Programação poderá ser tão fundamental quanto saber ler e escrever

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Com a invasão irrefreável da tecnologia na vida das pessoas, uma das tendências apontadas para o Ensino é a inclusão da programação (codificação) para crianças e jovens nos processos pedagógicos. Essa competência de saber programar tem sido vista como uma das habilidades úteis para a vida pessoal e profissional. Leia neste post uma visão sobre essas tendências da Educação de crianças e jovens. Por que é importante aprender a programar? A tecnologia já vinha invadindo gradativamente a vida das pessoas a partir dos anos 2000, porém, atingiu um ponto importante de aceleração digital em todos os setores, inclusive na Educação, com a chegada da pandemia. Se tem sido um desafio para alguns adultos, não é segredo que as gerações mais jovens têm uma facilidade inata para lidar com a tecnologia, porém, incluir a programação em suas trilhas de aprendizagem pode levá-las também a desenvolver algumas das habilidades que são essenciais para o século 21, como a capacidade de solucionar problemas e estar apto a colaborar. Alguns estudiosos apontam que a programação (codificação) está sendo cada vez mais vista como um processo de alfabetização digital, que também será tão necessária para entender o funcionamento da tecnologia. Não que rivalize com o processo de ler e escrever, mas caminha cada vez mais junto. A programação demonstra que nem o mais poderoso computador faria qualquer coisa se não fossem os códigos inseridos nele. Tem sido crescente a busca por profissionais que saibam programar no ambiente de trabalho moderno. Já em 2016, um relatório sobre o futuro do trabalho apontava que quase 40% dos empregos nos EUA já solicitavam dos candidatos o conhecimento em algum grau de codificação. Diversos países estimulam ensino da programação Em alguns países, essa já é uma realidade, por exemplo, a China, que já incluiu a programação no ensino infantil a partir dos 3 anos de idade. Porém, EUA, Finlândia, Inglaterra, Japão, Cingapura e Austrália também já incluem codificação nas grades curriculares infantis. Para motivar o interesse pelo tópico, dispõe de métodos e estratégias mais interativas e dinâmicas, que também facilitam o aprendizado. No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) abriu espaço para essa possibilidade já nas competências gerais para a educação básica. O texto diz: “Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva” Benefícios da programação para os estudantes A programação traz diversos benefícios, como o auxílio na memorização, ter pensamento lógico e estruturado, entender o funcionamento das tecnologias e no aprendizado de línguas e da escrita. Outra habilidade pessoal adquirida vem ao encontro do aprendizado das matérias exatas, onde aprender a codificar demonstra que a matemática também pode ser divertida. Além disso, a codificação também estimula o desenvolvimento de algumas habilidades socioemocionais que têm sido consideradas as principais soft skills dos novos tempos. São elas: Capacidade de resolução de problemas A programação ensina aos estudantes que mesmo os problemas mais complexos podem ser resolvidos parte a parte por meio de uma sequência lógica. Na codificação, os estudantes têm a oportunidade de identificar um problema, quebrar um código em partes para fazer testes e consertar o que for necessário, e só então partir para o próximo problema. Pensamento crítico Ao programar, as crianças e jovens precisam aprender a lidar com as ferramentas que têm e tomar decisões estratégicas que caibam em um código. Não se trata apenas de digitar linhas. Quando aprendem as relações entre causa e efeito, os estudantes conseguem desenvolver pensamento crítico e algoritmo (repetição, sequenciamento e lógica condicional). Criatividade Quando as crianças e jovens são ensinados a programar aprendem a ter ideias novas, a enxergar novas soluções, portanto, estimula a criatividade. Os estudantes aprendem a pensar de forma organizada. Eles aprendem a transformar uma ideia vaga em algo que tenha aplicabilidade. Comunicação Estudos apontam que quando os estudantes aprendem a programar também conseguem desenvolver suas habilidades de comunicação. Quando o estudante é estimulado a pensar também vai trabalhar paralelamente a sua capacidade de comunicação interpessoal. Resiliência O processo de realizar testes constantes para chegar a um bom resultado pode ser bastante frustrante, porém, também ajuda no desenvolvimento da perseverança e da resiliência para atingir o objetivo. Eles aprendem a lidar com os erros e fazer novas tentativas para um resultado positivo. Autoconfiança Quando os estudantes aprendem a resolver problemas e entendem que existem várias ideias que podem ser utilizadas para chegar a um objetivo, passam a ser mais confiantes em suas estratégias e decisões. Eles começam a ter mais confiança em buscar novos resultados sem se dominar pela frustração. Foco & organização Ao aprender a programar, o foco e organização estão entre as chaves do sucesso. Neste processo, vem o conhecimento sobre planejamento e a manutenção da paciência para atingir a meta proposta. O Colégio Planck O Colégio Planck promove o alto desempenho, por meio de uma metodologia que valoriza o conhecimento e o desenvolvimento das habilidades socioemocionais. Além disso, é um Colégio que tem a tecnologia impressa em seu DNA, favorecendo esse conhecimento em matérias eletivas e diversos outros processos pedagógicos. Por isso, oferece também a disciplina programação, que traz o desenvolvimento de jogos e aplicativos como uma forma prazerosa de ensinar a programar e estimular todas as habilidades socioemocionais citadas acima. Auxiliados por um conjunto de ferramentas pensadas especificamente para fixar sequências de códigos e linguagens em seu cérebro, os estudantes vão criar seus próprios games, construir fases, cenários e ainda idealizar personagens. O foco do Colégio Planck é sempre preparar os estudantes para a vida e o futuro, para um mundo que promete ser cada vez mais tecnológico.

