Robótica: qual é o papel na Educação?

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A Robótica é uma disciplina que agrega grande valor à vivência de cada participante porque estimula a criatividade, experimentação, trabalho em equipe e pensamento lógico. Entenda por que essa matéria tem sido fundamental na Educação até mesmo para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Principais funções da Robótica na Educação A robótica pode ser explicada como uma série de procedimentos que levam à criação de uma máquina ou mecanismo eletromecânico que é capaz de realizar tarefas a partir de um conjunto de instruções pré-programadas. Em setores como a medicina, indústria e atendimento online, já se desenvolve há tempos, porém, também percebeu-se que é uma poderosa ferramenta de aprendizagem. No Colégio Planck, o Professor Paulo Henrique Pereira, responsável pela atividade de Robótica, afirma que a matéria está alinhada com as competências gerais da BNCC. “A Robótica é um espaço propício para desenvolver as competências 4 e 5, pois além da linguagem diferente, a tecnologia também é empregada para a resolução de problemas”, revela. 10 Competências Gerais da Base Nacional Comum 1 - Conhecimento 2 - Pensamento científico, crítico e criativo 3 - Repertório Cultural 4 - Comunicação 5 - Cultural Digital 6 - Trabalho e projeto de vida 7 - Argumentação 8 - Autoconhecimento e autocuidado 9 - Empatia e cooperação 10 - Responsabilidade e Cidadania A BNCC reconhece a tecnologia na formação dos estudantes e estimula que eles dominem o universo digital, por isso, para a competência Cultural Digital, reforça esse papel: “ Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva”, diz o documento. Papel da robótica no desenvolvimento de habilidades socioemocionais Segundo o professor, no que se refere aos aspectos socioemocionais, por se tratar de um processo de resolução de problemas em equipe, a Robótica desenvolve principalmente o pensamento criativo e científico, a tolerância ao estresse e à frustração, o foco e a organização, a assertividade e a confiança. Porém, reforça o grande papel da disciplina no desenvolvimento da criatividade. “A criatividade é indispensável no processo, pois possibilita conexões entre as diversas áreas do conhecimento visando o objetivo desejado pelo aluno, tornando o processo ainda mais significativo.”, diz. Todas essas habilidades socioemocionais são reforçadas também pela Cultura Maker, que está inserida no DNA do Planck, com a grande contribuição do laboratório Design Maker, que também incentiva a criação. “A cultura maker está bastante presente no Colégio. Então, com as aulas de Robótica não é diferente, o estudante é convidado a desenvolver conhecimentos e habilidades estimulado por um problema que precisa de solução.” Robótica favorece o aprendizado de outras áreas de conhecimento? Segundo o professor, como a Robótica é composta por um conjunto de ferramentas e habilidades que se colocam a serviço da resolução de um problema, é neste ponto que as outras áreas do conhecimento entram no processo, pois a solução exigirá do estudante que use seu conhecimento prévio ou que pesquise conteúdos de outras disciplinas. Além disso, conhecimentos de matemática e física são diretamente necessários para o uso e compreensão da tecnologia empregada. Além de estar dentro do Núcleo de Tecnologia, que também inclui a disciplina de Programação, a Robótica também integra o Programa Planck de Preparação Olímpica (P3O), oferecendo a oportunidade do estudante se preparar para participar de competições. Benefícios de inserir o estudante na Robótica: Estímulo do aprendizado de matemática, física e inglês Estímulo do raciocínio lógico Desenvolvimento da criatividade Melhoria na organização de pensamentos e ações Estimula o desenvolvimento de aptidões Desenvolve habilidades para resolução de problemas Conclusão Em uma cultura cada vez mais digital, a Robótica é também uma forma muito estimulante de preparar os estudantes para um melhor desempenho de seus papéis profissionais no futuro. Percebe-se que a disciplina vai bem além do que se vê na ficção científica, porque ensina habilidades fundamentais em qualquer setor da vida.

A Robótica é uma disciplina que agrega grande valor à vivência de cada participante porque estimula a criatividade, experimentação, trabalho em equipe e pensamento lógico.

Entenda por que essa matéria tem sido fundamental na Educação até mesmo para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais.

Principais funções da Robótica na Educação

A robótica pode ser explicada como uma série de procedimentos que levam à criação de uma máquina ou mecanismo eletromecânico que é capaz de realizar tarefas a partir de um conjunto de instruções pré-programadas.

Em setores como a medicina, indústria e atendimento online, já se desenvolve há tempos, porém, também percebeu-se que é uma poderosa ferramenta de aprendizagem. 

