Bilinguismo em escolas de São José dos Campos: comunicação fluida

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Aprender uma segunda língua é amplamente benéfico para a formação de uma pessoa, não só porque equipa a pessoa com mais ferramentas para se destacar no mercado de trabalho, mas porque também traz outros diversos benefícios ao cérebro. Ser bilíngue pode ser definido como a capacidade de se comunicar claramente em duas línguas, ou seja, saber ler, escrever, falar e compreender o segundo idioma com eficiência e se comunicar com fluidez. Dentro desse quesito, os pais podem ficar confusos ao buscar uma escola bilíngue em São José ou uma instituição internacional. Existem diferenças entre essas metodologias. Para que uma escola seja considerada bilíngue precisa ter uma carga horária bem específica: 75% em língua estrangeira na Educação Infantil, 30% no Fundamental e 25% no Ensino Médio. Além disso, segue um currículo estipulado pela BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Enquanto as escolas internacionais, adicionam um currículo estrangeiro ao brasileiro que, normalmente, é um programa desenvolvido pela Unesco, concebido pelo International Baccalaureate (IB). Segundo o British Council, apenas 5% da população sabe se comunicar em inglês. De acordo com o ranking da fluência que avaliou 70 países, o Brasil ocupa a 41ª posição no mundo. Por esses dados, é muito perceptível como pode ser benefício estudar em uma instituição que tenha um olhar cuidadoso para a preparação da segunda língua. Como o Planck trata o bilinguismo? O Colégio Planck não é uma escola bilíngue, porém, investe seriamente na qualificação do aprendizado de uma segunda língua para os seus estudantes para ajudá-los em seus processos seletivos para o mercado de trabalho no futuro, mas também para as entrevistas e outras vivências que deverão abraçar ao estudar em uma universidade internacional. Por ser uma instituição de alto desempenho, trata a questão do bilinguismo com bastante responsabilidade, preparando os seus estudantes na prática da segunda língua no Ensino Fundamental Anos Finais e no Ensino Médio, quando abre para eles o Planck Global Guidance, um programa único, dedicado a preparar os estudantes para processos seletivos de universidades internacionais ao redor do mundo. Para que seus estudantes apresentem um currículo forte também na segunda língua, o Planck oferece: No Ensino Fundamental Anos Finais: 4 aulas regulares de inglês por semana, além da oferta de francês, espanhol e alemão no contraturno; Ensino Médio: 1 aula regular semanal de inglês voltada para o vestibular, e 3 aulas complementares semanais de inglês no contraturno, além de espanhol e francês. O Planck utiliza materiais paradidáticos no Ensino Fundamental Anos Finais, como clássicos da literatura, que ajudam a desenvolver o raciocínio e repertório léxico no idioma alvo, além de adotar material didático de qualidade, como os da Universidade de Cambridge, que está alinhado com o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas (CEFR). No Ensino Médio, o curso de inglês complementar é todo baseado no estudo de obras literárias adaptadas, com complemento gramatical. Além disso, também é um centro preparatório para exames de Cambridge, aplicando na instituição o exame de verificação de desenvolvimento dos estudantes na prática do inglês. Planck Global Guidance O Planck Global Guidance (PGG) é um programa que visa ajudar os estudantes do Ensino Médio do Colégio a aplicarem para universidades em todo o mundo, não só as que são de língua inglesa, sem abrir mão de participar dos vestibulares brasileiros. O PGG traz um cronograma progressivo, preparando os estudantes ao longo do Ensino Médio, com foco pré-estabelecido em autoconhecimento, exame de proficiência, SAT, universidades e aplicações. Além disso, conta com uma ‘college counsellor’ especializada e experiente, que já ajudou mais de 1500 alunos a ingressarem em universidades no exterior. Durante o programa também são realizados contatos com universidades de diversos países e agendamento de várias visitas às universidades, e das mesmas ao Planck, para que os estudantes conheçam o perfil de cada instituição. Quem participa do PGG, é orientado a desenvolver autonomia, disciplina e responsabilidades sobre suas escolhas, além de ganhar foco no desenvolvimento do segundo idioma. Dominar um segundo idioma vai ajudá-los na preparação para todos os exames e processos que os estudantes deverão se submeter para o ingresso nas faculdades internacionais. No PGG, os estudantes também podem participar de um programa de ensino de férias, denominado Summer, onde passam um período de 1 a 7 semanas nas universidades internacionais. Quem participa do PGG, já pode se considerar um cidadão do mundo, que domina um segundo idioma e está preparado para novas vivências.

