Dificuldade de aprendizagem: como a metodologia ativa ajuda e maximiza os resultados?

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A dificuldade de aprendizagem de um estudante pode estar relacionada a diversos fatores, entre eles, a metodologia utilizada para a aprendizagem. Veja nesse texto como as metodologias ativas adotadas no Colégio Planck contribuem para minimizar as dificuldades de absorção de conteúdos. O que é dificuldade de aprendizagem? A dificuldade de aprendizagem pode ocorrer em qualquer série escolar, mas, ao contrário do que se pensa, nem sempre está relacionada apenas com o fato de não assimilar e reter as informações. Essa questão pode estar relacionada ao perfil do estudante, questões orgânicas e até mesmo emocionais. Além disso, em muitos casos, pode estar também ligada à metodologia de ensino. No Brasil, o mais tradicional era a adoção da metodologia passiva de ensino, no qual o professor transmitia o conhecimento e o estudante recebia passivamente os conteúdos.  Como funcionam as metodologias ativas no processo de aprendizagem? Muitas vezes, estudantes que manifestaram dificuldade de aprendizagem em alguns momentos, podem ter encontrado dificuldades em metodologias passivas. De acordo com a teoria criada pelo psiquiatra americano William Glasser, as taxas de aprendizado variam com os métodos.  Sendo que na leitura há 10% de absorção, enquanto na escuta sobe para 20%. Esses índices vão aumentando à medida que há uma interação maior na própria construção do conhecimento. Já a metodologia ativa trabalha a multidisciplinaridade e o estudante é protagonista no seu processo de aprendizagem, com uma atuação mais participativa.  Nessa abordagem, o conhecimento é construído de forma combinada entre professor e estudante, com estímulo da criatividade e da autonomia. Além disso, nas metodologias ativas estão previstas também um uso mais profundo da tecnologia e atuação com novas formas de transmissão de conteúdos. São várias as vantagens desse método para todos os estudantes, inclusive, para aqueles que têm alguma dificuldade de aprendizagem, por exemplo: Construção de pensamento crítico; Aprendizado de forma coletiva; Desenvolvimento de competências e habilidades socioemocionais muito importantes para o futuro,  Mais engajamento dos estudantes e motivação com o próprio processo de aprendizagem,  Fortalecimento da confiança e autoestima; etc. Metodologia ativa adotada no Planck Com as metodologias ativas, o estudante é estimulado a desenvolver a capacidade de absorção de conteúdos de maneira mais autônoma e participativa. O Planck, utiliza várias metodologias ativas no processo de ensino, entre elas: Aprendizagem baseada em projetos Na aprendizagem baseada em projetos,  o principal objetivo é acionar os estudantes para resolução de problemas. Baseado em um desafio, os estudantes vão explorar situações, dentro de um contexto, fazendo uso de tecnologias e outros recursos disponíveis. Assim, os estudantes assumem responsabilidades, autonomia e passam a se arriscar mais, mesmo sabendo que podem cometer erros, mas que esses servirão de aprendizados enquanto se busca a melhor solução para cada caso. Para isso, os professores se esforçam para criar experiências inovadoras que envolvem nossos estudantes em projetos complexos do mundo adulto. Assim, eles são envolvidos em um processo de pesquisa, elaboração de hipóteses, busca por recursos e aplicação prática da informação para chegar a uma solução. Aprendizagem colaborativa A aprendizagem colaborativa é uma metodologia de ensino pautada na interação, colaboração e participação ativa dos estudantes. A formação de equipes e compartilhamento de ideias vão enriquecer o processo de construção do conhecimento, permitindo que aprendam e ensinem ao mesmo tempo, estimulados por um rico convívio que favorece o relacionamento interpessoal. Na aprendizagem colaborativa, cada estudante pode exercer sua força pessoal no coletivo, apresentando seus pontos fortes para chegar a uma conclusão. Além disso, eles também aprendem a desenvolver a capacidade de negociação, ao debater os papéis de cada um no processo. Na aprendizagem colaborativa, os estudantes são estimulados a não se acomodar com respostas prontas. Se torna um processo de aprendizagem muito mais avançado do que a mera memorização mecânica de fatos ou números. Nesse processo, também são valorizadas as habilidades de comunicação, criatividade, trabalho em equipe, tolerância às frustrações, raciocínio lógico, entre outras. Estudos de casos Nessa ferramenta pedagógica utilizada na Academia Sherlock, são estimuladas as competências cognitivas e investigativas. A ideia é estudar sucessão de fatos ou acontecimentos para promover uma análise e conexão de ideias, por meio do trabalho em equipe. Cultura maker e design thinking A cultura maker estimula que o estudante coloque a mão na massa e aprenda fazendo. Em combinação com a abordagem do design thinking, também desenvolve outras várias competências, como a empatia para se colocar no lugar de outras pessoas na proposta de solução para problemas reais. Essa abordagem é utilizada na aula de Laboratório de Soluções Design Maker. Como o Planck auxilia nas dificuldades de aprendizagem? Com um currículo pautado nos pilares do alto desempenho e aprendizagem socioemocional, o Planck tem um plano de ação pedagógica para estudantes com dificuldade de aprendizagem: o PAIDA (Projeto de Acompanhamento Individual de Desempenho Acadêmico). Com o PAIDA, eles podem superar eventuais dificuldades de aprendizagem, e aprimorar as próprias habilidades com os métodos ativos para maximizar a autonomia na sala de aula. Além de oferecer esse programa para estudantes recém-chegados ao Colégio, o PAIDA também é destinado para estudantes dentro do Programa Planck de Mentorias. O programa é ministrado pelo Núcleo de Orientação Educacional, que oferece plano de estudo criado em conjunto com o estudante e apresenta ferramentas relacionadas à gestão do tempo e técnicas de estudos, assim como atividades para estudantes com dificuldade de aprendizagem. A Orientação Educacional também promove uma conversa constante com os estudantes para entender o que motiva essa dificuldade e tem canal aberto também com as famílias, para que sejam apresentadas soluções de acordo com a realidade de cada um. Conclusão Ao traçar esse plano de ação para estudantes com dificuldade de aprendizagem, o Planck estimula que todos tenham as mesmas oportunidades de absorção do conhecimento.  Além disso, com a aplicação das metodologias ativas, o Planck estimula o aumento das taxas de aprendizagem, conforme afirma Glasser, que cita que quem escuta com observação retém 50% do conteúdo, já quem conversa ou debate melhora o índice para 70%, enquanto quem ensina, apreende 95% do que está sendo transmitido.

