o início da suspensão das aulas com 7 mil  professores de toda a rede de ensino, aponta que 60%  dos profissionais que responderam às pesquisas manifestaram preocupações com deficiências de aprendizagem no período

De  acordo com dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), a pandemia provocou impacto nos estudos de mais de 1,5 bilhão de estudantes em 188 países. Com a suspensão de aulas no mundo todo, foi inevitável que gestores de Educação como um todo pensassem em prejuízos na aprendizagem, pois cada escola conduziu o seu processo de ensino de uma maneira e cada família e estudante vivenciou este período de forma diferente. Veja neste post, como o Colégio Planck vê e lida com essa questão. A pandemia pode ter trazido prejuízos na aprendizagem? A Covid-19 trouxe prejuízos para diferentes âmbitos da sociedade. Os impactos foram sentidos nas áreas da saúde, social, emocional, cultural, política, entre outras.  Na Educação, as ameaças foram significativas porque crianças e adolescentes complementam o processo de socialização na escola. O aprendizado ocorre por meio de sentidos, sensações, proximidade e o estudante precisa significar com essas vivências.  A pandemia não permitiu que esse processo ocorresse em sua plenitude.  A quarta etapa  da pesquisa "Sentimento e Percepção dos professores brasileiros nos diferentes  estágios de Coronavirus”, desenvolvida pelo Instituto Península desde o início da suspensão das aulas com 7 mil  professores de toda a rede de ensino, aponta que 60%  dos profissionais que responderam às pesquisas manifestaram preocupações com deficiências de aprendizagem no período.  Mas, os impactos do isolamento social não foram só negativos para o setor da Educação, houve também aspectos positivos como o avanço da tecnologia, aceleração do ensino híbrido e ganhos no desenvolvimento das habilidades socioemocionais dos estudantes como a maturidade e a organização para lidar com a autonomia imposta no ensino a distância.  Com o início do ano letivo 2021, é hora de as instituições escolares pensarem em estratégias porque os prejuízos podem existir, mas são temporários e amenizados pelo trabalho da escola e do professor em sala de aula, partindo da utilização das ferramentas tecnológicas para a mediação da aprendizagem, da seleção das prioridades curriculares e da adequação das habilidades e competências a serem desenvolvidas.  Além disso,  para minimizar estes prejuízos de forma que essas dificuldades não persistam,  o Colégio  Planck acredita  que o atendimento individualizado e o contato próximo com cada estudante,  para entender a sua trajetória, possibilita oferecer suporte para as suas possíveis dificuldades ou para o avanço de performance. Esse é um diferencial importante no acompanhamento estudantil para o alto desempenho. No  entanto, ainda é difícil mensurar por quanto tempo as dificuldades trazidas pela pandemia serão sentidas pelos estudantes, tendo em vista o universo de disparidades existente nos diversos níveis de ensino na educação brasileira. Questões psicológicas e dificuldades manifestadas no período pelos estudantes Uma pesquisa nacional feita pelo Datafolha em julho do ano passado, apresentou que a pandemia, além de possíveis prejuízos na aprendizagem, também provocou outros efeitos nos estudantes. Ficou  constatado que 64% deles ficaram ansiosos durante o isolamento, 45% ficaram mais irritados e 37% mais tristes. Essa pesquisa ouviu estudantes de 6 a 18 anos. Realmente,  a constatação do Colégio Planck é que o confinamento doeu na alma e todos sentiram. Foi um período no qual os diretores, coordenadores e professores viram extrapolar o número de crianças e adolescentes com depressão e com crises de ansiedade. De uma hora para outra, as crianças e adolescentes tiveram o convívio social restrito apenas ao nível familiar. Pais e filhos passaram a dividir o espaço em tempo integral, o trabalho e a escola adentraram os lares, as dificuldades de convivência na família ficaram mais evidentes, a tensão pelo contágio e o medo pelas perdas com coronavírus também se fizeram presentes.  As principais dificuldades apresentadas pelos estudantes no que se refere à questão escolar foram a mudança de ambiente e rotina, a adaptação às ferramentas tecnológicas, sobretudo para os menores, a organização e a gestão do tempo. Além disso, prestar atenção às aulas já era um desafio para boa parte deles, e com as aulas online, esta questão se intensificou ainda mais.  Outra situação relatada com frequência pelos estudantes foi a sensação de não estarem aprendendo. Essa insegurança gerou mais ansiedade, que somadas às muitas incertezas já presentes nesse momento de pandemia, tiveram impactos consideráveis na saúde emocional e psicológica do estudante.  Cada faixa etária sentiu o isolamento de forma diferente No Ensino Fundamental, existe a necessidade vital do contato, do afeto e do movimento, muitas vezes, inclusive, para significar a aprendizagem. Já no Ensino Médio, existe a urgência de fundamentar os sonhos e de colocar em prática seu projeto de vida.  Para os estudantes mais novos a situação de isolamento tem um peso ainda maior, eles tendem a ser um pouco mais imediatistas e estão lidando com desejos, situações e sonhos que foram adiados e incubidos de uma dura tarefa de estudar sozinhos, em casa, sem os amigos, diante de uma tela. Neste  aspecto, é natural que nem todas as aulas sejam 100% aproveitadas e que por esse motivo a ansiedade e o estresse apareçam. Então, além do olhar para as dificuldades pedagógicas, vale o olhar para o cuidado socioemocional dos estudantes, fortalecer as habilidades já existentes e desenvolver outras. O ano de 2020 mostrou a todos o quanto as pessoas podem ser fortes. No Colégio Planck, todos foram! Como os pais podem ajudar os estudantes que manifestaram essas dificuldades? O apoio dos pais na organização de um ambiente que favoreça o aprendizado e na estruturação da rotina escolar dos filhos é fundamental para a continuidade do processo de escolarização.  Porém, vai muito além disso, cabe aos pais nesse momento reagir com acolhimento, paciência e empatia, reconhecer que o seu filho está sentindo falta do ambiente escolar, que estão produzindo, que estão cansados e sem ter muitos recursos para gastar a energia acumulada. É preciso reconhecer todo o sentimento, tentar ressignificar, valorizar as pequenas conquistas e proporcionar um ambiente tranquilo e favorável para que os filhos continuem ativos, produzindo e, acima de tudo, felizes. Então, oferecer o colo, o abraço e o ouvir atento, são ações extremamente valiosas no desenvolvimento dos filhos. Já a escola tem o papel importantíssimo de seguir com a rotina, manter o cronograma e o compromisso de levar educação, conteúdos significativos, instigando a curiosidade e investigação, oportunizando novas possibilidades de aprendizagem e, acima de tudo, valorizando todo e qualquer esforço praticado pelos estudantes.  Além disso, o Colégio  Planck acredita que o diálogo é sempre o melhor caminho para pais e  filhos. A partir da escuta atenta, é preciso buscar recursos para as dificuldades identificadas, seja na busca de um bom profissional para acompanhamento multidisciplinar, ou na busca de uma instituição de ensino com forte e estruturado projeto pedagógico que compartilhe dos objetivos e valores de cada família. É muito importante também que a escola e a família estejam alinhadas para a superação destas dificuldades, é uma parceria que precisa  ser sólida. Ou seja, a família precisa confiar no trabalho desenvolvido pelo Colégio de seu filho(a) e a instituição precisa ser ética e franca em seus processos, possibilitando sempre espaços de diálogo. Quais recursos o Colégio tem para lidar com problemas  de  aprendizagem? O papel da escola vai muito além das tradicionais lições do currículo escolar, é preciso dar oportunidade ao estudante de aprender a superar as dificuldades, a gerir o seu tempo, a desenvolver a autonomia, a responsabilidade, a determinação e a autoconfiança. Mesmo mediante ao empenho e dedicação ao longo das atividades propostas, é natural o estudante apresentar dificuldades em alguns componentes curriculares, pois estão no processo de desenvolvimento de habilidades e competências.  Neste sentido, o Colégio Planck  dispõe de uma estrutura pedagógica que oferece plantões de dúvidas semanais e um Projeto de Acompanhamento Individual de Desempenho Acadêmico (PAIDA), que é um processo de resgate de aprendizagem, que visa proporcionar ao estudante a oportunidade de aprofundar conceitos, preencher lacunas e apropriar-se de conhecimentos necessários para o seu desenvolvimento. O PAIDA  traz instrumentos diagnósticos prévios de modo que toda a equipe escolar possa se preparar para receber seus estudantes buscando atendê-los da forma mais eficiente e adequada, potencializando a aprendizagem. Resultados observados na recuperação da aprendizagem dos conteúdos No Colégio Planck, os resultados observados nas atividades de recuperação de conteúdos foram positivos.  Mas é necessário entender que as dificuldades precisam ser sanadas de imediato para que não se acumulem, pois os conteúdos que são pré-requisitos para outros, se não foram bem assimilados, geram novas dificuldades.  Nesse sentido, o Colégio Planck oferece aos estudantes mais uma oportunidade para aprimorarem suas habilidades e superar eventuais fragilidades e lacunas.  Essas atividades empoderam o estudante e desenvolvem importantes habilidades, como o protagonismo, a autonomia, a autoconfiança e a autoestima. O que o Colégio, pais e estudantes podem fazer para a  recuperação da aprendizagem em 2021? A Colégio pode: Ajudar estudantes promovendo um ambiente acolhedor e motivador; Organizando avaliações diagnósticas periódicas para garantir que nenhum assunto importante seja negligenciado;  Fazendo uma cuidadosa seleção dos assuntos a serem abordados ao longo do ano letivo; Investir em uma gestão de acompanhamento personalizado para cada estudante. Enquanto  isso, os pais complementam estas ações da escola quando apoiam, valorizam e incentivam o engajamento dos filhos nas atividades escolares. Para os estudantes,  o grande desafio desse período de isolamento social foi, com certeza, manter o ritmo de estudos em casa.  Manter o foco torna-se mais difícil com o passar dos dias e a disciplina pode ser uma grande aliada no combate à desmotivação. Então as dicas são: Concentrar-se nas  possibilidades e não nas dificuldades; Aproveitar melhor o tempo; Confiar no trabalho dos professores; Seguir as orientações da escola; Realizar as tarefas e atividades propostas; Estudar todos os dias, como se estivesse na escola; Compartilhar com professores e orientadoras as possíveis dificuldades, pois todos estão prontos para ajudar neste processo. Como o Colégio Planck pretende minimizar esses efeitos se houver novo fechamento das escolas? No primeiro momento, a pandemia surpreendeu a todos com a suspensão das aulas presenciais e a escola precisou reagir num esforço emergencial para fazer com que as aulas chegassem até os lares dos estudantes.  Escola e professores se reinventaram usando a tecnologia, abraçaram uma nova maneira de ensinar, na tentativa de "qualificar o aprendizado". Hoje, esse cenário não é mais inédito, o Colégio está mais maduro e preparado para enfrentá-lo. Para minimizar os impactos, o Colégio estruturou algumas ações, como: Assegurar que todos os estudantes tenham acesso às atividades remotas propostas; Garantir o acompanhamento contínuo da participação e engajamento dos estudantes nas atividades remotas; Manter um canal de comunicação aberto e ágil com os estudantes e suas famílias para identificar possíveis pontos de melhoria; Aulas mais dinâmicas e envolventes, estruturadas de modo a atender e manter o foco do estudante no formato remoto; Oferecer atividades diárias que permitam verificar a aprendizagem dos assuntos trabalhados; Promover meios de avaliação que demandem a participação ativa do estudante num processo de construção do conhecimento; Identificar os estudantes com fragilidades para oferecer um apoio mais próximo.