Aprender uma segunda língua é amplamente benéfico para a formação de uma pessoa, não só porque equipa a pessoa com mais ferramentas para se destacar no mercado de trabalho, mas porque também traz outros diversos benefícios ao cérebro. 

Ser bilíngue pode ser definido como a capacidade de se comunicar claramente em duas línguas, ou seja, saber ler, escrever, falar e compreender o segundo idioma com eficiência e se comunicar com fluidez.

Dentro desse quesito, os pais podem ficar confusos ao buscar uma escola bilíngue em São José ou uma instituição internacional. Existem diferenças entre essas metodologias.

Para que uma escola seja considerada bilíngue precisa ter uma carga horária bem específica: 75% em língua estrangeira na Educação Infantil, 30% no Fundamental e 25% no Ensino Médio. Além disso, segue um currículo estipulado pela BNCC (Base Nacional Comum Curricular).

Enquanto as escolas internacionais, adicionam um currículo estrangeiro ao brasileiro que, normalmente, é um programa desenvolvido pela Unesco, concebido pelo International Baccalaureate (IB).

Segundo o British Council, apenas 5% da população sabe se comunicar em inglês. De acordo com o ranking da fluência que avaliou 70 países, o Brasil ocupa a 41ª posição no mundo. Por esses dados, é muito perceptível como pode ser benefício estudar em uma instituição que tenha um olhar cuidadoso para a preparação da segunda língua.

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Como o Planck trata o bilinguismo?

O Colégio Planck não é uma escola bilíngue, porém, investe seriamente na qualificação do aprendizado de uma segunda língua para os seus estudantes para ajudá-los em seus processos seletivos para o mercado de trabalho no futuro, mas também para as entrevistas e outras vivências que deverão abraçar ao estudar em uma universidade internacional.

Por ser uma instituição de alto desempenho, trata a questão do bilinguismo com bastante responsabilidade, preparando os seus estudantes na prática da segunda língua no Ensino Fundamental Anos Finais e no Ensino Médio, quando abre para eles o Planck Global Guidance,  um programa único, dedicado a preparar os estudantes para processos seletivos de universidades internacionais ao redor do mundo.

Para que seus estudantes apresentem um currículo forte também na segunda língua, o Planck oferece:

  • No Ensino Fundamental Anos Finais:  4 aulas regulares de inglês por semana, além da oferta de francês, espanhol e alemão no contraturno;
  • Ensino Médio: 1 aula regular semanal de inglês voltada para o vestibular, e 3 aulas complementares semanais de inglês no contraturno, além de espanhol e francês.

O Planck utiliza materiais paradidáticos no Ensino Fundamental Anos Finais, como clássicos da literatura, que ajudam a desenvolver o raciocínio e repertório léxico no idioma alvo, além de adotar material didático de qualidade, como os da Universidade de Cambridge, que está alinhado com o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas (CEFR).

No Ensino Médio, o curso de inglês complementar é todo baseado no estudo de obras literárias adaptadas, com complemento gramatical.

Além disso, também é um centro preparatório para exames de Cambridge, aplicando na instituição o exame de verificação de desenvolvimento dos estudantes na prática do inglês.

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Planck Global Guidance

O Planck Global Guidance (PGG) é um programa que visa ajudar os estudantes do Ensino Médio  do Colégio a aplicarem para universidades em todo o mundo, não só as que são de língua inglesa, sem abrir mão de participar dos vestibulares brasileiros.