Com a invasão irrefreável da tecnologia na vida das pessoas, uma das tendências apontadas para o Ensino é a inclusão da programação (codificação) para crianças e jovens nos processos pedagógicos. Essa competência de saber programar tem sido vista como uma das habilidades úteis para a vida pessoal e profissional.

Leia neste post uma visão sobre essas tendências da Educação de crianças e jovens.

Por que é importante aprender a programar?

A tecnologia já vinha invadindo gradativamente a vida das pessoas a partir dos anos 2000, porém, atingiu um ponto importante de aceleração digital em todos os setores, inclusive na Educação, com a chegada da pandemia.

Se tem sido um desafio para alguns adultos, não é segredo que as gerações mais jovens têm uma facilidade inata para lidar com a tecnologia, porém, incluir a programação em suas trilhas de aprendizagem pode levá-las também a desenvolver algumas das habilidades que são essenciais para o século 21, como a capacidade de solucionar problemas e estar apto a colaborar.

Alguns estudiosos apontam que a programação (codificação) está sendo cada vez mais vista como um processo de alfabetização digital, que também será tão necessária para entender o funcionamento da tecnologia. Não que rivalize com o processo de ler e escrever, mas caminha cada vez mais junto.

A programação demonstra que nem o mais poderoso computador faria qualquer coisa se não fossem os códigos inseridos nele.

Tem sido crescente a busca por profissionais que saibam programar no ambiente de trabalho moderno. Já em 2016, um relatório sobre o futuro do trabalho apontava que quase 40% dos empregos nos EUA já solicitavam dos candidatos o conhecimento em algum grau de codificação.

➡️ Bilinguismo na educação brasileira

Diversos países estimulam ensino da programação

Em alguns países, essa já é uma realidade, por exemplo, a China, que já incluiu a programação no ensino infantil a partir dos 3 anos de idade. Porém, EUA, Finlândia, Inglaterra, Japão, Cingapura e Austrália também já incluem codificação nas grades curriculares infantis.

Para motivar o interesse pelo tópico, dispõe de métodos e estratégias mais interativas e dinâmicas, que também facilitam o aprendizado.

No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) abriu espaço para essa possibilidade já nas competências gerais para a educação básica. O texto diz:

“Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva”