A dificuldade de aprendizagem de um estudante pode estar relacionada a diversos fatores, entre eles, a metodologia utilizada para a aprendizagem.

Veja nesse texto como as metodologias ativas adotadas no Colégio Planck contribuem para minimizar as dificuldades de absorção de conteúdos.

O que é dificuldade de aprendizagem?

A dificuldade de aprendizagem pode ocorrer em qualquer série escolar, mas, ao contrário do que se pensa, nem sempre está relacionada apenas com o fato de não assimilar e reter as informações.

Essa questão pode estar relacionada ao perfil do estudante, questões orgânicas e até mesmo emocionais.

Além disso, em muitos casos, pode estar também ligada à metodologia de ensino. No Brasil, o mais tradicional era a adoção da metodologia passiva de ensino, no qual o professor transmitia o conhecimento e o estudante recebia passivamente os conteúdos. 

A dificuldade de aprendizagem de um estudante pode estar relacionada a diversos fatores, entre eles, a metodologia utilizada para a aprendizagem. Veja nesse texto como as metodologias ativas adotadas no Colégio Planck contribuem para minimizar as dificuldades de absorção de conteúdos. O que é dificuldade de aprendizagem? A dificuldade de aprendizagem pode ocorrer em qualquer série escolar, mas, ao contrário do que se pensa, nem sempre está relacionada apenas com o fato de não assimilar e reter as informações. Essa questão pode estar relacionada ao perfil do estudante, questões orgânicas e até mesmo emocionais. Além disso, em muitos casos, pode estar também ligada à metodologia de ensino. No Brasil, o mais tradicional era a adoção da metodologia passiva de ensino, no qual o professor transmitia o conhecimento e o estudante recebia passivamente os conteúdos.  Como funcionam as metodologias ativas no processo de aprendizagem? Muitas vezes, estudantes que manifestaram dificuldade de aprendizagem em alguns momentos, podem ter encontrado dificuldades em metodologias passivas. De acordo com a teoria criada pelo psiquiatra americano William Glasser, as taxas de aprendizado variam com os métodos.  Sendo que na leitura há 10% de absorção, enquanto na escuta sobe para 20%. Esses índices vão aumentando à medida que há uma interação maior na própria construção do conhecimento. Já a metodologia ativa trabalha a multidisciplinaridade e o estudante é protagonista no seu processo de aprendizagem, com uma atuação mais participativa.  Nessa abordagem, o conhecimento é construído de forma combinada entre professor e estudante, com estímulo da criatividade e da autonomia. Além disso, nas metodologias ativas estão previstas também um uso mais profundo da tecnologia e atuação com novas formas de transmissão de conteúdos. São várias as vantagens desse método para todos os estudantes, inclusive, para aqueles que têm alguma dificuldade de aprendizagem, por exemplo: Construção de pensamento crítico; Aprendizado de forma coletiva; Desenvolvimento de competências e habilidades socioemocionais muito importantes para o futuro,  Mais engajamento dos estudantes e motivação com o próprio processo de aprendizagem,  Fortalecimento da confiança e autoestima; etc. Metodologia ativa adotada no Planck Com as metodologias ativas, o estudante é estimulado a desenvolver a capacidade de absorção de conteúdos de maneira mais autônoma e participativa. O Planck, utiliza várias metodologias ativas no processo de ensino, entre elas: Aprendizagem baseada em projetos Na aprendizagem baseada em projetos,  o principal objetivo é acionar os estudantes para resolução de problemas. Baseado em um desafio, os estudantes vão explorar situações, dentro de um contexto, fazendo uso de tecnologias e outros recursos disponíveis. Assim, os estudantes assumem responsabilidades, autonomia e passam a se arriscar