Mas, os reflexos da pandemia na Educação não foram só negativos, houve também aspectos positivos como o avanço da tecnologia, aceleração do ensino híbrido e ganhos no desenvolvimento das habilidades socioemocionais dos estudantes, como a maturidade e a organização para lidar com a autonomia imposta no ensino a distância. 

Com o início do ano letivo 2021, é hora de as instituições escolares pensarem em estratégias porque os prejuízos podem existir, mas são temporários e amenizados pelo trabalho da escola e do professor em sala de aula, partindo da utilização das ferramentas tecnológicas para a mediação da aprendizagem, da seleção das prioridades curriculares e da adequação das habilidades e competências a serem desenvolvidas. 

Além disso,  para minimizar estes prejuízos de forma que essas dificuldades não persistam,  o Colégio  Planck acredita  que o atendimento individualizado e o contato próximo com cada estudante,  para entender a sua trajetória, possibilita oferecer suporte para as suas possíveis dificuldades ou para o avanço de performance. Esse é um diferencial importante no acompanhamento estudantil para o alto desempenho.

No  entanto, ainda é difícil mensurar por quanto tempo as dificuldades trazidas pela pandemia serão sentidas pelos estudantes, tendo em vista o universo de disparidades existente nos diversos níveis de ensino na educação brasileira.

De  acordo com dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), a pandemia provocou impacto nos estudos de mais de 1,5 bilhão de estudantes em 188 países. Com a suspensão de aulas no mundo todo, foi inevitável que gestores de Educação como um todo pensassem em prejuízos na aprendizagem, pois cada escola conduziu o seu processo de ensino de uma maneira e cada família e estudante vivenciou este período de forma diferente. Veja neste post, como o Colégio Planck vê e lida com essa questão. A pandemia pode ter trazido prejuízos na aprendizagem? A Covid-19 trouxe prejuízos para diferentes âmbitos da sociedade. Os impactos foram sentidos nas áreas da saúde, social, emocional, cultural, política, entre outras.  Na Educação, as ameaças foram significativas porque crianças e adolescentes complementam o processo de socialização na escola. O aprendizado ocorre por meio de sentidos, sensações, proximidade e o estudante precisa significar com essas vivências.  A pandemia não permitiu que esse processo ocorresse em sua plenitude.  A quarta etapa  da pesquisa "Sentimento e Percepção dos professores brasileiros nos diferentes  estágios de Coronavirus”, desenvolvida pelo Instituto Península desde o início da suspensão das aulas com 7 mil  professores de toda a rede de ensino, aponta que 60%  dos profissionais que responderam às pesquisas manifestaram preocupações com deficiências de aprendizagem no período.  Mas, os impactos do isolamento social não foram só negativos para o setor da Educação, houve também aspectos positivos como o avanço da tecnologia, aceleração do ensino híbrido e ganhos no desenvolvimento das habilidades socioemocionais dos estudantes como a maturidade e a organização para lidar com a autonomia imposta no ensino a distância.  Com o início do ano letivo 2021, é hora de as instituições escolares pensarem em estratégias porque os prejuízos podem existir, mas são temporários e amenizados pelo trabalho da escola e do professor em sala de aula, partindo da utilização das ferramentas tecnológicas para a mediação da aprendizagem, da seleção das prioridades curriculares e da adequação das habilidades e competências a serem desenvolvidas.  Além disso,  para minimizar estes prejuízos de forma que essas dificuldades não persistam,  o Colégio  Planck acredita  que o atendimento individualizado e o contato próximo com cada estudante,  para entender a sua trajetória, possibilita oferecer suporte para as suas possíveis dificuldades ou para o avanço de performance. Esse é um diferencial importante no acompanhamento estudantil para o alto desempenho. No  entanto, ainda é difícil mensurar por quanto tempo as dificuldades trazidas pela pandemia serão sentidas pelos estudantes, tendo em vista o universo de disparidades existente nos diversos níveis de ensino na educação brasileira. Questões psicológicas e dificuldades manifestadas no período pelos estudantes Uma pesquisa nacional feita pelo Datafolha em julho do ano passado, apresentou que a pandemia, além de possíveis prejuízos na aprendizagem, também provocou outros efeitos nos estudantes. Ficou  constatado que 64% deles ficaram ansiosos durante o isolamento, 45% ficaram mais irritados e 37% mais tristes. Essa pesquisa ouviu estudantes de 6 a 18 anos. Realmente,  a constatação do Colégio Planck é que o confinamento doeu na alma e todos sentiram. Foi um período no qual os diretores, coordenadores e professores viram extrapolar o número de crianças e adolescentes com depressão e com crises de ansiedade. De uma hora para outra, as crianças e adolescentes tiveram o convívio social restrito apenas ao nível familiar. Pais e filhos passaram a dividir o espaço em tempo integral, o trabalho e a escola adentraram os lares, as dificuldades de convivência na família ficaram mais evidentes, a tensão pelo contágio e o medo pelas perdas com coronavírus também se fizeram presentes.  As principais dificuldades apresentadas pelos estudantes no que se refere à questão escolar foram a mudança de ambiente e rotina, a adaptação às ferramentas tecnológicas, sobretudo para os menores, a organização e a gestão do tempo. Além disso, prestar atenção às aulas já era um desafio para boa parte deles, e com as aulas online, esta questão se intensificou ainda mais.  Outra situação relatada com frequência pelos estudantes foi a sensação de não estarem aprendendo. Essa insegurança gerou mais ansiedade, que somadas às muitas incertezas já presentes nesse momento de pandemia, tiveram impactos consideráveis na saúde emocional e psicológica do estudante.  Cada faixa etária sentiu o isolamento de forma diferente No Ensino Fundamental, existe a necessidade vital do contato, do afeto e do movimento, muitas vezes, inclusive, para significar a aprendizagem. Já no Ensino Médio, existe a urgência de fundamentar os sonhos e de colocar em prática seu projeto de vida.  Para os estudantes mais novos a situação de isolamento tem um peso ainda maior, eles tendem a ser um pouco mais imediatistas e estão lidando com desejos, situações e sonhos que foram adiados e incubidos de uma dura tarefa de estudar sozinhos, em casa, sem os amigos, diante de uma tela. Neste  aspecto, é natural que nem todas as aulas sejam 100% aproveitadas e que por esse motivo a ansiedade e o estresse apareçam. Então, além do olhar para as dificuldades pedagógicas, vale o olhar para o cuidado socioemocional dos estudantes, fortalecer as habilidades já existentes e desenvolver outras. O ano de 2020 mostrou a todos o quanto as pessoas podem ser fortes. No Colégio Planck, todos foram! Como os pais podem ajudar os estudantes que manifestaram essas dificuldades? O apoio dos pais na organização de um ambiente que favoreça o aprendizado e na estruturação da rotina escolar dos filhos é fundamental para a continuidade do processo de escolarização.  Porém, vai muito além disso, cabe aos pais nesse momento reagir com acolhimento, paciência e empatia, reconhecer que o seu filho está sentindo falta do ambiente escolar, que estão produzindo, que estão cansados e sem ter muitos recursos para gastar a energia acumulada. É preciso reconhecer todo o sentimento, tentar ressignificar, valorizar as pequenas conquistas e proporcionar um ambiente tranquilo e favorável para que os filhos continuem ativos, produzindo e, acima de tudo, felizes. Então, oferecer o colo, o abraço e o ouvir atento, são ações extremamente valiosas no desenvolvimento dos filhos. Já a escola tem o papel importantíssimo de seguir com a rotina, manter o cronograma e o compromisso de levar educação, conteúdos significativos, instigando a curiosidade e investigação, oportunizando novas possibilidades de aprendizagem e, acima de tudo, valorizando todo e qualquer esforço praticado pelos estudantes.  Além disso, o Colégio  Planck acredita que o diálogo é sempre o melhor caminho para pais e  filhos. A partir da escuta atenta, é preciso buscar recursos para as dificuldades identificadas, seja na busca de um bom profissional para acompanhamento multidisciplinar, ou na busca de uma instituição de ensino com forte e estruturado projeto pedagógico que compartilhe dos objetivos e valores de cada família. É muito importante também que a escola e a família estejam alinhadas para a superação destas dificuldades, é uma parceria que precisa  ser sólida. Ou seja, a família precisa confiar no trabalho desenvolvido pelo Colégio de seu filho(a) e a instituição precisa ser ética e franca em seus processos, possibilitando sempre espaços de diálogo. Quais recursos o Colégio tem para lidar com problemas  de  aprendizagem? O papel da escola vai muito além das tradicionais lições do currículo escolar, é preciso dar oportunidade ao estudante de aprender a superar as dificuldades, a gerir o seu tempo, a desenvolver a autonomia, a responsabilidade, a determinação e a autoconfiança. Mesmo mediante ao empenho e dedicação ao longo das atividades propostas, é natural o estudante apresentar dificuldades em alguns componentes curriculares, pois estão no processo de desenvolvimento de habilidades e competências.  Neste sentido, o Colégio Planck  dispõe de uma estrutura pedagógica que oferece plantões de dúvidas semanais e um Projeto de Acompanhamento Individual de Desempenho Acadêmico (PAIDA), que é um processo de resgate de aprendizagem, que visa proporcionar ao estudante a oportunidade de aprofundar conceitos, preencher lacunas e apropriar-se de conhecimentos necessários para o seu desenvolvimento. O PAIDA  traz instrumentos diagnósticos prévios de modo que toda a equipe escolar possa se preparar para receber seus estudantes buscando atendê-los da forma mais eficiente e adequada, potencializando a aprendizagem. Resultados observados na recuperação da aprendizagem dos conteúdos No Colégio Planck, os resultados observados nas atividades de recuperação de conteúdos foram positivos.  Mas é necessário entender que as dificuldades precisam ser sanadas de imediato para que não se acumulem, pois os conteúdos que são pré-requisitos para outros, se não foram bem assimilados, geram novas dificuldades.  Nesse sentido, o Colégio Planck oferece aos estudantes mais uma oportunidade para aprimorarem suas habilidades e superar eventuais fragilidades e lacunas.  Essas atividades empoderam o estudante e desenvolvem importantes habilidades, como o protagonismo, a autonomia, a autoconfiança e a autoestima. O que o Colégio, pais e estudantes podem fazer para a  recuperação da aprendizagem em 2021? A Colégio pode: Ajudar estudantes promovendo um ambiente acolhedor e motivador; Organizando avaliações diagnósticas periódicas para garantir que nenhum assunto importante seja negligenciado;  Fazendo uma cuidadosa seleção dos assuntos a serem abordados ao longo do ano letivo; Investir em uma gestão de acompanhamento personalizado para cada estudante. Enquanto  isso, os pais complementam estas ações da escola quando apoiam, valorizam e incentivam o engajamento dos filhos nas atividades escolares. Para os estudantes,  o grande desafio desse período de isolamento social foi, com certeza, manter o ritmo de estudos em casa.  Manter o foco torna-se mais difícil com o passar dos dias e a disciplina pode ser uma grande aliada no combate à desmotivação. Então as dicas são: Concentrar-se nas  possibilidades e não nas dificuldades; Aproveitar melhor o tempo; Confiar no trabalho dos professores; Seguir as orientações da escola; Realizar as tarefas e atividades propostas; Estudar todos os dias, como se estivesse na escola; Compartilhar com professores e orientadoras as possíveis dificuldades, pois todos estão prontos para ajudar neste processo. Como o Colégio Planck pretende minimizar esses efeitos se houver novo fechamento das escolas? No primeiro momento, a pandemia surpreendeu a todos com a suspensão das aulas presenciais e a escola precisou reagir num esforço emergencial para fazer com que as aulas chegassem até os lares dos estudantes.  Escola e professores se reinventaram usando a tecnologia, abraçaram uma nova maneira de ensinar, na tentativa de "qualificar o aprendizado". Hoje, esse cenário não é mais inédito, o Colégio está mais maduro e preparado para enfrentá-lo. Para minimizar os impactos, o Colégio estruturou algumas ações, como: Assegurar que todos os estudantes tenham acesso às atividades remotas propostas; Garantir o acompanhamento contínuo da participação e engajamento dos estudantes nas atividades remotas; Manter um canal de comunicação aberto e ágil com os estudantes e suas famílias para identificar possíveis pontos de melhoria; Aulas mais dinâmicas e envolventes, estruturadas de modo a atender e manter o foco do estudante no formato remoto; Oferecer atividades diárias que permitam verificar a aprendizagem dos assuntos trabalhados; Promover meios de avaliação que demandem a participação ativa do estudante num processo de construção do conhecimento; Identificar os estudantes com fragilidades para oferecer um apoio mais próximo.