No Colégio Planck, o Professor Paulo Henrique Pereira, responsável pela atividade de Robótica, afirma que a matéria está alinhada com as competências gerais da BNCC. “A Robótica é um espaço propício para desenvolver as competências 4 e 5, pois além da linguagem diferente, a tecnologia também é empregada para a resolução de problemas”, revela.

10 Competências Gerais da Base Nacional Comum

1 – Conhecimento 

2 – Pensamento científico, crítico e criativo

3 – Repertório Cultural

4 – Comunicação

5 – Cultural Digital

6 – Trabalho e projeto de vida

7 – Argumentação

8 – Autoconhecimento e autocuidado

9 – Empatia e cooperação

10 – Responsabilidade e Cidadania

A BNCC reconhece a tecnologia na formação dos estudantes e estimula que eles dominem o universo digital, por isso, para a competência Cultural Digital, reforça esse papel: “ Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva”, diz o documento.

A Robótica é uma disciplina que agrega grande valor à vivência de cada participante porque estimula a criatividade, experimentação, trabalho em equipe e pensamento lógico. Entenda por que essa matéria tem sido fundamental na Educação até mesmo para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Principais funções da Robótica na Educação A robótica pode ser explicada como uma série de procedimentos que levam à criação de uma máquina ou mecanismo eletromecânico que é capaz de realizar tarefas a partir de um conjunto de instruções pré-programadas. Em setores como a medicina, indústria e atendimento online, já se desenvolve há tempos, porém, também percebeu-se que é uma poderosa ferramenta de aprendizagem. No Colégio Planck, o Professor Paulo Henrique Pereira, responsável pela atividade de Robótica, afirma que a matéria está alinhada com as competências gerais da BNCC. “A Robótica é um espaço propício para desenvolver as competências 4 e 5, pois além da linguagem diferente, a tecnologia também é empregada para a resolução de problemas”, revela. 10 Competências Gerais da Base Nacional Comum 1 - Conhecimento 2 - Pensamento científico, crítico e criativo 3 - Repertório Cultural 4 - Comunicação 5 - Cultural Digital 6 - Trabalho e projeto de vida 7 - Argumentação 8 - Autoconhecimento e autocuidado 9 - Empatia e cooperação 10 - Responsabilidade e Cidadania A BNCC reconhece a tecnologia na formação dos estudantes e estimula que eles dominem o universo digital, por isso, para a competência Cultural Digital, reforça esse papel: “ Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva”, diz o documento. Papel da robótica no desenvolvimento de habilidades socioemocionais Segundo o professor, no que se refere aos aspectos socioemocionais, por se tratar de um processo de resolução de problemas em equipe, a Robótica desenvolve principalmente o pensamento criativo e científico, a tolerância ao estresse e à frustração, o foco e a organização, a assertividade e a confiança. Porém, reforça o grande papel da disciplina no desenvolvimento da criatividade. “A criatividade é indispensável no processo, pois possibilita conexões entre as diversas áreas do conhecimento visando o objetivo desejado pelo aluno, tornando o processo ainda mais significativo.”, diz. Todas essas habilidades socioemocionais são reforçadas também pela Cultura Maker, que está inserida no DNA do Planck, com a grande contribuição do laboratório Design Maker, que também incentiva a criação. “A cultura maker está bastante presente no Colégio. Então, com as aulas de Robótica não é diferente, o estudante é convidado a desenvolver conhecimentos e habilidades estimulado por um problema que precisa de solução.” Robótica favorece o aprendizado de outras áreas de conhecimento? Segundo o professor, como a Robótica é composta por um conjunto de ferramentas e habilidades que se colocam a serviço da resolução de um problema, é neste ponto que as outras áreas do conhecimento entram no processo, pois a solução exigirá do estudante que use seu conhecimento prévio ou que pesquise conteúdos de outras disciplinas. Além disso, conhecimentos de matemática e física são diretamente necessários para o uso e compreensão da tecnologia empregada. Além de estar dentro do Núcleo de Tecnologia, que também inclui a disciplina de Programação, a Robótica também integra o Programa Planck de Preparação Olímpica (P3O), oferecendo a oportunidade do estudante se preparar para participar de competições. Benefícios de inserir o estudante na Robótica: Estímulo do aprendizado de matemática, física e inglês Estímulo do raciocínio lógico Desenvolvimento da criatividade Melhoria na organização de pensamentos e ações Estimula o desenvolvimento de aptidões Desenvolve habilidades para resolução de problemas Conclusão Em uma cultura cada vez mais digital, a Robótica é também uma forma muito estimulante de preparar os estudantes para um melhor desempenho de seus papéis profissionais no futuro. Percebe-se que a disciplina vai bem além do que se vê na ficção científica, porque ensina habilidades fundamentais em qualquer setor da vida.