Benefícios da programação para os estudantes A programação traz diversos benefícios, como o auxílio na memorização, ter pensamento lógico e estruturado, entender o funcionamento das tecnologias e no aprendizado de línguas e da escrita. Outra habilidade pessoal adquirida vem ao encontro do aprendizado das matérias exatas, onde aprender a codificar demonstra que a matemática também pode ser divertida.  Além disso, a codificação também estimula o desenvolvimento de algumas habilidades socioemocionais que têm sido consideradas as principais soft skills dos novos tempos. São elas: Capacidade de resolução de problemas A programação ensina aos estudantes que mesmo os problemas mais complexos podem ser resolvidos parte a parte por meio de uma sequência lógica. Na codificação, os estudantes têm a oportunidade de identificar um problema, quebrar um código em partes para fazer testes e consertar o que for necessário, e só então partir para o próximo problema. Pensamento crítico Ao programar, as crianças e jovens precisam aprender a lidar com as ferramentas que têm e tomar decisões estratégicas que caibam em um código. Não se trata apenas de digitar linhas. Quando aprendem as relações entre causa e efeito, os estudantes conseguem desenvolver pensamento crítico e algoritmo (repetição, sequenciamento e lógica condicional).  Criatividade Quando as crianças e jovens são ensinados a programar aprendem a ter ideias novas, a enxergar novas soluções, portanto, estimula a criatividade. Os estudantes aprendem a pensar de forma organizada.  Eles aprendem a transformar uma ideia vaga em algo que tenha aplicabilidade. Comunicação  Estudos apontam que quando os estudantes aprendem a programar também conseguem desenvolver suas habilidades de comunicação. Quando o estudante é estimulado a pensar também vai trabalhar paralelamente a sua capacidade de comunicação interpessoal. Resiliência O processo de realizar testes constantes para chegar a um bom resultado pode ser bastante frustrante, porém, também ajuda no desenvolvimento da perseverança e da resiliência para atingir o objetivo.  Eles aprendem a lidar com os erros e fazer novas tentativas para um resultado positivo. Autoconfiança Quando os estudantes aprendem a resolver problemas e entendem que existem várias ideias que podem ser utilizadas para chegar a um objetivo, passam a ser mais confiantes em suas estratégias e decisões. Eles começam a ter mais confiança em buscar novos resultados sem se dominar pela frustração. Foco & organização Ao aprender a programar, o foco e organização estão entre as chaves do sucesso.  Neste processo, vem o conhecimento sobre planejamento e a manutenção da paciência para atingir a meta proposta. 

Benefícios da programação para os estudantes

A programação traz diversos benefícios, como o auxílio na memorização, ter pensamento lógico e estruturado, entender o funcionamento das tecnologias e no aprendizado de línguas e da escrita.

Outra habilidade pessoal adquirida vem ao encontro do aprendizado das matérias exatas, onde aprender a codificar demonstra que a matemática também pode ser divertida. 

Além disso, a codificação também estimula o desenvolvimento de algumas habilidades socioemocionais que têm sido consideradas as principais soft skills dos novos tempos. São elas:

Capacidade de resolução de problemas

A programação ensina aos estudantes que mesmo os problemas mais complexos podem ser resolvidos parte a parte por meio de uma sequência lógica.

Na codificação, os estudantes têm a oportunidade de identificar um problema, quebrar um código em partes para fazer testes e consertar o que for necessário, e só então partir para o próximo problema.

Pensamento crítico

Ao programar, as crianças e jovens precisam aprender a lidar com as ferramentas que têm e tomar decisões estratégicas que caibam em um código. Não se trata apenas de digitar linhas.

Quando aprendem as relações entre causa e efeito, os estudantes conseguem desenvolver pensamento crítico e algoritmo (repetição, sequenciamento e lógica condicional)

Criatividade

Quando as crianças e jovens são ensinados a programar aprendem a ter ideias novas, a enxergar novas soluções, portanto, estimula a criatividade. Os estudantes aprendem a pensar de forma organizada. 

Eles aprendem a transformar uma ideia vaga em algo que tenha aplicabilidade.

Comunicação 

Estudos apontam que quando os estudantes aprendem a programar também conseguem desenvolver suas habilidades de comunicação.

Quando o estudante é estimulado a pensar também vai trabalhar paralelamente a sua capacidade de comunicação interpessoal.