Questões psicológicas e dificuldades manifestadas no período pelos estudantes

Uma pesquisa nacional feita pelo Datafolha em julho do ano passado, apresentou que a pandemia, além de possíveis prejuízos na aprendizagem, também provocou outros efeitos nos estudantes. Ficou  constatado que 64% deles ficaram ansiosos durante o isolamento, 45% ficaram mais irritados e 37% mais tristes. Essa pesquisa ouviu estudantes de 6 a 18 anos.

Realmente,  a constatação do Colégio Planck é que o confinamento doeu na alma e todos sentiram. Foi um período no qual os diretores, coordenadores e professores viram extrapolar o número de crianças e adolescentes com depressão e com crises de ansiedade.

De uma hora para outra, as crianças e adolescentes tiveram o convívio social restrito apenas ao nível familiar. Pais e filhos passaram a dividir o espaço em tempo integral, o trabalho e a escola adentraram os lares, as dificuldades de convivência na família ficaram mais evidentes, a tensão pelo contágio e o medo pelas perdas com coronavírus também se fizeram presentes. 

As principais dificuldades apresentadas pelos estudantes no que se refere à questão escolar foram a mudança de ambiente e rotina, a adaptação às ferramentas tecnológicas, sobretudo para os menores, a organização e a gestão do tempo. Além disso, prestar atenção às aulas já era um desafio para boa parte deles, e com as aulas online, esta questão se intensificou ainda mais. 

Outra situação relatada com frequência pelos estudantes foi a sensação de não estarem aprendendo. Essa insegurança gerou mais ansiedade, que somadas às muitas incertezas já presentes nesse momento de pandemia, tiveram impactos consideráveis na saúde emocional e psicológica do estudante. 