mais, mesmo sabendo que podem cometer erros, mas que esses servirão de aprendizados enquanto se busca a melhor solução para cada caso. Para isso, os professores se esforçam para criar experiências inovadoras que envolvem nossos estudantes em projetos complexos do mundo adulto. Assim, eles são envolvidos em um processo de pesquisa, elaboração de hipóteses, busca por recursos e aplicação prática da informação para chegar a uma solução. Aprendizagem colaborativa A aprendizagem colaborativa é uma metodologia de ensino pautada na interação, colaboração e participação ativa dos estudantes. A formação de equipes e compartilhamento de ideias vão enriquecer o processo de construção do conhecimento, permitindo que aprendam e ensinem ao mesmo tempo, estimulados por um rico convívio que favorece o relacionamento interpessoal. Na aprendizagem colaborativa, cada estudante pode exercer sua força pessoal no coletivo, apresentando seus pontos fortes para chegar a uma conclusão. Além disso, eles também aprendem a desenvolver a capacidade de negociação, ao debater os papéis de cada um no processo. Na aprendizagem colaborativa, os estudantes são estimulados a não se acomodar com respostas prontas. Se torna um processo de aprendizagem muito mais avançado do que a mera memorização mecânica de fatos ou números. Nesse processo, também são valorizadas as habilidades de comunicação, criatividade, trabalho em equipe, tolerância às frustrações, raciocínio lógico, entre outras. Estudos de casos Nessa ferramenta pedagógica utilizada na Academia Sherlock, são estimuladas as competências cognitivas e investigativas. A ideia é estudar sucessão de fatos ou acontecimentos para promover uma análise e conexão de ideias, por meio do trabalho em equipe. Cultura maker e design thinking A cultura maker estimula que o estudante coloque a mão na massa e aprenda fazendo. Em combinação com a abordagem do design thinking, também desenvolve outras várias competências, como a empatia para se colocar no lugar de outras pessoas na proposta de solução para problemas reais. Essa abordagem é utilizada na aula de Laboratório de Soluções Design Maker. Como o Planck auxilia nas dificuldades de aprendizagem? Com um currículo pautado nos pilares do alto desempenho e aprendizagem socioemocional, o Planck tem um plano de ação pedagógica para estudantes com dificuldade de aprendizagem: o PAIDA (Projeto de Acompanhamento Individual de Desempenho Acadêmico). Com o PAIDA, eles podem superar eventuais dificuldades de aprendizagem, e aprimorar as próprias habilidades com os métodos ativos para maximizar a autonomia na sala de aula. Além de oferecer esse programa para estudantes recém-chegados ao Colégio, o PAIDA também é destinado para estudantes dentro do Programa Planck de Mentorias. O programa é ministrado pelo Núcleo de Orientação Educacional, que oferece plano de estudo criado em conjunto com o estudante e apresenta ferramentas relacionadas à gestão do tempo e técnicas de estudos, assim como atividades para estudantes com dificuldade de aprendizagem. A Orientação Educacional também promove uma conversa constante com os estudantes para entender o que motiva essa dificuldade e tem canal aberto também com as famílias, para que sejam apresentadas soluções de acordo com a realidade de cada um. Conclusão Ao traçar esse plano de ação para estudantes com dificuldade de aprendizagem, o Planck estimula que todos tenham as mesmas oportunidades de absorção do conhecimento.  Além disso, com a aplicação das metodologias ativas, o Planck estimula o aumento das taxas de aprendizagem, conforme afirma Glasser, que cita que quem escuta com observação retém 50% do conteúdo, já quem conversa ou debate melhora o índice para 70%, enquanto quem ensina, apreende 95% do que está sendo transmitido.