Papel da robótica no desenvolvimento de habilidades socioemocionais

Segundo o professor, no que se refere aos aspectos socioemocionais, por se tratar de um processo de resolução de problemas em equipe, a Robótica desenvolve principalmente o pensamento criativo e científico, a tolerância ao estresse e à frustração, o foco e a organização, a assertividade e a confiança. Porém, reforça o grande papel da disciplina no desenvolvimento da criatividade. “A criatividade é indispensável no processo, pois possibilita conexões entre as diversas áreas do conhecimento visando o objetivo desejado pelo aluno, tornando o processo ainda mais significativo.”, diz.

Todas essas habilidades socioemocionais são reforçadas também pela Cultura Maker, que está inserida no DNA do Planck, com a grande contribuição do laboratório Design Maker, que também incentiva a criação. “A cultura maker está bastante presente no Colégio. Então, com as aulas de Robótica não é diferente, o estudante é convidado a desenvolver conhecimentos e habilidades estimulado por um problema que precisa de solução.”

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A Robótica é uma disciplina que agrega grande valor à vivência de cada participante porque estimula a criatividade, experimentação, trabalho em equipe e pensamento lógico. Entenda por que essa matéria tem sido fundamental na Educação até mesmo para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Principais funções da Robótica na Educação A robótica pode ser explicada como uma série de procedimentos que levam à criação de uma máquina ou mecanismo eletromecânico que é capaz de realizar tarefas a partir de um conjunto de instruções pré-programadas. Em setores como a medicina, indústria e atendimento online, já se desenvolve há tempos, porém, também percebeu-se que é uma poderosa ferramenta de aprendizagem. No Colégio Planck, o Professor Paulo Henrique Pereira, responsável pela atividade de Robótica, afirma que a matéria está alinhada com as competências gerais da BNCC. “A Robótica é um espaço propício para desenvolver as competências 4 e 5, pois além da linguagem diferente, a tecnologia também é empregada para a resolução de problemas”, revela. 10 Competências Gerais da Base Nacional Comum 1 - Conhecimento 2 - Pensamento científico, crítico e criativo 3 - Repertório Cultural 4 - Comunicação 5 - Cultural Digital 6 - Trabalho e projeto de vida 7 - Argumentação 8 - Autoconhecimento e autocuidado 9 - Empatia e cooperação 10 - Responsabilidade e Cidadania A BNCC reconhece a tecnologia na formação dos estudantes e estimula que eles dominem o universo digital, por isso, para a competência Cultural Digital, reforça esse papel: “ Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva”, diz o documento. Papel da robótica no desenvolvimento de habilidades socioemocionais Segundo o professor, no que se refere aos aspectos socioemocionais, por se tratar de um processo de resolução de problemas em equipe, a Robótica desenvolve principalmente o pensamento criativo e científico, a tolerância ao estresse e à frustração, o foco e a organização, a assertividade e a confiança. Porém, reforça o grande papel da disciplina no desenvolvimento da criatividade. “A criatividade é indispensável no processo, pois possibilita conexões entre as diversas áreas do conhecimento visando o objetivo desejado pelo aluno, tornando o processo ainda mais significativo.”, diz. Todas essas habilidades socioemocionais são reforçadas também pela Cultura Maker, que está inserida no DNA do Planck, com a grande contribuição do laboratório Design Maker, que também incentiva a criação. “A cultura maker está bastante presente no Colégio. Então, com as aulas de Robótica não é diferente, o estudante é convidado a desenvolver conhecimentos e habilidades estimulado por um problema que precisa de solução.” Robótica favorece o aprendizado de outras áreas de conhecimento? Segundo o professor, como a Robótica é composta por um conjunto de ferramentas e habilidades que se colocam a serviço da resolução de um problema, é neste ponto que as outras áreas do conhecimento entram no processo, pois a solução exigirá do estudante que use seu conhecimento prévio ou que pesquise conteúdos de outras disciplinas. Além disso, conhecimentos de matemática e física são diretamente necessários para o uso e compreensão da tecnologia empregada. Além de estar dentro do Núcleo de Tecnologia, que também inclui a disciplina de Programação, a Robótica também integra o Programa Planck de Preparação Olímpica (P3O), oferecendo a oportunidade do estudante se preparar para participar de competições. Benefícios de inserir o estudante na Robótica: Estímulo do aprendizado de matemática, física e inglês Estímulo do raciocínio lógico Desenvolvimento da criatividade Melhoria na organização de pensamentos e ações Estimula o desenvolvimento de aptidões Desenvolve habilidades para resolução de problemas Conclusão Em uma cultura cada vez mais digital, a Robótica é também uma forma muito estimulante de preparar os estudantes para um melhor desempenho de seus papéis profissionais no futuro. Percebe-se que a disciplina vai bem além do que se vê na ficção científica, porque ensina habilidades fundamentais em qualquer setor da vida.

