Meu filho mudou de escola, como apoiá-lo na fase de adaptação?

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O começo do ano letivo pode ser um verdadeiro desafio para as famílias que precisaram mudar os filhos de escola, algumas vezes por uma passagem de fase escolar ou outras vezes por uma mudança de endereço. Afinal, mudar gera insegurança e ansiedade, e o que fazer para ajudar as crianças e adolescentes neste momento? Embora exija uma certa dose de esforço e boa intenção para mobilizar o córtex pré-frontal a estabelecer novos hábitos, a partir do desenvolvimento de novas redes neurais, será bastante possível que o estudante supere esse momento inicial de insegurança e ansiedade, assim que conseguir estabelecer familiaridade e novos vínculos. As mudanças fazem parte da vida, os filhos vão enfrentá-las em diversos momentos, e o melhor de tudo, é que muitas vezes essas mudanças são fundamentais para a evolução de um ser humano. Neste texto, entenda o que ocorre no cérebro quando um estudante muda de escola ou período escolar, e conheça algumas dicas para que essa fase de transição seja a mais suave possível.

O começo do ano letivo pode ser um verdadeiro desafio para as famílias que precisaram mudar os filhos de escola, algumas vezes por uma passagem de fase escolar ou outras vezes por uma mudança de endereço. Afinal, mudar gera insegurança e ansiedade, e o que fazer para ajudar as crianças e adolescentes neste momento?

Neste texto, entenda o que ocorre no cérebro quando um estudante muda de escola ou período escolar, e conheça algumas dicas para que essa fase de transição seja a mais suave possível.

Por que as mudanças são difíceis?

Uma coisa é muita certa: as mudanças geram ansiedades e preocupações transitórias, não só nas crianças e jovens, mas também nos adultos. A principal explicação é que estamos indo rumo a algo que ainda não conhecemos, e isso nos coloca em estado de insegurança e alerta.

Nas fases escolares, vão existir diversas transições que podem ser muito impactantes para os estudantes, ainda mais quando ocorre uma mudança de escola.

Muitas vezes, essa mudança não gera apenas insegurança dos estudantes com questões acadêmicas, mas sim com a área social. Afinal, as crianças ou  jovens já estavam acostumados na instituição anterior e tinham estabelecido os seus vínculos. O medo de não conseguir se adaptar é bastante natural.

O que ocorre no cérebro quando há uma mudança?

Essa situação é bem explicada pela neurociência, que afirma que as mudanças geram até mesmo desconfortos físicos, porque ativam o córtex pré-frontal, área que está ligada ao centro emocional do cérebro, e que tem controle das nossas respostas às emoções e às decisões.

O córtex pré-frontal trata de vários problemas ao mesmo tempo, mas também tem o seu limite, e ao chegar neste ponto pode surgir o desconforto. As incertezas trazidas pelas mudanças podem gerar até uma sensação de fadiga.

Por isso, não é incomum perceber uma postura mais rebelde em jovens que necessitam fazer essa mudança escolar, algumas vezes, manifestando até raiva, que é uma típica reação estimulada pelo córtex pré-frontal, que ainda está sendo desenvolvido nas faixas etárias mais jovens. Quando adultos, é possível lidar um pouco melhor com essas emoções.

Mas, se é fato que mudar gera estresse, também é fato que esse desconforto inicial pode ser superado, especialmente, devido à neuroplasticidade do cérebro, que é a capacidade dele de se reprogramar, com base em emoções, experiências e comportamento. 

O cérebro tem cerca de 100 bilhões de neurônios, mas tem capacidade de formar mais neurônios, o quanto for necessário para a plasticidade funcional ou a plasticidade estrutural, essa última, está estreitamente ligada ao aprendizado. Assim, a neuroplasticidade cerebral traz benefícios como:

  • Capacidade de aprender coisas novas;
  • Capacidade de melhorar as capacidade cognitivas;
  • Melhorias que podem aumentar as aptidões cerebrais em diversos aspectos, como os socioemocionais.

O começo do ano letivo pode ser um verdadeiro desafio para as famílias que precisaram mudar os filhos de escola, algumas vezes por uma passagem de fase escolar ou outras vezes por uma mudança de endereço. Afinal, mudar gera insegurança e ansiedade, e o que fazer para ajudar as crianças e adolescentes neste momento? Embora exija uma certa dose de esforço e boa intenção para mobilizar o córtex pré-frontal a estabelecer novos hábitos, a partir do desenvolvimento de novas redes neurais, será bastante possível que o estudante supere esse momento inicial de insegurança e ansiedade, assim que conseguir estabelecer familiaridade e novos vínculos. As mudanças fazem parte da vida, os filhos vão enfrentá-las em diversos momentos, e o melhor de tudo, é que muitas vezes essas mudanças são fundamentais para a evolução de um ser humano. Neste texto, entenda o que ocorre no cérebro quando um estudante muda de escola ou período escolar, e conheça algumas dicas para que essa fase de transição seja a mais suave possível.

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Dicas para ajudar na fase de transição

Embora exija uma certa dose de esforço e boa intenção para mobilizar o córtex pré-frontal a estabelecer novos hábitos, a partir do desenvolvimento de novas redes neurais, será bastante possível que o estudante supere esse momento inicial de insegurança e ansiedade, assim que conseguir estabelecer familiaridade e novos vínculos.

As mudanças fazem parte da vida, os filhos vão enfrentá-las em diversos momentos, e o melhor de tudo, é que muitas vezes essas mudanças são fundamentais para a evolução de um ser humano.