Com a invasão irrefreável da tecnologia na vida das pessoas, uma das tendências apontadas para o Ensino é a inclusão da programação (codificação) para crianças e jovens nos processos pedagógicos. Essa competência de saber programar tem sido vista como uma das habilidades úteis para a vida pessoal e profissional. Leia neste post uma visão sobre essas tendências da Educação de crianças e jovens. Por que é importante aprender a programar? A tecnologia já vinha invadindo gradativamente a vida das pessoas a partir dos anos 2000, porém, atingiu um ponto importante de aceleração digital em todos os setores, inclusive na Educação, com a chegada da pandemia. Se tem sido um desafio para alguns adultos, não é segredo que as gerações mais jovens têm uma facilidade inata para lidar com a tecnologia, porém, incluir a programação em suas trilhas de aprendizagem pode levá-las também a desenvolver algumas das habilidades que são essenciais para o século 21, como a capacidade de solucionar problemas e estar apto a colaborar. Alguns estudiosos apontam que a programação (codificação) está sendo cada vez mais vista como um processo de alfabetização digital, que também será tão necessária para entender o funcionamento da tecnologia. Não que rivalize com o processo de ler e escrever, mas caminha cada vez mais junto. A programação demonstra que nem o mais poderoso computador faria qualquer coisa se não fossem os códigos inseridos nele. Tem sido crescente a busca por profissionais que saibam programar no ambiente de trabalho moderno. Já em 2016, um relatório sobre o futuro do trabalho apontava que quase 40% dos empregos nos EUA já solicitavam dos candidatos o conhecimento em algum grau de codificação. Diversos países estimulam ensino da programação Em alguns países, essa já é uma realidade, por exemplo, a China, que já incluiu a programação no ensino infantil a partir dos 3 anos de idade. Porém, EUA, Finlândia, Inglaterra, Japão, Cingapura e Austrália também já incluem codificação nas grades curriculares infantis. Para motivar o interesse pelo tópico, dispõe de métodos e estratégias mais interativas e dinâmicas, que também facilitam o aprendizado. No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) abriu espaço para essa possibilidade já nas competências gerais para a educação básica. O texto diz: “Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva” Benefícios da programação para os estudantes A programação traz diversos benefícios, como o auxílio na memorização, ter pensamento lógico e estruturado, entender o funcionamento das tecnologias e no aprendizado de línguas e da escrita. Outra habilidade pessoal adquirida vem ao encontro do aprendizado das matérias exatas, onde aprender a codificar demonstra que a matemática também pode ser divertida. Além disso, a codificação também estimula o desenvolvimento de algumas habilidades socioemocionais que têm sido consideradas as principais soft skills dos novos tempos. São elas: Capacidade de resolução de problemas A programação ensina aos estudantes que mesmo os problemas mais complexos podem ser resolvidos parte a parte por meio de uma sequência lógica. Na codificação, os estudantes têm a oportunidade de identificar um problema, quebrar um código em partes para fazer testes e consertar o que for necessário, e só então partir para o próximo problema. Pensamento crítico Ao programar, as crianças e jovens precisam aprender a lidar com as ferramentas que têm e tomar decisões estratégicas que caibam em um código. Não se trata apenas de digitar linhas. Quando aprendem as relações entre causa e efeito, os estudantes conseguem desenvolver pensamento crítico e algoritmo (repetição, sequenciamento e lógica condicional). Criatividade Quando as crianças e jovens são ensinados a programar aprendem a ter ideias novas, a enxergar novas soluções, portanto, estimula a criatividade. Os estudantes aprendem a pensar de forma organizada. Eles aprendem a transformar uma ideia vaga em algo que tenha aplicabilidade. Comunicação Estudos apontam que quando os estudantes aprendem a programar também conseguem desenvolver suas habilidades de comunicação. Quando o estudante é estimulado a pensar também vai trabalhar paralelamente a sua capacidade de comunicação interpessoal. Resiliência O processo de realizar testes constantes para chegar a um bom resultado pode ser bastante frustrante, porém, também ajuda no desenvolvimento da perseverança e da resiliência para atingir o objetivo. Eles aprendem a lidar com os erros e fazer novas tentativas para um resultado positivo. Autoconfiança Quando os estudantes aprendem a resolver problemas e entendem que existem várias ideias que podem ser utilizadas para chegar a um objetivo, passam a ser mais confiantes em suas estratégias e decisões. Eles começam a ter mais confiança em buscar novos resultados sem se dominar pela frustração. Foco & organização Ao aprender a programar, o foco e organização estão entre as chaves do sucesso. Neste processo, vem o conhecimento sobre planejamento e a manutenção da paciência para atingir a meta proposta. O Colégio Planck O Colégio Planck promove o alto desempenho, por meio de uma metodologia que valoriza o conhecimento e o desenvolvimento das habilidades socioemocionais. Além disso, é um Colégio que tem a tecnologia impressa em seu DNA, favorecendo esse conhecimento em matérias eletivas e diversos outros processos pedagógicos. Por isso, oferece também a disciplina programação, que traz o desenvolvimento de jogos e aplicativos como uma forma prazerosa de ensinar a programar e estimular todas as habilidades socioemocionais citadas acima. Auxiliados por um conjunto de ferramentas pensadas especificamente para fixar sequências de códigos e linguagens em seu cérebro, os estudantes vão criar seus próprios games, construir fases, cenários e ainda idealizar personagens. O foco do Colégio Planck é sempre preparar os estudantes para a vida e o futuro, para um mundo que promete ser cada vez mais tecnológico.