Como funcionam as metodologias ativas no processo de aprendizagem?

Muitas vezes, estudantes que manifestaram dificuldade de aprendizagem em alguns momentos, podem ter encontrado dificuldades em metodologias passivas.

De acordo com a teoria criada pelo psiquiatra americano William Glasser, as taxas de aprendizado variam com os métodos.  Sendo que na leitura há 10% de absorção, enquanto na escuta sobe para 20%. Esses índices vão aumentando à medida que há uma interação maior na própria construção do conhecimento.

Já a metodologia ativa trabalha a multidisciplinaridade e o estudante é protagonista no seu processo de aprendizagem, com uma atuação mais participativa. 

Nessa abordagem, o conhecimento é construído de forma combinada entre professor e estudante, com estímulo da criatividade e da autonomia.

Além disso, nas metodologias ativas estão previstas também um uso mais profundo da tecnologia e atuação com novas formas de transmissão de conteúdos.

São várias as vantagens desse método para todos os estudantes, inclusive, para aqueles que têm alguma dificuldade de aprendizagem, por exemplo:

  • Construção de pensamento crítico;
  • Aprendizado de forma coletiva;
  • Desenvolvimento de competências e habilidades socioemocionais muito importantes para o futuro, 
  • Mais engajamento dos estudantes e motivação com o próprio processo de aprendizagem, 
  • Fortalecimento da confiança e autoestima;
  • etc.

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Metodologia ativa adotada no Planck

Com as metodologias ativas, o estudante é estimulado a desenvolver a capacidade de absorção de conteúdos de maneira mais autônoma e participativa.

O Planck, utiliza várias metodologias ativas no processo de ensino, entre elas:

Aprendizagem baseada em projetos

Na aprendizagem baseada em projetos,  o principal objetivo é acionar os estudantes para resolução de problemas. Baseado em um desafio, os estudantes vão explorar situações, dentro de um contexto, fazendo uso de tecnologias e outros recursos disponíveis.

Assim, os estudantes assumem responsabilidades, autonomia e passam a se arriscar mais, mesmo sabendo que podem cometer erros, mas que esses servirão de aprendizados enquanto se busca a melhor solução para cada caso.

Para isso, os professores se esforçam para criar experiências inovadoras que envolvem nossos estudantes em projetos complexos do mundo adulto.

Assim, eles são envolvidos em um processo de pesquisa, elaboração de hipóteses, busca por recursos e aplicação prática da informação para chegar a uma solução.