De  acordo com dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), a pandemia provocou impacto nos estudos de mais de 1,5 bilhão de estudantes em 188 países. Com a suspensão de aulas no mundo todo, foi inevitável que gestores de Educação como um todo pensassem em prejuízos na aprendizagem, pois cada escola conduziu o seu processo de ensino de uma maneira e cada família e estudante vivenciou este período de forma diferente. Veja neste post, como o Colégio Planck vê e lida com essa questão. A pandemia pode ter trazido prejuízos na aprendizagem? A Covid-19 trouxe prejuízos para diferentes âmbitos da sociedade. Os impactos foram sentidos nas áreas da saúde, social, emocional, cultural, política, entre outras.  Na Educação, as ameaças foram significativas porque crianças e adolescentes complementam o processo de socialização na escola. O aprendizado ocorre por meio de sentidos, sensações, proximidade e o estudante precisa significar com essas vivências.  A pandemia não permitiu que esse processo ocorresse em sua plenitude.  A quarta etapa  da pesquisa "Sentimento e Percepção dos professores brasileiros nos diferentes  estágios de Coronavirus”, desenvolvida pelo Instituto Península desde o início da suspensão das aulas com 7 mil  professores de toda a rede de ensino, aponta que 60%  dos profissionais que responderam às pesquisas manifestaram preocupações com deficiências de aprendizagem no período.  Mas, os impactos do isolamento social não foram só negativos para o setor da Educação, houve também aspectos positivos como o avanço da tecnologia, aceleração do ensino híbrido e ganhos no desenvolvimento das habilidades socioemocionais dos estudantes como a maturidade e a organização para lidar com a autonomia imposta no ensino a distância.  Com o início do ano letivo 2021, é hora de as instituições escolares pensarem em estratégias porque os prejuízos podem existir, mas são temporários e amenizados pelo trabalho da escola e do professor em sala de aula, partindo da utilização das ferramentas tecnológicas para a mediação da aprendizagem, da seleção das prioridades curriculares e da adequação das habilidades e competências a serem desenvolvidas.  Além disso,  para minimizar estes prejuízos de forma que essas dificuldades não persistam,  o Colégio  Planck acredita  que o atendimento individualizado e o contato próximo com cada estudante,  para entender a sua trajetória, possibilita oferecer suporte para as suas possíveis dificuldades ou para o avanço de performance. Esse é um diferencial importante no acompanhamento estudantil para o alto desempenho. No  entanto, ainda é difícil mensurar por quanto tempo as dificuldades trazidas pela pandemia serão sentidas pelos estudantes, tendo em vista o universo de disparidades existente nos diversos níveis de ensino na educação brasileira. Questões psicológicas e dificuldades manifestadas no período pelos estudantes Uma pesquisa nacional feita pelo Datafolha em julho do ano passado, apresentou que a pandemia, além de possíveis prejuízos na aprendizagem, também provocou outros efeitos nos estudantes. Ficou  constatado que 64% deles ficaram ansiosos durante o isolamento, 45% ficaram mais irritados e 37% mais tristes. Essa pesquisa ouviu estudantes de 6 a 18 anos. Realmente,  a constatação do Colégio Planck é que o confinamento doeu na alma e todos sentiram. Foi um período no qual os diretores, coordenadores e professores viram extrapolar o número de crianças e adolescentes com depressão e com crises de ansiedade. De uma hora para outra, as crianças e adolescentes tiveram o convívio social restrito apenas ao nível familiar. Pais e filhos passaram a dividir o espaço em tempo integral, o trabalho e a escola adentraram os lares, as dificuldades de convivência na família ficaram mais evidentes, a tensão pelo contágio e o medo pelas perdas com coronavírus também se fizeram presentes.  As principais dificuldades apresentadas pelos estudantes no que se refere à questão escolar foram a mudança de ambiente e rotina, a adaptação às ferramentas tecnológicas, sobretudo para os menores, a organização e a gestão do tempo. Além disso, prestar atenção às aulas já era um desafio para boa parte deles, e com as aulas online, esta questão se intensificou ainda mais.  Outra situação relatada com frequência pelos estudantes foi a sensação de não estarem aprendendo. Essa insegurança gerou mais ansiedade, que somadas às muitas incertezas já presentes nesse momento de pandemia, tiveram impactos consideráveis na saúde emocional e psicológica do estudante.  Cada faixa etária sentiu o isolamento de forma diferente No Ensino Fundamental, existe a necessidade vital do contato, do afeto e do movimento, muitas vezes, inclusive, para significar a aprendizagem. Já no Ensino Médio, existe a urgência de fundamentar os sonhos e de colocar em prática seu projeto de vida.  Para os estudantes mais novos a situação de isolamento tem um peso ainda maior, eles tendem a ser um pouco mais imediatistas e estão lidando com desejos, situações e sonhos que foram adiados e incubidos de uma dura tarefa de estudar sozinhos, em casa, sem os amigos, diante de uma tela. Neste  aspecto, é natural que nem todas as aulas sejam 100% aproveitadas e que por esse motivo a ansiedade e o estresse apareçam. Então, além do olhar para as dificuldades pedagógicas, vale o olhar para o cuidado socioemocional dos estudantes, fortalecer as habilidades já existentes e desenvolver outras. O ano de 2020 mostrou a todos o quanto as pessoas podem ser fortes. No Colégio Planck, todos foram! Como os pais podem ajudar os estudantes que manifestaram essas dificuldades? O apoio dos pais na organização de um ambiente que favoreça o aprendizado e na estruturação da rotina escolar dos filhos é fundamental para a continuidade do processo de escolarização.  Porém, vai muito além disso, cabe aos pais nesse momento reagir com acolhimento, paciência e empatia, reconhecer que o seu filho está sentindo falta do ambiente escolar, que estão produzindo, que estão cansados e sem ter muitos recursos para gastar a energia acumulada. É preciso reconhecer todo o sentimento, tentar ressignificar, valorizar as pequenas conquistas e proporcionar um ambiente tranquilo e favorável para que os filhos continuem ativos, produzindo e, acima de tudo, felizes. Então, oferecer o colo, o abraço e o ouvir atento, são ações extremamente valiosas no desenvolvimento dos filhos. Já a escola tem o papel importantíssimo de seguir com a rotina, manter o cronograma e o compromisso de levar educação, conteúdos significativos, instigando a curiosidade e investigação, oportunizando novas possibilidades de aprendizagem e, acima de tudo, valorizando todo e qualquer esforço praticado pelos estudantes.  Além disso, o Colégio  Planck acredita que o diálogo é sempre o melhor caminho para pais e  filhos. A partir da escuta atenta, é preciso buscar recursos para as dificuldades identificadas, seja na busca de um bom profissional para acompanhamento multidisciplinar, ou na busca de uma instituição de ensino com forte e estruturado projeto pedagógico que compartilhe dos objetivos e valores de cada família. É muito importante também que a escola e a família estejam alinhadas para a superação destas dificuldades, é uma parceria que precisa  ser sólida. Ou seja, a família precisa confiar no trabalho desenvolvido pelo Colégio de seu filho(a) e a instituição precisa ser ética e franca em seus processos, possibilitando sempre espaços de diálogo. Quais recursos o Colégio tem para lidar com problemas  de  aprendizagem? O papel da escola vai muito além das tradicionais lições do currículo escolar, é preciso dar oportunidade ao estudante de aprender a superar as dificuldades, a gerir o seu tempo, a desenvolver a autonomia, a responsabilidade, a determinação e a autoconfiança. Mesmo mediante ao empenho e dedicação ao longo das atividades propostas, é natural o estudante apresentar dificuldades em alguns componentes curriculares, pois estão no processo de desenvolvimento de habilidades e competências.  Neste sentido, o Colégio Planck  dispõe de uma estrutura pedagógica que oferece plantões de dúvidas semanais e um Projeto de Acompanhamento Individual de Desempenho Acadêmico (PAIDA), que é um processo de resgate de aprendizagem, que visa proporcionar ao estudante a oportunidade de aprofundar conceitos, preencher lacunas e apropriar-se de conhecimentos necessários para o seu desenvolvimento. O PAIDA  traz instrumentos diagnósticos prévios de modo que toda a equipe escolar possa se preparar para receber seus estudantes buscando atendê-los da forma mais eficiente e adequada, potencializando a aprendizagem. Resultados observados na recuperação da aprendizagem dos conteúdos No Colégio Planck, os resultados observados nas atividades de recuperação de conteúdos foram positivos.  Mas é necessário entender que as dificuldades precisam ser sanadas de imediato para que não se acumulem, pois os conteúdos que são pré-requisitos para outros, se não foram bem assimilados, geram novas dificuldades.  Nesse sentido, o Colégio Planck oferece aos estudantes mais uma oportunidade para aprimorarem suas habilidades e superar eventuais fragilidades e lacunas.  Essas atividades empoderam o estudante e desenvolvem importantes habilidades, como o protagonismo, a autonomia, a autoconfiança e a autoestima. O que o Colégio, pais e estudantes podem fazer para a  recuperação da aprendizagem em 2021? A Colégio pode: Ajudar estudantes promovendo um ambiente acolhedor e motivador; Organizando avaliações diagnósticas periódicas para garantir que nenhum assunto importante seja negligenciado;  Fazendo uma cuidadosa seleção dos assuntos a serem abordados ao longo do ano letivo; Investir em uma gestão de acompanhamento personalizado para cada estudante. Enquanto  isso, os pais complementam estas ações da escola quando apoiam, valorizam e incentivam o engajamento dos filhos nas atividades escolares. Para os estudantes,  o grande desafio desse período de isolamento social foi, com certeza, manter o ritmo de estudos em casa.  Manter o foco torna-se mais difícil com o passar dos dias e a disciplina pode ser uma grande aliada no combate à desmotivação. Então as dicas são: Concentrar-se nas  possibilidades e não nas dificuldades; Aproveitar melhor o tempo; Confiar no trabalho dos professores; Seguir as orientações da escola; Realizar as tarefas e atividades propostas; Estudar todos os dias, como se estivesse na escola; Compartilhar com professores e orientadoras as possíveis dificuldades, pois todos estão prontos para ajudar neste processo. Como o Colégio Planck pretende minimizar esses efeitos se houver novo fechamento das escolas? No primeiro momento, a pandemia surpreendeu a todos com a suspensão das aulas presenciais e a escola precisou reagir num esforço emergencial para fazer com que as aulas chegassem até os lares dos estudantes.  Escola e professores se reinventaram usando a tecnologia, abraçaram uma nova maneira de ensinar, na tentativa de "qualificar o aprendizado". Hoje, esse cenário não é mais inédito, o Colégio está mais maduro e preparado para enfrentá-lo. Para minimizar os impactos, o Colégio estruturou algumas ações, como: Assegurar que todos os estudantes tenham acesso às atividades remotas propostas; Garantir o acompanhamento contínuo da participação e engajamento dos estudantes nas atividades remotas; Manter um canal de comunicação aberto e ágil com os estudantes e suas famílias para identificar possíveis pontos de melhoria; Aulas mais dinâmicas e envolventes, estruturadas de modo a atender e manter o foco do estudante no formato remoto; Oferecer atividades diárias que permitam verificar a aprendizagem dos assuntos trabalhados; Promover meios de avaliação que demandem a participação ativa do estudante num processo de construção do conhecimento; Identificar os estudantes com fragilidades para oferecer um apoio mais próximo.

➡️ Profissões do futuro

Cada faixa etária sentiu o isolamento de forma diferente

No Ensino Fundamental, existe a necessidade vital do contato, do afeto e do movimento, muitas vezes, inclusive, para significar a aprendizagem. Já no Ensino Médio, existe a urgência de fundamentar os sonhos e de colocar em prática seu projeto de vida. 