Resiliência

O processo de realizar testes constantes para chegar a um bom resultado pode ser bastante frustrante, porém, também ajuda no desenvolvimento da perseverança e da resiliência para atingir o objetivo. 

Eles aprendem a lidar com os erros e fazer novas tentativas para um resultado positivo.

Autoconfiança

Quando os estudantes aprendem a resolver problemas e entendem que existem várias ideias que podem ser utilizadas para chegar a um objetivo, passam a ser mais confiantes em suas estratégias e decisões.

Eles começam a ter mais confiança em buscar novos resultados sem se dominar pela frustração.

Foco & organização

Ao aprender a programar, o foco e organização estão entre as chaves do sucesso. 

Neste processo, vem o conhecimento sobre planejamento e a manutenção da paciência para atingir a meta proposta. 

Colégio Planck - Programação poderá ser tão fundamental quanto saber ler e escrever

O Colégio Planck 

O Colégio Planck promove o alto desempenho, por meio de uma metodologia que valoriza o conhecimento e o desenvolvimento das habilidades socioemocionais.

Além disso, é um Colégio que tem a tecnologia impressa em seu DNA, favorecendo esse conhecimento em matérias eletivas e diversos outros processos pedagógicos.

Por isso, oferece também a disciplina programação, que traz o desenvolvimento de jogos e aplicativos como uma forma prazerosa de ensinar a programar e estimular todas as habilidades socioemocionais citadas acima. 

Auxiliados por um conjunto de ferramentas pensadas especificamente para fixar sequências de códigos e linguagens em seu cérebro, os estudantes vão criar seus próprios games, construir fases, cenários e ainda idealizar personagens.

O foco do Colégio Planck é sempre preparar os estudantes para a vida e o futuro, para um mundo que promete ser cada vez mais tecnológico.