Robótica favorece o aprendizado de outras áreas de conhecimento?

Segundo o professor, como a Robótica é composta por um conjunto de ferramentas e habilidades que se colocam a serviço da resolução de um problema,  é neste ponto que as outras áreas do conhecimento entram no processo, pois a solução exigirá do estudante que use seu conhecimento prévio ou que pesquise conteúdos de outras disciplinas. 

Além disso, conhecimentos de matemática e física são diretamente necessários para o uso e compreensão da tecnologia empregada.

Além de estar dentro do Núcleo de Tecnologia, que também inclui a disciplina de Programação, a Robótica também integra o Programa Planck de Preparação Olímpica (P3O), oferecendo a oportunidade do estudante se preparar para participar de competições.

Benefícios de inserir o estudante na Robótica:

  • Estímulo do aprendizado de matemática, física e inglês
  • Estímulo do raciocínio lógico
  • Desenvolvimento da criatividade
  • Melhoria na organização de pensamentos e ações
  • Estimula o desenvolvimento de aptidões
  • Desenvolve habilidades para resolução de problemas

Conclusão

Em uma cultura cada vez mais digital, a Robótica é também uma forma muito estimulante de preparar os estudantes para um melhor desempenho de seus papéis profissionais no futuro. Percebe-se que a disciplina vai bem além do que se vê na ficção científica, porque ensina habilidades fundamentais em qualquer setor da vida.