A dificuldade de aprendizagem de um estudante pode estar relacionada a diversos fatores, entre eles, a metodologia utilizada para a aprendizagem. Veja nesse texto como as metodologias ativas adotadas no Colégio Planck contribuem para minimizar as dificuldades de absorção de conteúdos. O que é dificuldade de aprendizagem? A dificuldade de aprendizagem pode ocorrer em qualquer série escolar, mas, ao contrário do que se pensa, nem sempre está relacionada apenas com o fato de não assimilar e reter as informações. Essa questão pode estar relacionada ao perfil do estudante, questões orgânicas e até mesmo emocionais. Além disso, em muitos casos, pode estar também ligada à metodologia de ensino. No Brasil, o mais tradicional era a adoção da metodologia passiva de ensino, no qual o professor transmitia o conhecimento e o estudante recebia passivamente os conteúdos.  Como funcionam as metodologias ativas no processo de aprendizagem? Muitas vezes, estudantes que manifestaram dificuldade de aprendizagem em alguns momentos, podem ter encontrado dificuldades em metodologias passivas. De acordo com a teoria criada pelo psiquiatra americano William Glasser, as taxas de aprendizado variam com os métodos.  Sendo que na leitura há 10% de absorção, enquanto na escuta sobe para 20%. Esses índices vão aumentando à medida que há uma interação maior na própria construção do conhecimento. Já a metodologia ativa trabalha a multidisciplinaridade e o estudante é protagonista no seu processo de aprendizagem, com uma atuação mais participativa.  Nessa abordagem, o conhecimento é construído de forma combinada entre professor e estudante, com estímulo da criatividade e da autonomia. Além disso, nas metodologias ativas estão previstas também um uso mais profundo da tecnologia e atuação com novas formas de transmissão de conteúdos. São várias as vantagens desse método para todos os estudantes, inclusive, para aqueles que têm alguma dificuldade de aprendizagem, por exemplo: Construção de pensamento crítico; Aprendizado de forma coletiva; Desenvolvimento de competências e habilidades socioemocionais muito importantes para o futuro,  Mais engajamento dos estudantes e motivação com o próprio processo de aprendizagem,  Fortalecimento da confiança e autoestima; etc. Metodologia ativa adotada no Planck Com as metodologias ativas, o estudante é estimulado a desenvolver a capacidade de absorção de conteúdos de maneira mais autônoma e participativa. O Planck, utiliza várias metodologias ativas no processo de ensino, entre elas: Aprendizagem baseada em projetos Na aprendizagem baseada em projetos,  o principal objetivo é acionar os estudantes para resolução de problemas. Baseado em um desafio, os estudantes vão explorar situações, dentro de um contexto, fazendo uso de tecnologias e outros recursos disponíveis. Assim, os estudantes assumem responsabilidades, autonomia e passam a se arriscar mais, mesmo sabendo que podem cometer erros, mas que esses servirão de aprendizados enquanto se busca a melhor solução para cada caso. Para isso, os professores se esforçam para criar experiências inovadoras que envolvem nossos estudantes em projetos complexos do mundo adulto. Assim, eles são envolvidos em um processo de pesquisa, elaboração de hipóteses, busca por recursos e aplicação prática da informação para chegar a uma solução. Aprendizagem colaborativa A aprendizagem colaborativa é uma metodologia de ensino pautada na interação, colaboração e participação ativa dos estudantes. A formação de equipes e compartilhamento de ideias vão enriquecer o processo de construção do conhecimento, permitindo que aprendam e ensinem ao mesmo tempo, estimulados por um rico convívio que favorece o relacionamento interpessoal. Na aprendizagem colaborativa, cada estudante pode exercer sua força pessoal no coletivo, apresentando seus pontos fortes para chegar a uma conclusão. Além disso, eles também aprendem a desenvolver a capacidade de negociação, ao debater os papéis de cada um no processo. Na aprendizagem colaborativa, os estudantes são estimulados a não se acomodar com respostas prontas. Se torna um processo de aprendizagem muito mais avançado do que a mera memorização mecânica de fatos ou números. Nesse processo, também são valorizadas as habilidades de comunicação, criatividade, trabalho em equipe, tolerância às frustrações, raciocínio lógico, entre outras. Estudos de casos Nessa ferramenta pedagógica utilizada na Academia Sherlock, são estimuladas as competências cognitivas e investigativas. A ideia é estudar sucessão de fatos ou acontecimentos para promover uma análise e conexão de ideias, por meio do trabalho em equipe. Cultura maker e design thinking A cultura maker estimula que o estudante coloque a mão na massa e aprenda fazendo. Em combinação com a abordagem do design thinking, também desenvolve outras várias competências, como a empatia para se colocar no lugar de outras pessoas na proposta de solução para problemas reais. Essa abordagem é utilizada na aula de Laboratório de Soluções Design Maker. Como o Planck auxilia nas dificuldades de aprendizagem? Com um currículo pautado nos pilares do alto desempenho e aprendizagem socioemocional, o Planck tem um plano de ação pedagógica para estudantes com dificuldade de aprendizagem: o PAIDA (Projeto de Acompanhamento Individual de Desempenho Acadêmico). Com o PAIDA, eles podem superar eventuais dificuldades de aprendizagem, e aprimorar as próprias habilidades com os métodos ativos para maximizar a autonomia na sala de aula. Além de oferecer esse programa para estudantes recém-chegados ao Colégio, o PAIDA também é destinado para estudantes dentro do Programa Planck de Mentorias. O programa é ministrado pelo Núcleo de Orientação Educacional, que oferece plano de estudo criado em conjunto com o estudante e apresenta ferramentas relacionadas à gestão do tempo e técnicas de estudos, assim como atividades para estudantes com dificuldade de aprendizagem. A Orientação Educacional também promove uma conversa constante com os estudantes para entender o que motiva essa dificuldade e tem canal aberto também com as famílias, para que sejam apresentadas soluções de acordo com a realidade de cada um. Conclusão Ao traçar esse plano de ação para estudantes com dificuldade de aprendizagem, o Planck estimula que todos tenham as mesmas oportunidades de absorção do conhecimento.  Além disso, com a aplicação das metodologias ativas, o Planck estimula o aumento das taxas de aprendizagem, conforme afirma Glasser, que cita que quem escuta com observação retém 50% do conteúdo, já quem conversa ou debate melhora o índice para 70%, enquanto quem ensina, apreende 95% do que está sendo transmitido.