O PGG traz um cronograma progressivo, preparando os estudantes ao longo do Ensino Médio, com foco pré-estabelecido em autoconhecimento, exame de proficiência, SAT, universidades e aplicações.

Além disso, conta com uma ‘college counsellor’ especializada e experiente, que já ajudou mais de 1500 alunos a ingressarem em universidades no exterior.

Durante o programa também são realizados contatos com universidades de diversos países e agendamento de várias visitas às universidades, e das mesmas ao Planck, para que os estudantes conheçam o perfil de cada instituição.

Quem participa do PGG, é orientado a desenvolver autonomia, disciplina e responsabilidades sobre suas escolhas, além de ganhar foco no desenvolvimento do segundo idioma.

Dominar um segundo idioma vai ajudá-los na preparação para todos os exames e processos que os estudantes deverão se submeter para o ingresso nas faculdades internacionais.

No PGG, os estudantes também podem participar de um programa de ensino de férias, denominado Summer, onde passam um período de 1 a 7 semanas nas universidades internacionais.

Quem participa do PGG, já pode se considerar um cidadão do mundo, que domina um segundo idioma e está preparado para novas vivências.

 

 

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Dicas para exercitar a memória são muito importantes para ajudar os estudantes a guardar uma imensa quantidade de informações que são parte da grade curricular de cada fase. Veja nesse texto alguns truques que vão auxiliar a reter melhor os conteúdos recebidos. Como o cérebro e a memória funcionam? A Ciência já demonstrou que o desenvolvimento cerebral das crianças e adolescentes é realizado em etapas. Na primeira infância, está mais desenvolvido o sistema límbico, que é responsável pelas emoções e impulsos, e o hipocampo, que atua na memória, que é formada pelas conexões entre as células nervosas e os neurônios, e permite armazenar informações e recuperá-las sempre que necessário para todos os processos da vida. Só com o passar da idade é que o córtex pré-frontal vai se desenvolvendo e apresentando melhores condições para possibilitar o controle das emoções, organização, planejamento, pensamento crítico, atenção, etc. Esse desenvolvimento vai ocorrer até os 25 anos. Com aproximadamente 86 bilhões de estruturas que vão captar, repassar, guardar e resgatar, o cérebro funciona como um arquivo gigantesco de informações. No entanto, o cérebro também tem um importante recurso de economia de energia e potencialização do seu uso: ele desliga áreas que não estão sendo devidamente usadas. Por isso, quanto mais estímulo a pessoa dá a uma determinada área cerebral, mais ativa ela fica, isso inclui a memória. Portanto, conhecer algumas dicas para exercitar a memória é muito importante em todas as fases da vida, inclusive, na escolar, quando os estudantes estão mergulhados em conhecimentos das diversas disciplinas, e precisam entendê-los, retê-los e recuperá-los para as provas, simulados ou exames de vestibular. Tipos de memórias Além das informações retidas relativas à temporalidade (curto e longo prazo) e a memória sensorial, que está relacionada com associação aos estímulos recebidos pelos nossos 5 sentidos, que é citada na obra “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, a memória também está dividida em tipos que vão captar determinadas nuances das informações, de forma a classificar e processar as informações: Memória episódica: de longa duração, é a lembrança de acontecimentos específicos, como a refeição do dia anterior ou a recordação de outros momentos vividos no passado. Memória semântica: é o armazenamento de informações relativas ao mundo, como o significado das palavras ou datas de acontecimentos. Memória processual: também é de longa duração da memória, são aqueles conteúdos que aprendemos e nunca esquecemos, como andar de bicicleta. As fases da memória A memória de uma pessoa começa a atuar já no despertar de seu relógio biológico, quando o cérebro envia substâncias, como a adrenalina, para que ela tenha mais foco e concentração em suas tarefas na fase beta (enquanto está acordada). Esse relógio biológico vai indicar que é hora de estudar, trabalhar, se alimentar ou praticar atividades físicas. Essa memória aciona todo um ciclo de funções corporais que vão ocorrer