Mas o que os responsáveis podem fazer para aliviar essas sensações em seus filhos diante de uma mudança de colégio? Para isso, os pais podem tomar algumas atitudes para auxiliar essa transição:

1 – Acolha o sentimento seu filho

Mudar pode gerar tristeza nas crianças e adolescentes, afinal, não vão ter mais as mesmas rotinas escolares e alguns amigos podem seguir caminhos diferentes. Então, não critique o que eles estão sentindo, mas procure explicar a necessidade da decisão, e demonstrar que entende o que estão passando.

2 – Mostre os aspectos positivos da mudança

Se mudar gera insegurança, também pode gerar novas oportunidades de crescimento. Então, deixe esse aspecto bastante claro para os seus filhos. Revele que na nova escola ele vai conviver em um ambiente diferente, terá novas práticas pedagógicas e conhecerá pessoas novas, além de poder crescer muito nesse novo momento.

3 – Leve-o para conhecer o novo colégio

Envolvam os filhos no processo de mudança. De preferência, discuta com eles as opções e levem-os para conhecer a instituição, antes da decisão final. Assim, eles podem avaliar o novo ambiente e começar a estabelecer uma familiaridade com a equipe.

4 – Fale sobre a rotina do novo colégio

Procure saber como foi o dia dos estudantes em seus primeiros dias na nova instituição, pergunte sobre os novos colegas, professores e práticas pedagógicas. Assim, eles terão a oportunidade de manifestar também os seus sentimentos em relação às novidades. Caso os retornos não sejam positivos, procure entender se a insatisfação ainda é fruto do desconforto da mudança, ou se, realmente, a nova instituição não está se encaixando para ele. 

5 – Estimule o contato com amigos antigos

Se o seu filho ainda manifestar a falta da escola antiga, demonstre empatia e entenda que esse sentimento vai amenizar com o tempo. Mas, além disso, para que ele minimize um pouco essa saudade, estimule que continue mantendo contato com as pessoas que fizeram parte de sua vida. Atualmente, a tecnologia favorece amplamente a manutenção desses vínculos, mesmo a distância.

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Orientação Educacional do Planck promove o acolhimento

No Colégio Planck, o acolhimento dos novos estudantes é acompanhado bem de perto pela Orientação Educacional, que é a equipe responsável pelo acompanhamento do desenvolvimento deles.

O papel da Orientação Pedagógica é entender as necessidades individuais dos estudantes para que eles se integrem, desenvolvam o sentimento de pertencer ao novo grupo e entender a cultura do Colégio.

Para isso, oferecem o acompanhamento pedagógico e emocional, estendendo também esse cuidado a família, que têm espaço aberto para apresentar as fragilidades dos filhos neste momento e contar com ajuda nesta transição.

No Colégio Planck, esse acompanhamento oferece muito mais do que verificar como esse estudante está indo em sala de aula. Na sala da Orientação Pedagógica os estudantes vão encontrar a acolhida ideal para esse momento tão delicado.

O trabalho realizado pela Orientação para promover mais tranquilidade desses estudantes que estão vivenciando essa mudança de escola é focado no estímulo do autoconhecimento, autoconfiança e ressignificar certas situações e sensações para o crescimento deles.

O começo do ano letivo pode ser um verdadeiro desafio para as famílias que precisaram mudar os filhos de escola, algumas vezes por uma passagem de fase escolar ou outras vezes por uma mudança de endereço. Afinal, mudar gera insegurança e ansiedade, e o que fazer para ajudar as crianças e adolescentes neste momento? Embora exija uma certa dose de esforço e boa intenção para mobilizar o córtex pré-frontal a estabelecer novos hábitos, a partir do desenvolvimento de novas redes neurais, será bastante possível que o estudante supere esse momento inicial de insegurança e ansiedade, assim que conseguir estabelecer familiaridade e novos vínculos. As mudanças fazem parte da vida, os filhos vão enfrentá-las em diversos momentos, e o melhor de tudo, é que muitas vezes essas mudanças são fundamentais para a evolução de um ser humano. Neste texto, entenda o que ocorre no cérebro quando um estudante muda de escola ou período escolar, e conheça algumas dicas para que essa fase de transição seja a mais suave possível.

Acompanhamento no dia a dia

Para que esse processo seja suave, o primeiro passo da equipe da Orientação Educacional é estreitar a relação e estabelecer um vínculo de confiança, entendendo e acolhendo a trajetória pessoal de cada estudante e traçando planos para a resolução de problemas.

Tanto no Ensino Fundamental Anos Finais como no Ensino Médio, a atenção será direcionada para que os estudantes reconheçam suas forças acadêmicas e socioemocionais e superem suas fragilidades, não só nesse momento de mudança, mas que levem o aprendizado da autonomia ao longo da vida.

Então, nessa acolhida diária realizada pela Orientação, os estudantes podem se abrir, contar novidades, esclarecer dúvidas, revelar suas alegrias, conquistas e receios até fora do ambiente escolar.

Para isso, as orientadoras estão sempre junto, além da sala, como em momentos de intervalos, conversando para entender melhor como está o emocional daquele estudante e como ele age e reage com seus pares no convívio social.

Essa observação é sempre pautada no sentido de ajudar na formação dos valores desses estudantes, para que eles sejam excelentes não só no boletim, mas também no aspecto pessoal, que é a bagagem interna que irão carregar em suas vidas.

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