Aprendizagem colaborativa

A aprendizagem colaborativa é uma metodologia de ensino pautada na interação, colaboração e participação ativa dos estudantes.

A formação de equipes e compartilhamento de ideias vão enriquecer o processo de construção do conhecimento, permitindo que aprendam e ensinem ao mesmo tempo, estimulados por um rico convívio que favorece o relacionamento interpessoal.

Na aprendizagem colaborativa, cada estudante pode exercer sua força pessoal no coletivo, apresentando seus pontos fortes para chegar a uma conclusão. Além disso, eles também aprendem a desenvolver a capacidade de negociação, ao debater os papéis de cada um no processo.

Na aprendizagem colaborativa, os estudantes são estimulados a não se acomodar com respostas prontas. Se torna um processo de aprendizagem muito mais avançado do que a mera memorização mecânica de fatos ou números.

Nesse processo, também são valorizadas as habilidades de comunicação, criatividade, trabalho em equipe, tolerância às frustrações, raciocínio lógico, entre outras.

Estudos de casos

Nessa ferramenta pedagógica utilizada na Academia Sherlock, são estimuladas as competências cognitivas e investigativas. A ideia é estudar sucessão de fatos ou acontecimentos para promover uma análise e conexão de ideias, por meio do trabalho em equipe.

Cultura maker e design thinking

A cultura maker estimula que o estudante coloque a mão na massa e aprenda fazendo. Em combinação com a abordagem do design thinking, também desenvolve outras várias competências, como a empatia para se colocar no lugar de outras pessoas na proposta de solução para problemas reais. Essa abordagem é utilizada na aula de Laboratório de Soluções Design Maker.

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Como o Planck auxilia nas dificuldades de aprendizagem?

Com um currículo pautado nos pilares do alto desempenho e aprendizagem socioemocional, o Planck tem um plano de ação pedagógica para estudantes com dificuldade de aprendizagem: o PAIDA (Projeto de Acompanhamento Individual de Desempenho Acadêmico).

Com o PAIDA, eles podem superar eventuais dificuldades de aprendizagem, e aprimorar as próprias habilidades com os métodos ativos para maximizar a autonomia na sala de aula.

Além de oferecer esse programa para estudantes recém-chegados ao Colégio, o PAIDA também é destinado para estudantes dentro do Programa Planck de Mentorias.

O programa é ministrado pelo Núcleo de Orientação Educacional, que oferece plano de estudo criado em conjunto com o estudante e apresenta ferramentas relacionadas à gestão do tempo e técnicas de estudos, assim como atividades para estudantes com dificuldade de aprendizagem.

A Orientação Educacional também promove uma conversa constante com os estudantes para entender o que motiva essa dificuldade e tem canal aberto também com as famílias, para que sejam apresentadas soluções de acordo com a realidade de cada um.

Conclusão

Ao traçar esse plano de ação para estudantes com dificuldade de aprendizagem, o Planck estimula que todos tenham as mesmas oportunidades de absorção do conhecimento. 

Além disso, com a aplicação das metodologias ativas, o Planck estimula o aumento das taxas de aprendizagem, conforme afirma Glasser, que cita que quem escuta com observação retém 50% do conteúdo, já quem conversa ou debate melhora o índice para 70%, enquanto quem ensina, apreende 95% do que está sendo transmitido.

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