ao longo do dia até que chegue o período noturno. Neste momento, começa a diminuir a adrenalina e o cortisol no organismo, acionando outras substâncias, como a melatonina, que indicam que é a hora do corpo repousar. Dentro desse processo corporal, a memória também terá as suas fases: Memorização Nesta fase, é necessária atenção, um estado de alerta total, para que a pessoa consiga memorizar as informações. Compreensão O estado de atenção também vai favorecer que a pessoa faça conexões para proporcionar um melhor entendimento da informação recebida. Assim, será mais fácil memorizar. Armazenamento Quando a pessoa entende o significado daquela informação, o conteúdo será retido no cérebro. Recuperação O cérebro organiza as informações de acordo com sua hierarquização. São as lembranças, que podem vir à tona a partir de estímulos diversos, como um som, um cheiro ou outras dicas que podem dar pistas daquela informação. Conheça dicas para exercitar a memória É certo que o cérebro funciona como um poderoso computador que faz milhões de conexões e ajuda no funcionamento corporal. Porém, às vezes, parece que a memória dele falha, e nem todos os conteúdos são rememorados com facilidade. Onde foi parar todas aquelas informações das aulas de matemática e biologia do dia anterior? E quem eram mesmo aqueles personagens do livro que você leu e foi indicado para o vestibular? Essa “perda” das informações também é comum para o cérebro, por isso, as dicas para exercitar a memória são importantes para fazer uma “atualização” do nosso sistema interno. Para consolidar a memória é sempre necessário um treino do que foi aprendido, para que o conteúdo não caia na memória de curto prazo. Treinar o cérebro constantemente vai ajudar a evitar essas falhas em sua memória, é como se fosse uma espécie de ginástica cerebral. Conheça alguns truques para treinar a sua memória, alguns desses são dicas que estão no livro “Técnicas de Estudo para Adolescentes”, de Antonio Gonzáles (Editora Vozes): Ative sua memória Abra mão de certos facilitadores, como agendas de celular ou blocos de notas, e tente sempre memorizar números de telefone, senhas, listas, datas ou lembretes de eventos. Associe informações com imagens Muitos estudantes são mais visuais e precisam associar os conteúdos a imagens ou símbolos para facilitar a memorização. Faça cálculos mentais Ao longo do dia faça operações aritméticas simples, somando as placas dos veículos, números de telefones em placas ou os números dos prédios e casas onde passar. Dê atenção aos detalhes Quando damos atenção a um assunto atribuímos importância a ele. Então, foque no tema, capture os detalhes e assim a memorização será facilitada. Invista em jogos de memorização Fazer quebra-cabeças ou jogos de memória vão ajudar muito nessa ginástica cerebral. As pessoas também podem investir em palavras cruzadas, Sudoku, dominó ou até jogos de cartas. Além disso, jogar xadrez é um importante recurso para trabalhar o cérebro. Leia e repita as citações Outra dica para exercitar a memória é a leitura porque essa é uma atividade que vai ajudar a trabalhar diversas áreas cerebrais. Além disso, repetir as frases e citações de personagens históricos também é uma excelente forma de trabalhar a memória. Anote esses enunciados e trechos de obras e repita o quanto puder. Aliás, falar em voz alta para si mesmo vale para lembrar de qualquer coisa, até mesmo para lembrar onde colocou a chave de casa. Procure lembrar os detalhes do dia Quando for deitar, antes de dormir, faça uma revisão de tudo o que aconteceu no dia, tentando lembrar alguns detalhes desde o momento que acordou, como suas roupas, o que comeu, onde foi, quem encontrou ou algum outro aspecto interessante. Conclusão É importante lembrar que a emoção está ligada à formação de novas memórias, portanto, investir em processos lúdicos e divertidos, que acionam produção e interação de hormônios do bem-estar, que paralelamente intensificam a comunicação entre neurônios, também vai dar o devido estímulo cerebral aos adolescentes para consolidação da memória.

Dicas para exercitar a memória

Dicas para exercitar a memória são muito importantes para ajudar os estudantes a guardar uma imensa quantidade de informações que são parte da grade curricular

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