Para os estudantes mais novos a situação de isolamento tem um peso ainda maior, eles tendem a ser um pouco mais imediatistas e estão lidando com desejos, situações e sonhos que foram adiados e incubidos de uma dura tarefa de estudar sozinhos, em casa, sem os amigos, diante de uma tela.

Neste  aspecto, é natural que nem todas as aulas sejam 100% aproveitadas e que por esse motivo a ansiedade e o estresse apareçam.

Então, além do olhar para as dificuldades pedagógicas, vale o olhar para o cuidado socioemocional dos estudantes, fortalecer as habilidades já existentes e desenvolver outras.

O ano de 2020 mostrou a todos o quanto as pessoas podem ser fortes. No Colégio Planck, todos foram!

Como os pais podem ajudar os estudantes que manifestaram essas dificuldades?

O apoio dos pais na organização de um ambiente que favoreça o aprendizado e na estruturação da rotina escolar dos filhos é fundamental para a continuidade do processo de escolarização. 

Porém, vai muito além disso, cabe aos pais nesse momento reagir com acolhimento, paciência e empatia, reconhecer que o seu filho está sentindo falta do ambiente escolar, que estão produzindo, que estão cansados e sem ter muitos recursos para gastar a energia acumulada.

É preciso reconhecer todo o sentimento, tentar ressignificar, valorizar as pequenas conquistas e proporcionar um ambiente tranquilo e favorável para que os filhos continuem ativos, produzindo e, acima de tudo, felizes.

Então, oferecer o colo, o abraço e o ouvir atento, são ações extremamente valiosas no desenvolvimento dos filhos.

Já a escola tem o papel importantíssimo de seguir com a rotina, manter o cronograma e o compromisso de levar educação, conteúdos significativos, instigando a curiosidade e investigação, oportunizando novas possibilidades de aprendizagem e, acima de tudo, valorizando todo e qualquer esforço praticado pelos estudantes. 

De  acordo com dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), a pandemia provocou impacto nos estudos de mais de 1,5 bilhão de estudantes em 188 países. Com a suspensão de aulas no mundo todo, foi inevitável que gestores de Educação como um todo pensassem em prejuízos na aprendizagem, pois cada escola conduziu o seu processo de ensino de uma maneira e cada família e estudante vivenciou este período de forma diferente. Veja neste post, como o Colégio Planck vê e lida com essa questão. A pandemia pode ter trazido prejuízos na aprendizagem? A Covid-19 trouxe prejuízos para diferentes âmbitos da sociedade. Os impactos foram sentidos nas áreas da saúde, social, emocional, cultural, política, entre outras.  Na Educação, as ameaças foram significativas porque crianças e adolescentes complementam o processo de socialização na escola. O aprendizado ocorre por meio de sentidos, sensações, proximidade e o estudante precisa significar com essas vivências.  A pandemia não permitiu que esse processo ocorresse em sua plenitude.  A quarta etapa  da pesquisa "Sentimento e Percepção dos professores brasileiros nos diferentes  estágios de Coronavirus”, desenvolvida pelo Instituto Península desde o início da suspensão das aulas com 7 mil  professores de toda a rede de ensino, aponta que 60%  dos profissionais que responderam às pesquisas manifestaram preocupações com deficiências de aprendizagem no período.  Mas, os impactos do isolamento social não foram só negativos para o setor da Educação, houve também aspectos positivos como o avanço da tecnologia, aceleração do ensino híbrido e ganhos no desenvolvimento das habilidades socioemocionais dos estudantes como a maturidade e a organização para lidar com a autonomia imposta no ensino a distância.  Com o início do ano letivo 2021, é hora de as instituições escolares pensarem em estratégias porque os prejuízos podem existir, mas são temporários e amenizados pelo trabalho da escola e do professor em sala de aula, partindo da utilização das ferramentas tecnológicas para a mediação da aprendizagem, da seleção das prioridades curriculares e da adequação das habilidades e competências a serem desenvolvidas.  Além disso,  para minimizar estes prejuízos de forma que essas dificuldades não persistam,  o Colégio  Planck acredita  que o atendimento individualizado e o contato próximo com cada estudante,  para entender a sua trajetória, possibilita oferecer suporte para as suas possíveis dificuldades ou para o avanço de performance. Esse é um diferencial importante no acompanhamento estudantil para o alto desempenho. No  entanto, ainda é difícil mensurar por quanto tempo as dificuldades trazidas pela pandemia serão sentidas pelos estudantes, tendo em vista o universo de disparidades existente nos diversos níveis de ensino na educação brasileira. Questões psicológicas e dificuldades manifestadas no período pelos estudantes Uma pesquisa nacional feita pelo Datafolha em julho do ano passado, apresentou que a pandemia, além de possíveis prejuízos na aprendizagem, também provocou outros efeitos nos estudantes. Ficou  constatado que 64% deles ficaram ansiosos durante o isolamento, 45% ficaram mais irritados e 37% mais tristes. Essa pesquisa ouviu estudantes de 6 a 18 anos. Realmente,  a constatação do Colégio Planck é que o confinamento doeu na alma e todos sentiram. Foi um período no qual os diretores, coordenadores e professores viram extrapolar o número de crianças e adolescentes com depressão e com crises de ansiedade. De uma hora para outra, as crianças e adolescentes tiveram o convívio social restrito apenas ao nível familiar. Pais e filhos passaram a dividir o espaço em tempo integral, o trabalho e a escola adentraram os lares, as dificuldades de convivência na família ficaram mais evidentes, a tensão pelo contágio e o medo pelas perdas com coronavírus também se fizeram presentes.  As principais dificuldades apresentadas pelos estudantes no que se refere à questão escolar foram a mudança de ambiente e rotina, a adaptação às ferramentas tecnológicas, sobretudo para os menores, a organização e a gestão do tempo. Além disso, prestar atenção às aulas já era um desafio para boa parte deles, e com as aulas online, esta questão se intensificou ainda mais.  Outra situação relatada com frequência pelos estudantes foi a sensação de não estarem aprendendo. Essa insegurança gerou mais ansiedade, que somadas às muitas incertezas já presentes nesse momento de pandemia, tiveram impactos consideráveis na saúde emocional e psicológica do estudante.  Cada faixa etária sentiu o isolamento de forma diferente No Ensino Fundamental, existe a necessidade vital do contato, do afeto e do movimento, muitas vezes, inclusive, para significar a aprendizagem. Já no Ensino Médio, existe a urgência de fundamentar os sonhos e de colocar em prática seu projeto de vida.  Para os estudantes mais novos a situação de isolamento tem um peso ainda maior, eles tendem a ser um pouco mais imediatistas e estão lidando com desejos, situações e sonhos que foram adiados e incubidos de uma dura tarefa de estudar sozinhos, em casa, sem os amigos, diante de uma tela. Neste  aspecto, é natural que nem todas as aulas sejam 100% aproveitadas e que por esse motivo a ansiedade e o estresse apareçam. Então, além do olhar para as dificuldades pedagógicas, vale o olhar para o cuidado socioemocional dos estudantes, fortalecer as habilidades já existentes e desenvolver outras. O ano de 2020 mostrou a todos o quanto as pessoas podem ser fortes. No Colégio Planck, todos foram! Como os pais podem ajudar os estudantes que manifestaram essas dificuldades? O apoio dos pais na organização de um ambiente que favoreça o aprendizado e na estruturação da rotina escolar dos filhos é fundamental para a continuidade do processo de escolarização.  Porém, vai muito além disso, cabe aos pais nesse momento reagir com acolhimento, paciência e empatia, reconhecer que o seu filho está sentindo falta do ambiente escolar, que estão produzindo, que estão cansados e sem ter muitos recursos para gastar a energia acumulada. É preciso reconhecer todo o sentimento, tentar ressignificar, valorizar as pequenas conquistas e proporcionar um ambiente tranquilo e favorável para que os filhos continuem ativos, produzindo e, acima de tudo, felizes. Então, oferecer o colo, o abraço e o ouvir atento, são ações extremamente valiosas no desenvolvimento dos filhos. Já a escola tem o papel importantíssimo de seguir com a rotina, manter o cronograma e o compromisso de levar educação, conteúdos significativos, instigando a curiosidade e investigação, oportunizando novas possibilidades de aprendizagem e, acima de tudo, valorizando todo e qualquer esforço praticado pelos estudantes.  Além disso, o Colégio  Planck acredita que o diálogo é sempre o melhor caminho para pais e  filhos. A partir da escuta atenta, é preciso buscar recursos para as dificuldades identificadas, seja na busca de um bom profissional para acompanhamento multidisciplinar, ou na busca de uma instituição de ensino com forte e estruturado projeto pedagógico que compartilhe dos objetivos e valores de cada família. É muito importante também que a escola e a família estejam alinhadas para a superação destas dificuldades, é uma parceria que precisa  ser sólida. Ou seja, a família precisa confiar no trabalho desenvolvido pelo Colégio de seu filho(a) e a instituição precisa ser ética e franca em seus processos, possibilitando sempre espaços de diálogo. Quais recursos o Colégio tem para lidar com problemas  de  aprendizagem? O papel da escola vai muito além das tradicionais lições do currículo escolar, é preciso dar oportunidade ao estudante de aprender a superar as dificuldades, a gerir o seu tempo, a desenvolver a autonomia, a responsabilidade, a determinação e a autoconfiança. Mesmo mediante ao empenho e dedicação ao longo das atividades propostas, é natural o estudante apresentar dificuldades em alguns componentes curriculares, pois estão no processo de desenvolvimento de habilidades e competências.  Neste sentido, o Colégio Planck  dispõe de uma estrutura pedagógica que oferece plantões de dúvidas semanais e um Projeto de Acompanhamento Individual de Desempenho Acadêmico (PAIDA), que é um processo de resgate de aprendizagem, que visa proporcionar ao estudante a oportunidade de aprofundar conceitos, preencher lacunas e apropriar-se de conhecimentos necessários para o seu desenvolvimento. O PAIDA  traz instrumentos diagnósticos prévios de modo que toda a equipe escolar possa se preparar para receber seus estudantes buscando atendê-los da forma mais eficiente e adequada, potencializando a aprendizagem. Resultados observados na recuperação da aprendizagem dos conteúdos No Colégio Planck, os resultados observados nas atividades de recuperação de conteúdos foram positivos.  Mas é necessário entender que as dificuldades precisam ser sanadas de imediato para que não se acumulem, pois os conteúdos que são pré-requisitos para outros, se não foram bem assimilados, geram novas dificuldades.  Nesse sentido, o Colégio Planck oferece aos estudantes mais uma oportunidade para aprimorarem suas habilidades e superar eventuais fragilidades e lacunas.  Essas atividades empoderam o estudante e desenvolvem importantes habilidades, como o protagonismo, a autonomia, a autoconfiança e a autoestima. O que o Colégio, pais e estudantes podem fazer para a  recuperação da aprendizagem em 2021? A Colégio pode: Ajudar estudantes promovendo um ambiente acolhedor e motivador; Organizando avaliações diagnósticas periódicas para garantir que nenhum assunto importante seja negligenciado;  Fazendo uma cuidadosa seleção dos assuntos a serem abordados ao longo do ano letivo; Investir em uma gestão de acompanhamento personalizado para cada estudante. Enquanto  isso, os pais complementam estas ações da escola quando apoiam, valorizam e incentivam o engajamento dos filhos nas atividades escolares. Para os estudantes,  o grande desafio desse período de isolamento social foi, com certeza, manter o ritmo de estudos em casa.  Manter o foco torna-se mais difícil com o passar dos dias e a disciplina pode ser uma grande aliada no combate à desmotivação. Então as dicas são: Concentrar-se nas  possibilidades e não nas dificuldades; Aproveitar melhor o tempo; Confiar no trabalho dos professores; Seguir as orientações da escola; Realizar as tarefas e atividades propostas; Estudar todos os dias, como se estivesse na escola; Compartilhar com professores e orientadoras as possíveis dificuldades, pois todos estão prontos para ajudar neste processo. Como o Colégio Planck pretende minimizar esses efeitos se houver novo fechamento das escolas? No primeiro momento, a pandemia surpreendeu a todos com a suspensão das aulas presenciais e a escola precisou reagir num esforço emergencial para fazer com que as aulas chegassem até os lares dos estudantes.  Escola e professores se reinventaram usando a tecnologia, abraçaram uma nova maneira de ensinar, na tentativa de "qualificar o aprendizado". Hoje, esse cenário não é mais inédito, o Colégio está mais maduro e preparado para enfrentá-lo. Para minimizar os impactos, o Colégio estruturou algumas ações, como: Assegurar que todos os estudantes tenham acesso às atividades remotas propostas; Garantir o acompanhamento contínuo da participação e engajamento dos estudantes nas atividades remotas; Manter um canal de comunicação aberto e ágil com os estudantes e suas famílias para identificar possíveis pontos de melhoria; Aulas mais dinâmicas e envolventes, estruturadas de modo a atender e manter o foco do estudante no formato remoto; Oferecer atividades diárias que permitam verificar a aprendizagem dos assuntos trabalhados; Promover meios de avaliação que demandem a participação ativa do estudante num processo de construção do conhecimento; Identificar os estudantes com fragilidades para oferecer um apoio mais próximo.