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Dicas para exercitar a memória são muito importantes para ajudar os estudantes a guardar uma imensa quantidade de informações que são parte da grade curricular de cada fase. Veja nesse texto alguns truques que vão auxiliar a reter melhor os conteúdos recebidos. Como o cérebro e a memória funcionam? A Ciência já demonstrou que o desenvolvimento cerebral das crianças e adolescentes é realizado em etapas. Na primeira infância, está mais desenvolvido o sistema límbico, que é responsável pelas emoções e impulsos, e o hipocampo, que atua na memória, que é formada pelas conexões entre as células nervosas e os neurônios, e permite armazenar informações e recuperá-las sempre que necessário para todos os processos da vida. Só com o passar da idade é que o córtex pré-frontal vai se desenvolvendo e apresentando melhores condições para possibilitar o controle das emoções, organização, planejamento, pensamento crítico, atenção, etc. Esse desenvolvimento vai ocorrer até os 25 anos. Com aproximadamente 86 bilhões de estruturas que vão captar, repassar, guardar e resgatar, o cérebro funciona como um arquivo gigantesco de informações. No entanto, o cérebro também tem um importante recurso de economia de energia e potencialização do seu uso: ele desliga áreas que não estão sendo devidamente usadas. Por isso, quanto mais estímulo a pessoa dá a uma determinada área cerebral, mais ativa ela fica, isso inclui a memória. Portanto, conhecer algumas dicas para exercitar a memória é muito importante em todas as fases da vida, inclusive, na escolar, quando os estudantes estão mergulhados em conhecimentos das diversas disciplinas, e precisam entendê-los, retê-los e recuperá-los para as provas, simulados ou exames de vestibular. Tipos de memórias Além das informações retidas relativas à temporalidade (curto e longo prazo) e a memória sensorial, que está relacionada com associação aos estímulos recebidos pelos nossos 5 sentidos, que é citada na obra “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, a memória também está dividida em tipos que vão captar determinadas nuances das informações, de forma a classificar e processar as informações: Memória episódica: de longa duração, é a lembrança de acontecimentos específicos, como a refeição do dia anterior ou a recordação de outros momentos vividos no passado. Memória semântica: é o armazenamento de informações relativas ao mundo, como o significado das palavras ou datas de acontecimentos. Memória processual: também é de longa duração da memória, são aqueles conteúdos que aprendemos e nunca esquecemos, como andar de bicicleta. As fases da memória A memória de uma pessoa começa a atuar já no despertar de seu relógio biológico, quando o cérebro envia substâncias, como a adrenalina, para que ela tenha mais foco e concentração em suas tarefas na fase beta (enquanto está acordada). Esse relógio biológico vai indicar que é hora de estudar, trabalhar, se alimentar ou praticar atividades físicas. Essa memória aciona todo um ciclo de funções corporais que vão ocorrer ao longo do dia até que chegue o período noturno. Neste momento, começa a diminuir a adrenalina e o cortisol no organismo, acionando outras substâncias, como a melatonina, que indicam que é a hora do corpo repousar. Dentro desse processo corporal, a memória também terá as suas fases: Memorização Nesta fase, é necessária atenção, um estado de alerta total, para que a pessoa consiga memorizar as informações. Compreensão O estado de atenção também vai favorecer que a pessoa faça conexões para proporcionar um melhor entendimento da informação recebida. Assim, será mais fácil memorizar. Armazenamento Quando a pessoa entende o significado daquela informação, o conteúdo será retido no cérebro. Recuperação O cérebro organiza as informações de acordo com sua hierarquização. São as lembranças, que podem vir à tona a partir de estímulos diversos, como um som, um cheiro ou outras dicas que podem dar pistas daquela informação. Conheça dicas para exercitar a memória É certo que o cérebro funciona como um poderoso computador que faz milhões de conexões e ajuda no funcionamento corporal. Porém, às vezes, parece que a memória dele falha, e nem todos os conteúdos são rememorados com facilidade. Onde foi parar todas aquelas informações das aulas de matemática e biologia do dia anterior? E quem eram mesmo aqueles personagens do livro que você leu e foi indicado para o vestibular? Essa “perda” das informações também é comum para o cérebro, por isso, as dicas para exercitar a memória são importantes para fazer uma “atualização” do nosso sistema interno. Para consolidar a memória é sempre necessário um treino do que foi aprendido, para que o conteúdo não caia na memória de curto prazo. Treinar o cérebro constantemente vai ajudar a evitar essas falhas em sua memória, é como se fosse uma espécie de ginástica cerebral. Conheça alguns truques para treinar a sua memória, alguns desses são dicas que estão no livro “Técnicas de Estudo para Adolescentes”, de Antonio Gonzáles (Editora Vozes): Ative sua memória Abra mão de certos facilitadores, como agendas de celular ou blocos de notas, e tente sempre memorizar números de telefone, senhas, listas, datas ou lembretes de eventos. Associe informações com imagens Muitos estudantes são mais visuais e precisam associar os conteúdos a imagens ou símbolos para facilitar a memorização. Faça cálculos mentais Ao longo do dia faça operações aritméticas simples, somando as placas dos veículos, números de telefones em placas ou os números dos prédios e casas onde passar. Dê atenção aos detalhes Quando damos atenção a um assunto atribuímos importância a ele. Então, foque no tema, capture os detalhes e assim a memorização será facilitada. Invista em jogos de memorização Fazer quebra-cabeças ou jogos de memória vão ajudar muito nessa ginástica cerebral. As pessoas também podem investir em palavras cruzadas, Sudoku, dominó ou até jogos de cartas. Além disso, jogar xadrez é um importante recurso para trabalhar o cérebro. Leia e repita as citações Outra dica para exercitar a memória é a leitura porque essa é uma atividade que vai ajudar a trabalhar diversas áreas cerebrais. Além disso, repetir as frases e citações de personagens históricos também é uma excelente forma de trabalhar a memória. Anote esses enunciados e trechos de obras e repita o quanto puder. Aliás, falar em voz alta para si mesmo vale para lembrar de qualquer coisa, até mesmo para lembrar onde colocou a chave de casa. Procure lembrar os detalhes do dia Quando for deitar, antes de dormir, faça uma revisão de tudo o que aconteceu no dia, tentando lembrar alguns detalhes desde o momento que acordou, como suas roupas, o que comeu, onde foi, quem encontrou ou algum outro aspecto interessante. Conclusão É importante lembrar que a emoção está ligada à formação de novas memórias, portanto, investir em processos lúdicos e divertidos, que acionam produção e interação de hormônios do bem-estar, que paralelamente intensificam a comunicação entre neurônios, também vai dar o devido estímulo cerebral aos adolescentes para consolidação da memória.

Dicas para exercitar a memória

Dicas para exercitar a memória são muito importantes para ajudar os estudantes a guardar uma imensa quantidade de informações que são parte da grade curricular

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