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Dicas para exercitar a memória são muito importantes para ajudar os estudantes a guardar uma imensa quantidade de informações que são parte da grade curricular de cada fase. Veja nesse texto alguns truques que vão auxiliar a reter melhor os conteúdos recebidos. Como o cérebro e a memória funcionam? A Ciência já demonstrou que o desenvolvimento cerebral das crianças e adolescentes é realizado em etapas. Na primeira infância, está mais desenvolvido o sistema límbico, que é responsável pelas emoções e impulsos, e o hipocampo, que atua na memória, que é formada pelas conexões entre as células nervosas e os neurônios, e permite armazenar informações e recuperá-las sempre que necessário para todos os processos da vida. Só com o passar da idade é que o córtex pré-frontal vai se desenvolvendo e apresentando melhores condições para possibilitar o controle das emoções, organização, planejamento, pensamento crítico, atenção, etc. Esse desenvolvimento vai ocorrer até os 25 anos. Com aproximadamente 86 bilhões de estruturas que vão captar, repassar, guardar e resgatar, o cérebro funciona como um arquivo gigantesco de informações. No entanto, o cérebro também tem um importante recurso de economia de energia e potencialização do seu uso: ele desliga áreas que não estão sendo devidamente usadas. Por isso, quanto mais estímulo a pessoa dá a uma determinada área cerebral, mais ativa ela fica, isso inclui a memória. Portanto, conhecer algumas dicas para exercitar a memória é muito importante em todas as fases da vida, inclusive, na escolar, quando os estudantes estão mergulhados em conhecimentos das diversas disciplinas, e precisam entendê-los, retê-los e recuperá-los para as provas, simulados ou exames de vestibular. Tipos de memórias Além das informações retidas relativas à temporalidade (curto e longo prazo) e a memória sensorial, que está relacionada com associação aos estímulos recebidos pelos nossos 5 sentidos, que é citada na obra “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, a memória também está dividida em tipos que vão captar determinadas nuances das informações, de forma a classificar e processar as informações: Memória episódica: de longa duração, é a lembrança de acontecimentos específicos, como a refeição do dia anterior ou a recordação de outros momentos vividos no passado. Memória semântica: é o armazenamento de informações relativas ao mundo, como o significado das palavras ou datas de acontecimentos. Memória processual: também é de longa duração da memória, são aqueles conteúdos que aprendemos e nunca esquecemos, como andar de bicicleta. As fases da memória A memória de uma pessoa começa a atuar já no despertar de seu relógio biológico, quando o cérebro envia substâncias, como a adrenalina, para que ela tenha mais foco e concentração em suas tarefas na fase beta (enquanto está acordada). Esse relógio biológico vai indicar que é hora de estudar, trabalhar, se alimentar ou praticar atividades físicas. Essa memória aciona todo um ciclo de funções corporais que vão ocorrer ao longo do dia até que chegue o período noturno. Neste momento, começa a diminuir a adrenalina e o cortisol no organismo, acionando outras substâncias, como a melatonina, que indicam que é a hora do corpo repousar. Dentro desse processo corporal, a memória também terá as suas fases: Memorização Nesta fase, é necessária atenção, um estado de alerta total, para que a pessoa consiga memorizar as informações. Compreensão O estado de atenção também vai favorecer que a pessoa faça conexões para proporcionar um melhor entendimento da informação recebida. Assim, será mais fácil memorizar. Armazenamento Quando a pessoa entende o significado daquela informação, o conteúdo será retido no cérebro. Recuperação O cérebro organiza as informações de acordo com sua hierarquização. São as lembranças, que podem vir à tona a partir de estímulos diversos, como um som, um cheiro ou outras dicas que podem dar pistas daquela informação. Conheça dicas para exercitar a memória É certo que o cérebro funciona como um poderoso computador que faz milhões de conexões e ajuda no funcionamento corporal. Porém, às vezes, parece que a memória dele falha, e nem todos os conteúdos são rememorados com facilidade. Onde foi parar todas aquelas informações das aulas de matemática e biologia do dia anterior? E quem eram mesmo aqueles personagens do livro que você leu e foi indicado para o vestibular? Essa “perda” das informações também é comum para o cérebro, por isso, as dicas para exercitar a memória são importantes para fazer uma “atualização” do nosso sistema interno. Para consolidar a memória é sempre necessário um treino do que foi aprendido, para que o conteúdo não caia na memória de curto prazo. Treinar o cérebro constantemente vai ajudar a evitar essas falhas em sua memória, é como se fosse uma espécie de ginástica cerebral. Conheça alguns truques para treinar a sua memória, alguns desses são dicas que estão no livro “Técnicas de Estudo para Adolescentes”, de Antonio Gonzáles (Editora Vozes): Ative sua memória Abra mão de certos facilitadores, como agendas de celular ou blocos de notas, e tente sempre memorizar números de telefone, senhas, listas, datas ou lembretes de eventos. Associe informações com imagens Muitos estudantes são mais visuais e precisam associar os conteúdos a imagens ou símbolos para facilitar a memorização. Faça cálculos mentais Ao longo do dia faça operações aritméticas simples, somando as placas dos veículos, números de telefones em placas ou os números dos prédios e casas onde passar. Dê atenção aos detalhes Quando damos atenção a um assunto atribuímos importância a ele. Então, foque no tema, capture os detalhes e assim a memorização será facilitada. Invista em jogos de memorização Fazer quebra-cabeças ou jogos de memória vão ajudar muito nessa ginástica cerebral. As pessoas também podem investir em palavras cruzadas, Sudoku, dominó ou até jogos de cartas. Além disso, jogar xadrez é um importante recurso para trabalhar o cérebro. Leia e repita as citações Outra dica para exercitar a memória é a leitura porque essa é uma atividade que vai ajudar a trabalhar diversas áreas cerebrais. Além disso, repetir as frases e citações de personagens históricos também é uma excelente forma de trabalhar a memória. Anote esses enunciados e trechos de obras e repita o quanto puder. Aliás, falar em voz alta para si mesmo vale para lembrar de qualquer coisa, até mesmo para lembrar onde colocou a chave de casa. Procure lembrar os detalhes do dia Quando for deitar, antes de dormir, faça uma revisão de tudo o que aconteceu no dia, tentando lembrar alguns detalhes desde o momento que acordou, como suas roupas, o que comeu, onde foi, quem encontrou ou algum outro aspecto interessante. Conclusão É importante lembrar que a emoção está ligada à formação de novas memórias, portanto, investir em processos lúdicos e divertidos, que acionam produção e interação de hormônios do bem-estar, que paralelamente intensificam a comunicação entre neurônios, também vai dar o devido estímulo cerebral aos adolescentes para consolidação da memória.

Dicas para exercitar a memória

Dicas para exercitar a memória são muito importantes para ajudar os estudantes a guardar uma imensa quantidade de informações que são parte da grade curricular

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