Além disso, o Colégio  Planck acredita que o diálogo é sempre o melhor caminho para pais e  filhos. A partir da escuta atenta, é preciso buscar recursos para as dificuldades identificadas, seja na busca de um bom profissional para acompanhamento multidisciplinar, ou na busca de uma instituição de ensino com forte e estruturado projeto pedagógico que compartilhe dos objetivos e valores de cada família.

É muito importante também que a escola e a família estejam alinhadas para a superação destas dificuldades, é uma parceria que precisa  ser sólida. Ou seja, a família precisa confiar no trabalho desenvolvido pelo Colégio de seu filho(a) e a instituição precisa ser ética e franca em seus processos, possibilitando sempre espaços de diálogo.

Quais recursos o Colégio tem para lidar com problemas  de  aprendizagem?

O papel da escola vai muito além das tradicionais lições do currículo escolar, é preciso dar oportunidade ao estudante de aprender a superar as dificuldades, a gerir o seu tempo, a desenvolver a autonomia, a responsabilidade, a determinação e a autoconfiança.

Mesmo mediante ao empenho e dedicação ao longo das atividades propostas, é natural o estudante apresentar dificuldades em alguns componentes curriculares, pois estão no processo de desenvolvimento de habilidades e competências. 

Neste sentido, o Colégio Planck  dispõe de uma estrutura pedagógica que oferece plantões de dúvidas semanais e um Projeto de Acompanhamento Individual de Desempenho Acadêmico (PAIDA), que é um processo de resgate de aprendizagem, que visa proporcionar ao estudante a oportunidade de aprofundar conceitos, preencher lacunas e apropriar-se de conhecimentos necessários para o seu desenvolvimento.

O PAIDA  traz instrumentos diagnósticos prévios de modo que toda a equipe escolar possa se preparar para receber seus estudantes buscando atendê-los da forma mais eficiente e adequada, potencializando a aprendizagem.

ebook a evolução dos processos avaliativos

Resultados observados na recuperação da aprendizagem dos conteúdos

No Colégio Planck, os resultados observados nas atividades de recuperação de conteúdos foram positivos. 

Mas é necessário entender que as dificuldades precisam ser sanadas de imediato para que não se acumulem, pois os conteúdos que são pré-requisitos para outros, se não foram bem assimilados, geram novas dificuldades. 

Nesse sentido, o Colégio Planck oferece aos estudantes mais uma oportunidade para aprimorarem suas habilidades e superar eventuais fragilidades e lacunas. 

Essas atividades empoderam o estudante e desenvolvem importantes habilidades, como o protagonismo, a autonomia, a autoconfiança e a autoestima.

Resultados observados na recuperação da aprendizagem dos conteúdos No Colégio Planck, os resultados observados nas atividades de recuperação de conteúdos foram positivos.  Mas é necessário entender que as dificuldades precisam ser sanadas de imediato para que não se acumulem, pois os conteúdos que são pré-requisitos para outros, se não foram bem assimilados, geram novas dificuldades.  Nesse sentido, o Colégio Planck oferece aos estudantes mais uma oportunidade para aprimorarem suas habilidades e superar eventuais fragilidades e lacunas.  Essas atividades empoderam o estudante e desenvolvem importantes habilidades, como o protagonismo, a autonomia, a autoconfiança e a autoestima.

➡️ Adolescência: como os pais podem ajudar a superar os desafios dessa fase?

➡️ Podcast – Leo Fraiman – Pais nobres filhos sábios

O que o Colégio, pais e estudantes podem fazer para a  recuperação da aprendizagem em 2021?

A Colégio pode:

  • Ajudar estudantes promovendo um ambiente acolhedor e motivador;
  • Organizando avaliações diagnósticas periódicas para garantir que nenhum assunto importante seja negligenciado; 
  • Fazendo uma cuidadosa seleção dos assuntos a serem abordados ao longo do ano letivo;
  • Investir em uma gestão de acompanhamento personalizado para cada estudante.

Enquanto  isso, os pais complementam estas ações da escola quando apoiam, valorizam e incentivam o engajamento dos filhos nas atividades escolares.

Para os estudantes,  o grande desafio desse período de isolamento social foi, com certeza, manter o ritmo de estudos em casa. 

Manter o foco torna-se mais difícil com o passar dos dias e a disciplina pode ser uma grande aliada no combate à desmotivação. Então as dicas são:

  • Concentrar-se nas  possibilidades e não nas dificuldades;
  • Aproveitar melhor o tempo;
  • Confiar no trabalho dos professores;
  • Seguir as orientações da escola;
  • Realizar as tarefas e atividades propostas;
  • Estudar todos os dias, como se estivesse na escola;
  • Compartilhar com professores e orientadoras as possíveis dificuldades, pois todos estão prontos para ajudar neste processo.

Como o Colégio Planck pretende minimizar esses efeitos se houver novo fechamento das escolas?

No primeiro momento, a pandemia surpreendeu a todos com a suspensão das aulas presenciais e a escola precisou reagir num esforço emergencial para fazer com que as aulas chegassem até os lares dos estudantes. 

Escola e professores se reinventaram usando a tecnologia, abraçaram uma nova maneira de ensinar, na tentativa de “qualificar o aprendizado”.

Hoje, esse cenário não é mais inédito, o Colégio está mais maduro e preparado para enfrentá-lo. Para minimizar os impactos, o Colégio estruturou algumas ações, como:

  1. Assegurar que todos os estudantes tenham acesso às atividades remotas propostas;
  2. Garantir o acompanhamento contínuo da participação e engajamento dos estudantes nas atividades remotas;
  3. Manter um canal de comunicação aberto e ágil com os estudantes e suas famílias para identificar possíveis pontos de melhoria;
  4. Aulas mais dinâmicas e envolventes, estruturadas de modo a atender e manter o foco do estudante no formato remoto;
  5. Oferecer atividades diárias que permitam verificar a aprendizagem dos assuntos trabalhados;
  6. Promover meios de avaliação que demandem a participação ativa do estudante num processo de construção do conhecimento;
  7. Identificar os estudantes com fragilidades para oferecer um apoio mais próximo.

De  acordo com dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), a pandemia provocou impacto nos estudos de mais de 1,5 bilhão de estudantes em 188 países. Com a suspensão de aulas no mundo todo, foi inevitável que gestores de Educação como um todo pensassem em prejuízos na aprendizagem, pois cada escola conduziu o seu processo de ensino de uma maneira e cada família e estudante vivenciou este período de forma diferente. Veja neste post, como o Colégio Planck vê e lida com essa questão. A pandemia pode ter trazido prejuízos na aprendizagem? A Covid-19 trouxe prejuízos para diferentes âmbitos da sociedade. Os impactos foram sentidos nas áreas da saúde, social, emocional, cultural, política, entre outras.  Na Educação, as ameaças foram significativas porque crianças e adolescentes complementam o processo de socialização na escola. O aprendizado ocorre por meio de sentidos, sensações, proximidade e o estudante precisa significar com essas vivências.  A pandemia não permitiu que esse processo ocorresse em sua plenitude.  A quarta etapa  da pesquisa "Sentimento e Percepção dos professores brasileiros nos diferentes  estágios de Coronavirus”, desenvolvida pelo Instituto Península desde o início da suspensão das aulas com 7 mil  professores de toda a rede de ensino, aponta que 60%  dos profissionais que responderam às pesquisas manifestaram preocupações com deficiências de aprendizagem no período.  Mas, os impactos do isolamento social não foram só negativos para o setor da Educação, houve também aspectos positivos como o avanço da tecnologia, aceleração do ensino híbrido e ganhos no desenvolvimento das habilidades socioemocionais dos estudantes como a maturidade e a organização para lidar com a autonomia imposta no ensino a distância.  Com o início do ano letivo 2021, é hora de as instituições escolares pensarem em estratégias porque os prejuízos podem existir, mas são temporários e amenizados pelo trabalho da escola e do professor em sala de aula, partindo da utilização das ferramentas tecnológicas para a mediação da aprendizagem, da seleção das prioridades curriculares e da adequação das habilidades e competências a serem desenvolvidas.  Além disso,  para minimizar estes prejuízos de forma que essas dificuldades não persistam,  o Colégio  Planck acredita  que o atendimento individualizado e o contato próximo com cada estudante,  para entender a sua trajetória, possibilita oferecer suporte para as suas possíveis dificuldades ou para o avanço de performance. Esse é um diferencial importante no acompanhamento estudantil para o alto desempenho. No  entanto, ainda é difícil mensurar por quanto tempo as dificuldades trazidas pela pandemia serão sentidas pelos estudantes, tendo em vista o universo de disparidades existente nos diversos níveis de ensino na educação brasileira. Questões psicológicas e dificuldades manifestadas no período pelos estudantes Uma pesquisa nacional feita pelo Datafolha em julho do ano passado, apresentou que a pandemia, além de possíveis prejuízos na aprendizagem, também provocou outros efeitos nos estudantes. Ficou  constatado que 64% deles ficaram ansiosos durante o isolamento, 45% ficaram mais irritados e 37% mais tristes. Essa pesquisa ouviu estudantes de 6 a 18 anos. Realmente,  a constatação do Colégio Planck é que o confinamento doeu na alma e todos sentiram. Foi um período no qual os diretores, coordenadores e professores viram extrapolar o número de crianças e adolescentes com depressão e com crises de ansiedade. De uma hora para outra, as crianças e adolescentes tiveram o convívio social restrito apenas ao nível familiar. Pais e filhos passaram a dividir o espaço em tempo integral, o trabalho e a escola adentraram os lares, as dificuldades de convivência na família ficaram mais evidentes, a tensão pelo contágio e o medo pelas perdas com coronavírus também se fizeram presentes.  As principais dificuldades apresentadas pelos estudantes no que se refere à questão escolar foram a mudança de ambiente e rotina, a adaptação às ferramentas tecnológicas, sobretudo para os menores, a organização e a gestão do tempo. Além disso, prestar atenção às aulas já era um desafio para boa parte deles, e com as aulas online, esta questão se intensificou ainda mais.  Outra situação relatada com frequência pelos estudantes foi a sensação de não estarem aprendendo. Essa insegurança gerou mais ansiedade, que somadas às muitas incertezas já presentes nesse momento de pandemia, tiveram impactos consideráveis na saúde emocional e psicológica do estudante.  Cada faixa etária sentiu o isolamento de forma diferente No Ensino Fundamental, existe a necessidade vital do contato, do afeto e do movimento, muitas vezes, inclusive, para significar a aprendizagem. Já no Ensino Médio, existe a urgência de fundamentar os sonhos e de colocar em prática seu projeto de vida.  Para os estudantes mais novos a situação de isolamento tem um peso ainda maior, eles tendem a ser um pouco mais imediatistas e estão lidando com desejos, situações e sonhos que foram adiados e incubidos de uma dura tarefa de estudar sozinhos, em casa, sem os amigos, diante de uma tela. Neste  aspecto, é natural que nem todas as aulas sejam 100% aproveitadas e que por esse motivo a ansiedade e o estresse apareçam. Então, além do olhar para as dificuldades pedagógicas, vale o olhar para o cuidado socioemocional dos estudantes, fortalecer as habilidades já existentes e desenvolver outras. O ano de 2020 mostrou a todos o quanto as pessoas podem ser fortes. No Colégio Planck, todos foram! Como os pais podem ajudar os estudantes que manifestaram essas dificuldades? O apoio dos pais na organização de um ambiente que favoreça o aprendizado e na estruturação da rotina escolar dos filhos é fundamental para a continuidade do processo de escolarização.  Porém, vai muito além disso, cabe aos pais nesse momento reagir com acolhimento, paciência e empatia, reconhecer que o seu filho está sentindo falta do ambiente escolar, que estão produzindo, que estão cansados e sem ter muitos recursos para gastar a energia acumulada. É preciso reconhecer todo o sentimento, tentar ressignificar, valorizar as pequenas conquistas e proporcionar um ambiente tranquilo e favorável para que os filhos continuem ativos, produzindo e, acima de tudo, felizes. Então, oferecer o colo, o abraço e o ouvir atento, são ações extremamente valiosas no desenvolvimento dos filhos. Já a escola tem o papel importantíssimo de seguir com a rotina, manter o cronograma e o compromisso de levar educação, conteúdos significativos, instigando a curiosidade e investigação, oportunizando novas possibilidades de aprendizagem e, acima de tudo, valorizando todo e qualquer esforço praticado pelos estudantes.  Além disso, o Colégio  Planck acredita que o diálogo é sempre o melhor caminho para pais e  filhos. A partir da escuta atenta, é preciso buscar recursos para as dificuldades identificadas, seja na busca de um bom profissional para acompanhamento multidisciplinar, ou na busca de uma instituição de ensino com forte e estruturado projeto pedagógico que compartilhe dos objetivos e valores de cada família. É muito importante também que a escola e a família estejam alinhadas para a superação destas dificuldades, é uma parceria que precisa  ser sólida. Ou seja, a família precisa confiar no trabalho desenvolvido pelo Colégio de seu filho(a) e a instituição precisa ser ética e franca em seus processos, possibilitando sempre espaços de diálogo. Quais recursos o Colégio tem para lidar com problemas  de  aprendizagem? O papel da escola vai muito além das tradicionais lições do currículo escolar, é preciso dar oportunidade ao estudante de aprender a superar as dificuldades, a gerir o seu tempo, a desenvolver a autonomia, a responsabilidade, a determinação e a autoconfiança. Mesmo mediante ao empenho e dedicação ao longo das atividades propostas, é natural o estudante apresentar dificuldades em alguns componentes curriculares, pois estão no processo de desenvolvimento de habilidades e competências.  Neste sentido, o Colégio Planck  dispõe de uma estrutura pedagógica que oferece plantões de dúvidas semanais e um Projeto de Acompanhamento Individual de Desempenho Acadêmico (PAIDA), que é um processo de resgate de aprendizagem, que visa proporcionar ao estudante a oportunidade de aprofundar conceitos, preencher lacunas e apropriar-se de conhecimentos necessários para o seu desenvolvimento. O PAIDA  traz instrumentos diagnósticos prévios de modo que toda a equipe escolar possa se preparar para receber seus estudantes buscando atendê-los da forma mais eficiente e adequada, potencializando a aprendizagem. Resultados observados na recuperação da aprendizagem dos conteúdos No Colégio Planck, os resultados observados nas atividades de recuperação de conteúdos foram positivos.  Mas é necessário entender que as dificuldades precisam ser sanadas de imediato para que não se acumulem, pois os conteúdos que são pré-requisitos para outros, se não foram bem assimilados, geram novas dificuldades.  Nesse sentido, o Colégio Planck oferece aos estudantes mais uma oportunidade para aprimorarem suas habilidades e superar eventuais fragilidades e lacunas.  Essas atividades empoderam o estudante e desenvolvem importantes habilidades, como o protagonismo, a autonomia, a autoconfiança e a autoestima. O que o Colégio, pais e estudantes podem fazer para a  recuperação da aprendizagem em 2021? A Colégio pode: Ajudar estudantes promovendo um ambiente acolhedor e motivador; Organizando avaliações diagnósticas periódicas para garantir que nenhum assunto importante seja negligenciado;  Fazendo uma cuidadosa seleção dos assuntos a serem abordados ao longo do ano letivo; Investir em uma gestão de acompanhamento personalizado para cada estudante. Enquanto  isso, os pais complementam estas ações da escola quando apoiam, valorizam e incentivam o engajamento dos filhos nas atividades escolares. Para os estudantes,  o grande desafio desse período de isolamento social foi, com certeza, manter o ritmo de estudos em casa.  Manter o foco torna-se mais difícil com o passar dos dias e a disciplina pode ser uma grande aliada no combate à desmotivação. Então as dicas são: Concentrar-se nas  possibilidades e não nas dificuldades; Aproveitar melhor o tempo; Confiar no trabalho dos professores; Seguir as orientações da escola; Realizar as tarefas e atividades propostas; Estudar todos os dias, como se estivesse na escola; Compartilhar com professores e orientadoras as possíveis dificuldades, pois todos estão prontos para ajudar neste processo. Como o Colégio Planck pretende minimizar esses efeitos se houver novo fechamento das escolas? No primeiro momento, a pandemia surpreendeu a todos com a suspensão das aulas presenciais e a escola precisou reagir num esforço emergencial para fazer com que as aulas chegassem até os lares dos estudantes.  Escola e professores se reinventaram usando a tecnologia, abraçaram uma nova maneira de ensinar, na tentativa de "qualificar o aprendizado". Hoje, esse cenário não é mais inédito, o Colégio está mais maduro e preparado para enfrentá-lo. Para minimizar os impactos, o Colégio estruturou algumas ações, como: Assegurar que todos os estudantes tenham acesso às atividades remotas propostas; Garantir o acompanhamento contínuo da participação e engajamento dos estudantes nas atividades remotas; Manter um canal de comunicação aberto e ágil com os estudantes e suas famílias para identificar possíveis pontos de melhoria; Aulas mais dinâmicas e envolventes, estruturadas de modo a atender e manter o foco do estudante no formato remoto; Oferecer atividades diárias que permitam verificar a aprendizagem dos assuntos trabalhados; Promover meios de avaliação que demandem a participação ativa do estudante num processo de construção do conhecimento; Identificar os estudantes com fragilidades para oferecer um apoio mais próximo.

Certamente, se houver um novo momento de fechamento das escolas devido à pandemia, professores e estudantes que, com criatividade e resiliência superaram os desafios impostos no último ano, mais uma vez, demonstrarão bravura e coragem e se utilizarão de todo o aprendizado e experiência já adquiridos, sempre com o olhar cuidadoso que o ensino híbrido exige,  para fazer de 2021 um ano com resultados ainda melhores. 

 

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Dicas para exercitar a memória são muito importantes para ajudar os estudantes a guardar uma imensa quantidade de informações que são parte da grade curricular de cada fase. Veja nesse texto alguns truques que vão auxiliar a reter melhor os conteúdos recebidos. Como o cérebro e a memória funcionam? A Ciência já demonstrou que o desenvolvimento cerebral das crianças e adolescentes é realizado em etapas. Na primeira infância, está mais desenvolvido o sistema límbico, que é responsável pelas emoções e impulsos, e o hipocampo, que atua na memória, que é formada pelas conexões entre as células nervosas e os neurônios, e permite armazenar informações e recuperá-las sempre que necessário para todos os processos da vida. Só com o passar da idade é que o córtex pré-frontal vai se desenvolvendo e apresentando melhores condições para possibilitar o controle das emoções, organização, planejamento, pensamento crítico, atenção, etc. Esse desenvolvimento vai ocorrer até os 25 anos. Com aproximadamente 86 bilhões de estruturas que vão captar, repassar, guardar e resgatar, o cérebro funciona como um arquivo gigantesco de informações. No entanto, o cérebro também tem um importante recurso de economia de energia e potencialização do seu uso: ele desliga áreas que não estão sendo devidamente usadas. Por isso, quanto mais estímulo a pessoa dá a uma determinada área cerebral, mais ativa ela fica, isso inclui a memória. Portanto, conhecer algumas dicas para exercitar a memória é muito importante em todas as fases da vida, inclusive, na escolar, quando os estudantes estão mergulhados em conhecimentos das diversas disciplinas, e precisam entendê-los, retê-los e recuperá-los para as provas, simulados ou exames de vestibular. Tipos de memórias Além das informações retidas relativas à temporalidade (curto e longo prazo) e a memória sensorial, que está relacionada com associação aos estímulos recebidos pelos nossos 5 sentidos, que é citada na obra “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, a memória também está dividida em tipos que vão captar determinadas nuances das informações, de forma a classificar e processar as informações: Memória episódica: de longa duração, é a lembrança de acontecimentos específicos, como a refeição do dia anterior ou a recordação de outros momentos vividos no passado. Memória semântica: é o armazenamento de informações relativas ao mundo, como o significado das palavras ou datas de acontecimentos. Memória processual: também é de longa duração da memória, são aqueles conteúdos que aprendemos e nunca esquecemos, como andar de bicicleta. As fases da memória A memória de uma pessoa começa a atuar já no despertar de seu relógio biológico, quando o cérebro envia substâncias, como a adrenalina, para que ela tenha mais foco e concentração em suas tarefas na fase beta (enquanto está acordada). Esse relógio biológico vai indicar que é hora de estudar, trabalhar, se alimentar ou praticar atividades físicas. Essa memória aciona todo um ciclo de funções corporais que vão ocorrer ao longo do dia até que chegue o período noturno. Neste momento, começa a diminuir a adrenalina e o cortisol no organismo, acionando outras substâncias, como a melatonina, que indicam que é a hora do corpo repousar. Dentro desse processo corporal, a memória também terá as suas fases: Memorização Nesta fase, é necessária atenção, um estado de alerta total, para que a pessoa consiga memorizar as informações. Compreensão O estado de atenção também vai favorecer que a pessoa faça conexões para proporcionar um melhor entendimento da informação recebida. Assim, será mais fácil memorizar. Armazenamento Quando a pessoa entende o significado daquela informação, o conteúdo será retido no cérebro. Recuperação O cérebro organiza as informações de acordo com sua hierarquização. São as lembranças, que podem vir à tona a partir de estímulos diversos, como um som, um cheiro ou outras dicas que podem dar pistas daquela informação. Conheça dicas para exercitar a memória É certo que o cérebro funciona como um poderoso computador que faz milhões de conexões e ajuda no funcionamento corporal. Porém, às vezes, parece que a memória dele falha, e nem todos os conteúdos são rememorados com facilidade. Onde foi parar todas aquelas informações das aulas de matemática e biologia do dia anterior? E quem eram mesmo aqueles personagens do livro que você leu e foi indicado para o vestibular? Essa “perda” das informações também é comum para o cérebro, por isso, as dicas para exercitar a memória são importantes para fazer uma “atualização” do nosso sistema interno. Para consolidar a memória é sempre necessário um treino do que foi aprendido, para que o conteúdo não caia na memória de curto prazo. Treinar o cérebro constantemente vai ajudar a evitar essas falhas em sua memória, é como se fosse uma espécie de ginástica cerebral. Conheça alguns truques para treinar a sua memória, alguns desses são dicas que estão no livro “Técnicas de Estudo para Adolescentes”, de Antonio Gonzáles (Editora Vozes): Ative sua memória Abra mão de certos facilitadores, como agendas de celular ou blocos de notas, e tente sempre memorizar números de telefone, senhas, listas, datas ou lembretes de eventos. Associe informações com imagens Muitos estudantes são mais visuais e precisam associar os conteúdos a imagens ou símbolos para facilitar a memorização. Faça cálculos mentais Ao longo do dia faça operações aritméticas simples, somando as placas dos veículos, números de telefones em placas ou os números dos prédios e casas onde passar. Dê atenção aos detalhes Quando damos atenção a um assunto atribuímos importância a ele. Então, foque no tema, capture os detalhes e assim a memorização será facilitada. Invista em jogos de memorização Fazer quebra-cabeças ou jogos de memória vão ajudar muito nessa ginástica cerebral. As pessoas também podem investir em palavras cruzadas, Sudoku, dominó ou até jogos de cartas. Além disso, jogar xadrez é um importante recurso para trabalhar o cérebro. Leia e repita as citações Outra dica para exercitar a memória é a leitura porque essa é uma atividade que vai ajudar a trabalhar diversas áreas cerebrais. Além disso, repetir as frases e citações de personagens históricos também é uma excelente forma de trabalhar a memória. Anote esses enunciados e trechos de obras e repita o quanto puder. Aliás, falar em voz alta para si mesmo vale para lembrar de qualquer coisa, até mesmo para lembrar onde colocou a chave de casa. Procure lembrar os detalhes do dia Quando for deitar, antes de dormir, faça uma revisão de tudo o que aconteceu no dia, tentando lembrar alguns detalhes desde o momento que acordou, como suas roupas, o que comeu, onde foi, quem encontrou ou algum outro aspecto interessante. Conclusão É importante lembrar que a emoção está ligada à formação de novas memórias, portanto, investir em processos lúdicos e divertidos, que acionam produção e interação de hormônios do bem-estar, que paralelamente intensificam a comunicação entre neurônios, também vai dar o devido estímulo cerebral aos adolescentes para consolidação da memória.

Dicas para exercitar a memória

Dicas para exercitar a memória são muito importantes para ajudar os estudantes a guardar uma imensa quantidade de informações que são parte da grade curricular

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